Pulpit

Approval of the Proceedings of the Delegation to Congress—Condition of the People of the World, Etc

Brigham Young

1857-08-09

Quanto a mim, com respeito ao desempenho dos deveres pelos Élderes de Israel — os deveres que lhes foram impostos e exigidos de suas mãos em suas missões — para a satisfação dos irmãos há pouco mencionados pelo Élder Taylor, direi, Se nada até agora expresso aqui manifestou os sentimentos da Primeira Presidência da Igreja e dos membros em geral sobre este ponto, posso responder pelo povo, fazendo e respondendo uma pergunta.

Irmão Taylor, irmão George A. Smith, e irmão Bernhisel, vocês cumpriram seu dever no Congresso ao apresentar nossa petição por um Estado? Creio que posso responder por esse Comitê, assim como pelo povo, e dizer que cumpriram seu dever varonilmente e satisfatoriamente para com seu Deus e para com seus irmãos. Posso responder pelo povo, e dizer que estão perfeitamente satisfeitos com os trabalhos de nosso Comitê. Quando um homem pode dizer com verdade, "Fiz o melhor que pude em minha missão," o coração de todo Santo na terra que conhece as circunstâncias, os anjos no céu, e nosso Pai Celestial estão todos satisfeitos. Nada mais nos é exigido do que somos capazes de realizar. A Primeira Presidência está satisfeita, e posso dizer que o povo está satisfeito.

Com respeito aos trabalhos do irmão Taylor na edição do jornal chamado The Mormon, publicado na cidade de Nova Iorque, tenho ouvido muitos comentários sobre os editoriais naquele jornal, não apenas de Santos, mas daqueles que não professam crer na religião que abraçamos; e é provavelmente um dos jornais mais fortemente editados que atualmente se publicam. Posso dizer, quanto a seus editoriais, que é um dos jornais mais fortes já publicados, tanto quanto minha informação alcança; e nunca li uma só frase neles sem que meu coração desejasse êxito a ela e batesse em feliz resposta a cada frase que li ou ouvi ler. Irmão Taylor, isso é para você; e creio que estes são os sentimentos e as opiniões de todos nesta comunidade que examinaram aquele jornal.

Estamos satisfeitos com os trabalhos dos Élderes em geral. É verdade, nem todos conhecem e entendem todas as coisas; também é verdade que os homens estão sujeitos a vacilar e falhar em seu julgamento; mas isso nada tem contra o verdadeiro caráter do homem, se está fazendo o melhor que sabe. É verdade que às vezes os Élderes precisam de correção, e a recebem neste lugar. É também verdade que, quando se corrige um indivíduo em seus erros e se tenta colocá-lo em melhores circunstâncias quanto a julgamento e discernimento, isso é incômodo, é penoso, é doloroso para a sensibilidade daquele indivíduo. É bem verdade que os castigos são penosos quando recebidos; mas se são recebidos com paciência, trabalharão a salvação daqueles que a eles se submetem de bom grado.

Se chegasse o tempo em que os Élderes de Israel não pudessem ser castigados e corrigidos por seus erros, e postos no caminho certo, saberiam que se provaram desertores da fé. E se aqueles que são designados para liderar este povo não ousassem se levantar e lhes dizer de sua iniquidade e castigá-los por isso, e lhes ensinar o caminho da vida e da salvação, saberiam que seus líderes caíram de sua posição.

O Senhor concedeu o Sacerdócio eterno aos filhos dos homens para sua salvação. Não se acredita por um momento, por nenhuma pessoa que creia na Bíblia, que um homem ou mulher possa ser salvo em seus pecados. Têm de ser separados de seus pecados e iniquidade; têm de despojar-se do velho homem, com todos os seus atos, e vestir-se do novo homem, Cristo Jesus. Se algum dia chegarmos ao ponto em que não ousemos dizer aos homens de seus males, e corrigi-los quando erram, podem desesperar da salvação neste reino.

