Testemunhas da Ressurreição de Cristo
David O. McKay
PRESIDENTE DAVID O. McKAY ¶
"Conjuro-te, pois, diante de Deus", escreveu Paulo a Timóteo, "e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, ¶
"Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. ¶
"Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, conforme as suas próprias concupiscências, amontoarão para si mestres; ¶
"E desviarão os ouvidos da verdade, e se tornarão às fábulas. ¶
"Porém tu vigia em todas as coisas, suporta as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério." (II Timóteo 4:1-5.) ¶
Essas estão entre as últimas palavras escritas por Paulo a seu filho na fé, Timóteo, que foi ordenado bispo dos efésios. Quando Paulo escreveu essas palavras, ele era prisioneiro sob Nero. Duas acusações pesavam contra ele: primeira, que ele havia conspirado, segundo alegavam os partidários de Nero, para incendiar Roma; segunda, que era acusado de introduzir uma religião nova e ilegal. Essa foi a segunda prisão de Paulo. Muitos de seus amigos o haviam abandonado. Demas, que estivera na Igreja, o abandonara e voltara para casa. Alexandre, o latoeiro, um apóstata, havia testemunhado contra ele; mas Lucas permaneceu ao seu lado. ¶
Evidentemente Pedro, Paulo e outros líderes da Igreja foram perturbados em seus dias por grupos apóstatas, assim como os líderes de hoje são perturbados por apóstatas que usurpam autoridade, interpretam mal as escrituras e pregam falsa doutrina. No espírito da caridade, talvez devêssemos dizer, perturbados por apóstatas que sofrem de perturbações mentais. ¶
Parece que toda época no mundo foi afligida por apóstatas assim, por essa mesma verdade pervertida, e por juventude incorrigível, grupos degenerados, que fazem cada época parecer pior do que as que a precederam. Por exemplo, ouvi isto: "O mundo está passando por tempos turbulentos. Os jovens de hoje só pensam em si mesmos. Não têm reverência pelos pais nem pela velhice. São impacientes com toda restrição. Falam como se só eles soubessem tudo. Quanto às moças, são atrevidas, imodestas e pouco femininas na fala, no comportamento e no vestir." Não, isso não foi escrito para hoje — foi escrito em 1274 d.C. — há 685 anos! ¶
O Presidente Frederick C. Perry, do Hamilton College, expressando desconfiança em relação aos pessimistas que veem o mundo com alarme, citou estes escritos, retirados de uma tábua assíria datada de 2800 a.C., como prova de que a profecia política de um futuro sombrio sempre esteve presente: ¶
"A terra está degenerando nestes últimos dias. Há sinais de que o mundo está rapidamente chegando ao fim. Suborno e corrupção abundam. As crianças já não obedecem a seus pais. Todo homem quer escrever um livro, e é evidente que o fim do mundo está rapidamente se aproximando." Isso foi escrito em 2800 a.C.! ¶
Bem, a era pela qual estamos passando não é exceção. Na folha de rosto do livro The Naked Communist, de W. Cleon Skousen, encontramos esta citação (e admoesto a todos a lerem esse excelente livro do Chefe Skousen): ¶
"O conflito entre o comunismo e a liberdade é o problema de nosso tempo. Ele ofusca todos os outros problemas. Esse conflito reflete nossa era, seus labores, suas tensões, seus problemas e suas tarefas. Do resultado desse conflito depende o futuro da humanidade." ¶
Ampliando essa afirmação, devo dizer que o problema mais urgente de nossos dias é um problema espiritual. Concordo com um destacado educador que disse, e cito: "A menos que o problema espiritual seja resolvido, a civilização fracassará; de fato, já temos um antegosto desse fracasso em muitas partes do mundo: ¶
"O credo nazista apresenta uma nova concepção de civilização. É a suposição, defendida com zelo fanático, de que a civilização consiste primariamente em realizações materiais, e pode atingir seu objetivo sem considerações éticas. Ela acentua o poder, a autoridade e a obediência; nega a igualdade humana e o valor do indivíduo." ¶
Os Falsos Ensinamentos do Comunismo ¶
Em seus falsos ensinamentos, os comunistas aceitam a doutrina de Marx, que nega a existência de Deus e repudia a imortalidade do homem. Em segundo lugar, negam a divindade de Jesus Cristo e, é claro, sua ressurreição. Eles desafiam o livre-arbítrio do homem. ¶
Naquela primeira frase que li de Paulo a Timóteo, Paulo declara a existência de Deus, e veremos com que autoridade ele sustenta isso. Ele declara a divindade de Jesus Cristo, e a realidade de sua ressurreição. Leio novamente o que ele disse a Timóteo, e esta é quase sua mensagem de despedida àquele rapaz: "Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino." (II Timóteo 4:1.) ¶
