A Salvação da Casa de Israel Há de Vir por Meio dos Gentios
Orson Pratt
É com grande satisfação que me levanto para dar meu humilde testemunho diante dos santos aqui em Provo, em conexão com os testemunhos que vos foram dados pelos servos de Deus que já se dirigiram a vós. Recebemos algumas grandes e boas instruções, desde que nossas reuniões começaram aqui anteontem. Recebemos instruções da maior importância — instruções que dizem respeito tanto à nossa prosperidade temporal quanto futura. Os ensinamentos transmitidos vieram revestidos de sabedoria, e do dom e poder do Espírito Santo enviado dos céus, que inspirou o coração dos servos de Deus que se dirigiram a nós deste púlpito, e mais especialmente foi esse o caso a respeito das instruções que nos foram transmitidas nesta manhã, expondo nossa relação, como santos gentios (ou santos que receberam o Evangelho dentre os gentios), com a casa de Israel. Talvez não haja assunto algum que se pudesse apresentar no presente que seja de tanta importância, e que tenha tão grande relação com a família humana, quanto o que nos foi apresentado nesta manhã. É um assunto do qual depende a salvação dos Santos dos Últimos Dias. É também um assunto do qual depende a salvação dos remanescentes da tribo de José neste continente americano. É um assunto que não devemos apenas entender, ou raciocinar sobre, ou pensar, mas um assunto no qual devemos empenhar toda faculdade e poder de nossa mente, se quisermos ser abençoados como povo. É para este objetivo, como claramente vos foi mostrado nesta manhã, que os anjos de Deus desceram do mundo eterno e falaram aos ouvidos do homem mortal. É para este objetivo que os céus foram abertos, e o sacerdócio eterno enviado e conferido a vasos escolhidos. É para este objetivo — a saber, a salvação e a redenção dos pobres, perdidos e degradados filhos da floresta — que Deus deu o Urim e Tumim, e fez com que fosse traduzido um dos mais gloriosos registros sagrados, ou histórias, jamais introduzido no mundo por homem mortal. É para este objetivo que nos foi permitido deixar a terra de nossos antepassados, atravessar os desertos arenosos e as planícies áridas de Nebraska, e nos estabelecermos aqui no meio destes vales solitários e pacíficos; é para que pudéssemos cumprir e realizar os propósitos do grande Jeová, na redenção do remanescente de José que habitou aqui antes de nós. Talvez eu não faça muitas observações nesta tarde, pois há outros presentes que sem dúvida desejam dar seu testemunho diante dos santos; contudo, sinto-me levado a fazer algumas observações a respeito daquele povo degradado, e a respeito de nós mesmos, e de nossos deveres para com eles; não que eu espere que minhas fracas habilidades transmitam algo de muita consequência ou importância, além do que já foi claramente exposto às vossas mentes nesta manhã. ¶
Com estas observações preliminares, escolherei uma passagem da Escritura como texto. Diz o seguinte — "Ai dos sossegados em Sião." Penso que encontraremos este texto nas predições de Isaías. Também o encontraremos no Livro de Mórmon. Repetirei as palavras — "Ai dos sossegados em Sião." Pensais, irmãos e irmãs, que, dependendo tanto de nossos esforços e conduta, possamos vir a estes vales, ou ir a qualquer outro lugar deste continente americano, e nos estabelecermos em nossas fazendas, ou nos dedicarmos ao nosso comércio ou aos nossos negócios, e estarmos sossegados em Sião? Não vale a pena pensar nisso por um só momento; pois o dia, mesmo o tempo da redenção de Israel, está agora próximo; e Sião, em vez de estar sossegada, deve sofrer dores de parto para ser libertada. Quando os santos primeiro começaram a se reunir no condado de Jackson, Missouri, e começaram a construir belas casas e a abrir ricas fazendas, e se viram cercados de toda facilidade