Pulpit

Histórias Bíblicas e Proteção Pessoal

Dallin H. Oaks

Conferência Geral de Outubro de 1992·Priesthood Session·1992-10-01

Meus queridos irmãos, esta é uma ocasião importante, em que portadores do santo sacerdócio de todo o mundo se reúnem para instrução e inspiração.

Como muitos dos homens mais velhos aqui reunidos, tenho filhos e netos escutando em vários lugares. Queremos que esta reunião seja valiosa e interessante para os jovens do sacerdócio. Estou dirigindo meu discurso principalmente a eles.

Quando eu era menino, passava a maior parte das minhas noites lendo livros. Um de meus favoritos era Hurlbut's Story of the Bible. Publicado por um pastor protestante para ajudar a ensinar verdades bíblicas aos jovens, esse livro conta 168 histórias da Bíblia.

Eu amava essas histórias e as li muitas vezes. Compartilharei algumas de minhas favoritas e comentarei seus ensinamentos e seu impacto em minha vida.

Começo com uma história que pensei ter entendido quando menino, mas que só comecei a compreender de fato mais tarde.

O Senhor falou a Abraão e lhe disse que levasse seu filho Isaque e fosse ao topo de uma montanha na terra de Moriá "e oferece-o ali em holocausto" (Gênesis 22:2).

Na primeira vez que li essa história, eu não sabia o que era um holocausto. Mas eu morava numa fazenda com animais e montanhas por perto, então pude entender facilmente o resto da história.

Abraão levantou-se de madrugada e albardou um de seus animais, e partiram. Pensei que Isaque devia ter se sentido privilegiado por estar com seu pai numa viagem dessas.

No terceiro dia, Abraão e Isaque subiram a montanha para adorar. Como a maioria dos jovens, Isaque era curioso. Ele viu o fogo, a lenha e a faca que levavam, "mas", perguntou ele a seu pai, "onde está o cordeiro para o holocausto?" (Gênesis 22:7). Só percebi, depois de ter meus próprios filhos, quanta dor Abraão deve ter sentido ao responder simplesmente: "Deus proverá para si um cordeiro para o holocausto, meu filho" (Gênesis 22:8).

Quando chegaram ao local determinado, Abraão construiu um altar e colocou lenha sobre ele. Então, diz a Bíblia, "Abraão … amarrou seu filho Isaque, e deitou-o sobre o altar em cima da lenha" (Gênesis 22:9). O que Isaque pensou quando Abraão fez uma coisa tão estranha? A Bíblia não menciona luta ou objeção. O silêncio de Isaque só pode ser explicado em termos de sua confiança e obediência a seu pai.

E então a Bíblia diz: "E estendeu Abraão a sua mão, e tomou o cutelo para imolar o seu filho" (Gênesis 22:10).

Como sabem, Abraão havia passado em seu teste, e o Senhor salvou o jovem Isaque. "Não estendas a tua mão sobre o moço", ordenou um anjo a Abraão (Gênesis 22:12). Um carneiro cujos chifres estavam presos num matagal tornou-se a oferta, em lugar de Isaque.

Quando jovem, eu via principalmente a aventura naquela história, embora certamente estivesse impressionado com a obediência de Isaque. Quando fiquei mais velho, aprendi que a experiência de Abraão e Isaque era o que as escrituras chamam de tipo, isto é, uma semelhança ou lembrete de outra coisa. O profeta do Livro de Mórmon Jacó disse que o mandamento de Abraão sacrificar seu filho Isaque era "uma semelhança de Deus e de seu Filho Unigênito" (Jacó 4:5).

Essa história também mostra a bondade de Deus ao proteger Isaque e ao providenciar um substituto para que ele não tivesse de morrer. Por causa de nossos pecados e de nossa mortalidade, nós, como Isaque, estamos condenados à morte. Quando toda outra esperança se vai, nosso Pai Celestial provê o Cordeiro de Deus, e somos salvos por Seu sacrifício.