Os Estados Unidos recentemente receberam o principal representante da ideologia que nega Deus, Jesus Cristo, e o direito ao livre-arbítrio e à dignidade do homem. Mesmo enquanto ele estava aqui, podíamos ouvir ecoarem suas próprias palavras: "Continuamos sendo os ateus que sempre fomos; estamos fazendo o máximo que podemos para libertar aquele povo que ainda está sob o feitiço deste ópio religioso." Essas são suas palavras. Ele disse ainda: "Aqueles que esperam que abandonemos o comunismo terão de esperar até que um camarão aprenda a assobiar." ¶
Há vários anos, Lord Balfour, Primeiro-Ministro da Grã-Bretanha, proferiu uma palestra no McEwen Hall da Universidade de Edimburgo sobre o tema "Os Valores Morais que Unem as Nações". De maneira interessante e convincente, Lord Balfour apresentou os seguintes laços fundamentais que unem as diferentes nações do mundo: ¶
A plateia recebeu seu magistral discurso com uma grande salva de palmas. Quando o oficial que presidia se levantou para expressar seu apreço e o da plateia, um estudante japonês, que fazia pós-graduação na Universidade de Edimburgo, levantou-se e, debruçando-se sobre a sacada, disse: "Mas, Sr. Balfour, e quanto a Jesus Cristo?" ¶
O Sr. Robert E. Spear, a quem o Professor Lang relatou este incidente, escreve: "Poder-se-ia ouvir um alfinete cair no salão. Todos sentiram de imediato a justiça da repreensão. O principal estadista do maior império cristão do mundo estivera tratando dos diferentes laços que devem unir a humanidade, e omitira o vínculo fundamental e essencial. E todos sentiram também o elemento dramático da situação — que o lembrete de seu esquecimento viera de uma distante terra não cristã." ¶
"Prega a palavra", admoesta Paulo a Timóteo. Que "palavra"? Aquela ". . . Jesus Cristo, o qual aboliu a morte, e trouxe à luz a vida e a imortalidade pelo evangelho." (Idem, 1:10.) Essas palavras foram mencionadas naquela carta. Consideremo-las. ¶
"Eis aqui o homem", disse Pôncio Pilatos, governador romano da Judeia, quando Jesus, escarnecidamente ornado com um manto de púrpura, o cabelo entrelaçado com uma coroa de espinhos, permaneceu diante da turba que clamava: "Crucifica-o; crucifica-o!" ¶
Assim como na ocasião daquele histórico julgamento, ao longo dos tempos os homens contemplaram Cristo sob diferentes pontos de vista. Alguns, que o rejeitam com o mesmo veneno da turba, veem nele e em seus discípulos "instituidores de um sistema moral cristão que minou e esgotou o vigor do mundo europeu." Outros, com discernimento mais claro, gerado pela experiência, o contemplam como o originador de um sistema que "promove a indústria, a honestidade, a verdade, a pureza e a bondade, um sistema que sustenta a lei, favorece a liberdade; é essencial a ela, e uniria os homens em uma grande fraternidade." ¶
Outros o contemplam como o "único caráter perfeito — a personalidade sem igual da história", mas negam sua divindade. Milhões o aceitam como o Grande Mestre, cujos ensinamentos, contudo, não seriam aplicáveis às condições sociais modernas. Uns poucos — ó quão poucos! — dos aproximadamente dois bilhões de habitantes do globo, o aceitam pelo que ele realmente é — "o Unigênito do Pai; que veio ao mundo, sim, Jesus, para ser crucificado pelo mundo e para tomar sobre si os pecados do mundo e para santificar o mundo e purificá-lo de toda iniquidade." ¶
Hoje as nações civilizadas estão sentadas sobre uma montanha de explosivos, acumulados em desafio aos ensinamentos de Cristo. Que o calor do ódio, da suspeita e da cobiça se torne um pouco mais intenso, e haverá uma explosão internacional tal que retardará grandemente, senão expulsará à força do meio da humanidade, a paz tão esperada anunciada pelas hostes celestiais quando Cristo, ainda menino, nasceu em Belém. ¶
Prove-se isso como fato — e é fato — que Cristo apareceu após a morte como um Ser ressuscitado e glorificado, e ter-se-á a resposta à pergunta das eras: "Morrendo o homem, porventura tornará a viver?" Consideremos o profundo significado do testemunho dos discípulos de Jesus, que pode ser mais bem compreendido quando percebemos que, com a morte de Jesus, os apóstolos ficaram tomados de tristeza. Quando ele foi crucificado, suas esperanças quase morreram. Que sua morte foi uma realidade para os discípulos mostra-se em seu intenso pesar, na declaração de Tomé, na perplexidade moral de Pedro, e nos evidentes preparativos para um sepultamento permanente de seu Mestre. Não obstante a garantia de Cristo, muitas vezes repetida durante os dois anos e meio em que esteve com eles, de que voltaria a eles após a morte, os apóstolos pareciam não ter aceitado, ou pelo menos não ter compreendido, a declaração como um fato literal. ¶
