O Evangelho O Poder de Um Só Homem
Brigham Young
Sermões curtos são muito frequentemente interessantes, se o orador consegue dizer o que deseja dizer desde o momento em que começa a falar até o fim. Mas a maioria de nós, oradores públicos, sofremos de timidez, e experimentamos aquela falta do princípio governante e controlador que nos impede de fazer isso. Noto isto em quase todo orador público que ouço. Raramente um orador consegue levantar-se e proferir seus pensamentos e reflexões com desenvoltura, a menos que seu discurso e assunto tenham sido estudados e fixados previamente. Quanto a mim, no que diz respeito ao meu falar em público, não sei se algum dia me preocupei em pensar de antemão sobre o que deveria dizer. Houve momentos em minha vida em que fui levado a discursar sobre certos princípios, e nessas ocasiões minha mente se limitava apenas àqueles princípios, de modo que meu assunto estava diante de mim mais imediatamente. Mas, ao levantar-me para me dirigir ao povo, confio n'Aquele de quem todos derivamos o poder do pensamento e da reflexão, e procuro expressar minhas reflexões de maneira aceitável a Deus e a meus ouvintes. ¶
O evangelho, cujos princípios temos ouvido esta manhã, é o evangelho que todo cristão professa crer. Não conheço nenhum cristão que não admita que a Bíblia é verdadeira; então onde está a diferença entre os Santos dos Últimos Dias e as várias seitas cristãs que habitam a terra? A diferença é que nós cremos o suficiente para obedecer; enquanto eles creem apenas o suficiente para reconhecer, mas não para obedecer. ¶
Se há um princípio neste evangelho que pregamos que não seja perfeitamente verdadeiro, gostaríamos que algum teólogo nos fizesse conhecer o fato; e provasse, por princípios de verdadeira filosofia, em que ele não é verdadeiro, ou em que é prejudicial àqueles que nele creem. Cremos que todo princípio que Deus revelou aos filhos dos homens é estritamente verdadeiro, e absolutamente benéfico à vida de todo ser inteligente que habita toda a terra. Chegamos a esta conclusão porque procuramos aprender, compreender e realizar em nossas vidas os princípios do evangelho em que cremos, e se os resumirmos em poucas palavras, poderíamos, com toda propriedade, usar as palavras de alguém antigamente, e dizer que o evangelho é "paz na terra, boa vontade para com os homens." Podemos também dizer com verdade que esta é a vida eterna: conhecer o único Deus sábio e a Jesus Cristo, a quem ele enviou. Mas, quando examinamos a fé e as confissões do mundo cristão, descobrimos que, com todas as suas professadas crenças, eles estão envolvidos em trevas profundas quanto à verdadeira natureza e caráter de Deus. Há algum teólogo na face de toda a terra que possa vos dar, a vós ou a mim, alguma descrição do Ser a quem todo o mundo cristão adora como Deus? Não há. Onde está a prova desta afirmação? Eu sou testemunha; seus escritos são testemunhas; seus sermões são testemunhas; suas declarações são testemunhas. Contudo, este livro, a Bíblia, retrata o caráter de Deus, o Pai de nossos espíritos, e o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, tão claramente quanto qualquer obra jamais escrita pelo homem retrata a forma, a natureza, a construção e a constituição do corpo humano. Se assim é, por que o mundo cristão não crê nisto? Os Santos dos Últimos Dias creem o suficiente disto para procurar realizá-lo em sua prática. ¶