Uma grande causa da inimizade dedicada a nós por oficiais aqui enviados pelo Governo Geral tem sido simplesmente que eu tomo a liberdade de dizer aos homens onde erram e em que erram — tanto os que estão na Igreja quanto os que estão fora dela; e meus irmãos tomam a mesma liberdade. Se os homens fazem o mal, dizemos-lhes de sua mesquinhez; ao passo que, na outra parte de nosso Governo, os homens não ousam falar sua mente. Estão amarrados, atados; estão em grilhões e correntes em cada aspecto — tanto quanto o irmão Taylor lhes disse, e muito mais. Ele disse que se um homem fosse encontrado no Congresso que ousasse falar em favor da inocência, da justiça, da verdade, e da misericórdia, ele não ousaria falar. Se havia ali alguns que, quando se esperava que nossa petição fosse apresentada, sentiam em seus corações favorecê-la, não ousavam abrir a boca em favor de sua concessão; pois se falassem, teriam de falar de acordo com as noções populares do povo; teriam de ir com a maré da popularidade.

Este é o caso com o mundo inteiro; mas nós fomos escolhidos do mundo. E se aceitamos a salvação nos termos em que nos é oferecida, temos de ser honestos em todo pensamento, em nossas reflexões, em nossas meditações, em nossos círculos particulares, em nossos negócios, em nossas declarações, e em todo ato de nossas vidas, destemidos e sem consideração por nenhum princípio de erro, por nenhum princípio de falsidade que possa se apresentar. Não temos dificuldades com nosso Governo: nunca tivemos dificuldades com governo algum sob o qual vivemos. Mas houve uma dificuldade, e qual é? Os "mórmons" têm algo que os demais, é claro, não têm, "e vamos matá-los para tirá-los do caminho; não os teremos."

Como disse o irmão Taylor, falando da sabedoria e do poder exibidos pelo povo do mundo, há homens de talento, de pensamento, de reflexão, e conhecimento em toda mecânica engenhosa: são hábeis nisso, embora não saibam de onde recebem sua inteligência. O Espírito do Senhor ainda não desistiu inteiramente de contender com o povo, oferecendo-lhes conhecimento e inteligência; consequentemente, revela-lhes, instrui-os, ensina-os, e os guia mesmo no caminho por onde gostam de viajar. Os homens sabem como construir ferrovias e todo tipo de maquinaria; entendem obras engenhosas, etc.; mas tudo isso lhes é revelado pelo Espírito do Senhor, embora não o saibam.

Vocês podem encontrar na mente do povo inteligência admirável em coisas pertencentes ao mundo; mas quando tocam a inteligência que pertence a outros mundos, ao reino dos céus e às coisas celestiais, estão escuros como a escuridão da meia-noite — tão escuros quanto isso, que, ainda que se lhes revele algo tão bom, não importa quão bom para uma nação, um povo, uma comunidade, ou um indivíduo — que se revele a um homem como ele pode beneficiar toda a nação, eles se voltam e negam a Deus nisso. São tão escuros assim, quando nunca receberam uma partícula de inteligência senão vinda de Deus. Estão cheios de trevas.

Em vez de desejar que males venham sobre eles, meu coração se aflige por eles quando contemplo sua situação. Estão embriagados, não de bebida forte, mas de sua própria ira, e raiva, e do espírito do inimigo que receberam. São tão selvagens quanto cavalos da Califórnia. Quando se lança um laço sobre eles, correm loucamente contra uma cerca, ou um muro de pedra, ou sobre uma pessoa, ou qualquer coisa; estão frenéticos, e quebrariam o próprio pescoço. É exatamente assim com os habitantes da terra, e especialmente assim com nosso Governo; e apressam-se com toda velocidade possível, com o laço em volta do pescoço, para saltar do precipício e se destruírem.

Posso lhes dizer uma coisa que sei a respeito dos habitantes dos Estados Unidos. Chegou a este ponto, que os honestos entre eles — homens, mulheres, e crianças, têm sonhos que pressagiam males. As visões de suas mentes estão perturbadas; estão em tristeza; sentem-se melancólicos, e têm um pressentimento de que algo mau está para acontecer ao povo. E se pudessem discernir os pensamentos de seus corações neste dia, provavelmente encontrariam milhões de tais pessoas em nosso Governo. Quando refletem sobre o zelo enlouquecido dos líderes, sabem que só podem suportar por pouco tempo, e perguntam, "O que virá?" O que trará o Senhor sobre o povo — sobre este feliz governo? Que catástrofe má está prestes a nos acontecer? Haverá guerra? Lutaremos contra os "mórmons," e o Senhor dará aos "mórmons" poder para lutar contra nós? O Norte fará guerra contra o Sul? Tomarão a espada um contra o outro? O que será de nós? Esses pressentimentos estão sobre o povo. Têm sonhos à noite que os assustam, e reflexões durante o dia que lhes dão tristeza; e são atormentados de dia em dia. Devem ser lastimados; pois tristeza, aflição, destruição, vergonha, e miséria os aguardam. Sinto pena deles: devem ser lastimados — orados por eles.

