Que Dizer do Dia e da Hora em Que Vivemos?
Melvin J. Ballard
Desejo ler do capítulo 52 de Isaías, começando no versículo 7: ¶
"Quão formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina! ¶
"Uma voz dos teus atalaias se ouve, alçam a voz, juntamente exultam; porque olho a olho verão, quando o Senhor tornar a trazer Sião. ¶
"Clamai cantando, exultai juntamente, desertos de Jerusalém, porque o Senhor consolou o seu povo, remiu Jerusalém. ¶
"O Senhor desnudou o seu santo braço perante os olhos de todas as nações, e todos os confins da terra verão a salvação do nosso Deus." ¶
Que Dizer do Dia e da Hora em Que Vivemos?
Regozijo-me, meus irmãos e irmãs, por pertencer a uma Igreja que tem atalaias, que cantam juntos em uníssono, que verdadeiramente têm a visão, a luz e a inspiração do Deus vivo, para dirigir este povo. ¶
Quando o povo se reúne, como fazemos nestas grandes ocasiões, pode haver, no coração de muitos, o clamor: "Atalaia, que dizes da noite, e que dizes da hora, e que dizes do dia em que vivemos?" ¶
Mas esse clamor não é feito em vão. A hora, os tempos e as estações em que vivemos são conhecidos e foram revelados durante as sessões desta conferência aos Santos dos Últimos Dias. Não estamos tateando na escuridão, e vivemos no dia de que Isaías falava quando, sobre os montes de Efraim, onde estamos, os atalaias cantarão juntos em unidade; o dia em que os lugares desertos serão redimidos; e Jerusalém, como ouvimos nesta conferência, está no limiar de sua redenção, pois o Senhor o decretou. ¶
Um Povo com uma Grande Missão
Regozijo-me, digo, em viver e estar identificado e associado a um povo que tem a grande missão que foi confiada aos Santos dos Últimos Dias. Regozijo-me, com meus irmãos, nos pensamentos expressos pelos ilustres cavalheiros que nos falaram após o notável discurso do principal atalaia sobre as torres de Sião, nosso presidente. Pensei que o Professor Carver poderia ter-se referido ao que escreveu a respeito dos Santos dos Últimos Dias. Ele declarou, em nossa presença, que considerava este um dos campos mais fecundos do mundo para estudar aqueles que lidam com grandes questões de construção de impérios. Ele escreveu, há dois anos, num prefácio a um livro publicado pelo Professor Warren H. Wilson, de Harvard, intitulado Evolution of the Country Community, deplorando a tendência, por parte da maioria do povo deste país, de mudar-se das comunidades rurais e das pequenas cidades para as grandes cidades. Ele comentou as exceções a essa regra geral, e encontrou as exceções entre o povo "mórmon". Ele esteve aqui; ele nos estudou. Não é apenas considerado por ele um campo fecundo por ocasião desta visita; sua atenção esteve voltada para isso por muito tempo, ou não teria dito o que agora cito de seu capítulo introdutório: ¶
"Os elementos de cultivo permanente do solo são encontrados em maior número entre os 'mórmons'" — [notai que ele os menciona primeiro] — "escoceses, irlandeses, presbiterianos e alemães da Pensilvânia, que são os melhores agricultores americanos." ¶
Um Povo que Mantém o Autocontrole
O Professor Wilson disse em seu livro, num capítulo posterior: "Os 'mórmons' representam, no mais alto grau, essas excepcionais comunidades agrícolas dos Estados Unidos. Talvez nenhum outro corpo tão grande ou poderoso de agricultores unidos se encontre em todo o país." Então pensei em algo que o Professor Carver disse naquela excelente obra que publicou, intitulada The Religion Worth Having. Ele faz a pergunta: "Qual é a melhor religião," e responde nestas palavras: "A melhor religião é, primeiro, aquela que atua mais poderosamente como estímulo à energia; e, segundo, dirige essa energia da forma mais produtiva." Eu estava pensando nessas declarações do ilustre cavalheiro, que foi visitante e orador nesta conferência, e em conexão com seu notável discurso, que tive o privilégio de ouvir na Universidade dias atrás, no qual resumiu toda a sua resposta à pergunta "Quanta civilização podemos suportar?" Ele disse: "A resposta está em nossa capacidade de manter o autocontrole." Quando penso nessas perguntas e na sugestão contida em sua mensagem, pergunto: "Onde, em toda a terra, poderia ele, ou qualquer outro homem, encontrar um povo que mantenha mais autocontrole do que os Santos dos Últimos Dias?" ¶
