Pulpit

O Encontro de Adão com sua Posteridade no Vale de Adão-ondi-Amã — Localização do Vale — O Convênio com Enoque — Registros dos Tratos de Deus com os Homens desde o Período da Criação — Método de Preservar os Registros dos Antigos Profetas — O Advento de Cristo entre os Nefitas — Cumprimento dos Propósitos de Deus e a Plenitude dos Tempos

Orson Pratt

1873-05-18

Tendo sido solicitado a falar nesta manhã, e a continuar o assunto sobre o qual fomos instruídos ontem à tarde, o faço de bom grado, esperando ter a atenção da congregação, tanto quanto possível, para que eu possa fazer-me ouvir por todos.

O assunto sobre o qual o irmão Taylor se dirigiu à congregação ontem à tarde, e sobre o qual algumas palavras foram ditas pelos que o seguiram, é de grande importância no que concerne à presente geração; pois todas as coisas que já foram reveladas uma vez, e que agora estão perdidas, serão reveladas de novo, a fim de cumprir aquela passagem da Escritura registrada no capítulo 11 de Isaías, versículo 9: "A terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar." As coisas de todas as dispensações anteriores serão manifestadas e reveladas de novo na grande dispensação da plenitude dos tempos. E, a fim de compreender mais claramente as coisas que hão de ser reveladas e manifestadas de novo aos habitantes da terra, talvez não seja impróprio que eu me refira a alguns dos antigos registros da antiguidade que foram revelados do céu em benefício das gerações passadas. O primeiro que me vem à mente encontra-se no Livro de Convênios, página 79, parágrafo 29:

E Adão levantou-se no meio da congregação; e embora curvado pela idade, estando cheio do Espírito Santo, predisse tudo que sucederia a sua posteridade, até a última geração. Todas estas coisas foram escritas no livro de Enoque e delas se testificará no devido tempo.

Adão foi a primeira personagem colocada na terra, no Jardim do Éden, e, tendo transgredido, e tendo sido expulso do Jardim do Éden, e tendo cumprido uma longa provação, chegando a quase mil anos, resolveu reunir seus filhos, o que fez três anos antes de sua morte. Como se registra na mesma página, reuniu Sete, Enos, Cainã, Maalalel, Jarede, Enoque e Matusalém, que eram descendentes sucessivos, perfazendo oito gerações ao todo, incluindo a ele mesmo, no vale de Adão-ondi-Amã. Isto foi quase mil anos depois de Adão ter sido colocado no Jardim do Éden; sete gerações de seus filhos, ou a parte justa deles, foram reunidas naquele vale. E aqui talvez não seja impróprio que eu diga algumas palavras a respeito da localização daquele interessante encontro ou conferência.

O vale de Adão-ondi-Amã, segundo a visão e a crença dos Santos dos Últimos Dias, estava localizado no hemisfério ocidental de nosso globo. (Direi aqui que, como a maior parte desta congregação é composta de Santos dos Últimos Dias, as provas e evidências que apresentarei, a respeito dos assuntos diante de mim, serão selecionadas daqueles livros nos quais eles creem, o que talvez não seja evidência particular para os estranhos, mas para os Santos dos Últimos Dias serão evidência incontestável.) Adão-ondi-Amã, o Vale de Deus, onde Adão habitou, estava localizado cerca de cinquenta milhas ao norte do Condado de Jackson, no Estado do Missouri. O Senhor nos revelou que Adão habitou ali para o final de sua provação. Se ele havia vivido naquela região do país desde o período mais antigo de sua existência na terra, não sabemos. Poderia ter vivido a milhares de milhas de distância, em seus primeiros dias. Poderia ter sido no que hoje chamamos o grande hemisfério oriental, pois naqueles dias os hemisférios oriental e ocidental eram um só, e não foram divididos até os dias de Pelegue. Adão poderia ter migrado do grande oriente, reunido-se com o povo de Deus em conexão com a Igreja de Enoque, e formado uma colônia nas fronteiras ocidentais do Missouri. Isto não está revelado.

O objetivo desta grande reunião de nossos grandes antepassados era que Adão pudesse conferir uma grande bênção patriarcal sobre seus descendentes. Por isso, os justos de sua posteridade foram reunidos naquela ocasião. Ele lhes proferiu sua última bênção. Foram favorecidos naquela ocasião, pois o Senhor lhes apareceu. Este encontro foi muito interessante em sua natureza, e o Senhor estava muito interessado, assim como o povo. Ele apareceu a esta vasta congregação, e concedeu conforto a Adão em sua velhice. E Adão se encheu do Espírito Santo. Apesar de estar curvado pela idade, estando cheio do Espírito Santo, predisse o que haveria de acontecer entre sua posteridade até as últimas gerações. Por isso, deve ter falado a respeito de todas as dispensações seguintes, que haviam de ser reveladas de tempos em tempos aos filhos dos homens. Deve ter falado a respeito da dispersão de sua posteridade depois dos dias de Noé, e da grande obra de Deus a ser estabelecida na terra nos últimos dias, e a respeito do segundo advento do Filho de Deus, a respeito do grande dia de descanso, o período em que Satanás seria amarrado. Todas estas coisas foram escritas no Livro de Enoque, que estava presente naquela ocasião. E este livro há de ser testificado, no devido tempo, aos Santos dos últimos dias. Este será um dos meios pelos quais Deus cumprirá a profecia de Isaías, de que "o conhecimento de Deus encherá a terra, como as águas cobrem o grande abismo."

