Pulpit

Object of the Express Carrying Company—Why Success Attends the Ministerial Labours of Some Elders, and Not Those of Others—Counsel to Store Up Grain Enough to Last Seven Years

Brigham Young

1857 April General Conference·Monday Morning Session·1857-04-06

Se agora me derdes vossa atenção estrita, apresentarei diante de vós alguns itens de negócio para a consideração e ação desta Conferência.

Confio que viemos aqui com o propósito de nos apresentarmos aceitavelmente diante do Senhor, para tratar de negócios para a edificação de Seu reino em nosso dia, com corações puros e desejos ardentes de magnificar o nome de nosso Deus, para que possamos ser úteis e ter poder para estabelecer a paz e a justiça sobre a terra.

Nossa religião é primeira e principal para nós; é da maior importância de tudo nesta geração, pois nela estão incorporados os atos e feitos dos Santos nas ordenanças da casa de Deus, para promover Seu reino sobre a terra, sustentar-nos, reunir Israel, redimir Sião, edificar Jerusalém, e nos prepararmos para a vinda do Filho do Homem.

Os itens de negócio diante desta Conferência podem ser considerados textos para os Élderes que aqui possam falar pregarem; embora, se quiserem exortar os irmãos, relatar parte de sua experiência, ou contar um sonho ou uma visão, tenham esse privilégio. Mas nossas Conferências são mais particularmente para as transações de negócio, para o avanço do reino de Deus na terra.

Apresentarei primeiro o assunto de prosseguir com nossos trabalhos e operações para a construção do Templo, sob nossas circunstâncias presentes e perspectivas futuras. Julgamos sábio e conveniente nos prepararmos para trazer a rocha para aquele edifício de uma distância considerável, em barcos, o que será muito mais barato do que transportá-la em carroças, e assim facilitar em muito a construção do Templo.

Trarei em seguida a vossas memórias uma reunião de massa que foi realizada no Tabernáculo há mais de um ano, para considerar a conveniência e a oportunidade de estabelecer uma Companhia Transportadora e Expressa para operar entre aqui e os Estados a leste, e a Califórnia a oeste. Aquela Companhia iniciou agora suas operações de negócio. Três companhias já deixaram esta cidade, e o objetivo particular que se tem em vista é estabelecer lugares onde nossos irmãos possam parar e descansar, se recuperar e se refrescar até que possam continuar sua jornada e chegar a este vale. Nosso principal objetivo é fazer assentamentos e produzir grão em pontos adequados e a distâncias convenientes, onde possamos preparar lugares de descanso para os Santos. A imigração da última estação, creio, nos impeliu materialmente a esta ação. Se tivéssemos assentamentos em Deer Creek, La Bonte, abaixo de Laramie, e no Sweet Water, onde as pessoas pudessem produzir grão, nossa imigração atrasada do ano passado poderia ter tido habitações, alimento, e outras conveniências para passar o inverno confortavelmente, e assim ter poupado a esta comunidade uma vasta despesa. Esta Companhia Expressa será apresentada a esta Conferência, para que possais compreendê-la, de modo que possais agir com conhecimento, e dar vossa fé, influência e meios para realizar o objetivo de sua organização.

Estamos chamando um número considerável para irem em missões, e estamos designando parte deles para visitar as Canadás. Temos muitos Élderes trabalhando por toda a Europa, mas mais especialmente na Inglaterra, e as Canadás são majoritariamente povoadas pelas mesmas classes de pessoas. É verdade que antigamente se pregou muito naquela região, e muitas igrejas foram levantadas, especialmente no Canadá Superior ou Ocidental, mas muitos emigraram para os Estados, e agora estão conosco, e não conheço um Élder desta Igreja atualmente trabalhando em nenhuma das duas Canadás. Desejamos enviar uma companhia para trabalhar ali, e reunir os honestos de coração.

