Pulpit

União, Etc.

Amasa M. Lyman

1857-11-22

Posso dizer, meus irmãos e irmãs, com verdade quanto aos meus próprios sentimentos, que fiquei satisfeito hoje com o que ouvi. Fui edificado; e, mais do que isso, sinto que há apenas uma grande razão pela qual não percebemos mais plenamente as bênçãos que nos adviriam, se fôssemos suficientemente fiéis, ou tão fiéis quanto poderíamos ser aos princípios inculcados nas observações que foram feitas; e essa razão é que não, na medida em que poderíamos, "vivemos nossa religião."

Não estamos tão perfeitamente unidos quanto poderíamos estar. Penso que isto é verdade. É tão certamente verdade quanto é verdade que, se pudéssemos guardar perfeitamente a lei de Deus, perceberíamos um grau correspondente de felicidade, paz e afeição em tudo o que se tornasse assunto de conversa ou de pensamento, ou que se tornasse matéria de princípio para o povo. Cabe a nós cultivar dentro de nós aquele princípio que deveria unir-nos — que deveria fazer com que nossos afetos fossem um só, nossos sentimentos fossem um só, nossos interesses fossem um só; pois nisto está nossa força.

Pode-se dizer verdadeiramente de nós, como se diz no mundo, que somos unidos; e dizem o tempo todo que, seja o que for que nossos líderes digam ou proponham, todos nós nos pomos a apoiá-los nisso. Prouvera a Deus que isso fosse verdade em grau ainda maior do que aquele em que nossos inimigos possam considerá-lo verdadeiro.

Quando comparados com outras comunidades no mundo, pode-se dizer de nós que somos um povo unido e feliz, pois desfrutamos de um grau de união e das bênçãos resultantes dessa união que outras comunidades não desfrutam. Mas isso não mostra que não estejamos muito aquém da união perfeita que deveria cimentar juntos os Santos do Altíssimo.

Se pudéssemos descobrir e sermos feitos sensíveis a algum meio pelo qual pudéssemos nos tornar mais perfeitamente unidos — mais perfeitamente um só, isso seria assunto de importância para nós. Seria de valor para nós, pois lançaria em nós um fundamento para o aumento de nossa inteligência; aumentaria nossas chances de sucesso — nossas chances de vitória na grande luta com os inimigos de nosso Deus — com nossos inimigos internos e nossos inimigos externos. Se pudéssemos apenas cultivar estes princípios com todo o nosso coração, com toda a nossa fé, com toda a nossa alma, então nossas lutas mal teriam começado quando já pudéssemos regozijar-nos no gozo da vitória.

"Bem," diz alguém, "se somos influenciados pelo mesmo Espírito — se todos fazemos como o Espírito dita, não seremos um só?" Se todo o povo — os indivíduos que compõem esta comunidade, fossem individualmente operados pelo Espírito de Deus — fossem todos iluminados por aquele Espírito que revela a vontade de Deus, que dá a conhecer seus propósitos, e que imparte à alma nas trevas um entendimento dos propósitos do Todo-Poderoso, de modo que pudéssemos apreciá-los, não há dúvida em minha mente de que o povo todo veria da mesma forma, e consequentemente agiria da mesma forma. Mas é esse o caso? Com todas as nossas vantagens — com todas as instruções que nos foram dadas — com a bondade do Céu na corrente contínua e incessante de revelação que tem sido derramada sobre nós por mais de vinte anos, ficamos tão iluminados — obtivemos tanto entendimento a ponto de todos vermos da mesma forma, de todos entendermos da mesma forma? Basta olhar e contemplar o que vemos exibido ao nosso redor para ficarmos de imediato convencidos de que este não é o caso conosco como povo. Se assim fosse, tais admoestações como as que partem da Presidência da Igreja seriam desnecessárias; seriam supérfluas; o povo não seria admoestado a ser mais unido, a ser mais diligente e rigoroso em lembrar-se dos princípios e em praticar as instruções que de tempos em tempos lhe são impartidas.