Sem nada dizer a respeito das profecias de Sete, Enos, Cainã, Maalalel e Jarede, passaremos agora aos dias de Enoque. Enoque profetizou de todas as coisas, tanto quanto seu grande antepassado, Adão. Algumas de suas palavras foram traduzidas, e trazidas à luz pelo profeta Joseph Smith, e publicadas nas várias publicações desta Igreja — na "Evening and Morning Star", na "Pérola de Grande Valor", etc. Esta profecia, embora muito breve, no que foi revelada, desdobra princípios maravilhosos, mostrando que seus olhos foram abertos para ver coisas passadas, e coisas futuras, todas as quais foram registradas no Livro de Enoque, que há de ser trazido à luz e revelado nos últimos tempos. Entre as coisas reveladas a Enoque estava o conhecimento do dilúvio, que haveria de ocorrer. E o Senhor fez um convênio com Enoque, de que porei o seu arco nas nuvens — assim como depois foi dado a Noé — não apenas como um simples sinal de que o Senhor não mais afogaria o mundo, mas como um sinal do novo e eterno convênio que o Senhor fez com Enoque. As palavras deste convênio, repetirei tanto quanto minha memória me permitir: "Porei meu arco nas nuvens, e olharei para ele, e me lembrarei do convênio eterno que fiz convosco. Que, nos últimos dias, quando os homens guardarem todos os meus mandamentos, Sião olhará para cima e os Céus olharão para baixo", etc. O arco que foi posto nas nuvens deveria ser um sinal, entre Deus e os habitantes da terra, do retorno de Sião, e da reunião dos Santos de todas as dispensações. Portanto, quando tenho visto o arco nas nuvens, faz-me lembrar o convênio que Deus fez naquelas eras antigas, e que em breve há de se cumprir na última dispensação da plenitude dos tempos. Quão grande e quão importante é este convênio com a Sião que foi edificada por Enoque, que havia de ser levada ao céu e permanecer santificada como lugar da morada do Senhor para sempre! Onde ele haveria de habitar no meio de seu povo, e onde contemplaria seus rostos, e eles contemplariam seu rosto. Que aquela antiga Sião, e todos os seus habitantes, viessem do céu e reinassem sobre a terra, e que Jesus viesse com eles. E, por temer que os Santos se esquecessem disto, um belo arco foi posto nas nuvens, para que se lembrassem de que o Senhor os observava, e de que ele se lembraria de seu convênio com Enoque a respeito de fazer retornar sua Sião. Isto encontramos nos periódicos da Igreja. Quando chegar o tempo em que o Senhor fará retornar a antiga Sião, isto ajudará a encher a terra com o conhecimento de Deus, como as águas cobrem o grande abismo; e servirá para nos colocar de posse da história de Sião, da ordem daquele povo antigo, quando andaram em retidão trezentos e sessenta e cinco anos antes de estarem preparados para uma trasladação ao céu.

Quando viermos a conversar com Enoque e sua cidade face a face, e ouvirmos de suas próprias bocas a declaração de sua própria história, e a pregação do Evangelho naquela época do mundo, isto desdobrará uma vasta quantidade de conhecimento a respeito dos acontecimentos anteriores ao dilúvio.

Descemos aos dias de Noé. Ele foi um homem justo, e chamado de Deus para pregar o Evangelho entre as nações, tal como fora revelado a seus antepassados, e, antes dos dias do dilúvio, tão grande era a fé de muitos do povo, depois dos dias em que a cidade de Enoque foi arrebatada, que o Espírito Santo caiu sobre eles, e foram arrebatados pelo poder do céu ao meio de Sião — a Sião de Enoque. Assim temos mais conhecimento revelado a nós.

Noé, depois de ter pregado o Evangelho e publicado boas novas entre as nações, foi mandado construir uma arca. Tinha um Urim e Tumim pelo qual foi capacitado a discernir todas as coisas pertencentes à arca e a seu padrão. Foi um grande profeta, e predisse muitas coisas, e seus registros, sem dúvida, foram escondidos, e virão à luz no devido tempo, quando o Senhor cobrir a terra com seu conhecimento como as águas cobrem o grande abismo.