O que foi, perguntamos ao mundo, que de repente transformou esses discípulos em pregadores confiantes, destemidos e heroicos do evangelho de Jesus Cristo? Foi uma revelação de que Cristo havia ressuscitado do túmulo, suas promessas haviam sido cumpridas, sua missão messiânica realizada. "O selo final e absoluto da autenticidade fora posto sobre todas as suas afirmações, e o carimbo indelével de uma autoridade divina sobre todos os seus ensinamentos. A escuridão da morte fora banida pela luz gloriosa da presença do Senhor e Salvador ressuscitado e glorificado." ¶
Sobre o testemunho dessas testemunhas imparciais, inesperadas, incrédulas, a ressurreição tem seu fundamento inabalável. Havia um jovem entre eles. Não sei se sabemos algo sobre sua vida, mas gosto de pensar nele como uma espécie de pensador independente, que não dava muita atenção à religião de sua mãe — sua mãe havia se filiado à Igreja cristã, mas ele não lhe dava muita atenção até que, certa noite, foi perturbado pela voz de sua mãe, pedindo-lhe que se levantasse depressa, "não pare para se vestir, jogue um manto sobre o corpo e corra para o Getsêmani e diga a Jesus que Judas e soldados estão vindo prendê-lo." Penso que aquele jovem que fugiu nu dos homens que arrancaram o lençol de seu corpo era João Marcos, o autor de um dos quatro Evangelhos. Sabemos que ele se filiou à Igreja, mais tarde, e que trabalhou com Pedro. Sabemos que Paulo, naquela carta a Timóteo, disse: "Toma Marcos, e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério." (Ver II Timóteo 4:11.) Sabemos que ele foi em missão para a parte norte da África, e vós, viajantes de hoje, podeis caminhar sobre as ruínas erguidas em sua memória. ¶
Testemunho de Marcos ¶
Não temos evidência de que Marcos tenha se filiado à Igreja enquanto o Salvador estava na terra. Sem dúvida o Salvador esteve no lar de Marcos. De qualquer forma, temos justificativa para supor que ele conhecia o Mestre. O próprio Marcos não relata nenhuma aparição do Senhor Ressuscitado, mas testifica que o Senhor se encontraria com seus discípulos. De Marcos ouvimos a gloriosa proclamação do primeiro túmulo vazio em todo o mundo. Pela primeira vez na história, as palavras "Aqui jaz" foram substituídas pela mensagem divina: "Ele ressuscitou." Ninguém pode duvidar de que Marcos estava convencido, em sua alma, da realidade do túmulo vazio, e, se minha inferência estiver correta, ele sabia do julgamento, da humilhação a que Jesus foi submetido, e da crucificação, e tornou-se ministro do evangelho. Ele dedicou sua vida à proclamação dessa verdade, e, se a tradição for confiável, selou seu testemunho com seu sangue. ¶
Testemunho de Lucas ¶
O texto que lemos dizia que Lucas permaneceu ao lado de Paulo na prisão. Não muito depois disso, segundo a tradição, Paulo foi decapitado. Lucas era médico. Passou muitos anos de sua vida estudando esse homem, Jesus, que foi crucificado. Ele experimentou a escuridão que se espalhou por aquela terra quando Jesus foi crucificado. Segundo todo testemunho confiável, temos o evangelho de Lucas tal como saiu de sua própria mão. No capítulo 24, Lucas testifica da mensagem divina: "Por que buscais o vivente entre os mortos? ¶
"Não está aqui, mas ressuscitou." (Lucas 24:5-6.) ¶
Com igual segurança quanto à sua exatidão, podemos aceitar sua declaração e testemunho a respeito do testemunho de Pedro, de Paulo e de outros apóstolos sobre a ressurreição. "Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles pelo espaço de quarenta dias, e falando do que diz respeito ao reino de Deus." (Atos 1:3.) ¶
Quem pode duvidar da confiança absoluta de Lucas na realidade do Redentor ressuscitado? Contrastai seu testemunho, sua vida, com a daqueles arrivistas que negam a existência de Deus e riem das afirmações de Jesus Cristo como o Redentor. ¶
É verdade que nem Marcos nem Lucas testificam ter visto pessoalmente o Senhor Ressuscitado, e por isso alguns argumentam que seus testemunhos registrados não podem ser tomados como evidência de primeira mão. O fato de eles não testificarem isso, e ainda assim estarem convencidos de que outros o viram, mostra quão incontestável era a evidência, entre os apóstolos e outros discípulos, de que a ressurreição era uma realidade. ¶