Também proporia enviar missionários aos Estados, se pudéssemos por acaso, ou por presciência, ou por revelação, ou por qualquer outro meio, selecionar e dispensar daqui os homens certos; nesse caso, gostaríamos de enviar muitos para lá. Minhas razões são estas: há gente honesta aos milhares, e dezenas de milhares nos Estados, aqueles que ainda não ouviram o som do Evangelho. Há também dezenas de lugares onde ramos foram levantados, mas os habitantes mudaram tanto que agora mal sabem o que quereis dizer quando dizeis "mórmon" ou "mormonismo", e, quando falais da pregação do evangelho eterno, isso está quase esquecido pelos poucos que ainda restam naqueles lugares. Outras pessoas ocupam o lugar daqueles que partiram, daqueles a quem se havia pregado, e crianças cresceram e tomaram o lugar de seus pais; outros se mudaram, e estranhos entraram. Há gente honesta ali, e, se pudéssemos ter Élderes, para usar uma expressão do oeste, "da boa estirpe", poderíamos reunir multidões dos Estados Unidos. Por exemplo, enviamos o irmão John Taylor a Nova York com vários Élderes para pregar, trabalhar e ajudá-lo. Alguns deles permaneceram em Nova York com o irmão Taylor, visitaram suas famílias, parentes, amigos, etc., por um tempo, e voltaram. Não batizaram ninguém; segundo eles, "não havia demanda de pregação, nenhum lugar para semear a semente, ou distribuir a boa palavra de Deus; não conseguiam encontrar ninguém que quisesse ouvi-los pregar, ou que desejasse saber algo sobre o evangelho", enquanto, ao mesmo tempo, outros que se importavam com o interesse do reino e do povo, deram um passo à frente, e trabalharam como homens, e encontraram muitas oportunidades de pregação. O irmão Jeter Clinton foi um dos últimos dessa classe. O irmão Taylor o enviou a Filadélfia, e, quando chegou lá, aqueles que professavam o "mormonismo" estavam mortos, mortos, mortos; estavam murchos, e duas vezes arrancados pela raiz. O irmão Clinton não estivera ali seis meses quando a Igreja contava muito mais membros do que quando ele chegou. Os antigos membros reviveram, e começaram a batizar e a ter chamados do interior, e, quando partiu, poderia provavelmente ter empregado de dez a trinta Élderes em seu campo de trabalho.

O segredo da diferença é este: ele se importava com o reino, e, quando entrou em seu campo de trabalho, não disse: "Ó, como estou sozinho, como gostaria de ter minha família aqui; realmente gostaria de estar de volta ao vale; meu ânimo está abatido; como me sinto mal." Quando essas pessoas se esforçam para pregar, sua pregação é tão seca quanto um velho, morto, ressecado caule de macambira de três anos; não há mais suco nelas do que naquilo.

O irmão Alexander Robbins é um homem dessa descrição, e, embora seja naturalmente um homem bom, gentil e sensível, um a quem tenho em boa estima, ainda assim, quando falou deste púlpito na última Conferência do outono, estava tão perfeitamente vazio de seiva ou suco quanto qualquer um daqueles postes secos, e repreendi o espírito que parecia manifestar. Sentou-se tranquilamente em Nova York com o irmão Taylor, até ficar tão ressecado que voltou para casa descrendo em Deus, no céu, no inferno, nos anjos, e na religião. Perdeu toda partícula do conhecimento e do espírito que antes tinha.

Quando o irmão Clinton e outros retornam, aqueles que deixaram de lado o eu e trabalharam, perguntando: "Que podemos fazer para ganhar as almas dos filhos dos homens?", estão cheios de vida, cheios do bom Espírito, cheios de animação; seus semblantes são brilhantes e vivos, e, quando falais com eles, ou os ouvis pregar, podeis colher e recolher verdade, vida e salvação de seus lábios, enquanto outros estão tão sem vida quanto cinzas coadas.

Se pudéssemos dispensar cem ou duzentos Élderes como o irmão Clinton e outros para irem ao Canadá e aos Estados Unidos, poderíamos reunir dezenas e centenas de milhares de boa gente daquelas regiões. Mas refleti por um momento sobre a diferença na conduta de nossos missionários e no tratamento que recebem. No Texas, alguns foram atacados por turbas, e alguns não tiveram lugar algum para pregar. O irmão Benjamin L. Clapp, que retornou ultimamente de uma missão ali, mal conseguiu encontrar um lugar para pregar, embora outros, ao mesmo tempo, viajassem e pregassem ali, e muitos desejassem ouvi-los.

