Pulpit

O Testemunho dos Profetas de Todas as Épocas

Rey L. Pratt

Conferência Geral de Outubro de 1922·Primeira Reunião de Transbordamento ao Ar Livre·1922-10-08

Confio sinceramente, meus irmãos e irmãs, que minha voz alcançará suficientemente longe para que todos vós possais ouvir. É para mim, esta manhã, uma inspiração ver esta maravilhosa congregação diante de mim.

Tive o privilégio, em conferências passadas, de falar destes degraus às congregações dos Santos dos Últimos Dias em reuniões de transbordamento ao ar livre, mas creio que nunca antes vi tantas pessoas que não conseguiram entrar nos grandes edifícios, o Tabernáculo e o Salão das Assembleias, e que, por seu desejo de ouvir a palavra do Senhor, se reuniram nestes terrenos.

Somos verdadeiramente abençoados do Senhor hoje neste clima magnífico. É maravilhoso quão ameno está, e quão confortáveis estamos aqui esta manhã, embora perceba perfeitamente que estais ficando cansados de estar de pé. Mas será apenas uma ou duas vezes ao ano que vos será pedido isso, e eu diria, irmãos e irmãs, que apreciaríamos muito se nos ouvísseis até o fim. Meu único desejo, ao falar-vos esta manhã, é ensinar-vos a verdade a respeito do evangelho de Jesus Cristo.

Encontro aqui registradas, em Amós, estas maravilhosas palavras: "Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas." E gostaria de voltar-me e ler-vos a escritura dada ao mundo naquilo que se conhece por Regras de Fé. "Cremos em tudo o que Deus revelou, em tudo o que ele revela agora, e cremos que ele ainda revelará muitas grandes e importantes coisas concernentes ao reino de Deus."

Presto-vos meu testemunho, meus irmãos e irmãs, de que a Igreja de Jesus Cristo foi fundada e está estabelecida sobre o princípio da revelação, e essa é a mensagem que temos levado ao mundo desde que Joseph Smith anunciou que o próprio Deus lhe falara, que seu Filho, Jesus Cristo, viera e revelara sua mente e vontade a ele, e sustentamos como princípio que não pode ser contestado nem posto de lado, que o reino de Deus deve repousar sobre a rocha da revelação. Cremos que todos os acontecimentos que sobrevieram aos filhos dos homens, desde o princípio dos tempos, foram revelados até antes de acontecerem, por meio dos profetas do Senhor aos filhos dos homens.

Cremos que o Senhor está falando por meio de seus profetas hoje, e cremos também que, por todo o tempo vindouro, enquanto o homem mortal viver sobre esta esfera, Deus se revelará a seus servos os profetas e, por meio deles, a seu povo. Vossos filhos e vossas filhas, aos milhares, saíram como missionários, e hoje quase dois mil deles estão de pé entre as nações da terra, nesta manhã de sábado, e esse é o cerne de sua mensagem. Há ministros no mundo que leem as escrituras; há ministros no mundo que ensinam moralidade; há ministros no

mundo que ensinam a verdade em alguns de seus aspectos, mas negam a revelação. Poderíamos sair, meus irmãos e irmãs, e ser versados nas escrituras, na ciência e em todo o saber do mundo, mas nossa mensagem, como a deles, se despojada dessa única grande coisa, seria uma letra morta que mata e não dá vida eterna às almas dos homens.

Verificamos que o mundo não crê nessas coisas, e por essa razão parece que devemos ser despertados em lembrança; pois o Senhor, por meio de seus profetas, revelou condições que verdadeiramente prevalecem em nossos dias, e meu desejo hoje é despertar, no coração da juventude de Sião e do povo da Igreja, uma renovada crença nos profetas, uma renovada crença na palavra de revelação. Não precisamos remontar até o tempo de Moisés, de todos os profetas do Antigo Testamento, dos apóstolos do Novo, e ler apenas sua palavra e as revelações de Deus a eles, mas verdadeiramente hoje os homens comungam com nosso Pai e recebem suas revelações tal como aqueles profetas de outrora.

Há alguma diferença entre os apóstolos que se assentam aqui neste tabernáculo, e que se levantam e proclamam sua mensagem profética ao mundo hoje, e os apóstolos que foram enviados por nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo? Quem foi Pedro? Quem foi Tiago, e João, e Paulo? Eram homens, meros homens — mas dotados de um santo chamado profético e feitos apóstolos do Senhor Jesus Cristo, e por meio deles sua palavra chegou ao mundo. Quem são os homens que foram dotados deste chamado aqui? São homens mortais, mas o chamado é o mesmo. Sabei disto, ó juventude de Sião! Quando olhardes para esses homens, estareis olhando para homens tão grandes quanto os homens sobre os quais ledes nas sagradas e santas escrituras. E há alguma diferença na qualidade dos profetas, dos presidentes da Igreja, e dos que foram os poderosos profetas do passado? Digo-vos que não há diferença. Mas há um perigo em não apreciarmos essas coisas, e paira sobre o mundo aquele ai do Deus Todo-Poderoso, porque rejeitaram este princípio da revelação.