Que cremos nós a respeito da fé que Jesus revelou? Ele disse muito a respeito da vida e da salvação. Seus apóstolos escreveram e ensinaram depois dele, e o evangelho esteve entre os filhos dos homens desde os dias de Adão até a vinda do Messias; este evangelho de Cristo é do princípio ao fim. Então, por que foi dada a lei de Moisés? Respondei simplesmente a pergunta! Por causa da desobediência dos filhos de Israel, o eleito de Deus; a própria semente que ele havia escolhido para ser seu povo, e sobre a qual disse que colocaria seu nome. Esta semente de Abraão de tal modo se rebelou contra ele e seus mandamentos que o Senhor disse a Moisés: "Dar-te-ei uma lei que será um aio para os trazer a Cristo." Mas esta lei é penosa; é uma lei de mandamentos carnais. Ainda assim, será difícil para qualquer teólogo hoje vivo traçar a linha entre a lei dos mandamentos carnais e a lei dos mandamentos divinos. Não vi ninguém que consiga fazê-lo. ¶
Pergunto: qual é a natureza de nossa religião? Ora, é "paz na terra, boa vontade para com os homens" em todos os aspectos; e se seus preceitos forem observados, encherá a sociedade de paz, alegria, riqueza, beleza e excelência; eleva o homem acima das coisas da terra, dá-lhe a filosofia da eternidade, e mostra as obras de Deus em toda a sua glória e magnitude, e leva a mente da criatura a admirar e adorar o Criador. É este o fato? Certamente que sim. Não encontrei nada em minha religião que faça mal a nenhuma criatura na face da terra. Não encontrei erros em nossa religião. Há erros no povo? Ó sim, muitos. Recordo-me de um cavalheiro da Filadélfia que estava hospedado nesta cidade por causa de sua saúde, mas foi chamado de volta para casa por negócios, que disse crer na Bíblia e crer em tudo, até onde havia aprendido, a respeito das doutrinas dos Santos dos Últimos Dias. Disse ele, um dia, ao me visitar pela última vez: "Sr. Young, devo entender que vos considerais perfeitos?" Eu lhe disse: "Tal ideia a nosso respeito é um engano, e se a tendes, não colocastes o assunto corretamente em vossa mente. Deixai-me corrigir-vos, para que, quando estiverdes em casa, possais meditar sobre isso. A doutrina que pregamos é perfeita; mas nossas vidas são muito imperfeitas. Dizer que um ser humano é perfeito, que não tem erros, seria dizer que ele é divino--um Deus ou um santo anjo. Mas estamos num mundo de pecado e trevas, um mundo que não conhece a Deus; um mundo onde o erro habita e reina supremo." "Agora," disse eu, "lembrai-vos disto. A doutrina que pregamos é de Deus; esta doutrina é pura e santa; é sem mácula nem defeito; e é a doutrina do Filho de Deus, o Salvador do mundo." É ela boa para o homem aqui? Certamente que sim--a melhor que se pode dar a qualquer ser na terra; para organizar uma sociedade, governar uma família, orientar e controlar alunos na escola, para reger, governar e controlar um indivíduo, uma comunidade, uma nação ou um reino, é o melhor código de princípios e leis já entregue aos filhos dos homens. Em todas as minhas pesquisas sobre a doutrina de Jesus, jamais encontrei um erro. ¶
Foi observado aqui esta manhã que somos chamados de fanáticos. Ora essa! Isso não é nada. Quem já não foi chamado de fanático por descobrir algo novo na filosofia ou na ciência? Todos já lemos a respeito de Galileu, o astrônomo que, contrariando o sistema de astronomia que fora aceito por séculos antes de seus dias, ensinou que o sol, e não a terra, era o centro de nosso sistema planetário? Por isso o douto astrônomo foi chamado de "fanático", e submetido a perseguição e prisão do caráter mais rigoroso. Assim tem sido com outros que descobriram e explicaram novas verdades na ciência e na filosofia, contrárias a teorias há muito estabelecidas; e a oposição que enfrentaram perdurou até que a verdade de suas descobertas fosse demonstrada pelo tempo. O termo "fanático" não se aplica apenas aos que professam religião. Como foi com o Dr. Morse, quando trancado no sótão de um velho edifício em Baltimore por mais de um ano, com um pequeno fio esticado ao redor da