Pulpit

Depois de tudo o que foi dito...

B. H. Roberts

1928 October General Conference·Reunião da Tarde do Segundo Dia·1928-10-06

"Depois de tudo o que foi dito, o maior e mais importante dever é pregar o evangelho."

Essas palavras foram ditas pelo profeta da nova dispensação numa reunião de conselho do sacerdócio em Kirtland, no dia 6 de abril de 1837. Foi uma reunião dos Apóstolos e de vários outros irmãos possuidores do sacerdócio, na qual o Profeta vinha falando e pondo em ordem os quóruns do sacerdócio, ensinando-lhes sua doutrina, e também resolvendo algumas dificuldades que haviam surgido em alguns dos quóruns. Ele se deteve longamente nessas doutrinas do sacerdócio. Falou naquela ocasião por quase duas horas, parte do tempo em severa repreensão a algumas das ações dos irmãos, e depois, ao expor grandes doutrinas pertinentes ao sacerdócio, proferiu as palavras que acabo de ler:

"Depois de tudo o que foi dito, o mais importante dever é pregar o evangelho."

A tendência do pensamento nas várias reuniões que realizamos nesta conferência tem sido, em grande parte, no sentido de dar encorajamento e admoestação para prosseguirmos na obra de pregar o evangelho, que foi restaurado nesta grande e nova dispensação dele. E assim essa passagem da história da Igreja me veio à mente, e tenho me perguntado várias vezes durante a conferência se houve alguma mudança quanto a esse assunto mencionado pelo profeta. Ainda é verdade que "depois de tudo o que foi dito, o mais importante é a pregação do evangelho"?

Em várias das primeiras revelações dadas na Igreja, por ocasião de sua organização e da publicação do Livro de Mórmon, há resposta dada a diversas perguntas pessoais, a irmãos que haviam prestado alguma assistência ao Profeta na produção do Livro de Mórmon. Eles viam os preparativos que ele fazia para a organização da Igreja e começaram a se perguntar qual seria sua relação com a obra que estava por vir, o que ela significaria para eles. Hyrum, irmão do Profeta, veio fazer tal indagação; assim também fez Joseph Knight, avô de nosso "tio Jesse Knight," como o conhecíamos aqui em nossas agradáveis relações com ele. O pai do Profeta veio a saber qual seria sua sorte e sua parte na vinda da grande obra, e o Profeta, por meio do Urim e Tumim, que ainda tinha em sua posse, fez a indagação e lhes disse qual seria sua sorte e sua parte; e há esta coisa singular em todas as respostas que foram dadas naquela época por meio do instrumento divino da revelação, por meio do Profeta inspirado, que não foi feita nenhuma promessa de bem-estar e prosperidade material, nenhum cargo lhes foi prometido, nenhuma honra entre os homens, nada daquilo que o coração do homem naturalmente deseja. O modelo das respostas nessas várias revelações, e há umas oito ou dez delas, foi o daquela dada a Oliver Cowdery. O Senhor lhe disse, na revelação que lhe foi dada quanto ao que deveria fazer na nova dispensação:

"Muitas vezes desejaste saber de mim o que seria de maior valor para ti.

"Eis que abençoado és por isso e por teres declarado minhas palavras, que te dei de acordo com meus mandamentos.

"E agora, eis que eu te digo que a coisa de maior valor para ti será declarar arrependimento a este povo, a fim de trazeres almas a mim e descansares com elas no reino de meu Pai. Amém."

Era o Senhor Jesus Cristo quem falava.

Novamente, a David Whitmer e Oliver Cowdery, em conjunto, foi dito o seguinte:

"Lembrai-vos de que o valor das almas é grande à vista de Deus,

"Pois eis que o Senhor vosso Redentor sofreu a morte na carne; portanto, sofreu a dor de todos os homens, para que todos os homens se arrependessem e viessem a ele.


"E quão grande é sua alegria pela alma que se arrepende!

"Portanto, sois chamados para clamar arrependimento a este povo.