Muitas pessoas têm suposto que Moisés foi o primeiro homem, e o povo de seus dias a primeira geração que soube alguma coisa a respeito de caracteres escritos, e que todo o povo, desde os dias de Adão até Moisés, não sabia como colocar seus pensamentos em forma escrita; mas deixai-me informar-vos como a escrita começou. Lemos no Livro de Enoque, na "Pérola de Grande Valor", que o Senhor ensinou Adão a escrever registros pela inspiração de seu Espírito. E lhe foi dado o modo de colocar seus pensamentos em forma escrita. Isto está registrado no Livro de Enoque, e na "Pérola de Grande Valor".

O povo antes do dilúvio não perdeu a arte da escrita, mas escreveu suas revelações, visões, etc., na língua de Adão — a primeira língua dada ao homem. Este conhecimento foi retido através do dilúvio.

Descemos aos dias da construção da Torre de Babel, pouco depois do dilúvio. Por volta da época de Abraão, a Torre de Babel foi construída. O povo, sendo de uma só língua, reuniu-se para construir uma torre que alcançasse, como supunham, os céus cristalizados. Pensavam que a Cidade de Enoque havia sido arrebatada a pouca distância da terra, e que a cidade estava dentro da primeira esfera acima da terra; e que, se pudessem fazer uma torre suficientemente alta, poderiam chegar ao céu, onde estava localizada a Cidade de Enoque e seus habitantes. Puseram-se a trabalhar e construíram uma torre. Tinham esta tradição, de que houvera uma trasladação de pessoas da terra, e estavam ansiosos por conhecê-las; mas o Senhor viu que eram um só povo, e que todos tinham uma só língua, e que nada lhes seria vedado do que imaginassem fazer; e, como maldição, enviou-lhes uma variedade de línguas — tomou-lhes sua língua materna. A língua de Adão foi totalmente esquecida num momento; e, independentemente de tomar-lhes o conhecimento de sua própria língua, deu-lhes uma multidão de outras línguas, de modo que não podiam entender-se uns aos outros. Naqueles dias havia alguns poucos indivíduos justos vivendo junto à Torre, entre os quais estava Jarede, um homem muito bom, e seu irmão. Quando entenderam, pelo espírito de profecia, que o Senhor estava prestes a dispersar o povo pelos quatro cantos da terra, o irmão de Jarede clamou ao Senhor, a pedido de Jarede, para que o Senhor os conduzisse a uma terra escolhida. Vieram eles a este grande hemisfério ocidental sem conhecimento de Deus? Não. Sem qualquer registro escrito? Não. Lede o Livro de Mórmon, página 530, ou, em outras palavras, o Livro de Éter, e ali encontrareis registrado, várias gerações depois de os israelitas terem vindo da Torre de Babel e desembarcado neste continente, que havia certa mulher, filha de um dos antigos homens de destaque, que remeteu seu pai àqueles registros que seus pais haviam trazido da Torre de Babel; contou a seu pai o que neles estava registrado.

Não leu meu pai o registro que nossos pais trouxeram através do grande mar? Eis que não há um relato a respeito dos antigos, de que, por meio de planos secretos, obtiveram reinos e grande glória?

Ela colocou no coração de seu pai, Jarede, seguir aqueles atos perversos praticados por Caim. Isto mostra que os jareditas não vieram aqui sem um registro das coisas desde os dias de Adão em diante; traziam-no consigo. Guardaram-no consigo, e multiplicaram cópias no meio de sua nação. Mas perguntareis: como sabemos a respeito desta primeira colônia que veio a este continente? Como viemos a possuir este conhecimento? Foi pelos registros que eles mesmos guardaram. Os jareditas, familiarizados com a arte da escrita, guardaram seus registros. E entre a multidão de registros que guardaram, havia vinte e quatro placas de ouro puro, que foram guardadas pelo profeta Éter, cerca de 1.600 ou 1.800 anos depois de sua colônia ter vindo a esta terra, da Torre de Babel. Ele guardou um registro. Estes registros foram levados por Éter do monte Ramá, depois chamado Cumora, onde os jareditas foram destruídos, assim como os nefitas. Ele os levou em direção à América do Sul, e os colocou numa posição ao norte do Istmo, onde uma parte do povo do rei Lími, cerca de cem anos antes de Cristo, os encontrou. Ler-vos-ei uma pequena descrição de como foram encontrados. Na página 161 do Livro de Mórmon, aparece que o povo de Lími era certa colônia que havia deixado o corpo principal dos nefitas, e se estabelecera na terra onde Néfi construíra e fixara sua pequena colônia, logo após seu desembarque na costa ocidental da América do Sul. Depois de desembarcar, e depois da morte de seu pai Leí, Néfi foi mandado por Deus a levar consigo os que cressem no Altíssimo, e a fugir do meio de seus irmãos. E viajaram muitos dias de jornada rumo ao norte, e se estabeleceram numa terra que chamaram a Terra de Néfi, e ali habitaram por cerca de quatrocentos anos. E então, por causa da perversidade do povo, foram ameaçados de grande destruição. O Senhor conduziu Mosias para fora da Terra de Néfi, e o conduziu ainda mais para o norte, cerca de vinte dias de jornada, e se estabeleceram junto ao rio Sídon, hoje chamado Madalena, que corre do sul para o norte. E ali encontraram um povo chamado o povo de Zaraenla. E alguns dos nefitas desejaram voltar à Terra de Néfi, o que fizeram. Cerca de um século depois, não havendo comunicação entre as colônias, enviaram vários homens para ver se poderiam encontrar o povo de Zaraenla. E se perderam, e chegaram a uma parte do país coberta de ossos. É isto o que vou ler. E como testemunho de que estas coisas eram verdadeiras, trouxeram vinte e quatro placas de ouro, e couraças de latão e cobre, e espadas, etc.