Ora, enquanto não pudermos compreender suficientemente as coisas de Deus pelo Espírito de Deus a ponto de nos salvar do erro, dos equívocos e da desunião, o que faremos? Pois bem, adotemos humildemente o conselho, ou conselho semelhante ao que foi dado pelo antigo Apóstolo a seus irmãos ao dirigir-se a eles. Ele diz: "E temos muito firme a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia clareie, e a estrela da alva surja em vosso coração."

Ora, não cito esta Escritura para vos dirigir a ficardes demasiadamente ansiosos por aprender tudo o que os antigos Apóstolos possam ter dito que fosse adaptado aos Santos naquele tempo e sob aquelas circunstâncias; mas quero que ajais nisto como eles foram admoestados a agir naquele tempo; e se não puderdes julgar perfeitamente pela porção do Espírito de Deus que possuís, lembrai-vos de que tendes uma palavra de profecia mais segura que vos é impartida de dia em dia, de sábado em sábado, de mês em mês, e de ano em ano, à qual bem fazeis em prestar atenção. E o resultado será, se lhe derdes atenção, que aos poucos o dia clareará, e a estrela da alva da experiência, do céu, e da verdade, e de Deus, surgirá em vosso próprio coração, e a fonte de luz e vida se estabelecerá dentro de vós.

Pois bem, então, até que isso se realize, adotemos a máxima inculcada no cântico de um de nossos poetas, que escreve —

"Havemos de acatar o que Brigham diz."

Prestai atenção à inspiração do Todo-Poderoso vinda daqueles em quem ela vive e habita — em quem é uma fonte viva, como deve ser em vós, individualmente, antes que sejais salvos do pecado. Lembremo-nos, se não pudermos compreender, pelo Espírito que vive dentro de nós, toda a verdade a respeito do que devemos fazer e como devemos agir ao longo do caminho, que devemos atender às suas instruções, e fazer o que dizem. Se nos instruem a orar, oremos; e se nos instruem quanto ao que orar, oremos por isso; e quando a fonte da inspiração se abrir dentro de nós e se tornar parte viva e integrante de nós mesmos, então saberemos por nós mesmos e compreenderemos por nós mesmos, e o Presidente da Igreja não terá de dizer de dia em dia e de tempos em tempos: "Despertai do vosso sono." Ele não terá necessidade de nos falar de nossa diversidade de sentimentos e sensações. Deveria existir entre nós uma perfeita unanimidade de sentimento.

Se esperamos que o Espírito de Deus faça tudo, o que estamos fazendo enquanto isso? Estamos desperdiçando ociosamente nosso tempo; estamos negligenciando o uso dos meios colocados ao nosso alcance para nosso benefício e progresso. Deus levantou em sua Igreja Apóstolos, Profetas e Mestres — para que propósito? Simplesmente para que fôsseis instruídos — simplesmente para que fôsseis ensinados e trazidos ao conhecimento da verdade. Que verdade? Ora, a mesma verdade que os Apóstolos e Profetas entendem — as mesmas verdades que os Setenta, Sumos Sacerdotes, élderes, e os servos de Deus compreendem. É para trazer-vos à mesma inspiração — ao conhecimento de Deus, que é a vida eterna.

Este é todo o propósito a ser realizado em todo este labor. É o objetivo destas ordenanças, das instituições do céu, trazer-nos de nossa ignorância, de nossa falta de conhecimento, de nossa falta de entendimento, a uma compreensão da verdade; e quando somos trazidos a esse ponto e lugar, não importa se somos contados aos milhares e dezenas de milhares, as bênçãos do evangelho são nossas, se estivermos unidos; pois todos ocupamos o mesmo terreno, entendemos a mesma verdade, e estamos todos no mesmo relacionamento com a verdade e com Deus, o que nos torna um só. Isso nos faz sentir da mesma forma, pensar da mesma forma, e agir da mesma forma.