Para outro exemplo, referir-me-ei ao meu próprio Quórum. Quando começamos a obra na Inglaterra, os irmãos Heber, George A. e Woodruff foram a Londres. Custou muita fé, cuidado, dinheiro e diligência estabelecer a obra naquele lugar, e, depois de terem batizado cerca de trinta pessoas, foram a Manchester assistir a uma Conferência. Assim que a Conferência terminou, os irmãos Woodruff e George A. foram a Londres, e o irmão Kimball e eu fizemos uma turnê pelo interior, e realizamos Conferências; e, quando chegamos a Londres, preguei na primeira reunião que realizamos depois de nossa chegada, e quantos pensais que estavam presentes para me ouvir? Trinta haviam sido batizados, mas os irmãos Kimball, Woodruff, e Geo. A., o homem dono do pequeno cômodo que havíamos alugado, e, penso, mais duas pessoas, compunham a congregação. Preguei tão bem quanto pude, embora fosse um trabalho bastante duro bombear quando não havia água no poço. O irmão Kimball e eu ficamos ali onze dias, e, quando parti, a pequena casa de reunião estava lotada até transbordar. Qual foi a razão disso?

Falei contra o rumo do irmão Clapp no Texas; surgiu de uma falta de conhecimento. Falei também contra o rumo tomado pelos irmãos Woodruff e George A. em Londres; procedeu de uma falta de tato e jeito naqueles indivíduos para saber como ganhar o povo. Quando os encontramos em Londres, o irmão Woodruff estava ocupadamente engajado em escrever sua história, de manhã até a noite; e, se uma irmã o visitasse, ele diria: "Como vais? Senta-te", e continuava a escrever e a trabalhar para adiantar a história da Igreja e a sua própria.

Isso estava tudo certo e bem, em seu lugar; mas, se uma irmã fizesse uma pergunta, a resposta seria: "Sim"; e, se ela fizesse outra, "Não"; e isso era a soma da conversa. Se um irmão entrasse, seria a mesma coisa. Mas o irmão Kimball diria: "Vem, meu amigo, senta-te; não tenhas pressa"; e começaria a pregar o evangelho de maneira simples e familiar, e faria seus ouvintes crerem em tudo o que dissesse, e os faria testificar de sua verdade, quer cressem, quer não, perguntando-lhes: "Ora, não é isso verdade?" e diriam: "Sim." E faria escritura conforme necessitasse, tirando-a de sua própria bíblia, e perguntaria: "Ora, não é isso verdade?" e a resposta seria "Sim." Diria: "Ora, credes nisso? Vedes quão claro é o evangelho? Vinde então"; e os levaria às águas do batismo. As pessoas quereriam vê-lo cedo pela manhã, e ficar com ele até o meio-dia, e daí até a noite; e ele poria seu braço em torno de seus pescoços, e diria: "Vinde, vamos até a água."

Milhares de Élderes vão em missões, e se comportam como um homem chamado Glover. Estava pregando em Herefordshire, e nós o enviamos a Bristol, a cerca de trinta milhas de distância, dizendo-lhe para ir ali e iniciar a obra. Levantava-se e pregava um discurso esplêndido. Foi a Bristol, e clamou "Mormonismo", ou o Evangelho, e ninguém o escutaria. Na manhã seguinte, estava de volta a Ledbury, e disse: "Saí de Bristol, sacudi meus pés contra eles, e os selei todos à condenação." Essa é a maneira como alguns de nossos Élderes operam.

Sei que, quando viajei com alguns dos Doze, e um deles pediu café da manhã, almoço, jantar, ou hospedagem, fomos recusados dezenas de vezes. Ora, podeis pensar que vou me gabar um pouco; me gabarei um pouco de meu próprio tato e talento. Quando outros pediam, éramos frequentemente recusados um bocado de algo para comer, e assim íamos de casa em casa; mas, quando tive o privilégio de pedir, nunca fui recusado — não, nem uma única vez.

Iria eu a uma casa e diria a eles: "Sou um Élder 'mórmon'; me alimentareis?" Não era da conta deles quem eu era. Mas, quando perguntava: "Dar-me-eis algo para comer?", a resposta era, invariavelmente, "Sim." E nos sentaríamos, e conversaríamos, e cantaríamos, e nos tornaríamos familiares e agradáveis; e, antes de nossa partida, depois de terem sabido quem éramos, frequentemente perguntariam: "Não ficareis para pregar para nós?", e se ofereceriam para reunir os membros de sua família e seus vizinhos; e o sentimento seria: "Bem, se isso é 'mormonismo', alimentarei todos os Élderes 'mórmons' que vierem." Ao passo que, se eu tivesse dito: "Sou um Élder 'mórmon'; me alimentareis?", a resposta teria sido frequentemente: "Não: fora da minha casa."

Ora, se pudéssemos encontrar a "boa estirpe" que pudesse ser dispensada de deveres importantes aqui, enviaríamos muitos Élderes aos Estados.