Testemunho de Paulo ¶
Felizmente, porém, há um documento que dá o testemunho pessoal de uma testemunha ocular, testemunha de uma aparição de Jesus após sua morte e sepultamento. Esse testemunho pessoal também corrobora o testemunho não apenas desses dois homens, Marcos e Lucas, mas também de outros. Refiro-me a Saulo, um judeu de Tarso, educado aos pés de Gamaliel, um fariseu rigoroso, e, antes de sua conversão, um perseguidor implacável de todos os que criam em Jesus de Nazaré. E há uma citação do documento autêntico mais antigo em existência que relata ou testifica da ressurreição de Cristo, na qual encontramos as palavras de Saulo (Paulo), enviadas de volta às pessoas que haviam se filiado à Igreja, a quem ele amava e que o amavam, dizendo: ¶
"Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as escrituras, ¶
"E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as escrituras, ¶
"E que foi visto por Cefas, e depois, pelos doze. ¶
"Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também. ¶
"Depois foi visto por Tiago; depois, por todos os apóstolos. ¶
"E por último de todos, foi visto também por mim, como por um abortivo. ¶
"Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a igreja de Deus." (I Coríntios 15:3-9.) ¶
Testemunho da Revelação Moderna ¶
Além dos antigos apóstolos, temos o testemunho do Profeta Joseph Smith, que dá, numa descrição inequívoca, o seguinte comovente testemunho a respeito de sua primeira visão: ¶
". . . Quando a luz pousou sobre mim, vi dois Personagens . . . pairando no ar, acima de mim. Um deles falou-me, chamando-me pelo nome, e disse, apontando para o outro — Este é Meu Filho Amado. Ouve-O!" (P. de G. V., Joseph Smith 2:17.) Essas palavras foram pronunciadas quase dois mil anos depois dos acontecimentos aos quais já chamei vossa atenção! ¶
A Crença dos Santos dos Últimos Dias ¶
Assim, meus caros colaboradores e meus amigos no mundo, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias permanece ao lado de Pedro, de Paulo, de Tiago e de todos os outros apóstolos ao aceitar a ressurreição, não apenas como literalmente verdadeira, mas também como a consumação da missão divina de Cristo na terra. Outros grandes líderes religiosos entre as nações do mundo, desde o início da história, ensinaram virtude, temperança, autocontrole, serviço, obediência à retidão e ao dever; alguns ensinaram a crença em um governante supremo e numa vida futura; mas somente Cristo rompeu o selo do túmulo e revelou a morte como a porta para a imortalidade e a vida eterna. ¶
Se Cristo viveu depois da morte, assim viverão os homens, cada um ocupando no mundo vindouro o lugar para o qual é mais apto. Como o amor é tão eterno quanto a vida, a mensagem da ressurreição é a mais reconfortante, a mais glorificante já dada ao homem; pois quando a morte nos tira um ente querido, podemos olhar com segurança para o túmulo aberto e dizer: "Ele não está aqui; ele ressuscitará." ¶
Meus caros colaboradores, é tão fácil para mim aceitar como verdade divina o fato de que Cristo pregou aos espíritos em prisão enquanto seu corpo jazia no túmulo quanto é para mim olhar para vós deste púlpito. É verdade! É igualmente fácil para mim perceber — e notai isto — que alguém pode viver de tal maneira que receba impressões e mensagens diretas por meio da inspiração divina. O véu é tênue entre aqueles que possuem o sacerdócio e os mensageiros divinos do outro lado do véu. ¶
Digamos hoje, como Paulo escreveu a Timóteo: "Prega a palavra . . . faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério." (II Timóteo 4:2, 5.) ¶
". . . O Senhor é Deus e além dele não há Salvador algum. ¶
"Grande é sua sabedoria, maravilhosos são seus caminhos e a extensão de suas obras ninguém pode descobrir. ¶
"Seus propósitos não falham, nem há quem seja capaz de reter a sua mão. ¶
"De eternidade em eternidade ele é o mesmo e seus anos nunca se acabam. ¶
"Pois assim diz o Senhor — Eu, o Senhor, sou misericordioso e benigno para com aqueles que me temem e deleito-me em honrar aqueles que me servem em retidão e em verdade até o fim. ¶
"Grande será sua recompensa e eterna sua glória." (D&C 76:1-6.) ¶
Que Deus nos ajude, nesta era tão ameaçada por uma ideologia de povos obcecados pela descrença em Deus, nosso Pai, e em seu Filho Jesus Cristo, e no evangelho restaurado por meio daqueles Personagens divinos, a pregar a Palavra e a sermos fiéis aos nossos chamados, sejam quais forem e onde quer que estejam, oro em nome de Jesus Cristo. Amém. ¶