Eis o que vos li: é a revelação do Senhor por meio de seus profetas em tempos passados, e estamos comprometidos a crer nela: "Sim, ai daquele que negar as revelações do Senhor, e que disser que o Senhor não mais opera por revelação, ou por profecia, ou por dons, ou por línguas, ou por curas, ou pelo poder do Espírito Santo! Sim, e ai daquele que disser, naquele dia, para obter lucro, que não pode haver milagre algum operado por Jesus Cristo; pois aquele que assim fizer se tornará como o filho da perdição, para quem não houve misericórdia, segundo a palavra de Cristo."

Convém-nos, portanto, continuar firmes nesta crença. Cantamos, no início desta reunião, aquele maravilhoso e inspirador hino, que deveria tocar o coração de todo Santo dos Últimos Dias, "Agradecemos-te, ó Deus, por um profeta, para nos guiar nestes últimos dias"; e nesta grande conferência a palavra do Senhor chegou à

Igreja por meio do profeta do Senhor, e essa palavra é: Arrependei-vos; e vivei em harmonia com as leis de Deus e as leis da terra.

Irmãos e irmãs, podemos esperar ser abençoados e desconsiderar este chamado? Tremi ontem à noite ao ouvir as palavras daquele profeta a clamar ao povo que vivesse uma vida limpa. Parecia não ser a palavra de homem mortal, mas a palavra de Deus, que penetrava até o próprio centro do meu ser. Irmãos e irmãs, presto-vos meu testemunho de que esta é a palavra do Senhor.

Os profetas de antigamente apontaram as condições que deveriam existir nesta era. Cremos que o Livro de Mórmon é a palavra de Deus, e ainda assim encontramos pessoas que se professam Santos dos Últimos Dias e são céticas quanto a algumas das profecias contidas naquele livro. Fez-se referência esta manhã ao fato de que há uma missão lamanita. Agradeço ao Senhor por estar identificado com ela. Agradeço ao Senhor por, durante 16 anos, ter erguido minha voz em defesa dos princípios do evangelho e no ensino da verdade eterna à nação lamanita que vive ao sul de nós, e ainda assim volto para casa e encontro homens, meus irmãos, que dizem: "certamente o Senhor nada pode fazer com aquele povo, certamente nosso tempo e esforço são desperdiçados em tudo o que tentamos fazer por eles." Ó, meus irmãos e irmãs, pode a voz ou a mão de um homem insignificante deter e impedir o que Deus predisse que há de acontecer? Quem se levantará contrariamente, para evitar que se cumpram os propósitos de Deus? Cremos no que ele revelou a respeito da redenção daquele povo? Eu creio. E, se me custar a vida, não custará mais do que já custou a alguns outros homens estabelecer o evangelho em alguns dos países de onde talvez alguns de vós tenhais vindo. É a obra do Senhor; ele a decretou, e ela prosseguirá.

Fez-se referência, durante esta conferência, ao espírito de ilegalidade que prevalece. Penso que uma das maiores ameaças a este grande país nosso é a concepção equivocada de liberdade no coração e na mente do povo. As pessoas confundem liberdade com libertinagem, e se tornam licenciosas. São indignas; são impuras, e dizem que o são porque são livres para fazer o que quiserem. Engajam-se em greves desastrosas e põem em perigo a vida, os membros e a liberdade de seus semelhantes, porque dizem que são livres. Cuidado com uma falsa liberdade, uma falsa liberdade que transcende os limites da verdadeira liberdade, da verdadeira liberdade que vem com o exercício da verdade e do conhecê-la. O profeta do Senhor nos chamou ao arrependimento a respeito dessas coisas. Ora, meus irmãos e irmãs, podemos, com coerência, deixar de dar ouvidos à sua advertência? Gostaria de ler-vos a palavra do Senhor, tal como veio ao profeta, registrada aqui no trigésimo capítulo de III Néfi. Os profetas de antigamente e os profetas dos tempos modernos soam a mesma advertência. Sob a inspiração do Espírito do Senhor, o presidente Brigham H. Roberts, do Primeiro Conselho dos Setenta e presidente

da Missão dos Estados do Leste, fez soar uma advertência à nação gentia da qual fazemos parte. Por meio de visão profética, os profetas de antigamente previram nosso dia; previram os males que viriam entre nós; e ressoam, através dos tempos, até nós, as palavras dos profetas de antigamente, a título de admoestação e chamado ao arrependimento, que gostaria de ler-vos. Aplicam-se a nós, na medida em que sejamos culpados de alguma das coisas ali mencionadas, e dirigem-se à grande nação de povo conhecida como os Estados Unidos da América, especificamente a título de chamado ao arrependimento. E deixai-me dizer aqui que sua própria existência neste continente está condicionada, neste grande livro profético, a viverem em harmonia com o evangelho de Jesus Cristo e não o rejeitarem; e quando o rejeitarem, ai, ai deles:

