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Informações Estatísticas Gerais e Mudanças nas Missões

Heber J. Grant

Conferência Geral de Abril de 1923·Sessão Matutina do Primeiro Dia·1923-04-06

Informações Estatísticas Gerais

Tem sido costume, na Conferência de abril, apresentar algumas estatísticas relativas aos gastos dos dízimos do povo, à nossa obra missionária e a outros itens; e, via de regra, durante o tempo em que tenho presidido a Igreja, tenho lido essas estatísticas ao final de meu discurso; mas hoje decidi lê-las primeiro, confiando na inspiração do Senhor que a última parte de meu discurso seja, talvez, mais interessante e mais inspiradora do que as estatísticas.

Seguem-se os gastos provenientes dos dízimos da Igreja referentes ao ano de 1922:

Fins de Estacas e Alas

Foi devolvido dos dízimos às estacas e alas, para sua manutenção e operação, $928.859,00

Educação

Gasto com a manutenção e operação das escolas da Igreja: $771.490,00

Templos

Gasto com a construção, manutenção e operação de templos: $168.371,00

Obras de Caridade

Para o cuidado dos pobres merecedores e outros fins de caridade, incluindo tratamento hospitalar: $273.657,00

Missões

Para a manutenção e operação de todas as missões, e para a construção de locais de culto e outros edifícios nas missões: $615.461,00

TOTAL: $2.757.838,00

que foi retirado dos dízimos e devolvido pelo Fiduciário aos Santos para a manutenção e operação das estacas e alas, para a manutenção e operação das escolas e templos da Igreja, para obras de caridade e para as atividades missionárias.

Outras Obras de Caridade

Além das obras de caridade pagas com os dízimos (como acima indicado), também foram desembolsadas as ofertas de jejum e as obras de caridade da Sociedade de Socorro, num total de $323.638,00, que, somado aos $273.657,00 pagos dos dízimos, perfaz um total de obras de caridade da Igreja de $597.295,00

Missões

Além da grande soma paga com fundos da Igreja para fins missionários, num total de $615.460,00, estimamos que foi enviada aos missionários, por suas famílias e amigos, a soma de $887.500,00. Estimando o valor dos serviços de 1.775 missionários a $1.000,00 por ano cada um, ou seja, $1.775.000,00, obtém-se um gasto total com a obra missionária da Igreja, no ano de 1922, de $3.277.960,00

Relatório Estatístico Compilado dos Registros do Ano de 1922

Crescimento da Igreja: Crianças abençoadas e registradas nos registros da Igreja nas estacas e missões: 19.703

Crianças batizadas nas estacas e missões: 14.440

Conversos batizados e registrados nos registros das estacas e missões: 6.376

Havia, ao final do ano, 87 estacas de Sião, 883 alas, 61 ramos independentes ligados às estacas, 24 missões e 733 ramos nas missões. Desde o início do ano, foi organizada a estaca de Los Angeles, perfazendo hoje 88 estacas.

Estatísticas Sociais

Taxa de natalidade — 36 por mil. Taxa de casamentos — 14 por mil. Taxa de mortalidade — 8,3 por mil.

Há 155.606 pessoas casadas na Igreja; desse número, 243 pessoas se divorciaram no ano de 1922. Famílias proprietárias de suas próprias casas — 75 por cento.

Atividades Missionárias

Missionários trabalhando nas estacas de Sião: 2.552

Número em missões estrangeiras: 1.775

Número total desempenhando trabalhos missionários especiais, no país e no exterior: 4.327

Exemplares do Livro de Mórmon e outros livros da Igreja distribuídos nas estacas e missões: 286.702

Folhetos do evangelho distribuídos nas estacas e missões: 6.601.132

Reuniões evangélicas realizadas nas estacas e missões: 153.437

Obra do Templo

Houve 43.207 pessoas recomendadas aos templos durante o ano de 1922.