para se tornarem ricos nos bens deste mundo — quando estavam assim inclinados a se estabelecer em lugares agradáveis, com suas afeições postas nas coisas da terra — em suas casas e suas terras, em seus grãos, seus rebanhos e suas manadas, e quando os grandes e importantes deveres exigidos deles como Santos dos Últimos Dias foram postos de lado, ou, pelo menos, colocados em segundo plano — quando assim se estabeleceram, e estavam decididos a desfrutar de sua própria Sião em perfeito sossego, permitiu o Senhor que permanecessem sossegados? Não. Ele permitiu que fossem desarraigados, expulsos de suas casas e heranças, e afligidos, atormentados e oprimidos. Por que permitiu o Senhor isto? Porque o povo sentia a disposição de estar sossegado na terra de Sião, e de negligenciar os importantes deveres exigidos de suas mãos. Isto tem sido, mais ou menos, o caso desde o dia em que nos estabelecemos na parte ocidental do Missouri até o presente. Esquecemos quem somos; esquecemos, em certa medida, o que Deus tem feito conosco como povo; esquecemos Seus propósitos que Ele determinou realizar em nosso dia e geração; esquecemos a condição degradada e desamparada dos filhos de José; esquecemos as predições dos santos profetas entre seus pais, que tão fervorosamente oraram ao Altíssimo por si mesmos e por seus filhos até a última geração, cujas orações foram registradas nos registros da eternidade e preservadas nos arquivos do céu, para serem respondidas sobre as cabeças de sua posteridade nos últimos dias. Esquecemos estas coisas em grande medida, e estamos habitando sossegados em Sião, e negligenciando a grande redenção de Israel. ¶
Quase parece, às vezes, que o povo está decidido a tomar seu descanso e ficar sossegado antes que seu grande trabalho seja realizado ou que chegue seu dia de descanso. Constroem casas, plantam vinhedos, semeiam seus campos, reúnem grandes rebanhos e manadas, multiplicam seus bens e sua fazenda, cercam-se dos confortos e luxos desta vida, e dizem a si mesmos: "Havemos de nos divertir e ficar sossegados em Sião; permaneceremos em nossas fazendas e em nossas belas casas; nos dedicaremos ao nosso comércio e a diversas ocupações; deixaremos que os lamanitas cuidem de si mesmos, e deixaremos que os propósitos do Todo-Poderoso se cumpram sem nossa ajuda." E, depois de todas estas coisas, orarão todos os dias para que o Senhor faça girar os acontecimentos, realize Seus propósitos, e cumpra os convênios feitos com a casa de Israel, e, contudo, não levantarão um único dedo sequer para facilitar a resposta a suas orações. ¶
Como foi dito nesta manhã, Deus não vai fazer isso sem nosso arbítrio e nossos esforços. Que diz o apóstolo Paulo a respeito dos gentios? "Porque assim como vós também antigamente fostes desobedientes a Deus, porém agora alcançastes misericórdia pela desobediência deles, assim também estes (isto é, a casa de Israel) agora foram desobedientes, para também alcançarem misericórdia pela vossa misericórdia." ¶
O apóstolo mostra claramente que em parte sobreveio cegueira a Israel, e que vós, gentios, como consequência, alcançastes misericórdia. Não terá brilhado a luz da verdade sobre nossas mentes, para que estes lamanitas, que são da casa de Israel, pudessem, por meio da misericórdia de nós, gentios, alcançar misericórdia? ¶
[O Élder Pratt então abençoou o pão.] ¶