"Ouvi, ó gentios, e escutai as palavras de Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo, que ele me ordenou que vos falasse, porque eis que me ordena que escreva, dizendo:

"Afastai-vos todos, ó gentios, de vossos caminhos iníquos; e arrependei-vos de vossas maldades, de vossas mentiras e embustes; e de vossas libertinagens e de vossas abominações secretas e vossas idolatrias; e de vossos homicídios e vossas artimanhas sacerdotais e vossas invejas; e de vossas discórdias e de todas as vossas iniquidades e abominações; e vinde a mim e sede batizados em meu nome, a fim de que recebais a remissão de vossos pecados e sejais cheios do Espírito Santo, para que sejais contados com o meu povo, que é da casa de Israel."

Deveríamos escrever um catálogo dos crimes a que este povo mais se entrega hoje, e não nomearíamos justamente os mesmos que o profeta chama o povo a se arrepender nesta grande profecia? A nação é pura? É verdadeira? Não são eles enganadores? Não há combinações secretas abomináveis que ameaçam os próprios alicerces de nossa sociedade? Há, sim, e o Senhor oferece um meio de escapar dessas coisas. Ele não abandonou o povo. Não; seu braço ainda está estendido, como nos tempos antigos, quando teria reunido o povo, tal como a galinha reúne seus pintos debaixo da asa. Mas ele não o fará, se eles não quiserem. Nenhuma força, nenhuma coerção será usada. Mas, a seu devido tempo, o Senhor derramará suas calamidades e seus juízos, para que o mundo saiba que Deus não será escarnecido, que ele está ao leme, que esta é sua obra e nós somos suas criaturas. Assim, o grande clamor hoje a Israel, ao mundo, a todos nós, é o arrependimento. E a grande mensagem ao mundo, que deve ser entregue aqui em casa e nas nações estrangeiras por vossos filhos e vossas filhas, é o fato de que Deus fala novamente e continuará a falar até o momento mais remoto do tempo.

Vivo numa parte do país onde acontecimentos recentes trouxeram muito vivamente à minha mente algumas condições. Notareis, no que li aqui, que o Senhor falou a respeito de combinações secretas. Ora, gostaria apenas de dizer uma palavra — e que se saiba que não é minha, mas é a palavra dos profetas do Senhor, uma palavra de advertência e uma voz erguida para nos dar uma chave pela qual possamos compreender e reconhecer o perigo quando aparece.

"Portanto, ó gentios, é sabedoria de Deus que estas coisas vos sejam mostradas, a fim de que, por meio delas, vos arrependais de vossos pecados e não permitais que vos dominem essas combinações assassinas, instituídas para a obtenção de poder e lucro — e a obra, sim, a obra de destruição vos sobrevenha; sim, a espada da justiça do Deus Eterno cairá sobre vós para vossa ruína e destruição, se permitirdes que estas coisas aconteçam.

"Portanto, o Senhor vos ordena que quando virdes essas coisas surgirem entre vós, estejais conscientes de vossa terrível situação por causa desta combinação secreta que existirá entre vós; ou ai dela, em virtude do sangue daqueles que foram mortos; porque eles clamam desde o pó por vingança contra ela e contra os que a instituíram.

"Pois acontece que quem a institui visa destruir a liberdade de todas as terras, nações e países; e causa a destruição de todos os povos, pois é instituída pelo diabo, que é o pai de todas as mentiras; o mesmo mentiroso que enganou nossos primeiros pais, sim, o mesmo mentiroso que fez com que o homem cometesse assassinatos desde o princípio; que endureceu o coração dos homens a tal ponto que mataram os profetas e apedrejaram-nos e expulsaram-nos desde o princípio."

Se a tentação vos vier de aderir a esses "supergovernos", como são chamados, esses impérios invisíveis que juram uma lealdade maior à sua própria organização — embora dentro da organização dos grandes Estados Unidos — do que juram à constituição do país, lembrai-vos das palavras do profeta, pois isso é do diabo, e trará destruição à pessoa, à comunidade e à nação que o fomentar e permitir que cresça e se torne um poder em seu meio.