Regras de Conduta Amplas e Abrangentes
Digo-vos que, quando Deus lançou os alicerces desta Igreja, deu-nos os princípios e regras de conduta para os membros desta Igreja, tão amplos, tão completos e abrangentes, que, sobre esse fundamento, podemos edificar até alcançar alturas que os homens jamais alcançaram na história deste mundo. Estamos aqui para esse propósito; estamos aqui para produzir a mais elevada civilização que já honrou o estrado de Deus. ¶
O Destino dos Santos dos Últimos Dias, Seu Dever ao Alcançá-lo
Se este povo escutar a voz dos atalaias, que, nos dias passados, conduziram com sucesso este povo ao seu presente estado de eficiência, na agricultura, em suas relações comerciais, nas instituições familiares e na moral do povo, testifico-vos que não haverá decepção. Todo princípio pelo qual esses problemas podem ser resolvidos foi entregue a este povo. Não viemos aqui para ser imitadores. Se há algo bom ou louvável, buscamos essas coisas, mas não estamos aqui para sermos desviados do grande objetivo e fim, que é edificar a mais perfeita raça de pessoas que já viveu, e elas não serão aperfeiçoadas apenas falando a respeito disso. Alcançaremos esse fim quando pudermos manter pleno autocontrole. Quando ouvi aquelas palavras vigorosas do Presidente Ivins a respeito das condições que prevalecem no mundo, indicando que, mesmo em nossa própria terra abençoada, há uma perda de autocontrole; que os homens não estão dispostos a obedecer à lei constitucional da terra; quando também ouvi a declaração citada de um distinto senador, no sentido de que não há, neste país, interesses que não estejam agora unidos entre si para fins egoístas, pergunto-me se não estamos nos aproximando do dia profetizado nos tempos antigos, tanto no continente oriental quanto no ocidental, e novamente pronunciado nesta dispensação, por meio do Profeta Joseph Smith, no sentido de que os homens seriam amarrados em molhos; e quando chegar o tempo em que estiverem amarrados em molhos, estarão prontos para a queima; estarão prontos para a destruição. ¶
O Perigo do Egoísmo e das Combinações de Classe
Suplico-vos agora, meus irmãos e irmãs, que não caiamos nos caminhos do mundo, deixando-nos amarrar em molhos egoístas. Toda organização e instituição que promova o bem-estar de uma classe particular contra o bem-estar e o interesse de outras é perigosa; qualquer instituição, não importa qual seja seu nome, que vos faça preocupar-vos apenas com o vosso próprio grupo particular de trabalhadores, promove o egoísmo. Os sindicatos nunca encontraram muito favor nesta Igreja; não porque não gostemos de ver nossos irmãos de uma determinada profissão ou grupo associados entre si, mas porque vemos o perigo do sistema, o plano e o propósito dele, que é o egoísmo, em que o homem dentro do sindicato ou da combinação está em inimizade com seu irmão que está fora da organização. Não deveria, portanto, haver sentimento de censura contra os líderes desta Igreja, que deram conselho e orientação a nossos irmãos a respeito deste assunto, porque eles veem perigos que nós não podemos ver. O apelo ao egoísmo é perigoso, e nunca houve época na história do mundo em que fosse mais desenfreado do que hoje. Falamos sobre o tempo em que o Redentor do mundo virá, quando a paz estará na terra, quando desfrutaremos de fraternidade universal. Mas, fora