Por meio da misericórdia dos gentios, está decretado que a casa de Israel, nos últimos dias, há de alcançar misericórdia; isto é, por meio da fé dos gentios, ou, em outras palavras, por meio dos santos do Deus vivo que abraçaram o convênio de paz dentre os gentios, e que se separaram das ímpias nações gentias. É por meio de sua misericórdia, por meio de sua longanimidade, paciência e tolerância, que a casa de Israel há de encontrar salvação e misericórdia. E, se não realizarmos esta obra, havemos de sofrer; e creio nisso tanto quanto creio que o sol brilha no firmamento do céu. Se este povo não se tornar os salvadores de Israel, seremos considerados como sal que perdeu o sabor, e, portanto, não mais próprios para coisa alguma, senão para serem pisados aos pés de Israel ou de nossos inimigos. Quem quer que não estenda a mão da misericórdia para redimir este povo há de decair, e perder sua influência junto a Deus e a todos os homens de bem. Fomos colocados aqui como salvadores sobre as montanhas, e Deus nos colocou aqui porque compreendemos princípios dos quais eles são ignorantes. Conhecemos a Deus; aprendemos algo sobre Jesus Cristo e sobre a redenção por ele operada; também aprendemos um pouco sobre o estado futuro do homem. Estamos de posse de um conhecimento que está escondido de todo o restante do mundo. Havemos, então, de habitar sossegados em nossas fazendas e em nossas moradas, e permitir que estes filhos da floresta permaneçam em ignorância eterna das grandes verdades de que estamos de posse? Se assim for, ai deste povo, ou de qualquer outro povo, a quem foram confiadas as coisas sagradas postas a nosso cargo, e que não as usa segundo a mente e a vontade de Deus; pois é Sua mente que sejam usadas para a redenção daqueles que não estão familiarizados com estes princípios pelos quais unicamente se pode obter a salvação. ¶
Mas como podemos salvar este remanescente decaído de Israel? Pode a redenção desta raça amplamente dispersa e degradada ser realizada num momento? Não pode. Ouvimos dos lábios de nosso Presidente, que falou pela sabedoria do Altíssimo e pelo poder do Espírito que sobre ele repousava. Ele apontou o caminho, e não havemos de andar nele? Não havemos de dar atenção a suas palavras? Somos ordenados a ser de um só coração e de uma só mente; e, neste caso em particular, é exigido que estejamos unidos em todos os nossos esforços, e que usemos todo o poder e todas as faculdades de nossa mente para a salvação das nações de José. Estenderão os irmãos a mão auxiliadora, e tentarão redimir os filhos da floresta com quem estamos cercados? Creio que o farão; pois os propósitos de Deus devem se cumprir; e nós somos o povo que tem de realizar a obra; e àqueles que não tomarem parte nela, aplicarei as palavras de meu texto — "Ai dos que estão sossegados em Sião." E este ai há de encontrá-los; certamente virá sobre eles, e os afligirá cruelmente desde o nascer do sol até o seu ocaso; e, quando vier a noite, não cessará; há de segui-los dia após dia, até que aprendam, por triste experiência, que não existe tal coisa como estar sossegado em Sião, até que Sião tenha sofrido dores de parto e dado à luz seus filhos, e especialmente quando a obra é da importância desta que agora se apresenta diante de nós, e exigida de nossas mãos. Aqui estão diante de mim vários lamanitas. Quanto bem lhes faria, se pudessem apenas sentar-se e ler, como nós podemos, a respeito de seus pais! Colocai-vos na mesma posição, e imaginai que tivésseis perdido tudo o que era bom e grande, e suponde que estivésseis entre um povo que compreendesse todo este conhecimento, e suponde que eles não estivessem dispostos a estender as mãos para vos transmitir as bênçãos de que desfrutavam, como vos sentiríeis? Sentiríeis como Deus sente, e o mesmo que sentem os antigos profetas e patriarca dos nefitas, que agora estão nos céus, e que estão familiarizados com os propósitos de Deus que agora se cumprem sobre a terra. Como pensais que eles se sentiriam, se descessem e olhassem para seus descendentes, e os vissem vagando na escuridão, sem o conhecimento de Deus ou de seus antepassados, e então se voltassem e vissem um povo em seu meio que estava de posse dos registros sagrados e das profecias de seus pais, e, contudo, esse povo