Se este é o caso quando derramamos nossas súplicas aos céus, qual será o caráter dessas súplicas? Todas serão marcadas pela mesma coerência: o mesmo entendimento da verdade as ditará. Nossa vontade será simplesmente a vontade de nosso Presidente. Pois bem, então, pelo que oraremos? Não oraremos por nada senão o que servir à causa da retidão; não pediremos nada senão o que for consistente com os princípios da verdade e nosso próprio progresso na compreensão desses princípios. Pediríamos algo que os céus negariam? Não, não pediríamos. Subiriam nossas orações sem obstáculo? Sim, subiriam. Por qual razão? Porque seriam marcadas pela união, pela verdade, pela coerência e pela retidão; consequentemente, hão de ser aceitáveis a nosso Pai celestial.

Qual é a razão pela qual nem todas as nossas orações são respondidas? A razão é simplesmente que pedimos coisas que nosso Pai, em sua sabedoria, sabe que não nos fariam bem algum. Não são respondidas, porque faríamos com que nosso Pai se contradissesse a si mesmo, se fosse obrigado a responder a todas as nossas petições, todas as nossas orações e súplicas. Para que nossas orações sejam aceitáveis, precisam ser coerentes; devemos pedir apenas o que é agradável à sua vista, a fim de que nosso Pai possa ouvir e responder nossas orações; e desta forma recebemos aquilo que pedimos.

Ora, alcançar este ponto é desejável, por causa das vantagens que asseguraremos uma vez alcançado.

É possível que alguns pensem haver outros assuntos de maior importância para nós e que devessem despertar em nós maior interesse do que simplesmente nos tornarmos unidos por meio da verdade. Mas se há algo de maior importância, é algo que eu não sei — que não aprendi. A vitória nos foi prometida, sob a condição de que façamos o certo.

Se há alguma coisa relacionada às nossas circunstâncias presentes que seja, para alguns, mais alarmante ou excitante do que o habitual, não conheço boa razão para que assim seja; pois se a obra com que estamos relacionados é a obra de Deus, como sentimos, e como a maioria de nós frequentemente diz entender, por que deveríamos estar mais excitados este ano do que estávamos no ano passado? Por que deveríamos sentir-nos mais inquietos por haver algumas tropas dos Estados Unidos nas colinas do que se não houvesse? Isto não é menos a obra de Deus por elas ali estarem. Nosso Pai está tão próximo de nós — seu cuidado e sua proteção estão tanto sobre nós e ao nosso redor quanto estavam antes; e não estão mais assim, a menos que nos aproximemos um pouco mais observando mais perfeitamente suas exigências.

Temo que, se as nuvens agora se dissipassem e fossem afastadas, e se o sol da prosperidade começasse a brilhar sobre nós, alguns esqueceriam a Deus e os deveres que lhe devem e devem uns aos outros: temo que esqueceríamos as sagradas obrigações sob as quais estamos.

Nunca vi, desde que estou ligado à Igreja, um tempo em que sentisse tanta desenvoltura, tanta liberdade, ou tanto do Espírito da verdade — as bênçãos de liberdade e paz que ele inspira, quanto desde que soube que nossos inimigos estão em nossas fronteiras. A razão pela qual me sinto assim suponho ser por causa das grandes bênçãos que estão pendentes no tempo presente; e suponho que aquilo que seria razão para eu me sentir tão bem deveria ser razão para os mesmos bons sentimentos em todos os Santos, se tão somente possuíssem o mesmo Espírito.

"Bem," diz alguém, "pensas que és mais santo do que o resto do povo?" Não sei se sou ou não; mas sou afortunado, de qualquer forma, se é alguma sorte sentir-se à vontade e livre de aflição e perplexidade. Não estás aflito? Não. Não estás infeliz? Não. Não estou aflito nem infeliz. Por quê? Porque estou feliz.