"E, se trabalhardes todos os vossos dias clamando arrependimento a este povo e trouxerdes a mim mesmo que seja uma só alma, quão grande será vossa alegria com ela no reino de meu Pai!"

Entendo que não houve mudança nesses princípios; que ainda vale que grande é a alegria do Senhor pela alma que é levada ao arrependimento: que ainda é verdade que, se alguém trabalhar a vida inteira e conseguir trazer apenas uma alma ao conhecimento da verdade e ao reino de Deus, grande será sua alegria no reino de nosso Pai; e que ainda é verdade que a obra mais importante em que o homem pode se ocupar é declarar arrependimento a este povo, para que o ministério desta Igreja possa trazer almas a Deus. Portanto, é eminentemente apropriado, nesta conferência, que nossos irmãos se sintam inspirados a enfatizar esta obra de "pregar o evangelho," e o que o Profeta disse em 1837 ainda é verdade, que "depois de tudo o que foi dito, o mais importante é a pregação do evangelho."

A força e o poder de nossa Igreja, o progresso que ela tem feito no mundo e as grandes coisas que por ela têm sido realizadas têm sido na devida proporção à nossa fidelidade a esse espírito missionário que tão prontamente nos impele a pregar o evangelho.

Pregar o evangelho é a disseminação das verdades reveladas por Deus, as mensagens de Deus, ao mundo. Pela própria natureza da coisa, não poderia haver nada mais importante do que transmitir aos filhos dos homens o conhecimento e a sabedoria de Deus, para que isso os salve completamente. O que poderia ser mais importante do que espalhar amplamente o conhecimento daquelas verdades esclarecedoras que Deus enviou ao mundo por meio de seus profetas designados e inspirados? E penso que posso dizer, pois sinto que é verdade, que em todas as responsabilidades e trabalhos que foram colocados sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, nosso povo não tem sido mais fiel em nada do que nesta coisa de pregar o evangelho. Penso que o Senhor está bem satisfeito com seu povo pelas respostas que deram a este chamado dele, de enviar suas mensagens de verdade ao mundo, e tenho a satisfação de ver que a Igreja também respondeu ao grande espírito da mensagem que deveria ser entregue à terra na hora do juízo de Deus. São João a descreve tal como a viu em visão, quando declarou ter visto "outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para proclamá-lo aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo," e o dizendo com grande voz, "Temei a Deus, e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas."

Era o chamado de Deus ao mundo para vir à adoração do Deus verdadeiro e vivo, e era para ir a todos os povos. E foi particularizado, para que não houvesse engano — era para ir a "toda nação, e tribo, e língua, e povo"; e a Igreja tem respondido a esse esplêndido espírito e missão universal dados à nossa Igreja ao ter o evangelho restaurado a ela. Temos ido praticamente a toda nação, tribo, língua e povo. Às vezes me tenho maravilhado, em meu íntimo, de que nos lembrássemos dos povos pouco desenvolvidos das ilhas do mar, já nas primeiras décadas de nossa história; de que nos lembrássemos de povos com cuja raça e com cuja vida nacional temos pouca afinidade. Contudo, sob a inspiração que acompanha esta obra de pregar o evangelho, os élderes da Igreja têm sido enviados a toda parte, e quase toda terra, raça e nação tem cedido seus filhos e filhas para serem reunidos a Sião, para se colocarem como testemunhas a Deus e ao mundo de que há virtude e poder espiritual neste evangelho que foi restaurado nestes dias; e que ele se apoderou do esplêndido espírito da paternidade para com a raça humana; e por nossa proclamação universal do evangelho temos testemunhado ao mundo que Deus se interessa por toda a humanidade, que ele não faz acepção de pessoas. Nesse espírito a Igreja tem trabalhado.