Livro de Mórmon, página 161:

E aconteceu que o rei Lími, depois de haver acabado de falar a seu povo, pois disse-lhes muitas coisas, mas poucas são as que escrevi neste livro, tudo lhes contou sobre seus irmãos que estavam na terra de Zaraenla. E fez com que Amon se apresentasse diante da multidão e contasse tudo que havia acontecido a seus irmãos, desde a ocasião em que Zênife deixara aquela terra até a época em que ele próprio saíra de lá. E ele também repetiu as últimas palavras que o rei Benjamim lhes dirigira e explicou-as ao povo do rei Lími, para que entendessem todas as palavras que ele dissera. E aconteceu que depois de haver feito tudo isto, o rei Lími despediu a multidão e fez com que cada um voltasse para sua própria casa.

E aconteceu que fez com que as placas que continham o registro de seu povo, desde o tempo em que haviam deixado a terra de Zaraenla, fossem levadas a Amon para que ele as lesse. Ora, assim que Amon leu o registro, perguntou-lhe o rei se podia interpretar línguas; e Amon disse-lhe que não. E disse-lhe o rei: Estando pesaroso com as aflições de meu povo, fiz com que quarenta e três homens de meu povo saíssem pelo deserto para procurar a terra de Zaraenla, a fim de rogar a nossos irmãos que nos livrassem do cativeiro. E ficaram perdidos no deserto pelo espaço de muitos dias; e apesar de sua diligência não encontraram a terra de Zaraenla, mas voltaram para cá depois de terem viajado por uma região entre muitas águas e descoberto uma terra coberta de ossos de homens e de animais e também coberta de ruínas de edifícios de todo tipo, tendo descoberto uma terra que havia sido habitada por um povo tão numeroso quanto as hostes de Israel. E como testemunho de que as coisas que disseram são verdadeiras, trouxeram vinte e quatro placas cobertas de gravações; e elas são de ouro puro. E eis que também trouxeram couraças de grande tamanho; são de latão e cobre e encontram-se em perfeito estado. E ainda trouxeram espadas, cujos punhos se haviam estragado e cujas lâminas estavam corroídas de ferrugem; e não há na terra alguém capaz de interpretar a língua, isto é, as gravações que estão nas placas. Foi por isso que te perguntei: Podes traduzir? E torno a perguntar-te: Sabes de alguém que possa traduzir? Porque desejo que estes registros sejam traduzidos para a nossa língua; pois talvez nos possam dar informações sobre os remanescentes do povo que foi destruído, do qual vieram estes registros; ou talvez nos deem informações sobre o próprio povo que foi destruído; e desejo saber a causa de sua destruição.

Ora, Amon disse-lhe: Posso indicar-te com segurança, ó rei, um homem capaz de traduzir os registros; porque possui algo com que pode olhar e traduzir todos os registros da antiguidade; e é um dom de Deus. E esses objetos são chamados intérpretes e nenhum homem os pode olhar, a menos que lhe seja ordenado, para que não procure o que não deve e pereça. E quem quer que receba ordem para olhá-los é chamado vidente. E eis que o rei do povo que está na terra de Zaraenla é o homem que recebeu ordem para fazer estas coisas e que possui esse grande dom de Deus.

Li isto para vos dar uma ideia de como os israelitas que habitaram este continente, antes dos dias de Cristo, chegaram ao conhecimento da primeira colônia que veio da Torre de Babel. Esta companhia, que se perdeu no deserto, trouxe estas placas, com couraças e espadas, cujos punhos se haviam estragado, e cujas lâminas estavam corroídas de ferrugem.

Ora, Mosias, o rei, que habitava na terra de Zaraenla, foi o homem que foi chamado de Deus para traduzir. Recebeu o dom e o poder de traduzir estas vinte e quatro placas. Temos um relato, em outra página do Livro de Mórmon, de sua tradução destas placas; e que davam um relato do povo desde os dias de Adão até o dilúvio — até os dias da Torre de Babel, e até os dias em que foram destruídos.

