Realizações da Igreja
Alma Sonne
Meus irmãos, parece-me que as circunstâncias em que nos reunimos e as mensagens comoventes que ouvimos suscitam muitas reflexões. Regozijo-me convosco na força e na estabilidade da Igreja. Regozijo-me convosco no zelo e no entusiasmo dos líderes desta Igreja, e regozijo-me convosco na fé, na integridade e na inabalável devoção dos membros desta Igreja. Digo-vos que Deus está ao leme. Ele está dirigindo este povo. Ele continuará a inspirar os líderes desta Igreja. Eu ¶
aprecio, mais do que posso exprimir, minha condição de membro da Igreja, meu testemunho da verdade, os grandes privilégios e as grandes oportunidades que me vieram por causa dessa condição de membro. ¶
Realizações da Igreja
Frequentemente se tem feito referência à grandeza da Igreja. A Igreja é grande, não necessariamente grande em número, porque há muitas igrejas que nos superam em membros, mas nossa Igreja, a Igreja de Cristo, é grande em propósito, em plano e em objetivos. É grande em liderança, passada e presente, local e geral. É grande em antecedentes históricos; sua história constitui grande parte do drama das realizações americanas. Nossa história é colorida, interessante, comovente, cheia de romance, cheia de tragédia, e, no entanto, cheia de realização. Os membros desta Igreja construíram vilarejos, cidades, comunidades, igrejas, escolas e templos — e o fim ainda não chegou. A organização e o movimento característicos da Igreja sempre estiveram carregados de um espírito construtivo. Os líderes do passado subjugaram o deserto. Estabeleceram elevados padrões para que vós e eu os sigamos. Desenvolveram uma literatura que perdurará no mundo, uma literatura que explica e interpreta os ensinamentos de Jesus, de Paulo, de Moisés e de outros grandes homens que se erguem como os pontos cardeais da história. O que diriam esses homens se voltassem hoje com uma mensagem? O que diria Moisés, o legislador de Israel? Ele ensinaria, como ensinou quando vivia, a divindade dos Dez Mandamentos. Tão importantes são esses mandamentos que nem os homens nem as nações podem violá-los, se quiserem viver e prosperar. O que diria Paulo, o apóstolo? Diria aos céticos, como disse ao rei Agripa: "Por que se julga coisa incrível entre vós que Deus ressuscite os mortos?" (Atos 26:8), dizendo em essência: "Pedis-me que explique a ressurreição. Eu vos convido a comprovar a negação dessa grande doutrina." Diria, como disse ao rei Agripa: "...crês tu nos profetas?" (Atos 26:27.) Digo-vos que o mundo se desviou porque deixou de crer nos profetas. ¶
O que diria Jesus? Pregaria novamente Seu maravilhoso e incomparável Sermão da Montanha e diria às nações que atentassem para os ensinamentos, porque neles estão os elementos da salvação. O que diria Joseph Smith? Daria seu testemunho como o deu quando vivia. Diria a vós, a mim e ao mundo que viu Deus, o Pai, que O contemplou e ouviu a voz do Redentor ressuscitado. Testifico-vos que a obra de Deus foi estabelecida sobre a terra. Ela crescerá e aumentará até alcançar o coração dos homens em toda parte. Não fracassará. Que Deus nos ajude a cumprir nossas responsabilidades e a introduzir em nossa vida os princípios salvadores do evangelho do Senhor Jesus Cristo. Oro em Seu nome. Amém. ¶