Quase todo homem que veio do Leste ultimamente lhes tem contado os sentimentos políticos e desejos do Governo para com este povo. O irmão Taylor acaba de relatar que um cavalheiro que encontrou no caminho observou, "O quê! podem vocês, 'mórmons,' lutar contra os Estados Unidos? Podem contendê-los? Fariam melhor em adotar uma política mais específica do que têm. Não falem sobre o Presidente, nem sobre qualquer um dos oficiais." Falaremos como quisermos sobre eles; pois este é o direito e privilégio que nos é concedido pela Constituição dos Estados Unidos: e, como ministros da salvação, tomaremos a liberdade de dizer aos homens de seus pecados.

Tomarei a liberdade de falar como bem entender sobre o Presidente dos Estados Unidos, e espero conhecer seu caráter melhor do que ele mesmo o conhece. Direi em poucas palavras um pouco dele. James Buchanan, que agora está sentado na cadeira de estado, e presidindo esta grande República, é naturalmente um homem passivo, dócil, gentil, benevolente, e bom, — essa é sua disposição natural, ouso dizer. Despertem-no, e ele tem sido um homem capaz de fazer discursos flamejantes. Está agora amarrado; puseram-lhe grilhões nos pés; está algemado; seus cotovelos estão presos; está amarrado por todos os lados, e o fazem fazer o que querem. Está ele obrigado a assim fazer? Não.

É digno de ser Presidente dos Estados Unidos um homem que se curva e se submete aos caprichos do povo? Não. Um Presidente deveria conhecer a verdadeira situação de seus constituintes, e distribuir justiça equânime a todos, completamente indiferente ao clamor de partido. Suponham que o Presidente estivesse sob o clamor e o ditame de vários partidos, ele mandaria uma companhia hoje, e amanhã a chamaria de volta; faria um decreto hoje, e na semana seguinte o revogaria e faria outro para agradar outro partido. Não deveria prestar atenção a partido algum, mas considerar a nação como uma família, e distribuir justiça e misericórdia a todos igual e independentemente.

Gostaria que Hickory Jackson fosse agora nosso Presidente; pois ele expulsaria a chutes alguns daqueles bajuladores de coração podre, ou melhor, ordenaria a seus negros que o fizessem. Se tivéssemos na cadeira um homem que realmente fosse homem, e capaz de magnificar seu cargo, ele chamaria seus servos, e ordenaria que expulsassem a chutes aqueles bajuladores mesquinhos e miseráveis da mansão presidencial, de seus jardins, e para as ruas. Mas o Presidente dá ouvidos ao clamor à sua volta; e, como fez Pôncio Pilatos, no caso de Jesus Cristo, lavou as mãos, dizendo, "Estou livre do sangue desses Santos dos Últimos Dias. Senhores, vocês ditaram, e ordenarei uma tropa e oficiais para Utah." Está dito na Bíblia, que a quem quer que vos apresenteis como servos para obedecer, sois servos desse a quem obedeceis. O Presidente se entregou como servo a facções e partidos, e servo deles será. E tudo o que dele foi falado pelo irmão Kimball, em nome de Jesus Cristo, virá sobre ele.

Vocês acham que seremos chamados de traidores, por repreendê-lo em seu curso pecaminoso? Sim. Falem de lealdade ao Governo! Dificilmente um homem entre eles se importa com o Governo dos Estados Unidos, mais do que se importa com a carta inútil que fica sobre a mesa enquanto joga sua mão. Desconsideram a Constituição como fariam com qualquer velha fábula em qualquer velho livro escolar. Dificilmente um membro no plenário do Congresso se importa com isso.