Regozijo-me grandemente com o relatório do presidente Grant a respeito do programa de construção da Igreja, pelo qual, em muitíssimas das missões, quase em todas elas, têm sido erigidas igrejas ao nome do Deus Altíssimo. Tenho um pensamento relacionado a essa obra que me veio enquanto dedicávamos algumas das capelas construídas na Missão dos Estados Orientais, quando eu era seu presidente; e nunca dedicamos uma igreja, por mais humilde que fosse, sem que eu sentisse e dissesse que ali estávamos erigindo um altar, não ao Deus desconhecido, mas ao Pai conhecido da raça humana, o Deus dos céus, cujo Filho é Jesus Cristo. E por toda a terra onde construímos essas capelas, estamos erigindo altares ao Deus conhecido, aos quais o povo pode vir, encontrar a verdade e nela ser instruído. Regozijo-me em cada capela que é construída, outro altar ao Deus conhecido, um centro ao qual o povo pode vir e receber a verdade. Nesse espírito, estamos erigindo essas capelas como altares a Deus no meio do povo. O Salvador disse que o reino dos céus era semelhante ao fermento que a mulher escondeu em três medidas de farinha, até que tudo ficasse levedado, cheio de vida. E assim, nesta abençoada terra nossa, a terra de Sião, essas capelas, esses locais de reunião, esses templos, são outros tantos altares a Deus, chamando os habitantes da terra à adoração do Deus verdadeiro e vivo. Pois é a implicação clara na visão de São João em Patmos de que o mundo inteiro se havia afastado da adoração do Deus verdadeiro e precisava ser chamado de volta à adoração do Deus verdadeiro e vivo.

Sempre que passo por este templo, caminho ao lado dele e contemplo suas torres, sua beleza arquitetônica — é claro que me lembro, antes de mais nada, de que é a Casa do Senhor, onde os sagrados mistérios do céu são revelados para a instrução dos homens, e onde se realizam santas ordenanças pelos vivos e pelos mortos — mas eu o guardo como sagrado em meu coração ao contemplá-lo; e tenho ainda outro pensamento em relação a ele, que é o de que se trata de um testemunho coletivo de todo um povo, um testemunho ao mundo de que Deus falou, e de que revelou novamente suas verdades para a salvação dos homens e inaugurou a dispensação da plenitude dos tempos. É um testemunho coletivo — um testemunho comunitário do evangelho de Jesus Cristo, e se torna uma testemunha onde quer que até mesmo a reprodução de sua beleza arquitetônica seja divulgada ao mundo. Amo o templo como um testemunho ao mundo da grande e nova dispensação de Deus de seu evangelho, e os demais templos também participam da mesma glória, poder e espírito.

Ora, estou dedicando tempo demais a essas coisas. Há outra coisa que eu queria dizer, e é esta: temos sido abundantemente admoestados nesta conferência a dar atenção à pregação do evangelho e à vivência de seus princípios; mas estou enfatizando o assunto de pregá-lo ao mundo. Visto, porém, que somos assim admoestados, nesta nossa mais recente conferência, a considerar esta parte da obra do Senhor, o que é necessário da nossa parte para nos imbuirmos deste espírito de pregar o evangelho?

Nas primeiras décadas da Igreja, havia condições que contribuíam poderosamente para a vida espiritual e para a manutenção do zelo e das esperanças do povo, mas que não são tão prevalentes agora em nosso meio. Por exemplo, nos primeiros anos da existência da Igreja, o fato de proclamarmos que Deus havia falado novamente, que uma nova revelação havia sido dada — a veracidade disso foi imediatamente contestada. Ministros do evangelho se puseram a trabalhar para provar que o volume das escrituras estava completo e para sempre fechado e que, portanto, não havia lugar para o Livro de Mórmon, nem ocasião para a revelação dada por meio do Profeta Joseph Smith. A terrível voz da profecia havia cessado. Não haveria mais profetas. O volume das escrituras estava completo e para sempre fechado. Pois bem, ganhamos essa vitória. Não foi difícil fazê-lo. As evidências das escrituras e o próprio caráter do evangelho de Jesus Cristo exigiam revelação contínua, se a vida espiritual da Igreja devesse ser mantida; e assim nossos primeiros élderes obtiveram fácil vitória sobre aqueles que nos atacavam nesse ponto. Mas a ideia de uma nova revelação era algo novo; atraiu a atenção do mundo; tornou-se um centro de interesse. Fomos testemunhas disso. Pois bem, digo que essa batalha foi facilmente vencida, e hoje pouco ouvimos de objeção à ideia de que o poder de Deus é tão grande nos tempos modernos quanto o foi nos tempos antigos, e há muito poucos que se disponham a refutar a possibilidade, ou mesmo a probabilidade, de revelação contínua.