Ordenanças pelos vivos e pelos mortos realizadas nos templos no ano de 1922: 768.546

Estatísticas Educacionais

Frequentando faculdades e universidades: 3.845

Matriculados em escolas secundárias: 27.230

Matriculados em escolas distritais: 100.513

Total frequentando escolas: 131.588

Quase todas as crianças em idade escolar frequentam a escola, com exceção de 480 fisicamente incapazes de frequentar, e 2.497 que, em consequência da distância da escola e de outras condições, não frequentam. Há apenas 535 pessoas adultas nas estacas que não sabem ler a língua inglesa.

Ocupações

Há 113.000 Santos dos Últimos Dias empregados em todo tipo e variedade de ocupações. Desse número, 86.780 estão empregados em ocupações produtivas. Por "ocupações produtivas" entende-se aquelas que o Governo classifica como produtivas.

Limpeza das Cidades e Povoados

Espera-se um grande aumento no tráfego turístico pelo estado a partir de agora, particularmente pela região sul do estado, onde o governo e as ferrovias estão gastando grandes somas de dinheiro para induzir os turistas a visitar o Parque Nacional de Zion, o Bryce Canyon, o Cedar Breaks e o Grande Canyon do Colorado. Em vista disso, nosso povo deveria orgulhar-se de limpar e nivelar suas ruas, consertar suas cercas, plantar árvores e, de todas as formas, tornar suas cidades e povoados mais atraentes.

Templos e Casas de Reunião

O Templo de Alberta está praticamente concluído. Seu mobiliário e equipamento estão em processo de instalação. Estará pronto para dedicação até 1º de agosto de 1923.

A construção do Templo do Arizona está em andamento. Espera-se que esteja concluída dentro de dois anos.

Extensas alterações e melhorias serão realizadas este ano no Templo de Salt Lake, para prover instalações para o grande número de pessoas que visitam o templo. Relatório comparativo do total de ordenanças realizadas no Templo de Salt Lake: 1918, 158.887; 1919, 189.593; 1920, 212.514; 1921, 300.474; 1922, 413.478 — um aumento de quase trezentos por cento desde 1918, um registro deveras notável e maravilhoso. E nossos outros templos, com exceção do de St. George, onde a população diminuiu, também tiveram aumentos notáveis e esplêndidos.

Uma esplêndida nova casa de reunião foi erigida em Honolulu e será dedicada num futuro muito próximo.

Uma casa missionária está em processo de construção em Atlanta, na Geórgia, para acomodar o presidente e a equipe administrativa da Missão dos Estados do Sul, a única missão dos Estados Unidos que ainda não foi provida de instalações adequadas para seu presidente. Um bom número de capelas, algumas grandes e belas, estão sendo erigidas na maioria das missões dos Estados Unidos.

O Lar de Convalescença da Primária

O Lar da Primária está cuidando de vinte e cinco a trinta crianças que necessitam de tratamento cirúrgico e de enfermagem especializado. A Igreja despendeu meios consideráveis na preparação e equipagem deste lar para essas criancinhas. Desde então, ele tem sido largamente sustentado pelas doações das crianças da Primária e de outras pessoas benevolentes. O Rotary Club de Salt Lake City acaba de doar $1.000,00 a este lar de crianças.

Treinamento do Sacerdócio Aarônico

Um trabalho louvável está sendo realizado em todas as alas e estacas no desenvolvimento e treinamento do Sacerdócio Aarônico, e esse bom trabalho deve continuar.

Dízimos Devolvidos às Estacas

Gostaria de chamar a atenção para o fato de que o montante de dízimos devolvidos às estacas, e o total das obras de caridade, incluindo as da Sociedade de Socorro e as doações do dia de jejum, chega a mais de $3.300.000,00. Considerando o número limitado de membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, a meu ver isso é uma demonstração maravilhosa e admirável da liberalidade do povo, e de sua disposição de contribuir para a manutenção e construção de casas de reunião, para a manutenção e construção de escolas, e para fins educacionais, de caridade e eclesiásticos em geral.