da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, parece-me que nunca houve época, pelo menos nos dias modernos, em que houvesse menos fraternidade universal do que hoje, e mais egoísmo demonstrado do que nunca antes. Mas vós, irmãos, sessenta mil dentre vós, que cumpristes missões, que deixastes vossos lares, pagastes vossas próprias despesas, para pregar este evangelho a estranhos, qual foi vosso treinamento? Foi um treinamento em fraternidade universal. Mostra que amamos nossos irmãos e irmãs em outras partes do mundo o suficiente para não apenas orarmos por eles, mas também gastarmos nossos bons meios e tempo para trazer-lhes a salvação. ¶
A Lei do Dízimo, um Remédio para o Egoísmo
A lei do dízimo, que foi revelada a este povo, contribui para a destruição do egoísmo e para o estabelecimento da fraternidade universal. E quanto isso é necessário agora, quando pensamos que meio milhão de pessoas neste país estão hoje em greve por causa da guerra entre o capital e o trabalho, em que o próprio país está em perigo e em risco, e o mundo inteiro está em aflição por causa do conflito entre o capital e o trabalho. Cheguei à conclusão de que o Senhor conhecia as necessidades de nossos tempos quando deu ao Profeta Joseph Smith a lei do dízimo. E, antes disso, deu-lhe a lei da consagração, um plano pelo qual, nos dias de Enoque, os homens tinham tudo em comum; não havia ricos nem pobres entre eles. Nosso povo estava disposto a avançar e entrar naquela ordem, mas não estava preparado, faltava-lhe treinamento, faltava-lhe preparação, e o Senhor deu a lei do dízimo, em suas próprias palavras, "como um aio," para nos conduzir à lei superior. Quero dizer-vos que o dia da formatura dessa escola está chegando, mas não virá por meio de um pequeno grupo que se afaste para cá, e outro para lá, tentando preceder a Igreja. Virá quando Deus inspirar Seu profeta a dar um passo à frente e pronunciar a palavra, e muitos homens e mulheres estarão preparados para a formatura, para entrar naqueles princípios que são inteiramente justos, que Deus decretou que devem ser estabelecidos quando o Filho de Deus vier reinar e governar entre os homens sobre a terra. Eles virão dessa escola, e serão os homens e as mulheres que pagaram seu dízimo honesto, e aqueles que não o pagaram estarão prontos para voltar à classe primária e recomeçar tudo de novo. Quantos estão preparados para fazer coisas maiores? Quão bem temos frequentado a escola? Apelo a vós agora, neste momento, quando os homens são tentados, por causa de suas circunstâncias financeiras, por causa de sua aflição e incapacidade de saldar suas obrigações, talvez, a afastar-se do mandamento do Senhor, e a negar-Lhe o que Lhe pertence. Digo-vos, meus irmãos e irmãs — sei-o, no mais profundo de meu coração; sei-o, e digo-vo-lo. Enquanto o Senhor viver, se este povo pagar seu dízimo honesto e praticar a economia, como sugerido pelo Presidente desta Igreja, saldareis vossas dívidas e obrigações e sereis livres. Prometo-vos que, se guardarmos os mandamentos do Senhor, jamais nos faltarão meios para a realização dos propósitos que Ele tem reservados para nós, se usarmos as coisas materiais apenas como meio para um fim glorioso. ¶
Como Este Povo Aprendeu Obediência e Autocontrole
Disse que somos homens e mulheres que aprendemos o autocontrole. Aprendemo-lo no pagamento do dízimo; aprendemo-lo na obediência às leis da terra. Uma das coisas que os homens hoje lamentam é a tendência, por parte do povo, mesmo de nosso próprio país, de desrespeitar e desobedecer às leis da terra. Apresento aos Santos dos Últimos Dias e ao mundo o exemplo desta Igreja, na obediência à lei, como evidência de nossa superior capacidade de autocontrole. ¶