Também, naquelas primeiras décadas, tínhamos em mente a ideia de encontrar e estabelecer Sião, e depois, por meio das revelações de Deus, encontramos onde seria o lugar central e pudemos dar testemunho disso; e alguns dos santos do Leste se reuniram no Condado de Jackson e fundaram a cidade de Sião, onde um templo deveria ser construído, cujas plantas foram reveladas ao Profeta. Então vieram a perseguição e a expulsão do Condado de Jackson.

Então, por vários anos, o grande ponto de interesse foi "a redenção de Sião" e o restabelecimento dos santos em suas terras e a construção da cidade e do templo. Pois bem, isso não desempenha agora um papel tão importante na mensagem que temos para o mundo na pregação do evangelho.

Também nos foi revelada a doutrina, a grande doutrina, da consagração de todos os nossos bens e do recebimento de volta de uma mordomia proveniente de nossas consagrações. Tínhamos o desejo de ver a riqueza criada pelas mãos do povo distribuída de modo mais justo, de forma que houvesse menos distinção entre ricos e pobres na Igreja, e que pudesse haver uma comunhão de interesses e uma comunhão de recursos, a partir dos quais o bem-estar do povo pudesse ser provido. Isso ocupou nossa atenção por vários anos. Mas não falamos tanto disso agora. Está em segundo plano, como parte da nova dispensação, assim como a redenção de Sião. Mas o que desejo dizer é que essas várias coisas não são, no momento, o que se poderia chamar de questões vivas entre nós. Não estamos dando muita atenção a essas coisas agora.

Novamente, nas primeiras décadas da Igreja, o povo foi levado a crer quase na vinda imediata, na gloriosa vinda, do Senhor Jesus Cristo em poder e grande glória, e que o tempo estava próximo. De fato, houve muitos que fixaram mais ou menos a época em que ele viria. Pois bem, ainda cremos na vinda do Senhor Jesus Cristo, mas não nos referimos a ela com tanta frequência nestes dias, e ela não influencia tão particularmente nossas ações e nossa fé quanto influenciou em tempos passados. O Senhor virá quando houver de vir, e de que ele virá estamos certos. O tempo disso está em suas mãos, onde sentimos que podemos deixá-lo com segurança. De fato, precisamos deixá-lo ali, porque faz parte da revelação de Deus ao mundo que nenhum homem sabe o dia nem a hora de sua vinda, não, nem mesmo os anjos no céu. Assim, digo que deixamos isso nas mãos de Deus.

Também esperávamos, naqueles tempos passados, uma reunião bastante maravilhosa e dramática das Dez Tribos de Israel, com montanhas de gelo escorrendo diante de sua presença e sua vinda em grande número, com as colinas eternas tremendo à sua presença, e tudo isso. Talvez nem sempre tenhamos atribuído importância suficiente às imagens da poesia e da revelação ao interpretar essas cenas. Pois bem, as Dez Tribos de Israel, se hão de vir dessa maneira, virão quando quiserem, e o Senhor as trará.