Aumento Notável na Obra do Templo

Estou particularmente satisfeito com o aumento deveras notável do trabalho que vem sendo realizado em nossos templos. Não há obra em que os Santos dos Últimos Dias se ocupem que traga maior paz e alegria ao coração humano do que trabalhar nos templos pela salvação de nossos mortos. Este trabalho vicário é um dos maiores em que os Santos dos Últimos Dias podem se ocupar. É um trabalho que traz maior satisfação e alegria do que quase qualquer outro no mundo, e é um trabalho pelo qual os Santos dos Últimos Dias sempre tiveram grande orgulho e grande interesse. Creio que não há dinheiro despendido pela Igreja ou pelos membros individualmente que tenha trazido mais conforto e felicidade ao povo do que o despendido na construção de templos e no trabalho neles realizado.

Tenho o prazer de ouvir que o templo erigido nas Ilhas Havaianas está fazendo muito para divulgar os Santos dos Últimos Dias, levando um grande número de pessoas influentes — turistas que visitam aquelas maravilhosas ilhas — a interessar-se pela literatura dos Santos dos Últimos Dias. Não ouço senão bons relatos a respeito daquele templo; e também ouço relatos deveras maravilhosos e esplêndidos a respeito do espírito de boa vontade que vem de tais visitas ao templo ainda não dedicado, no Canadá. Creio que o Irmão Wood, presidente da estaca de Alberta, estaria disposto a adiar a dedicação por mais um ano, por causa do grande bem que julga que resultaria de permitir a entrada de estranhos em nosso templo antes de sua dedicação. Mas nós erigimos aquele templo, é claro, para as ordenanças do templo, e, quando estiver pronto para a dedicação, nós o dedicaremos, para que possa ser utilizado para os propósitos que o Senhor espera de nós.

A Indústria da Beterraba e a Igreja

Há um ano, deste púlpito, na abertura da Conferência, dediquei quase todo o tempo de meu discurso à indústria da beterraba. Exortei nosso povo, durante aquela conferência, a plantar beterraba açucareira, e declarei crer que isso seria de grande vantagem para eles, caso o fizessem. Essa era minha opinião então. Tenho o prazer de dizer que, durante o ano passado, a indústria teve muito êxito, e que hoje está numa condição financeira muito melhor do que estava há um ano. Há dois anos, em outubro próximo, a Igreja entrou em dívida pela primeira vez em muitos anos; o Fiduciário tomou emprestado, em Nova York e Chicago, cerca de dois milhões de dólares, para auxiliar a indústria açucareira. Contrariava nossos princípios pôr a Igreja em dívida, mas foi opinião unânime da Presidência e dos Apóstolos que seria sábio fomentar essa indústria, tomando emprestado o dinheiro necessário para protegê-la e resguardá-la. Tenho grande prazer em anunciar aos Santos dos Últimos Dias que todas essas obrigações do Fiduciário, contraídas em apoio à indústria açucareira, foram pagas, e mais uma vez a Igreja não tem dívida flutuante direta, exceto uma pequena nota de $10.000,00 que não tivemos oportunidade de quitar.

Aconselha-se o Povo a Permanecer na Fazenda

Creio que será do interesse dos agricultores cultivar beterraba açucareira no ano que se aproxima. Creio que a indústria açucareira, em nossa comunidade, é uma das indústrias mais benéficas já estabelecidas. Sinto que o Presidente Wilford Woodruff foi inspirado pelo Senhor a exortar o povo a investir seus meios naquele grande empreendimento, embora alguns dos mais brilhantes de nossos homens de negócios não tivessem fé no resultado final. O Presidente Woodruff sentiu que a inspiração do Senhor apontava para o estabelecimento daquela indústria, a fim de aumentar os produtos da terra. Sempre coube aos Santos dos Últimos Dias ocupar-se do cultivo da terra. Desde os dias do Presidente Brigham Young até o presente, os líderes deste povo sempre aconselharam os Santos dos Últimos Dias, na medida do possível, a se ocuparem do cultivo da terra, da manufatura e de outros empreendimentos produtivos. Brigham Young pregou que os Santos talvez pudessem ir à Califórnia e obter riqueza repentina, voltando com ouro, mas disse que isso pouco lhes aproveitaria, ao passo que, se permanecessem em suas fazendas, ocupando-se do cultivo da terra, constituindo lares e criando suas famílias, obteriam riquezas eternas. Creio firmemente que o melhor lugar em todo o mundo para criar Santos dos Últimos Dias é a fazenda, e que o pior lugar para criá-los é a maior cidade em que se possa colocá-los. Parece haver uma força, física, moral e religiosa, que advém aos que se ocupam do cultivo da terra, força essa que, em média, é muito superior à de qualquer outra ocupação que eu conheça.