sala, experimentando com sua bateria, disse a um amigo que, por meio daquilo, poderia sentar-se ali e falar com o Congresso em Washington? Não foi ele considerado fanático, e maluco, e louco? Certamente que sim; e o mesmo se deu com Robert Fulton, quando conduzia suas experiências com o vapor e se esforçava por aplicá-lo de modo a propulsionar um navio pela água. E todos os grandes descobridores em arte, ciência ou mecânica foram denunciados como fanáticos e loucos; e foi declarado por seus contemporâneos que não sabiam o que diziam, e foram considerados quase tão descontrolados e incoerentes quanto a maioria do povo hoje considera George Francis Train. ¶
Direi a vós quem são os verdadeiros fanáticos: são aqueles que adotam princípios e ideias falsas como fatos, e procuram erguer uma superestrutura sobre um fundamento falso. Eles são os fanáticos; e por mais ardentes e zelosos que sejam, podem raciocinar ou discutir sobre premissas falsas até o dia do juízo, e o resultado será falso. Se nossa religião é desta natureza, queremos saber; gostaríamos de encontrar um filósofo que pudesse prová-lo a nós. Somos chamados de ignorantes; e de fato somos: mas que importa? Não são todos ignorantes? Creio que sim. Quem pode nos falar dos habitantes deste pequeno planeta que brilha ao entardecer, chamado lua? Quando observamos sua face, podemos ver o que se chama "o homem na lua", e o que alguns filósofos declaram serem as sombras das montanhas. Mas estas afirmações são muito vagas, e não significam nada; e quando indagais a respeito dos habitantes daquela esfera, descobris que os mais doutos são tão ignorantes a respeito deles quanto os mais ignorantes de seus semelhantes. O mesmo se dá a respeito dos habitantes do sol. Pensais que ele é habitado? Eu creio que sim. Pensais que há alguma vida ali? Sem dúvida; não foi feito em vão. Foi feito para dar luz àqueles que nele habitam, e a outros planetas; e assim será esta terra quando for celestializada. Todo planeta, em seu primeiro estado tosco e orgânico, não recebe sobre si a glória de Deus, mas é opaco; mas, quando celestializado, todo planeta que Deus traz à existência é um corpo de luz, mas não antes disso. Cristo é a luz deste planeta. Deus dá luz a nossos olhos. Já pensastes quem vos deu o poder de ver? Quem organizou estes pequenos glóbulos em nossas cabeças, e formou os nervos que correm até o cérebro, e nos deu o poder de distinguir um círculo de um quadrado, o que está em pé do que está deitado, o grande do pequeno, o branco do preto, o castanho do cinza, e assim por diante? Adquiristes esta faculdade por vosso próprio poder? Algum de vós me transmitiu este poder, ou eu a vós? De modo nenhum. De onde, então, o obtivemos? De um Ser superior. Quando penso nestas poucas coisinhas a respeito da organização da terra e do povo da terra, quão curioso e quão singular é isto! E, contudo, quão harmoniosas e belas são as leis da Natureza! E a obra de Deus prossegue, e quem pode impedi-la, ou quem pode deter sua mão agora que ele começou seu reino? ¶
Isto nos traz de volta a este evangelho. Deus começou seu reino na terra. Quão intrincado é ele, e quão difícil para um homem compreendê-lo, se não for iluminado pelo Espírito de Deus! Como podemos compreendê-lo? Ó, não temos nada a fazer senão humilhar-nos e obter o espírito do Senhor, nascendo da água e do Espírito; então poderemos entrar nele. E se não nascermos do Espírito, como será? Pode o homem natural discernir as coisas de Deus? Não pode, pois elas se discernem espiritualmente--pelo Espírito do Todo-Poderoso, e se não temos este Espírito dentro de nós, não podemos compreender as coisas de Deus. Mas a coisa mais simples do mundo de se compreender é a obra do Senhor. Que devemos