Enquanto o irmão Taylor se referia à conduta dos oficiais do Governo, às pistolas, facas bowie, os jantares de ostras, as pequenas bugigangas agradáveis, e isto, aquilo, e outra coisa, lembrei-me de uma circunstância que ocorreu na região das Salinas no Estado de Nova Iorque. Naquela região havia um lugar chamado Salt Point, um dos mais rudes do mundo em embriaguez, jogatina, briga, e blasfêmia; e a poucas milhas de Salt Point havia um lugar chamado Onadaga Hollow, e o povo desses lugares costumava viver numa disputa constante para ver qual se comportava pior. Certo homem chamado Thaddeus Woods, que se tornara consideravelmente rico fazendo e vendendo sal, ia de Onadaga Hollow para Salt Point, parou numa taverna, no meio do caminho entre os dois lugares; e quando ele e seus companheiros de viagem descansaram e alimentaram seus cavalos, Woods disse a um de seus carroceiros, que era um dos homens mais ímpios que se podia encontrar naqueles dois lugares, que o convidaria se ele dissesse três das palavras mais ímpias que pudesse pensar. O homem concordou que o faria; e quando teve a atenção e os olhos da companhia fixos sobre si, gritou "Onadaga Hollow, Thad. Woods, e Salt Point," observando que essas eram três das piores palavras que podia pensar.

O irmão Taylor diz que a linguagem não pode expressar a conduta, os sentimentos, e o espírito que estão sobre o povo nos Estados. Bem, suponham que vocês assumam um trabalho e xinguem sobre eles, quais são as piores palavras que se pode dizer? 'Roubo de negros,' Turbas ou Comitês de Vigilância, e Administradores de Governo de Coração Podre são três das mais mesquinhas e ímpias palavras que se pode dizer. Espero que alguém escreva isso de volta aos Estados, como sendo traidor, por ter sido dito por um Santo dos Últimos Dias.

Com respeito à presente contenda e luta, e à nossa posição e situação, há poucas coisas a considerar, e há muito trabalho a realizar. Que os Santos vivam sua religião; que tenham fé em Deus, façam todo o bem que puderem à casa da fé e a todos os demais, e confiem em Deus quanto ao resultado; pois o mundo não acreditará em uma verdade sequer sobre nós. Digo-lhes que o Governo dos Estados Unidos, e outros governos que nos conhecem, não acreditarão numa única verdade sobre nós. Em que acreditarão? Em toda mentira que todo pobre e miserável maldito de coração podre puder contar. O que devemos fazer, sob essas circunstâncias? Viver nossa religião. Vão contender contra os Estados Unidos? Não. Mas quando vierem aqui para tirar nossas vidas unicamente por causa de nossa religião, estejam vocês também prontos.

Espero eu ficar parado, sentado, ou deitado quieto, e deixar mansamente que tirem minha vida? Já lhes disse muitas vezes o que tenho a dizer sobre isso. Não pretendo ser homem tão bom quanto foi Joseph Smith. Não caminho sob a proteção deles nem para suas prisões, como ele fez. E ainda que os oficiais me empenhassem sua proteção, como o Governador Ford empenhou proteção a Joseph, eu não confiaria neles mais depressa do que confiaria meu jantar a um lobo; nem confio num juiz perverso, nem em pessoa perversa alguma. Confio em meu Deus, e em homens e mulheres honestos que têm sobre si o poder do Todo-Poderoso. O que faremos? Manter os ímpios afastados enquanto pudermos, pregar-lhes a retidão, e ensinar-lhes o caminho da salvação.

Alguns falam das nações agora na terra esquecendo a Deus, mas não O esqueceram, pois nunca O lembraram. Não se desviaram de Seus caminhos, pois nunca os encontraram; não perderam a fé nEle, pois nunca a tiveram. Há homens sentados aqui que foram criados como cristãos, que foram ensinados a crer nas sagradas palavras da verdade contidas no Velho e Novo Testamento. O que lhes foi ensinado por seus sacerdotes, seus pais, mães, e associados, a respeito de Deus? Quantas horas ansiosas experimentei em minha juventude, para conhecer, ver, e entender as coisas como eram e como são. Vi eu algum dia um homem que pudesse me instruir nesses assuntos, até que vi Joseph Smith? Nunca vi. E depois de ter professado a religião, perguntava aos pregadores mais poderosos se sabiam algo sobre Deus — onde Ele está situado, onde fica o Céu, e onde fica o Inferno, quem é o Pai, quem é o Filho, e qual é a distinção entre eles, quem é Miguel o arcanjo, quem é Gabriel, e assim por diante. Podiam eles dizer algo sobre isso? Não: e sou testemunha de que homem algum na Cristandade sabia coisa alguma sobre isso, a menos que lhe fosse revelado pelo Espírito.