Ora, virá este registro alguma vez à luz para ajudar a encher a terra com o conhecimento de Deus? Deixai-me remeter-vos ao que está registrado no Livro de Éter, página 516 —

E agora eu, Morôni, faço um relato a respeito daqueles antigos habitantes que foram destruídos pela mão do Senhor sobre a face deste país do norte. E baseio meu relato nas vinte e quatro placas que foram encontradas pelo povo de Lími; e chama-se Livro de Éter. E como suponho que a primeira parte deste registro — que fala sobre a criação do mundo e também sobre Adão; e que faz um relato desde essa época até a da grande torre, bem como de tudo quanto aconteceu aos filhos dos homens até esse tempo — esteja com os judeus, (Notai agora a próxima frase;) não escrevo, portanto, as coisas acontecidas desde os dias de Adão até essa época; elas, porém, acham-se nas placas; e aquele que as encontrar poderá obter o relato completo.

Ainda não foram encontradas. Temos o Livro de Éter, que não é a centésima parte do conteúdo daquelas vinte e quatro placas. Mas apenas um breve relato. Quem quer que encontre estas vinte e quatro placas terá poder para obter o relato completo; pois dão uma história desde os dias de Adão através das várias gerações até os dias do dilúvio, dos dias do dilúvio até os dias de Pelegue, e dos dias de Pelegue até a Torre, que foi quase contemporânea de Pelegue. E, a partir daí, por uns dezesseis ou dezoito séculos após terem desembarcado neste continente. As profecias de seus profetas em diferentes gerações, que publicaram boas novas de alegria sobre toda a face da porção norte deste continente. Seus registros e feitos hão de vir todos à luz, e ajudarão a cumprir as palavras de nosso texto, de que o conhecimento de Deus encherá a terra como as águas cobrem o grande abismo.

Mas prosseguiremos e chegaremos à segunda colônia, que o Senhor trouxe de Jerusalém, seiscentos anos antes de Cristo. Trouxeram consigo algum registro? Tinham a arte da escrita? Sim. Quando viviam entre os judeus, a arte da escrita era amplamente conhecida entre os judeus. Era sua arte escrever na língua egípcia, como Néfi testifica na primeira página do Livro de Mórmon. "Portanto, faço um registro de meus feitos em minha época; sim, faço um registro na língua de meu pai, que consiste na erudição dos judeus e na língua dos egípcios." Uma língua que seus antepassados aprenderam, enquanto habitavam no Egito, e com a qual estavam familiarizados, mas que provavelmente perderam em certa medida, mas ainda assim retiveram uma parte dela, e nela escreveram seus registros.

Ora, se recorrerdes à história bíblica, achareis que os israelitas de fato escreviam seus registros, em tempos antigos, em placas metálicas, e que estas placas eram unidas por anéis, passando pelas folhas. Através de tudo, colocava-se uma vara para carregar o registro. Esta descrição nos é dada por aqueles que estudaram profundamente a respeito das Escrituras e dos antigos feitos dos israelitas. Quando Leí deixou Jerusalém, havia certo homem que vivia em Jerusalém, que guardava registros em placas de latão. E estes registros, somos informados, haviam sido transmitidos desde as primeiras eras dos israelitas, até que Leí deixou Jerusalém. Continham uma cópia da genealogia da tribo de José na terra da Palestina. Labão, sendo descendente de José, os registros haviam caído em suas mãos. Leí foi mandado enviar seus filhos para obter estes registros; pois havia armado sua tenda nas fronteiras orientais do Mar Vermelho. A história de como os obteve encontrareis registrada no Livro de Mórmon. Na décima página, lê-se —

E aconteceu que se regozijaram muito e ofereceram sacrifícios e holocaustos ao Senhor; e renderam graças ao Deus de Israel. E depois de haverem rendido graças ao Deus de Israel, meu pai, Leí, tomou os registros que estavam gravados nas placas de latão e examinou-os desde o princípio. E viu que continham os cinco livros de Moisés, que faziam um relato da criação do mundo e também de Adão e Eva, que foram os nossos primeiros pais; E também um registro dos judeus, desde o princípio até o começo do reinado de Zedequias, rei de Judá; E também as profecias dos santos profetas, desde o princípio até o começo do reinado de Zedequias; e também muitas profecias que foram proferidas pela boca de Jeremias.

E aconteceu que meu pai, Leí, também descobriu nas placas de latão uma genealogia de seus pais; soube, portanto, que ele descendia de José, sim, aquele mesmo José que era filho de Jacó e que fora vendido no Egito e que fora preservado pela mão do Senhor para que pudesse preservar seu pai, Jacó, e toda a sua casa, evitando que morressem de fome. E foram também tirados do cativeiro e da terra do Egito pelo mesmo Deus que os havia preservado. E assim meu pai, Leí, descobriu a genealogia de seus pais. Labão também era descendente de José, razão por que ele e seus antepassados haviam mantido os registros.

E então, quando meu pai viu todas essas coisas, encheu-se do Espírito e começou a profetizar sobre seus descendentes — Que essas placas de latão iriam a todas as nações, tribos, línguas e povos que fossem de sua descendência. Disse também que as placas de latão jamais seriam destruídas ou escurecidas pelo tempo. E profetizou muitas coisas sobre sua semente.

