Bondade, Caridade e Amor
Thomas S. Monson
Queridos irmãos, sinto-me honrado pelo privilégio de falar a vocês nesta reunião mundial de portadores do sacerdócio de Deus. Hoje à noite, faço menção a um assunto sobre o qual já falei. ¶
O Profeta Mórmon delineou uma das principais características do Salvador e que deve ser imitada por Seus discípulos. Ele disse: ¶
“Se um homem é humilde e brando de coração e confessa, pelo poder do Espírito Santo, que Jesus é o Cristo, ele precisa ter caridade; pois se não tem caridade, nada é; portanto, ele precisa ter caridade. ¶
E a caridade é sofredora e é benigna e não é invejosa e não se ensoberbece; não busca seus interesses, não se irrita facilmente. (…) ¶
De modo que, meus amados irmãos, se não tendes caridade, nada sois, porque a caridade nunca falha. Portanto, apegai-vos à caridade, que é, de todas, a maior, porque todas as coisas hão de falhar — ¶
Irmãos, não honramos o sacerdócio de Deus se não somos bondosos com nosso próximo. ¶
O Élder Joseph B. Wirthlin, meu querido amigo e companheiro, foi realmente um homem bom. Ele disse: ¶
“A bondade é a essência da vida celestial. A bondade é como as pessoas com atributos cristãos tratam o próximo. A bondade deve permear todas as nossas palavras e ações no trabalho, na escola, na Igreja e especialmente em nosso lar. ¶
As escrituras ensinam que o exercício justo do sacerdócio depende de nossa obediência aos princípios de bondade, caridade e amor. Em Doutrina e Convênios, lemos: ¶
“Nenhum poder ou influência pode ou deve ser mantido em virtude do sacerdócio, a não ser com persuasão, (…) com brandura e mansidão e com amor não fingido; ¶
Irmãos, examinemos nossa vida e decidamos seguir o exemplo do Salvador, demonstrando bondade, amor e caridade. E assim fazendo, estaremos em melhor condição de invocar os poderes do céu para nós mesmos, para nossa família e para nossos companheiros de viagem nesta jornada, por vezes difícil, de volta a nosso lar celestial. É minha oração em nome do Senhor Jesus Cristo. Amém. ¶
Notes
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Joseph B. Wirthlin, "A Virtude da Bondade", Liahona, maio de 2005, pp. 27–28. ↩