tão descuidado, e tão sossegado, que quase nenhum esforço faziam para transmitir-lhes o conhecimento celestial? Talvez alguns perguntem: Como ireis transmitir informação a um povo tão sombrio e degradado quanto nossos vizinhos vermelhos? Fazei como aconselhou o irmão Young, em vez de os expulsar de vosso meio para alguma região desolada. Cultivai sua amizade; sede tolerantes e bondosos, e mostrai um espírito de simpatia por eles. Construí para eles uma boa escola, e que o povo se dedique a lhes ensinar a língua inglesa, tanto velhos quanto jovens, na medida em que estejam dispostos a aprender. Ensinai-lhes a respeito de seus antepassados, a vinda do Livro de Mórmon, e o plano de salvação que nos foi revelado, com a promessa de vida eterna a todos os que creem e obedecem. Precisam ser ensinados para que possam ter fé; pois como podem crer sem serem ensinados por aqueles a quem cabe o direito de ensinar? Ensinai-os a ler; e, se puderdes persuadi-los a serem atenciosos, não levará muito tempo para que adquiram conhecimento de nossa língua. Se puderdes, alimentai-os e evitai que pereçam de fome. Enquanto tiverem de caçar nas montanhas e cânions à procura de comida, e comer caracóis, cobras e grilos, para se manterem vivos — digo, enquanto tiverem de fazer isso, não podereis fazê-los pensar em Deus. Pensarão em sua caçada, e em obter algo para evitar a fome; pois têm de obter algo com que se sustentar, ainda que seja roubando. Então, se quereis que aprendam conhecimento, e o adquiram da melhor maneira, e com o menor gasto para vós, alimentai-os e vesti-os, e depois instruí-os; e, se conseguirdes que se dediquem a estudar nossa língua, será um tempo muito curto antes que leiam tão bem quanto o melhor de nós. Fazei com que possam ler o registro de seus antepassados — o Livro de Mórmon — e logo aprenderão o que Deus pretende fazer por eles; e então o Espírito Santo será derramado sobre eles, de acordo com a inteligência e capacidade que tiverem para receber a luz da verdade. Desta maneira, poderão em breve estar aptos e preparados para uma maior quantidade de conhecimento, e receber o sacerdócio eterno sobre suas cabeças, e então irão às nações, línguas e tribos circunvizinhas de seu próprio povo, e os trarão ao conhecimento da verdade. E este é o lugar para trabalharmos; e temos a liberdade e os meios para começar primeiro diretamente aqui em casa; e, quando tivermos instruído e ensinado aqueles diretamente em nosso meio, não apenas por nossas teorias, mas por nossos preceitos e exemplos, então será o tempo de ir converter aqueles na América do Sul e nas regiões distantes de nosso continente. Mas, se não pudermos converter aqueles que temos ao nosso redor, e persuadi-los a dar ouvidos ao sacerdócio, de muito pouco adiantará ir a outros mais distantes; pois aqui é o lugar. Deus não nos enviou como povo para habitarmos nas extremidades sul da América do Sul; mas fez com que nos localizássemos aqui; e, por isso, aqui é o lugar onde Ele pretende que trabalhemos. Somos chamados a começar aqui, na cidade de Provo, nas terras que estes lamanitas chamam de suas, e onde escolheram seus lares. Podeis dizer em vosso coração que "seria trabalho e incômodo demais — custaria tanto de nosso tempo e de nossos meios converter aqueles ao nosso redor, que não temos coragem para realizar o grande empreendimento." Mas para que fomos enviados aqui? O Senhor fez com que viéssemos para cá exatamente com este propósito — para que pudéssemos realizar a redenção destes sofredores e degradados israelitas, tal como predito nos registros sagrados de seus antepassados, e é isto que nosso Presidente nos diz; e, portanto, não podemos ter desculpa alguma, pois nosso dever nos foi claramente dito. Esta obra é da maior importância de qualquer obra do dia presente. Creio de