No momento presente, há um sentimento bastante difundido de que não vale a pena permanecer na fazenda, de que o certo a fazer é vender a fazenda, ou, se estiver hipotecada por uma grande quantia, dizer: "Bem, deixaremos que o dono da hipoteca a cultive. Não compensa cultivá-la." Isso está errado. Creio que, com as bênçãos do Senhor, com economia e com o cultivo dos produtos da terra, utilizando esses produtos para alimentar gado, ovelhas e porcos, e aumentando a renda com a produção de manteiga, ovos, queijo e de outras formas, as fazendas podem ser tornadas produtivas com lucro. Lembro-me de que, quando estive na distante terra do Japão, comi manteiga da Escandinávia, e sei que, enquanto estive na Inglaterra, na grande maioria das vezes comi manteiga da Escandinávia. Se a manteiga pode ser transportada de tão longe, da Escandinávia até o Japão, creio que a manteiga pode ser produzida e transportada com lucro desta região entre montanhas. Não há fazendas mais finas em nenhum outro lugar do que as que se encontram nesta região entre montanhas. É a melhor região leiteira. Não há solo mais forte, mais substancial e mais esplêndido, capaz de produzir ano após ano se apenas bem tratado, do que o desta região entre montanhas.

Poupança, Economia e Tempos Difíceis

Falamos de tempos difíceis. Quero dizer que já li mais de uma vez os sábios ditados de Benjamin Franklin sobre poupança e economia, e sua referência à reclamação do povo contra os encargos tributários que lhe são impostos. Ele diz que os luxos em que o povo se entrega e o gasto perdulário de seu dinheiro constituem um encargo muitas vezes maior do que os impostos e encargos públicos que o povo precisa enfrentar. Hoje, a grande maioria de todo o dinheiro gasto em automóveis é para o prazer. No estado de Utah, temos cerca de 50.000 automóveis. Creio que temos até um pouco mais do que isso. Não creio que a depreciação, o desgaste, o óleo, a gasolina e os pneus custem, em média, menos de $50,00 por mês por automóvel; 50.000 automóveis a cinquenta dólares cada um por mês são $2.500.000,00; multiplicado por doze, são $30.000.000,00 por ano, na maior parte uma despesa desnecessária. Creio que essa cifra poderia ser reduzida exatamente à metade, se o povo se decidisse a fazê-lo. Creio que quase todas as dificuldades da maioria do povo desapareceriam se estivessem dispostos a abandonar o hábito de usar, por assim dizer, meias de seda, e voltar à maneira comum de vestir-se, de modo mais discreto e modesto; a se abster de frequentar cerca de nove décimos dos cinemas que frequentam; a voltar aos costumes de poupança e economia que tenho ouvido pregar deste púlpito desde os dias do Presidente Brigham Young até hoje.

Creio que os encargos que pesam sobre os Santos dos Últimos Dias seriam, na verdade, bem leves, se o povo tivesse dado ouvidos ao conselho de nosso saudoso e amado Presidente Joseph F. Smith, de saírem da dívida enquanto tudo prosperava, quando podiam vender todas as suas ovelhas e seu gado e quase tudo o que possuíam por duas ou três vezes seu custo, em vez de se endividarem ainda mais, como fizeram, aumentando as hipotecas sobre suas casas e seu gado, acreditando que cada dólar que pudessem tomar emprestado significava maior riqueza para eles. A advertência do Presidente Joseph F. Smith penetrou em meu coração. Se tive uma oportunidade de me endividar ainda mais, estando em dívida, tive dezenas delas oferecidas a mim, mas lembrei-me do ensinamento do Presidente Smith, e naquele mesmo dia comecei a trabalhar para sair da dívida e não especular um único e solitário dólar até sair dela; e, com exceção de alguns pequenos empréstimos sobre minhas apólices de seguro de vida — que tenho poupado, investindo mensalmente numa sociedade de construção o suficiente para pagar esses empréstimos —, não devo hoje, pessoalmente, um único dólar. Se eu não tivesse dado ouvidos e seguido o inspirado conselho do Presidente Smith, creio que estaria eternamente "arruinado", por causa das muitíssimas boas oportunidades de investimento financeiro que me foram oferecidas desde então. As palavras inspiradas do Presidente Smith encontraram eco em meu coração, e segui, desde então até sua morte, cantando: "Agradecemos-Te, ó Deus, por um profeta que nos guia," em vez de acrescentar: "desde que ele não nos guie a permanecer fora de dívidas," como bem poderiam estar cantando hoje muitas pessoas.