Li isto a fim de chegar a outra coisa que tem relação com nosso texto. Estas placas de latão continham as profecias de todos os santos profetas desde o princípio — desde os dias de Adão; por isso devem ter contido as profecias de Enoque, Adão, Noé, Abraão, Isaque, Jacó, e José no Egito. As profecias de Isaías e de muitos outros dos santos profetas estavam contidas nestas placas de latão.

Apesar de o latão ser uma substância metálica capaz de dissolver-se e desfazer-se, em poucos anos, nos elementos, houve, contudo, um milagre operado sobre estas placas de latão. O profeta disse que estas placas de latão não seriam escurecidas pelo tempo, que Deus as preservaria até as últimas gerações. Para quê? A fim de que pudessem vir à luz e seu conteúdo fosse traduzido pelo Urim e Tumim, para que esse conteúdo pudesse ser declarado a todas as nações, e tribos, e línguas, e povos, que fossem descendentes de Leí sobre a face de todo este continente, desde as regiões geladas do norte até as próprias extremidades da América do Sul. Que todas estas nações chegassem a um conhecimento das coisas contidas naquelas placas de latão.

Ora, o Senhor fez muitas coisas desta natureza nos dias antigos. Se houver algum estranho presente, deixai-me mostrar-vos como o Senhor pode fazer muitas coisas maravilhosas. Deixai-me remeter-vos ao vaso de maná, cuja substância não se conservava mais de vinte e quatro horas, exceto no domingo, e então era preservada de tornar-se nauseante. Mas, em certa ocasião, os filhos de Israel deveriam colher um vaso deste maná, e foi colocado no Tabernáculo da congregação, e, em vez de tornar-se nauseante, permaneceu tão fresco em gerações futuras como na manhã em que foi colhido.

Certas varas foram reunidas para representar as doze tribos de Israel, e a vara de Arão brotou e floresceu numa só noite; e isto foi transmitido de geração em geração. E, portanto, vemos que Deus operou milagres para seu povo no continente oriental. Será mais maravilhoso que preservasse as placas de latão de serem escurecidas pelo tempo? Não. Elas existem, e, no próprio tempo determinado do Senhor, ele inspirará um poderoso vidente, e lhe dará o Urim e Tumim, e o capacitará a trazer à luz estas sagradas escrituras.

Ora, para mostrar-vos o valor da escritura das placas de latão, sobre os registros judaicos, traduzidos pelo rei Tiago, deixai-me remeter-vos ao Livro de Mórmon. Na página 24, falando de como estes registros viriam à luz, o anjo disse a Néfi:

O livro que vês é um registro dos judeus, que contém os convênios feitos pelo Senhor com a casa de Israel; e contém também muitas das profecias dos santos profetas; e é um registro semelhante às gravações encontradas nas placas de latão, só que em menor número.

Isto é, não há tantas profecias e revelações contidas na Bíblia judaica de hoje quantas havia nas placas de latão. Não obstante, continham os convênios do Senhor, que fez com a Casa de Israel; portanto, são de grande valor para os filhos dos homens.

Se voltardes ao Livro de Jacó no Livro de Mórmon, página 122, encontrareis uma longa profecia, ou parábola da oliveira, citada das placas de latão, pela qual a casa de Israel é representada — uma parábola de seu plantio na vinha do Senhor; uma parábola da grande obra do Senhor nos últimos dias, quando seus servos seriam chamados a trabalhar e reunir estes jovens ramos e enxertá-los em sua própria oliveira. Esta parábola foi revelada ao profeta Zenos, e dá grande instrução. Poderíamos também remeter-vos a mais quatro ou cinco lugares onde Zenos e Zenoque profetizaram a respeito da restauração de toda a casa de Israel nos últimos dias; e a respeito dos descendentes de José. E Leí, sendo da semente de José, interessava-se por suas futuras gerações, e por isso compreendia toda a história destes remanescentes de José, e profetizou a respeito deles; algumas citações são dadas no Livro de Mórmon. Compreendiam a respeito da vinda do Senhor Jesus na carne, sua crucificação e ressurreição dos mortos; e os sinais mostrados aos remanescentes de Israel espalhados pelos quatro cantos da terra e pelas ilhas do mar; e a grande destruição que haveria de vir sobre o povo por causa de sua perversidade.

Remeter-vos-ei às profecias de José no Egito. A fim de mostrar-vos o que se diz a respeito dele, como profeta, remeter-vos-ei à página 62 do Livro de Mórmon.

E agora eu, Néfi, falo sobre as profecias mencionadas por meu pai, referentes a José que foi levado para o Egito. Pois eis que ele realmente profetizou sobre todos os seus descendentes. E não há muitas profecias maiores do que as que ele escreveu. E ele profetizou sobre nós e nossas futuras gerações; e elas estão escritas nas placas de latão.