Se todo o povo assim se sentisse, não estariam muito aflitos com coisa alguma. Não digo que sinto orar com mais interesse, com mais fervor, com mais zelo, do que sentia antes de ouvirmos a notícia de que este exército estava a caminho de Utah. Não estou mais perturbado em meu sentimento; e por quê? Porque é uma convicção firme em mim de que esta é a obra de Deus, e não tenho ideia de que haverá falha alguma, senão aquela que for da parte do povo. A única ansiedade que tenho é que eu possa manter-me firmemente ligado ao "mormonismo" — ao carro do reino de Deus e da obra de Deus; e se Deus continuar impulsionando sua obra, como nos foi dito que faria, durante as últimas semanas, em breve veremos seu reino espalhar-se e estender-se em grau surpreendente.

Como o Senhor disse que é da sua incumbência prover para seus Santos, tenho a promessa de ser provido, se apenas eu me conduzir de modo a merecer o título de Santo. Quanto ao modo e aos meios de como isso há de se realizar, isso não é da minha conta. Tudo o que o Senhor quiser de mim, ele me fará saber, porque, se eu me mantiver correto e reto, estarei sempre pronto a responder às direções daqueles que me guiam e me dirigem, e que devem dirigir meus movimentos.

Pois bem, então, estou feliz; estou tão tranquilo em meus sentimentos quanto poderia estar, a menos que soubesse de algo mais para me sentir bem; e espero, quando souber e entender mais, que minha felicidade aumente; pois espero que venha a entender muitas coisas que agora não são fonte de alegria e prazer para mim, simplesmente porque nada sei sobre elas. Mas, na medida em que tenho conhecimento da verdade, essa verdade me faz feliz e contente; e se posso estar contente, sinto que gostaria de ver todo o povo contente. Se não conseguis sentir-vos contentes pelo espírito que habita dentro de vós o tempo todo, adotai a máxima do velho Apóstolo — "E temos muito firme a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia clareie, e a estrela da alva surja em vosso coração." (2 Pedro, cap. i. 19.)

Escutai e cumpri as instruções do irmão Brigham, do irmão Heber, e de todos os que vos falam palavras de vida e salvação. Se vos dizem para ir para casa e cultivar a paz em vossa família, ide e fazei-o; e se vos dizem para ir para casa e cessar de roubar, ide para casa e sede honestos, e cessai de roubar.

Esta é a maneira de sermos unidos; e se fordes honestos e unidos, recebereis o Espírito de Deus; e quanto mais tiverdes do Espírito de Deus, melhor vos sentireis e melhor agireis. Falar de pessoas se sentindo bem enquanto agem tão mesquinhamente quanto o Diabo! É um absurdo. Sente-se bem um homem ou uma mulher que rouba, que difama um amigo, fala mal de um vizinho, e procura fomentar contendas? Não; não podem. Sente-se bem um indivíduo que mente e nutre oposição ao conselho, à orientação e à instrução que nos são dadas pelos Profetas que Deus colocou em sua Igreja para nos governar e dirigir? Se eu fosse julgar os outros como sinto a mim mesmo, julgaria que não poderiam sentir-se bem. Por quê? Porque me sinto bem ao agir com eles — ao dizer amém ao que dizem. Sinto e encontro a felicidade que desfruto ao fazer isso, e nenhum homem ou mulher pode encontrar felicidade seguindo um rumo oposto; e se sois incrédulos, é porque não compreendeis a verdade com todo o vosso coração — não a entendeis.

Pois bem, como ireis melhorar? Ora, começai a agir melhor. Se vos entregastes à mentira, sabeis que é pecado; portanto, cessai vossa mentira. Se roubastes, parai, e morrei para o pecado. A razão pela qual não habitais na vida de retidão é porque ainda não estais mortos para o pecado: a razão pela qual não viveis é porque não estais mortos; não estais nem vivos nem mortos.