O apóstolo Paulo ensinou que as escrituras são "divinamente inspirada[s]" e são "proveitosa[s] … para instruir em justiça" (2 Timóteo 3:16). Obtemos instrução em justiça das experiências registradas nas escrituras. Elas fornecem o que poderíamos chamar de estudos de caso dos resultados de guardar ou quebrar os mandamentos de Deus.

Um exemplo de importância especial para os jovens envolve o jovem José, que foi vendido para o Egito. Embora fosse apenas um escravo, as habilidades de José impressionaram tanto seu senhor que ele foi posto a cargo de tudo que seu senhor tinha em casa e no campo (ver Gênesis 39:4–6). Então, nessa posição de destaque e poder, José enfrentou um teste.

A mulher de seu senhor o tentou a cometer adultério com ela. José rejeitou seus avanços, dizendo-lhe que não trairia a confiança de seu marido nem a confiança ainda maior que violaria ao pecar contra Deus, fazendo o que José chamou de "este tamanho mal" (Gênesis 39:9). Ele a rejeitou repetidas vezes. Então, certo dia, quando não havia mais ninguém em casa, ela agarrou sua roupa. Numa descrição maravilhosamente vívida, a escritura diz: "E ele deixou a sua roupa na mão dela, e fugiu, e saiu para fora" (Gênesis 39:12).

Que instrução persuasiva em justiça! O mesmo ensinamento foi dado nesta revelação moderna: "E saí do meio dos iníquos. Salvai-vos. Sede limpos, vós que portais os vasos do Senhor" (D&C 38:42). Essas palavras ordenam a todos nós que sigamos o exemplo de José.

Um elemento comum em muitas de minhas histórias bíblicas favoritas era a maneira como o Senhor protegia Seus filhos justos e fiéis. Quando eu era jovem, essa era minha parte favorita da história de José.

Todos nos lembramos de como os filhos mais velhos e ciumentos de Jacó tramaram matar seu irmão mais novo e favorito. Depois de agarrarem José e o lançarem numa cova, decidiram vendê-lo como escravo em vez disso. Mesmo enquanto diziam a seu pai que José fora morto por animais selvagens, os mercadores que o haviam comprado nas planícies de Canaã o conduziam para o Egito e a escravidão. (Ver Gênesis 37.)

No Egito, José foi injustamente preso. Mas mesmo ali ele se destacou, e o Senhor o abençoou. Com o tempo, ele veio a interpretar o sonho de Faraó e foi feito governador de todo o Egito. Naquela posição poderosa, tornou-se o instrumento para salvar seu povo da fome e para amar e perdoar os irmãos que o haviam maltratado. (Ver Gênesis 40–45.)

Quando menino, fiquei entusiasmado com as aventuras de José e impressionado com a forma como o Senhor o resgatara dos perigos do assassinato, da escravidão e da prisão. Na primeira vez que li o Livro de Mórmon, encontrei a afirmação de que "José … que foi vendido para o Egito … foi preservado pela mão do Senhor" (1 Néfi 5:14). Em leituras posteriores das escrituras, descobri que esse tipo de proteção está disponível a todos. Por exemplo, a Bíblia afirma que "o Senhor guarda os fiéis" (Salmos 31:23) e que Deus é "escudo … para os que confiam nele" (Provérbios 30:5).

Outro exemplo favorito do cuidado protetor de Deus é o pastorzinho Davi. Davi tinha uma fé firme no Deus de Israel, e essa fé lhe dava grande coragem.

Quando os exércitos dos filisteus se reuniram para batalhar contra os israelitas, o poderoso Golias avançou e lançou seu desafio ao combate individual. O rei Saul e todo o Israel "espantaram-se, e temeram muito" (1 Samuel 17:11). Dia após dia ele renovava seu desafio, mas ninguém o enfrentava.

Quando o jovem Davi veio ao acampamento de Israel para entregar provisões, ouviu o rugido de Golias. Surpreso, Davi perguntou: "Quem é, pois, este incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?" (1 Samuel 17:26). Davi perguntou se poderia lutar contra o homem. O rei recusou, dizendo: "Tu ainda és moço" (1 Samuel 17:33). Davi respondeu com coragem e fé: "O Senhor me livrou da mão do leão, e da do urso; … ele me livrará da mão deste filisteu" (1 Samuel 17:37).