todo o coração, como expresso por nosso Presidente, que este povo será nosso escudo nos dias vindouros; e creio que, se perdermos este escudo por nosso descuido, ou por nos estabelecermos sossegados em Sião, será um ai para nós, que nos chamamos Santos dos Últimos Dias. Sim, será um ai para nós, se não realizarmos esta obra que nos foi dada para fazer. Não sabeis que eles hão de ser os atores principais em alguns dos grandiosos acontecimentos dos tempos vindouros? Que diz o Livro de Mórmon a respeito da edificação da Nova Jerusalém neste continente — uma das mais esplêndidas cidades que jamais foi, ou jamais será, construída nesta terra? Não diz aquele livro que os lamanitas hão de ser os operadores principais naquela importante obra, e que aqueles que abraçam o Evangelho dentre os gentios hão de ter o privilégio de ajudar os lamanitas a edificar a cidade chamada Nova Jerusalém? Este remanescente de José, que agora está degradado, será então cheio da sabedoria de Deus; e por aquela sabedoria hão de edificar aquela cidade; com o auxílio do sacerdócio já dado, e com o auxílio dos profetas que Deus há de levantar em seu meio, hão de embelezar e ornamentar suas moradas; e temos o privilégio de sermos contados com eles, em vez de eles serem contados conosco. É de fato um grande privilégio (e a eles somos devedores por seus pais) que desfrutamos de estarmos associados com eles na realização de tão grande obra. É a seus pais e a Deus que somos devedores pelo desfrute de tão grandes bênçãos no cumprimento das profecias. Seus antigos profetas, entre seus antepassados, olharam com interesse para seus filhos, e intercederam dia e noite por sua redenção. Em resposta a suas orações, um anjo voou pelo meio dos céus para pregar o Evangelho eterno às nações; e é, portanto, a eles que somos devedores por muitos dos privilégios de que agora desfrutamos. Se somos assim devedores como povo — ai de nós, que fomos reunidos dentre os gentios, se negligenciarmos pagar a dívida por meio de nossos esforços para salvá-los! Ai de nós, que contraímos a dívida! Pois há de vir um dia de juízo e retribuição, e não haverá escapatória! Ali não haverá advogados para discutir tecnicalidades legais; mas a dívida terá de ser paga, pois a seus antepassados somos devedores pela luz e pelo conhecimento que possuímos. Portanto, ponhamo-nos a agir, e cumpramos os deveres que nos incumbem, e então receberemos nossa recompensa. Não desejo tomar o tempo quando há outros de nossos irmãos que ainda não tiveram o privilégio de falar; mas senti que devia dizer estas palavras. Senti-me levado a clamar glória a Deus nesta manhã, quando ouvi nosso Presidente falar destas coisas. Meu conselho a vós, meus irmãos e irmãs, é o mesmo que a mim mesmo — despertemos para o sentido destas coisas; sacrifiquemos tudo o que nos for exigido para a salvação deste povo. No que diz respeito a ir a nações estrangeiras pregar o Evangelho entre os idólatras pagãos, direi, por minha parte, que preferiria ir e labutar por anos nestas montanhas para salvar Israel; sim, por anos, se assim fosse exigido pela Primeira Presidência, embora esteja pronto para ir à China, ou às ilhas e nações do Pacífico, ou a qualquer outra parte do mundo, quando assim for aconselhado. Que são estes sacrifícios comparados à glória que há de seguir-se? ¶
[O Élder Pratt abençoou o cálice.] ¶
Irmãos e irmãs, que Deus vos abençoe, e que Seu Espírito vos inspire quando vos deitardes à noite, e em vossos sonhos noturnos, quando vos levantardes pela manhã, e quando fordes cuidar de vossos trabalhos temporais. Que Ele vos inspire continuamente a buscar e descobrir quais são vossos deveres para com os remanescentes de Israel que estão em vosso meio. Peço que Deus vos dê este espírito de indagação e diligência, em nome de Jesus Cristo. Amém. ¶