Sois instruídos a seguir um rumo, e tomareis outro: sois instruídos a sujeitar-vos à vontade do Céu, e estais o tempo todo imaginando e pensando, e há algo em vossas mentes que abala vossa fé e divide vossos afetos. Por isso, não desfrutais do Espírito da verdade na medida em que desfrutaríeis, se vos sujeitásseis à vontade do Céu. Fazei como fazem os homens que vos instruem e vos guiam, e fazei-o de todo o coração. Como o Presidente disse a respeito de orar, não busqueis sentimentos em vossa própria alma; não busqueis algo por que orar quando outro estiver orando; mas escutai o homem que é a boca, e orai como ele ora, e deixai que toda a vossa alma se derrame na energia de sua expressão. Então qual será o resultado? Sereis imbuídos da mesma energia que ele tem; e se ele se sente bem e está certo, vós vos sentireis bem.

Tomai este rumo, e a fonte do conhecimento e da vida eterna se estabelecerá aos poucos dentro de vós. É isto que buscamos. É a rica dádiva do céu pela qual lutamos; e por que não a obtemos? Ela está aqui; está ao nosso redor. Podemos olhar — podemos viajar até o lugar onde ela está. Por que não a desfrutamos? Simplesmente porque não quereis desfrutá-la. Esta é toda a razão. Quanto desfrutais? Ora, tudo aquilo que estais dispostos e capazes de desfrutar — tudo aquilo que vos preparais para desfrutar — exatamente tudo aquilo de que vos tornais dignos à vista de Deus; e se quisésseis desfrutar mais, vivei melhor — aplicai vossas mentes cada vez mais de perto aos princípios do evangelho.

Se viveis vossa religião indo à reunião no domingo, vivei-a também na segunda, na terça, na quarta, na quinta, e todo dia e toda noite, até que tudo o que é contrário à verdade seja expulso de vosso lar — até que vosso círculo familiar se torne um santuário onde o Espírito de Deus habita — onde imparte sua influência vivificante a todos os que entram naquele círculo.

Se este fosse o caso, isso constituiria a Sião de nosso Deus. Teríamos Sião dentro de nós, quer estivéssemos em casa ou fora, quer em quaisquer circunstâncias em que fôssemos colocados.

"Ora," diz alguém, "suponho que devo fazer alguma grande coisa." Deixai-me dizer-vos que tenteis fazer alguma pequena coisa; e se atenderdes às pequenas coisas, quando vos tornardes homens e mulheres em entendimento e no conhecimento da verdade, haverá tempo suficiente para empreenderdes a obra de homens e mulheres em Cristo.

Quanto podemos fazer? Se fôssemos julgados por nossa conduta e pelo rumo que tomamos, pareceria que nossa capacidade não é muito grande; e se não sabemos o suficiente para atender às simples instruções que aqui nos são dadas — se não podemos atender a coisas assim tão simples, como poderíamos lidar com questões maiores, caso se nos apresentassem? Já temos agora tanto quanto sabemos lidar e administrar adequadamente, sem buscarmos coisas além de nossa compreensão presente.

Irmãos e irmãs, espero, e não apenas espero, mas tenho certeza de que, como povo, adotaremos os princípios que nos foram ensinados, e os praticaremos em tão grande medida que nosso Pai nos aceitará — que ele não nos abandonará — que não voltará sua mão contra nós, mas que ela estará continuamente sobre nós em misericórdia, e que a vitória, por sua bondade, possa pousar sobre o estandarte de Sião de agora em diante e para sempre.

Desejo que sejamos bons o bastante — suficientemente mansos e fiéis diante de nosso Pai e de seus servos, para que encontremos aceitação junto a ele continuamente. Que sejamos tão sábios a ponto de seguir este rumo em nossas vidas, é minha oração em nome de Jesus. Amém.

Como citar este discursoAmasa M. Lyman, “União, Etc.”, (1857-11-22). Pulpit Vault, 1857-11-22-lyman-unity. Tradução desta edição, por método de glossário, contentdm.lib.byu.edu.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).