Quando Davi foi para o campo de batalha, Golias zombou dele por sua juventude, amaldiçoou-o por seus deuses e gritou que daria sua carne às aves e feras do campo (ver 1 Samuel 17:42–44).

A resposta de Davi é uma das grandes expressões de fé e coragem de toda a nossa literatura. Emocionou-me quando menino, e ainda me emociona.

"Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos Exércitos de Israel, a quem afrontaste.

"Hoje mesmo o Senhor te entregará na minha mão, e matar-te-ei, e te tirarei a cabeça, e os corpos do acampamento dos filisteus darei hoje mesmo às aves do céu e às feras da terra; e toda a terra saberá que há Deus em Israel;

"E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão" (1 Samuel 17:45–47).

Todos vocês sabem o que aconteceu em seguida. Davi atordoou o filisteu com uma pedra de funda e cortou-lhe a cabeça com sua própria espada. Amedrontados com a queda de seu campeão, os filisteus fugiram. Gritando em triunfo, os exércitos de Israel os perseguiram e conquistaram uma grande vitória.

Inúmeros jovens foram inspirados por essa maravilhosa instrução em justiça. Às vezes, todos nós devemos enfrentar aqueles que zombam e insultam. Alguns de nós, em algum momento, enfrentarão algum poder terreno tão poderoso quanto Golias. Quando isso acontecer, devemos imitar a coragem de Davi, que era poderoso porque tinha fé e seguia em frente numa causa justa em nome do Senhor dos Exércitos.

Nossos missionários também parecem fracos e indefesos, impotentes contra os armamentos do adversário e daqueles que o servem. Mas o Senhor lhes prometeu que "será o … escudo" deles (D&C 35:14), e essa promessa se cumpre todos os dias em muitos lugares ao redor do mundo.

O escudo que o Senhor dá aos fiéis também nos protege contra nossos próprios impulsos prejudiciais. A revelação que ordena aos santos modernos que se abstenham de álcool, tabaco, bebidas quentes e outras coisas nocivas promete aos fiéis que "o anjo destruidor passará por eles, como os filhos de Israel, e não os matará" (D&C 89:21).

Outra história de proteção envolveu um profeta e seu jovem servo. Como Eliseu havia ajudado o reino de Israel a repelir os sírios, estes enviaram um grande exército com cavalos e carros para capturar o profeta. Quando o jovem servo de Eliseu viu os exércitos cercando sua cidade, gritou de medo, mas Eliseu o tranquilizou:

"Não temas; porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles.

"E orou Eliseu, e disse: Senhor, peço-te que lhe abras os olhos, para que veja. E o Senhor abriu os olhos do moço, e ele viu; e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu" (2 Reis 6:16–17).

O Senhor interveio para confundir e cegar os sírios, e eles foram feitos prisioneiros pelos exércitos de Israel.

Quando li essa maravilhosa história em menino, sempre me identifiquei com o jovem servo de Eliseu. Pensei: Se algum dia eu for cercado pelas forças do mal enquanto estiver a serviço do Senhor, espero que o Senhor abra meus olhos e me dê fé para entender que, quando estamos na obra do Senhor, aqueles que estão conosco são sempre mais poderosos do que os que se opõem a nós.

Histórias bíblicas como essas não significam que os servos de Deus sejam livrados de toda dificuldade ou que sejam sempre salvos da morte. Alguns crentes perdem a vida em perseguições, e alguns sofrem grandes dificuldades como resultado de sua fé. Mas a proteção prometida aos servos fiéis de Deus é uma realidade hoje, assim como era nos tempos bíblicos.

Em todo o mundo, os Santos dos Últimos Dias fiéis são protegidos dos poderes do maligno e de seus servos até terem concluído suas missões na mortalidade. Para alguns, a missão mortal é breve, como aconteceu com alguns valorosos jovens que perderam a vida no serviço missionário. Mas, para a maioria de nós, a jornada mortal é longa, e continuamos nosso curso com a proteção de anjos guardiães.