Buscai em todos os registros que puderdes encontrar, e achareis que José profetizou a respeito de coisas tão grandes quanto qualquer outro profeta que já viveu. Ora, estas placas de latão foram transmitidas. Temos um relato delas por Alma, o profeta. E a respeito do Urim e Tumim, foram também transmitidos.

Mas chegaremos agora aos dias de Jesus. Desde a época em que Leí deixou Jerusalém até os dias de Jesus, houve muitos registros guardados pelo remanescente de José, nesta terra. O Livro de Mórmon não contém a centésima parte dos registros destes profetas. Ora, guardaram todos eles em placas, ou os multiplicaram em milhares de cópias nesta terra? Deixai-me remeter-vos à página 388 do Livro de Mórmon:

Ora, eis que todas aquelas gravações que se achavam em poder de Helamã foram transcritas e transmitidas aos filhos dos homens por toda a terra, excetuando-se as partes que Alma havia ordenado que não fossem reveladas. Não obstante, essas coisas deviam ser conservadas como sagradas e transmitidas de uma geração à outra.

Que período de tempo foi este? Apenas cinquenta e dois anos antes do nascimento de Cristo. Cinquenta e quatro anos antes de Cristo, como achamos na página 387 (Livro de Mórmon), uma grande companhia de homens, 5.400, com suas esposas e filhos, saíram da terra de Zaraenla, rumo à terra do norte, e, poucos anos depois, como achareis nas páginas 393 e 394, saíram aos milhares, e também enviaram colônias por mar, e madeira para construir cidades; e construíram casas de cimento; e muitas cidades de madeira. E o povo se tornou muito numeroso. Ora, confinar os registros sagrados a um só lugar, e manter o povo em ignorância a respeito de seu conteúdo, não seria razoável. Por isso somos informados de que foram escritos e enviados por toda a terra, e isto explica os fragmentos das Escrituras escritos em hebraico antigo, descobertos nos montículos abertos em Ohio, entre os quais estavam os dez mandamentos. O povo desta terra estava bem familiarizado com as Escrituras.

Ide à cidade de Amonihah, na parte norte da América do Sul. Haviam se tornado ímpios, mas ainda assim tinham as Sagradas Escrituras; e as trouxeram e as queimaram no fogo, e todos os que nelas criam foram queimados no fogo. (Ver Livro de Mórmon, página 249.) Mostrando que o povo tinha muitas cópias das Escrituras. E, novamente, vemos que os missionários nefitas que foram entre os lamanitas levaram consigo cópias das Escrituras; e que, por meio destas cópias, convenceram os lamanitas da incorreção das tradições de seus pais.

Quando Jesus veio a este continente, ensinou o povo durante vários dias. E estas coisas foram escritas nas placas de Néfi. Mas Mórmon fez um resumo destes escritos, e declara, na página 484:

E agora, nem a centésima parte das coisas que Jesus verdadeiramente ensinou ao povo podem ser escritas neste livro; mas eis que as placas de Néfi contêm a maior parte das coisas que ele ensinou ao povo; e escrevi estas coisas, que são a menor parte do que ele ensinou ao povo; e escrevi-as com a intenção de que sejam novamente trazidas dos gentios para este povo, de acordo com as palavras que Jesus disse. E quando tiverem recebido isto, que convém que recebam primeiro para pôr à prova sua fé, e se acontecer que creiam nestas coisas, então as coisas maiores lhes serão manifestadas. E se não acreditarem nestas coisas, então as coisas maiores lhes serão ocultas, para sua condenação. Eis que eu estava prestes a escrever tudo o que foi gravado nas placas de Néfi, mas o Senhor mo proibiu, dizendo: Experimentarei a fé do meu povo. Portanto, eu, Mórmon, escrevo as coisas que foram ordenadas pelo Senhor. E agora eu, Mórmon, termino meus dizeres e continuo a escrever as coisas que me foram ordenadas; portanto, quisera que entendêsseis que o Senhor verdadeiramente ensinou o povo, pelo espaço de três dias; e, após isso, manifestou-se a eles repetidas vezes e partiu muitas vezes o pão e abençoou-o e deu-o a eles.

Assim percebemos que não temos a centésima parte dos ensinamentos do maior de todos os profetas, o próprio nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo — as palavras que ele proferiu aos antigos nefitas. Os nefitas compreendiam todas estas coisas maravilhosas. Sem dúvida houve muitas instruções — uma vasta quantidade de instruções — a respeito de sua propriedade; pois tinham todas as coisas em comum, tanto na América do Norte quanto na do Sul, entre os milhões desta terra, por cento e sessenta e sete anos. Depois do que, no ano duzentos e um depois do nascimento de Cristo, começaram a afastar-se desta ordem, e começaram a dividir-se em classes diferentes, etc. Ora, se tivéssemos todos os ensinamentos de Jesus, encontraríamos a ordem de coisas que preservou a igualdade neste continente durante todo aquele período de tempo; o que nos daria uma vasta quantidade de conhecimento a respeito das coisas em que devemos entrar.