Relatarei outra circunstância — uma a respeito de um Élder que foi numa missão desde Nauvoo; e, se bem me lembro, passou por Indiana. Vive neste lugar, e seu nome é James Carroll. Foi a uma vizinhança onde havia uma Sociedade Batista, que havia recentemente construído uma capela. Tinham ouvido falar dos "mórmons", mas nada sabiam da doutrina. Desejaram que ele permanecesse e pregasse, e o ministro o convidou a seu púlpito. Ele se levantou, e começou a pregar o "mormonismo", como o chamava; e quase o primeiro item que apresentou ao povo foi quase o último acontecimento que ocorrerá na terra a respeito da Igreja. Em vez de pregar a restauração e os primeiros princípios do evangelho, quase a primeira observação que fez foi: "Tendes uma bonita capela, e boas construções e fazendas; mas sabeis que os 'mórmons' estão vindo aqui para tomar posse de tudo isso?"

Ele nunca ouviu Joseph Smith, os Doze, ou nenhum dos Élderes que entendiam o evangelho, ensinar tal doutrina, mas provavelmente havia colhido a ideia da leitura da Bíblia. Quando terminou um sermão tão curto, a congregação estava pronta a expulsá-lo da vizinhança a pontapés, e ele deveria ter sido expulso do púlpito logo na primeira investida. Isso não milita particularmente contra o caráter daquele homem; mas muitos dos Élderes não parecem entender como ganhar a atenção e os sentimentos do povo, e conduzi-los pelo caminho da verdade.

Recebemos cartas do Leste, dizendo que "não há lugar para pregação ali", ao passo que realmente penso que poderiam ser selecionados aqui centenas de Élderes, se pudéssemos dispensá-los, que poderiam ir aos Estados e encontrar tão boas oportunidades para pregar quanto há no mundo; ao menos, eu correria esse risco. Se eu tivesse a escolha de ir aos Estados reunir Santos, ou de ir onde o Evangelho foi pregado pelos antigos Apóstolos do Senhor Jesus Cristo, entre os filhos do povo que antigamente teve o Evangelho pregado a eles, eu me comprometeria a ir aos Estados e reunir cem Santos para cada um que pudesse ser reunido dentre os filhos daqueles que ouviram Pedro, Paulo, e outros dos antigos Apóstolos pregar o Evangelho.

Relatórios das transações comerciais e da condição da Igreja e da Companhia do Fundo Perpétuo de Emigração foram preparados, e serão lidos, para que possais entender a verdadeira situação de nossos assuntos financeiros gerais. O Fundo P. E. é fundado sobre o princípio do aumento perpétuo, e, se o povo fizer o certo, ou até mesmo metade certo, nossos meios aumentarão.

Os meios provenientes da venda de gado perdido, que a alguns tanto gosta de reclamar, todos vão engrossar as quantias à disposição do Fundo P. E. para reunir os pobres. Ainda assim, quando o gado perdido é conduzido ao curral geral, podeis ver homens virem e jurarem por este boi e aquela vaca; e trarão dois ou três outros para testemunhar a respeito de um animal que reclamam; e outro homem se levantará e dirá: "Aquele é meu animal"; e ele também trará três ou quatro testemunhas para prová-lo; e logo depois ainda outro vem e reclama o mesmo animal; e assim por diante, até que haja, talvez, quatro ou cinco pessoas no curral, cada uma com suas testemunhas, reclamando o mesmo animal, e todas dispostas a jurar sobre uma pilha de Bíblias, como esperam pela salvação, que tal criatura é sua, quando devem saber que nunca a viram antes. Tais circunstâncias ocorrem toda vez que gado perdido é trazido para dentro. Quero vos dizer, para que não possais deixar de compreender, que, a menos que sejais hipócritas e patifes consumados, deixai o gado perdido em paz, a menos que realmente saibais que é vosso.

Poderia nomear vários indivíduos em nossa própria comunidade que roubariam todo o gado que temos, se soubessem quais são os que possuímos. Pensei que a reforma houvesse posto fim a tais procedimentos; mas, assim que o gado perdido era conduzido para dentro, alguns miseráveis trapaceiros estavam prontos para reclamá-lo todo. Aqueles animais são vendidos, e cada centavo dos meios assim levantados vai para o Fundo P. E., e os únicos beneficiados por isso são os Santos pobres em terras estrangeiras. Deveis parar de vos intrometer nos assuntos de vossos vizinhos.