Durante minha vida, tive muitas experiências de ser guiado naquilo que deveria fazer e de ser protegido de lesões e também do mal. O cuidado protetor do Senhor tem me protegido dos atos malignos de outros e também me protegeu de ceder aos meus próprios piores impulsos. Desfrutei dessa proteção numa noite quente de verão nas ruas de Chicago. Nunca compartilhei essa experiência em público. Faço-o agora porque é uma ilustração persuasiva do meu tema.

Minha esposa, June, havia participado de uma reunião de oficiais da ala. Quando fui buscá-la, ela estava acompanhada de uma irmã que levaríamos para casa em nosso caminho. Ela morava na vizinha área de Woodlawn, que era o território de uma gangue chamada Blackstone Rangers.

Estacionei junto ao meio-fio, do lado de fora do prédio de apartamentos daquela irmã, e a acompanhei até o saguão e subi as escadas até sua porta. June ficou no carro, na Rua 61. Ela trancou todas as portas, e deixei as chaves na ignição, caso ela precisasse dirigir para longe dali. Havíamos morado no lado sul de Chicago por vários anos e estávamos acostumados a tais precauções.

De volta ao saguão, e antes de sair para a rua, olhei cuidadosamente em cada direção. À luz de um poste próximo, pude ver que a rua estava deserta, exceto por três jovens que passavam caminhando. Esperei até que saíssem de vista e então caminhei rapidamente em direção ao nosso carro.

Ao chegar ao lado do motorista e esperar June destrancar a porta, vi um desses jovens correndo de volta em minha direção. Ele tinha algo na mão direita, e eu sabia o que seria. Não havia tempo de entrar no carro e sair dirigindo antes que ele chegasse ao alcance.

Felizmente, quando June se inclinou para abrir a porta, ela olhou pela janela traseira e viu esse rapaz vindo ao redor do carro com uma arma na mão. Sabiamente, ela não destrancou a porta. Pelos dois ou três minutos seguintes, que pareceram uma eternidade, ela foi uma espectadora horrorizada de um evento que acontecia à altura de seus olhos, bem do lado de fora da janela do motorista.

O jovem empurrou a arma contra meu estômago e disse: "Me dê seu dinheiro." Tirei a carteira do bolso e mostrei-lhe que estava vazia. Eu nem sequer usava um relógio para lhe oferecer, porque a pulseira havia quebrado mais cedo naquele dia. Ofereci-lhe algumas moedas que tinha no bolso, mas ele rosnou uma recusa.

"Me dê as chaves do carro", exigiu ele. "Estão no carro", eu lhe disse. "Diga a ela para abrir o carro", ele respondeu. Por um momento, considerei as novas possibilidades que isso apresentaria, e então recusei. Ele ficou furioso. Cutucou-me o estômago com a arma e disse: "Faça isso, ou eu te mato."

Embora esse evento tenha acontecido há vinte e dois anos, lembro-me dele tão claramente como se fosse ontem. Li em algum lugar que nada concentra tão maravilhosamente a mente quanto ter alguém à sua frente com uma arma mortal, dizendo que pretende matá-lo.

Quando me recusei, o jovem assaltante repetiu suas exigências, desta vez enfatizando-as com um tom mais irado e mais movimento com sua arma. Lembro-me de pensar que ele provavelmente não atiraria em mim de propósito, mas que, se não tomasse cuidado com a forma como continuava me cutucando o estômago com aquela arma, poderia atirar em mim por engano. Sua arma parecia barata, e eu estava nervoso com seu mecanismo de disparo.

"Me dê seu dinheiro." "Não tenho nenhum." "Me dê as chaves do carro." "Estão no carro." "Diga a ela para abrir o carro." "Não vou fazer isso." "Eu te mato se não fizer." "Não vou fazer isso."