Mas virão estas coisas à luz? Sim. Os registros, hoje adormecidos no monte Cumora, serão trazidos à luz pelo poder de Deus, para cumprir as palavras de nosso texto, de que "o conhecimento de Deus encherá a terra, como as águas cobrem o grande abismo."

Além disso, Jesus, em sua última visita aos nefitas, chamou seus doze discípulos e proferiu certa bênção sobre eles, e especialmente sobre três deles. Mórmon diz, a respeito destes três que haviam de permanecer, que grandes obras serão realizadas por eles antes que venha o grande dia do Senhor. Diz então que, se tivésseis todas as Escrituras, saberíeis que estas coisas se cumpririam. Saberíamos muitas coisas se tivéssemos apenas estas Escrituras e revelações. Elas hão de ser reveladas para encher nossa terra com o conhecimento de Deus, como as águas cobrem o grande abismo.

Não somente os registros dos antigos habitantes desta terra hão de vir à luz, mas também os registros dos que dormiram no hemisfério oriental. Os registros de João, aquele que batizou o Cordeiro de Deus, ainda estão para ser revelados. Somos informados no livro de Doutrina e Convênios, página 245, de que a plenitude do registro de João há de ser revelada aos Santos dos Últimos Dias.

Mas pararemos com estes registros? Não. Deixai-me repetir-vos as palavras do Senhor. O Senhor disse a Néfi, falando dos últimos dias, que os nefitas terão as palavras dos judeus, e os judeus terão as palavras dos nefitas; e as tribos perdidas de Israel terão as palavras dos nefitas e dos judeus; e reunirei o povo dos quatro cantos da terra; e minhas palavras se reunirão num só (ver Livro de Mórmon, página 108), os registros dos nefitas nesta terra. E o numeroso povo que foi estabelecido nas ilhas do mar há de ser reunido num só; pois eram justos em algumas de suas gerações mais antigas; e aquele conhecimento ainda está para ser trazido à luz; e, quando estas ilhas entregarem seu povo, seus registros se reunirão num só.

E, novamente, a respeito do que diz o povo: "Temos uma Bíblia, e não precisamos de mais Bíblia." "Não sabeis que sou o mesmo Deus, ontem e para sempre; e há de acontecer que falarei aos judeus, e eles a escreverão. Falarei às tribos perdidas de Israel, e elas a escreverão. Falarei a todas as nações da terra, e elas a escreverão. E pelas minhas palavras que forem proferidas, os filhos dos homens serão julgados segundo suas obras." Todas estas coisas virão à luz para encher a terra com o conhecimento de Deus.

Vamos ao livro de Doutrina e Convênios, onde achamos que o Senhor há de revelar muitos de seus grandes e maravilhosos propósitos, que têm sido ocultados desde a fundação do mundo; e coisas que não foram reveladas a nenhuma geração anterior. Não basta que estes diferentes registros mencionados sejam revelados, e que as ilhas do mar entreguem seu conhecimento, mas é necessário que os céus concedam o conhecimento que existia antes de nossa terra ser criada. E sois estudantes nesta grande universidade, que Deus estabeleceu, para estudar a respeito de Deus, e obter conhecimento das coisas nos céus e das coisas passadas e presentes, e das coisas que hão de vir — um conhecimento que vem pelo poder e inspiração do Espírito Santo.

Mas isto não é tudo; Deus disse que "derramará seu Espírito sobre toda a carne; e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, e vossos jovens verão visões, e vossos velhos sonharão sonhos; e sobre meus servos e sobre minhas servas derramarei, naqueles dias, de meu Espírito; e eles profetizarão." Jovens e velhos receberão conhecimento dos céus. Além disso, está escrito em Isaías: "Todos os teus filhos serão ensinados do Senhor." Não será necessário que um homem diga a seu vizinho: conhece ao Senhor, pois todos o conhecerão. Então não será necessário que preguemos tanto, porque o Senhor nosso Deus os ensinará do alto. Velhos e jovens, homens e mulheres, receberão conhecimento; e nossas crianças levantarão suas vozes, e proferirão o que agora não é lícito proferir, mas será proferido à família humana pela boca dos pequeninos e dos que mamam. Amém.

Como citar este discursoOrson Pratt, “O Encontro de Adão com sua Posteridade no Vale de Adão-ondi-Amã — Localização do Vale — O Convênio com Enoque — Registros dos Tratos de Deus com os Homens desde o Período da Criação — Método de Preservar os Registros dos Antigos Profetas — O Advento de Cristo entre os Nefitas — Cumprimento dos Propósitos de Deus e a Plenitude dos Tempos”, (1873-05-18). Pulpit Vault, 1873-05-pratt-meeting-of-adam-with-his-posterity. Tradução desta edição, por método de glossário, contentdm.lib.byu.edu.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).