fazer? Despojar-nos do grande e imponente "Senhor Eu." Deixá-lo cair aos pés da boa e sã razão. Que mais? Humilhar-nos diante do Senhor e receber a verdade tal como ele a revelou, então nasceremos do Espírito. Então, se desejarmos mais bênçãos, nascer da água; então, se desejarmos ainda mais bênçãos, receber a imposição das mãos para o recebimento do Espírito Santo; e se desejarmos ainda mais bênçãos, viver de toda palavra que procede de sua boca, que é falada dos céus, então as coisas nos serão trazidas à memória pelo Consolador que Jesus prometeu a seus discípulos, o qual lhes mostraria as coisas passadas, presentes e futuras. ¶
Este é o evangelho tal como o cremos. Há algum mal nisto? Nenhum, absolutamente. Não deveríamos obedecê-lo? Deveríamos. Não deveríamos obedecer às exigências do Céu? Certamente que deveríamos. Seria de algum modo prejudicial à família humana receber o evangelho do Filho de Deus, e ter o homem Cristo Jesus a reinar sobre ela? De modo nenhum; pelo contrário, encheria a todos de paz, alegria, amor, bondade e inteligência. Os princípios do evangelho, se obedecidos, nos ensinariam a controlar a nós mesmos? Ensinariam. Ensinarão homens e mulheres a governar e controlar suas próprias paixões. Muito frequentemente ouvis dizer: "Tal homem ou mulher tem gênio demais." Esta é uma ideia enganosa. Nenhuma pessoa na terra tem demais deste artigo. Mas não vemos frequentemente a má conduta das pessoas por permitirem que suas paixões e seu gênio as dominem por completo? Certamente que sim. Qual é a dificuldade? Precisamos do espírito, do conhecimento, do poder e do princípio dentro de nós para governar e controlar nosso gênio; não há perigo de termos demais, se apenas o controlarmos pelo Espírito do Todo-Poderoso. Todo ser inteligente na terra é temperado para a glória, a beleza, a excelência e o conhecimento aqui, e para a imortalidade e as vidas eternas nos mundos vindouros. Mas todo ser que a isso chega deve ser santificado diante de Deus e estar completamente sob o controle de seu Espírito. Se assim sou controlado pelo Espírito do Altíssimo, sou um rei, sou supremo no que diz respeito ao controle de mim mesmo; e isto também me habilita a controlar minhas esposas e filhos. E, quando eles assim veem que estou sob o governo e controle do Bom Espírito, serão perfeitamente submissos aos meus ditames. Sentem e dizem: "Sim, pai, ou marido, certamente, jamais exigis nada que seja errado; aprendi isso há muito tempo. Vosso juízo, vossa discrição e o poder de pensamento e reflexão em vós são suficientes; sabeis o que é certo." E se eu pudesse estender este poder, poderia reinar supremo, não somente sobre minha família e amigos, mas também sobre meus vizinhos e o povo ao meu redor. Poderia o espírito de erro, ódio e maldade realizar isto? Não, isto só pode ser realizado por meio do espírito manso e humilde do Senhor Jesus. Se um indivíduo está cheio disso, isto o torna um monarca perfeito sobre si mesmo, e lhe dará influência sobre todos os que derem ouvidos ao seu conselho. Que pena seria, na estimativa dos ímpios e corruptos, se algum homem na terra realmente possuísse este poder! Suponde que Napoleão, por exemplo, estivesse de fato cheio do poder de Deus a tal grau que todo o povo da França o amasse tanto quanto uma criança já amou um pai, porque sabiam que cada palavra que ele proferia estava cheia de sabedoria e produziria saúde, riqueza, alegria e paz entre todas as classes; que ele elevaria os pobres sofredores--aqueles em necessidade e aflição, enchendo-os de conhecimento e sabedoria e dando-lhes as boas coisas da vida; ora, haveria um clamor geral contra ele, e ele seria denunciado por causa do exercício do "poder de um só homem"! Mas que ele seja