Dentro do carro, June não conseguia ouvir a conversa, mas podia ver a ação com a arma. Ela se angustiava com o que deveria fazer. Deveria destrancar a porta? Deveria buzinar? Deveria dirigir para longe? Tudo o que considerava parecia ter a possibilidade de piorar as coisas, então ela apenas esperou e orou. Então uma sensação de paz a envolveu. Ela sentiu que tudo ficaria bem.

Então, pela primeira vez, vi a possibilidade de ajuda. Vindo por trás do assaltante, aproximava-se um ônibus urbano. Ele parou a cerca de seis metros de distância. Um passageiro desceu e se afastou apressadamente. O motorista olhou diretamente para mim, mas percebi que ele não iria oferecer nenhuma ajuda.

Enquanto isso acontecia atrás do jovem assaltante, fora de sua visão, ele ficou nervoso e distraído. Sua arma se afastou do meu estômago até o cano apontar ligeiramente para minha esquerda. Meu braço já estava parcialmente erguido, e com um movimento rápido eu poderia agarrar a arma e lutar com ele sem grande probabilidade de ser baleado. Eu era mais alto e mais pesado do que aquele jovem e, naquela época da minha vida, era um tanto atlético. Não tinha dúvida de que poderia vencer numa luta rápida se conseguisse tirar a arma dele da disputa.

Bem quando eu estava prestes a fazer meu movimento, tive uma experiência única. Não vi nada nem ouvi nada, mas soube de algo. Soube o que aconteceria se eu agarrasse aquela arma. Lutaríamos, e eu voltaria a arma contra o peito daquele jovem. Ela dispararia, e ele morreria. Também entendi que eu não podia ter o sangue daquele jovem sobre minha consciência pelo resto da vida.

Relaxei, e quando o ônibus partiu, segui um impulso de colocar minha mão direita sobre seu ombro e dar-lhe uma repreensão. June e eu tínhamos filhos adolescentes naquela época, e dar repreensões vinha naturalmente.

"Olhe aqui", eu disse. "Isso não está certo. O que você está fazendo não está certo. O próximo carro pode ser de um policial, e você pode ser morto ou preso por isso."

Com a arma de volta no meu estômago, o jovem assaltante respondeu à minha repreensão repetindo suas exigências pela terceira vez. Mas dessa vez sua voz estava contida. Quando ele fez a ameaça final de me matar, não soou persuasivo. Quando me recusei novamente, ele hesitou por um momento e então enfiou a arma no bolso e saiu correndo. June destrancou a porta, e fomos embora, proferindo uma oração de gratidão. Havíamos vivenciado o tipo de proteção milagrosa ilustrada nas histórias bíblicas que eu lera quando menino.

Muitas vezes tenho refletido sobre o significado daquele evento em relação às responsabilidades que vieram mais tarde em minha vida. Menos de um ano depois daquela noite de agosto, fui escolhido presidente da Universidade Brigham Young. Quase quatorze anos depois daquela experiência, recebi meu chamado atual.

Sou grato por o Senhor ter me dado a visão e a força para me abster de confiar no braço da carne e depositar minha confiança no cuidado protetor de nosso Pai Celestial. Sou grato pela promessa do Livro de Mórmon a nós, dos últimos dias, de que "os justos … não precisam temer", pois o Senhor "preservará os justos pelo seu poder" (1 Néfi 22:17). Sou grato pela proteção prometida àqueles que guardaram seus convênios e se qualificaram para as bênçãos prometidas em lugares sagrados.

Estas e todas as promessas aos filhos fiéis de Deus são feitas pela voz e pelo poder do Senhor Deus de Israel. Testifico desse Deus, nosso Salvador Jesus Cristo, cuja ressurreição e expiação garantiram a imortalidade e proveram a oportunidade e a direção rumo à vida eterna. Em nome de Jesus Cristo, amém.

Como citar este discursoDallin H. Oaks, “Histórias Bíblicas e Proteção Pessoal”, Conferência Geral de Outubro de 1992, Priesthood Session (1992-10-01). Pulpit Vault, 1992-10-oaks-bible-stories-and-personal-protection. Tradução desta edição, por método de glossário, churchofjesuschrist.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).