A voz do Senhor, por meio de seus profetas, nos chama ao arrependimento dessas coisas. Ó, por que, por que, irmãos e irmãs, é assim? Onde está a inteligência que o Senhor nos dá? Podemos ver que viver dentro da lei é o melhor, é o mais seguro. Por que somos tão propensos a viver fora da lei? Por que haveríamos de nos fazer um poder para nós mesmos e escolher a parte da lei que quereríamos viver? Ordenou-nos o Senhor não matar? Sim. Todos cremos que não devemos matar. Foi outro que nos disse não roubar? Não. Foi outro que nos disse não dar falso testemunho? Não. Foi outro que nos disse não fabricar, nem traficar, nem vender, nem beber uísque clandestino? Não. Pois, por meio de seu profeta, ele nos disse para não fazermos essas coisas. Foi outro que nos disse não beber chá e não beber café? Não. É o mesmo, e o estamos desobedecendo quando fazemos essas coisas, e o juízo de Deus, mais cedo ou mais tarde, virá sobre nós. Foi outro, diferente do que nos disse para sermos castos, virtuosos, verdadeiros e limpos? Não, é o mesmo, meus irmãos e irmãs. Obedeçamo-lo, pois. Foi outro que nos disse para irmos por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura? Não. É o mesmo; e quer essas criaturas residam no México, quer residam na Sibéria, quer residam na Índia, quando o chamado de Deus vier, ó irmãos e irmãs, ponhamos tudo o que temos sobre seu altar, e vamos e guardemos seus mandamentos e limpemos nossas vestes do sangue da geração em que vivemos.

Tenho o gosto de ter tido o privilégio de vos falar por alguns

momentos aqui esta manhã. Desejo, em conclusão, prestar-vos meu testemunho de que sei que Deus vive, ele é meu Pai, ele se revela aos filhos dos homens. Sei que Jesus Cristo é o Filho de Deus, o Unigênito Filho de Deus na carne, e que veio no meridiano do tempo e realizou uma salvação e uma redenção para os filhos dos homens. Passando por cima do tempo da apostasia, testifico-vos que Deus e seu Filho, Jesus Cristo, em resposta a uma humilde oração daquele rapaz profeta, Joseph Smith, vieram a ele e lhe falaram e lhe revelaram o que Deus é. Testifico-vos que dele vieram mensageiros portando a santa mensagem do evangelho e o poder do Sacerdócio, e que o poder do Sacerdócio foi confiado ao Profeta Joseph Smith, por cujo poder ele organizou a Igreja e pôs em operação a grande obra que hoje nos reuniu aqui. Testifico que, tendo-lhe sido dado pelo anjo Morôni, ele traduziu as placas das quais foi tirado o Livro de Mórmon, e nos deu uma "nova testemunha de Deus" no mundo. Testifico-vos algo mais: que ele recebeu de Deus mais revelação e inspiração — cada palavra contida no Livro de Doutrina e Convênios, e é a lei e a vontade do Senhor para nós, seu povo, aqui hoje.

Testifico-vos ainda algo mais: que todo homem que se ergueu como sucessor daquele grande profeta possuiu as mesmas chaves de liderança profética e apostolado que ele possuía. Não houve engano, desde Brigham Young até o homem cuja voz é privilégio de todos nós ouvir nesta grande conferência aqui hoje. Testifico-vos que Heber J. Grant é um profeta de Deus; e o homem que rejeitar suas palavras, o homem que rejeitar seu conselho, rejeita-os para seu próprio perigo no mundo.

Que o Senhor vos abençoe; que o Senhor vos ajude a viver como devem viver os Santos dos Últimos Dias, e a levar adiante a parte que vos foi designada nesta grande obra; pois os filhos de nosso Pai, em toda parte, ainda têm fome e sede de justiça. Ó irmãos e irmãs, comparado com a alegria que isso lhes traz, quão pequeno é vosso sacrifício, afinal, ao enviardes vossos filhos e vossas filhas — ficando sem eles, economizando para sustentá-los! Ó, se pudésseis apenas sentir e saber e ver a alegria que chega àqueles que eles alcançam, sei que vosso coração se alegraria. O sacrifício traz as bênçãos do céu. Podemos dar mais do que nosso Salvador deu? Pensai no que ele fez por nós. Então, em seguida, podemos fazer mais do que o Profeta Joseph fez? Pensai em sua vida e no que fez e deu. Precisamente onde estamos no conflito, esse é o nosso lugar; precisamente onde poderíamos pensar que somos inúteis, não escondamos o rosto; pois Deus nos colocou aqui para um propósito; qualquer que seja, pensemos que ele nos escolheu para isso. Trabalhemos com lealdade. Que o Senhor vos abençoe é minha oração, em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoRey L. Pratt, “O Testemunho dos Profetas de Todas as Épocas”, Conferência Geral de Outubro de 1922, Primeira Reunião de Transbordamento ao Ar Livre (1922-10-08). Pulpit Vault, 1922-10-39-rey-l-pratt-remarks-45. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).