Se aqueles que são chefes de Quóruns atendessem estritamente a seus deveres, o homem que não vive segundo seus convênios recentes, que viola as ordenanças e leis da casa de Deus, seria apartado de seu Quórum e cortado desta Igreja; e, se eles não o fizerem, nós o faremos deste púlpito. Os homens devem parar de jurar e de tomar o nome de Deus em vão; devem se abster de mentir, roubar, enganar, e fazer aquilo que sabem que não deveriam fazer, ou devem ser apartados desta Igreja e reino.

Apresentarei agora um assunto que servirá de texto para os irmãos pregarem deste púlpito, a saber, a necessidade de construir armazéns para preservar nosso grão. Se tivermos uma estação frutífera este verão que vem, teremos uma grande quantidade de grão excedente que não poderemos levar para fora do país para o mercado: terá de ficar aqui. E, se o povo cumprir seu dever neste assunto, continuará a armazenar grão para si mesmo e para esta comunidade por todo este Território, e por cinquenta ou cem vezes mais gente, até que tenham o suficiente para durar sete anos. Podeis calcular sobre isso, e aprender quanto grão deveríeis armazenar. Se tivermos, como creio que teremos, algumas estações frutíferas em grão, o artigo básico que podemos curar e preservar, é nosso dever indispensável armazená-lo com segurança para um tempo que há de vir. Isto será um texto para alguns dos irmãos.

Direi aos missionários que vão para o oeste, para as Ilhas Sandwich, a Califórnia, e o Oregon, que esperamos iniciar um rebanho de gado daqui tão cedo quanto possam ser conduzidos através das montanhas; e, se providenciarem sua própria roupa, roupa de cama, e armas para defesa, forneceremos alimentação e transporte para a Califórnia.

Pedirei agora ao povo que me faça o favor de me dar cento e vinte e cinco dólares em dinheiro durante esta Conferência. Deixarei que os irmãos e irmãs contribuam com seus dólares, ou meios ou quartos de dólar, como lhes aprouver, e quero fazer o que me agradar com a quantia. E, se não estiverdes satisfeitos em dar-me $125, podeis dobrar a soma, e fazê-la $250; e desejo fazer com ela o que me agradar. Se tiver mente de dá-la imediatamente, isso não é da conta de ninguém.

Alguns de nós contemplamos ir para o norte esta primavera. Lembrai-vos de que vos disse na última Conferência do outono que iria para leste ajudar em nossa imigração, e votastes para que eu não fosse. Comecei, de fato, e passei sobre a Grande Montanha até o Riacho East Canyon, mas o diabo tinha ouvidos tão prontos a ouvir as orações do povo, e a ajudá-lo, que me deixou tão doente que não pude ir mais longe. Não desejo influência semelhante exercida esta primavera, pois vou com alguns de meus irmãos fazer um passeio de prazer, ver o país, desfrutar-nos, e recuperar nossa saúde; e desejo que oreis por nós, deis-nos vossa fé, e estejais dispostos a que possamos ir. Não desejo ser detido, como fui no outono passado.

Vem agora outro item de negócio. Aconteceu que, este ano, a eleição de oficiais para esta cidade recai sobre hoje, tal como a eleição do Tenente-General da Legião de Nauvoo, que foi ordenada por proclamação pelo Governador. Ambas as eleições serão realizadas na Casa do Conselho, e queremos que os irmãos parem lá e entreguem seus votos. Para o Tenente-General, aqueles vindos de fora têm tanto direito de votar aqui quanto se estivessem em casa no Condado de Iron, Davis, Sanpete, ou qualquer outra parte de nosso Território. Nomeamos Daniel H. Wells para o cargo de Tenente-General da Legião de Nauvoo, a mesma pessoa que ocupou aquela posição desde nosso assentamento em Utah. As urnas ficarão abertas até o pôr do sol.

Apresentei agora, brevemente, os itens que anotei. Outros assuntos virão diante desta Conferência, tais como pregação, exortação, etc., etc. Cederei agora lugar aos demais. Deus vos abençoe. Amém.

Como citar este discursoBrigham Young, “Object of the Express Carrying Company—Why Success Attends the Ministerial Labours of Some Elders, and Not Those of Others—Counsel to Store Up Grain Enough to Last Seven Years”, 1857 April General Conference, Monday Morning Session (1857-04-06). Pulpit Vault, 1857-04-young-express-company-counsel. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).