um demônio e governe com vara de ferro, mão de tirano, e ceife cabeças todos os dias às dezenas ou centenas, e não haverá uma palavra dita contra ele! Que o bem a que me referi fosse realizado, como seria, sob a regra e o governo do Céu, e o governante seria chamado de tirano. Mas esta é a maneira de governar, não importa o que pensem os habitantes e os sábios e filósofos da terra; e virá o tempo em que esta terra será revolucionada por estes princípios, e quando, por sua influência, a guerra, a dissensão, o ódio, a malícia e a perseguição cessarão entre os filhos dos homens, e haverá um reinado universal de paz e retidão. Suponde que vivamos para vê-lo! Seremos todos de um só coração e uma só mente, não é assim? Perguntarei aqui, para minha própria satisfação, que fareis vós, Sr. Político, quando não houver divisão nas urnas, mas quando o clamor for, de uma extremidade da terra à outra: "Queremos apenas um homem, mas o melhor que se possa encontrar para este cargo; este é o único homem que queremos!" Vosso ofício terá acabado por essa época. Haverá guerras naqueles dias? Não, terão sido eliminadas. Haverá contendas então? Não, tudo será paz. As rixas e as disputas terão desaparecido, e um espírito melhor terá tomado posse da mente do povo, e serão pacíficos, alegres, bondosos e cheios de benevolência, e o sentimento geral será: "Amigo, que posso fazer por ti? Irmão, como posso fazer-te bem?" ou "Irmã, posso contribuir para o teu conforto, ou acrescentar algo à tua alegria e paz aqui na terra?" Tu e eu esperamos por este dia. Permiti-me perguntar ao pobre e miserável apóstata, ao que odeia a Deus e a retidão: "Não pensas que isto será o poder de um só homem?" Suponho que sim. É isso o que os homens líderes em toda parte buscam agora, não somente neste país, mas em todos os outros; todos correm atrás disso, e ficam loucos porque não conseguem obtê-lo. ¶
Tomarei a liberdade de relatar uma pequena circunstância que me foi contada. Se é fato ou não, não posso dizer. Alguns de nossos bons funcionários do governo aqui indagaram de um homem da parte sul do Território: "Conheces Brigham?" "Sim, conheço-o muito bem." "Não sabes que ele está tentando influenciar a eleição?" "Não, jamais ouvi nada a respeito disso." "Não podes jurar que ele sempre guiou e influenciou as eleições neste Território?" O homem disse: "Não, não o conheço bem o suficiente, nem à política, para saber algo a respeito." Ri intimamente com vontade dos pobres e miseráveis tolos ao ouvir isto. Ora, sim, eu governaria e controlaria as eleições da terra se o desejasse e pudesse; certamente que sim, e ajudai-vos da melhor maneira que puderdes! Que Deus me abençoe, quem não o faz? Pobres criaturas! Não é isso o que buscam? Não o fariam, se pudessem? Posso governar e controlar os Santos dos Últimos Dias, não pela mão de ferro, mas pelos princípios do verdadeiro governo--os princípios de nossa religião, que, em sua própria natureza, hão de tornar saudáveis, ricos e sábios aqueles que se deixarem guiar por eles. Creio que estamos fazendo o melhor possível quanto a isso; e também creio que prosseguiremos e teremos êxito nesta boa obra, a despeito da terra e do inferno. ¶
Digo: Deus prospere a todos os que são pela liberdade e pela igualdade de direitos! Estou convosco. Quem queremos para preencher nossos cargos públicos? Queremos os melhores homens que pudermos encontrar para governador, presidente e homens de estado, e para todo outro cargo de confiança e responsabilidade; e, quando os tivermos obtido, oraremos por eles e lhes daremos nossa fé e influência para fazerem a vontade de Deus e para se preservarem, a si e ao povo, na verdade e na retidão. Falei enquanto o tempo permitiu. Deus vos abençoe. Amém. ¶