Mas agora, qual é a situação que enfrentamos quanto à pregação do evangelho? Ora, estamos alcançando coisas mais fundamentais do que essas. Descobrimos, pelas observações dos irmãos nesta conferência, que o mundo ignora a natureza de Deus, o Pai, ignora a natureza do Senhor Jesus Cristo. Poucos cristãos creem que o Redentor ressuscitado é hoje o que era no momento de sua ressurreição, uma união do espírito com sua bela personalidade de corpo, os dois unidos num Filho de Deus imortal, indestrutível, eternamente vivo. Acreditam, antes, que a esplêndida personalidade — esplêndida como é representada no Novo Testamento — tenha se dissolvido em alguma essência indefinível, como a rosa que, ao murchar, se dissolve e exala um belo perfume com o qual morre, e que, para produzi-lo, precisa morrer. E assim o Filho de Deus se tornou apenas uma presença indefinível; enquanto a esplêndida personalidade que se apresentou diante de seus apóstolos quando disse gloriosamente, como personagem ressuscitado: "Todo poder me é dado no céu e na terra. Ide agora e pregai o evangelho a toda nação, e eis que estou convosco até o fim do mundo," para muitos cristãos deixou de ter existência tangível, e Deus se tornou uma essência difusa por todo o mundo. Pois bem, eles não conhecem a verdade acerca de Deus e de Jesus Cristo, os quais, segundo se declara, conhecer é a vida eterna.

Ouvimos aqui alguns dos irmãos, e lemos, que os homens não sabem, nem podem esperar saber, os propósitos de Deus na criação. Os homens confessam que não sabem se a ressurreição há de trazer a imortalidade pessoal, ou se os homens também hão de se dissipar em algo como uma essência, ou ser dispersos em elementos comuns de algum tipo, a respeito dos quais pouco ou nada sabem.

Essas grandes verdades fundamentais relativas a Deus e ao homem e à ressurreição dos mortos; e "como passaremos a eternidade," e "o que faremos lá" — dessas coisas eles são ignorantes. E assim o Senhor Deus, no início da história desta nova dispensação, disse a seus ministros (anos antes de o Profeta anunciar que o mais importante era pregar o evangelho) o que lhes seria necessário fazer para estarem preparados para pregar o evangelho. O Senhor lhes disse:

"Dou-vos um mandamento — "

Estes eram élderes que aguardavam o momento de sair para o campo missionário —

"Dou-vos um mandamento de que vos ensineis a doutrina do reino uns aos outros.

"Ensinai diligentemente e minha graça acompanhar-vos-á, para que sejais instruídos mais perfeitamente em teoria, em princípio, em doutrina, na lei do evangelho, em todas as coisas pertinentes ao reino de Deus, que vos convém compreender;

"Tanto as coisas do céu como da Terra e de debaixo da Terra; coisas que foram, coisas que são, coisas que logo hão de suceder; coisas que estão em casa, coisas que estão no estrangeiro; as guerras e complexidades das nações e os julgamentos que estão sobre a terra; e também um conhecimento de países e reinos."

E agora, por que convidar este grupo de élderes a este campo tão amplo de conhecimento e admoestá-los a serem fiéis em seus estudos em todas essas coisas que remontam ao passado, que tratam do presente, que se estendem ao futuro, um conhecimento de reinos, governos, países e leis dos homens, coisas no céu, na terra e debaixo da terra, que abrangem todos os campos possíveis do conhecimento? Por que Deus deu esta admoestação a esses élderes? Ouçamos a resposta:

"Para que estejais preparados em todas as coisas, quando eu vos enviar outra vez para magnificardes o chamado com o qual vos chamei e a missão com a qual vos comissionei.

"Eis que vos enviei para testificar e advertir o povo, e todo aquele que for advertido deverá advertir seu próximo."

E também, naquele sermão do Profeta em que disse aos élderes que a coisa mais importante era pregar o evangelho. "Todos," disse ele, "devem pregar o evangelho pelo poder e influência do Espírito Santo." "Ninguém pode pregar o evangelho sem o Espírito Santo."

Assim, agora, temos diante de nós nossa obra de preparação, e este é o dever e a obra imediata do sacerdócio de Deus: fazer a preparação, constituírem-se um ministério inteligente, atuando e testificando no poder do Espírito Santo. Que o Senhor os abençoe. Amém.

Como citar este discursoB. H. Roberts, “Depois de tudo o que foi dito...”, 1928 October General Conference, Reunião da Tarde do Segundo Dia (1928-10-06). Pulpit Vault, 1928-10-25-brigham-h-roberts-remarks-31. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).