Habilidade e Humildade
Marvin O. Ashton
Certa vez ouvi falar de um homem que mandou gravar em sua lápide: "Eu esperava isto, mas não tão cedo." (Risos.) ¶
Espero que estes irmãos que acabaram de falar não pensem, nem por um momento, ao tratarmos desta virtude que chamamos "humildade", que detêm o monopólio dela. Depois de umas onze ou doze ocasiões como esta de hoje, alguns de nós ainda nos sentimos tão fracos quanto nos sentíamos em nosso primeiro discurso de conferência. ¶
Apreço pelos Novos Apóstolos ¶
Falando com seriedade, e para ser bem franco convosco, eu tinha algo que pretendia dizer, caso fosse chamado a falar. Geralmente esperamos que assim seja; parece ser esse o programa. Depois da impressão que nossos dois novos Apóstolos causaram em todos nós, não consigo resistir a deixar de lado o que pretendia dizer, para expressar meu apreço por eles. São homens excelentes, e quero cantar-lhes louvores. Refiro-me particularmente à sua humildade. Tenho certeza de que, quando o chamado veio a esses dois homens da parte de quem tem o direito de chamar, um "Amém" ressoou por toda esta Igreja. Há aqui hoje uma combinação de capacidade decidida e humildade. Estas são as características que vossa mãe e minha mãe procuraram incutir em nós desde que éramos pequenos o bastante para nos apoiarmos em seus joelhos. Regozijo-me com tais homens, homens de iniciativa, homens de visão e, contudo, humildade. Ainda não vi um homem que se destacasse em liderança — liderança verdadeira — que não possuísse essas qualidades. ¶
Que o Senhor abençoe estes bons homens. Que tenhamos o bom senso de apoiá-los não somente com nossas orações, mas também de todas as formas que constituem nossa responsabilidade como membros desta Igreja. E que assim nos rededicemos sempre. Temos alguns problemas pela frente, e serão grandes. Unamo-nos em torno de nossos líderes e digamos "Amém" à esplêndida visão de sua liderança. Que o Senhor nos abençoe. Amém. ¶