Posso dizer que muitos tiveram revelações de Deus, mas não tinham as chaves, e direitos, e conhecimento, e sistema da religião de Deus. John Wesley foi um homem bom, e assim foram milhares de outros. Serão eles salvos? Estão salvos. Vocês sabem qual é minha doutrina a respeito deste assunto. Todo homem será julgado de acordo com os atos praticados no corpo. Sabiam eles algo sobre o céu, ou sobre Deus? Não, não sabiam. Podiam sequer explicar uma das primeiras lições simples na religião em que cremos, a respeito do homem mortal? Podia algum deles explicar o que é a alma do homem, quando está escrito na Bíblia, e a leram milhares de vezes? Não.

Já ouvi homens pregarem horas sobre a alma do homem; e um dos homens mais espertos que já ouvi pregar, encerrou um longo discurso dizendo, "Finalmente, irmãos, devo chegar à conclusão de que a alma do homem é uma substância imaterial." Já me sentei dias e semanas, e meses, e anos para ouvir homens explicarem as coisas de Deus; e o que sabiam sobre elas? Nada.

Temos as chaves do sacerdócio e as palavras da vida eterna, e as entendemos, e que tipo de pessoas devemos ser? Devemos viver nossa religião, crer em nosso Deus, amá-lo e servi-lo, ser fiéis a Ele, uns aos outros, a todos os nossos convênios, e manter os demônios longe de nos matarem enquanto pudermos, e isso é enquanto quisermos.

Recordo-me de dizer a certo oficial aqui — um que queria alguns índios por terem matado Gunnison, "Se os quer, os colocarei em suas mãos." Foram-lhe apresentados, mas ele não ousou levá-los. Disse-lhe naquela ocasião, na conversa, que poderia haver uns trinta daqueles índios; mas que, se os Estados Unidos enviassem 50.000 de suas tropas para cá, não conseguiriam pegar um só deles, se estes tivessem em mente ficar fora do caminho; e ele acreditou nisso. Suponho que vocês gostariam de saber com base em que princípio? Como alguns dos homens honestos do irmão Taylor que ele pensou ter encontrado nos Estados, que, quando pensou tê-los encontrado, e foi colocar a mão sobre eles, eram como a pulga do irlandês — não estavam lá, estavam em algum outro lugar. É essa a razão pela qual não conseguiram pegar os índios. É a mesma razão pela qual não podem nos pegar, até que tenhamos em mente ir até eles.

Admiram-se de que o mundo esteja irado conosco? Não; pois deve chegar o tempo em que sua fé deve ser posta à prova. Pode o Senhor tomar este reino e separá-lo do reino das trevas? Pode Ele trazê-lo à luz para estabelecer Sua obra sobre a terra tão extensamente quanto os Profetas profetizaram, sem nos separar dos reinos deste mundo? Vocês dizem, Não. Como Ele vai fazer isso? Vocês têm visto como, até agora. Nos dias de Joseph, uma linha de guardas foi posta ao seu redor por todos os lados, para que não tivesse comunhão com os remanescentes de Israel que vagam pelas planícies e nos canyons deste país. Aqueles guardas lutaram contra nós, nos açoitaram, mataram nossos Profetas, e maltrataram nossa comunidade, até que agora somos por eles conduzidos bem para o meio dos lamanitas. Ah, que pena que não pudessem prever o mal que estavam trazendo sobre si mesmos, ao conduzir este povo para o meio dos selvagens das planícies. E aqui estou eu, ainda, Governador de Utah.

Admiram-se de que estejam irados? Cinco anos atrás lhes disse que eu seria Governador enquanto o Senhor me quisesse, e que todo o inferno não poderia me remover. Tentaram durante esses cinco anos me remover, e tive de nomear um Secretário para este Território três vezes nesse período; pois os nomeados pelo Presidente fugiram do Território. E a perspectiva agora é que ainda terei de ser o Governador — que terei novamente de presidir a Legislatura, e que o Capitão Hooper, a quem nomeei Secretário, terá de continuar naquele cargo.

Deus os abençoe. Amém.

Como citar este discursoBrigham Young, “Approval of the Proceedings of the Delegation to Congress—Condition of the People of the World, Etc”, (1857-08-09). Pulpit Vault, 1857-08-09-young-approval-of-the-proceedings. Tradução desta edição, por método de glossário, contentdm.lib.byu.edu.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).