Um Apelo em Favor da Indústria Local

Irmãos e irmãs, apoiai nossos produtos manufaturados no país, de todos os tipos e descrições. Numa conferência recente, roguei ao povo que o fizesse, e contei história após história sobre produtos feitos em casa, e anunciei que eu ia mandar fazer um terno de Provo. Consegui aquele terno e o tenho usado desde então, mas está um pouco velho agora, e por isso pensei em vestir novamente meu terno preto nesta manhã. Apoiemos nossas indústrias locais. Permaneçamos na fazenda. Lembremo-nos de que nossos pais se sacrificaram e vieram para cá pelo evangelho do Senhor Jesus Cristo.

Quero garantir-vos novamente que o melhor lugar do mundo para criar Santos dos Últimos Dias é na terra. Conheço pessoas que venderam suas fazendas, foram para a Califórnia ou algum outro lugar trabalhar, e gastaram tudo o que suas fazendas lhes trouxeram. Agora desejam ter o suficiente para voltar a Utah.

"Ó dizei, que é a Verdade? É a mais bela joia Que as riquezas do mundo podem produzir; E o valor da verdade será inestimável, quando O mais precioso diadema do orgulhoso monarca For contado apenas como escória e refugo."

Temos a Verdade para dar ao mundo. Temos o plano de vida e salvação. Temos o evangelho do Senhor Jesus Cristo, e, se vivermos nossa religião, o Senhor Deus Todo-Poderoso nos abençoará.

"Sim, dizei, que é a verdade? É o mais brilhante prêmio A que mortais ou Deuses podem aspirar; Ide buscá-la nas profundezas onde reluzente jaz, Ou ascendei em sua busca até os céus mais altos; É um alvo para o mais nobre desejo."

Todo Santo dos Últimos Dias deveria ter o desejo, acima de todas as coisas, de que sua vida proclamasse a Verdade, e de que sua vida fosse um mestre da Verdade, não somente para o mundo, mas especialmente para sua própria família.

"O cetro pode cair das mãos do déspota, Quando enfrenta os ventos da severa justiça, Mas o pilar da verdade perdurará até o fim, E seus baluartes de firmes raízes resistirão à rude tempestade E ao naufrágio das esperanças do cruel tirano."

"Então, dizei, que é a verdade? É a última e a primeira, Pois ultrapassa os limites do tempo; Ainda que os céus se afastem e as fontes da terra rompam, A verdade, a soma da existência, resistirá ao pior, Eterna, imutável, para sempre."

Rogo ao Senhor que nos abençoe abundantemente nesta conferência. Vamos ter mais oradores do que nunca, pois vamos limitar o tempo dos oradores, inclusive o meu. Geralmente falo uma hora em meu discurso de abertura; decidi tomar trinta minutos nesta manhã, e já me resta apenas cerca de um minuto.

Vamos nos afastar um pouco de nosso costume habitual, e convidar os presidentes de estacas e outros a fazerem breves discursos, não excedendo dez minutos. Rogo sinceramente que as bênçãos do Senhor vos acompanhem. Amém.

Como citar este discursoHeber J. Grant, “Informações Estatísticas Gerais e Mudanças nas Missões”, Conferência Geral de Abril de 1923, Sessão Matutina do Primeiro Dia (1923-04-06). Pulpit Vault, 1923-04-02-heber-j-grant-remarks-2. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).