O Presidente Ivins chamou nossa atenção para aquelas experiências pelas quais passamos nos dias do Presidente Woodruff, quando renunciamos à prática de um princípio que Deus havia revelado, quando o abandonamos. Para quê? Para obedecer à lei da terra. Isso produziu dificuldades, angústia, tristeza e aflição. Homens haviam demonstrado sua devoção a esse princípio e haviam sofrido prisão e encarceramento, mas, para que pudéssemos ser um povo obediente à lei, cumprindo, honrando e sustentando a lei, renunciamos a ele, custasse o que custasse; abandonamos sua prática, e apresento isso diante do povo deste país como evidência da capacidade do povo "mórmon" de honrar e obedecer à lei. Não esqueçamos, Santos dos Últimos Dias, que sobre nós recai o dever de continuar a dar um exemplo de obediência à lei. O Senhor disse (encontrareis isso registrado na Seção cento e quinze do livro de Doutrina e Convênios) que Ele chamou a Igreja a sair do mundo e a levantar um estandarte para as nações. É para isso que estamos aqui, para mostrar-lhes o caminho. ¶
Para Alcançar o Objetivo, Devemos Pagar o Preço da Integridade Moral
Falo agora de outro princípio que envolve a mesma questão. Nenhum povo jamais alcançará as alturas, a menos que seja puro de coração. Está chegando do exterior, alcançando-nos de uma forma ou de outra, e continuará a chegar, a influência desmoralizadora que existe no mundo; que derrubou os padrões morais das nações da terra. Não me importa o que digam contra nós na Inglaterra. Estão dizendo que selecionamos rapazes bonitos para irem à Inglaterra agora, quando há dois milhões a mais de mulheres do que homens na Inglaterra, para atrair as mulheres e moças da Inglaterra a vir para cá com propósitos imorais. Como Sir Phillip Gibbs nos disse em particular, comentando sobre isso: "Não precisaríeis mandar rapazes à Inglaterra para fazer isso, especialmente rapazes bonitos; se apenas colocásseis um pequeno anúncio no jornal dizendo que pagaríeis a passagem deles, conseguiríeis um navio cheio por semana." Que digam o que quiserem na Inglaterra ou em qualquer outro lugar. Não me importa o que digam; mas o que me preocupa é o que fazemos. Todo o mundo pode nos condenar e considerar-nos a escória da terra, impuros e imundos, mas isso não nos manterá para baixo, nem nos deterá de alcançar as alturas. Por outro lado, todo o mundo pode falar bem de nós e nos elogiar e nos dar crédito por sermos um povo virtuoso, e se não o formos, não poderemos nos elevar por todos os aplausos do mundo. Assim, o segredo de alcançarmos o objetivo é pagar o preço da integridade moral. Devemos manter o padrão que foi exaltado para este povo. Já o ouvi, como vós o ouvistes. Desde os dias de minha infância, minha mãe me ensinou a viver tão limpo, tão casto e tão puro quanto a moça que eu pediria em casamento, a mãe de meus filhos. Esta Igreja tem ensinado que, depois do próprio assassinato, o crime maior é o da impureza sexual. Jesus disse, discutindo a questão da moral dos homens: "Aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar já cometeu adultério com ela em seu coração." Nestes últimos dias, Ele disse que aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar e não se arrepender negará a fé. Nunca houve um povo imoral que não alimentasse pensamentos imorais. Creio que esta geração supera todas as outras na prática dessa maldade, e somos encorajados, por causa da vestimenta e do comportamento das mulheres, inocentemente, às vezes, talvez, e, em outras, deliberadamente, a atrair a atenção e a fazer o apelo sexual. Elas se comportam de tal maneira que sua própria aparência sugere pensamentos impuros e imundos. A representação de histórias de conteúdo sexual que agora frequentemente vemos na tela do cinema tende na mesma direção, e poderia mencionar outras coisas. ¶
Apelo aos Jovens Rapazes e Moças para Manter Nossos Padrões Morais
Agora, digo-vos, filhas de Israel, não caiais nas armadilhas do mundo. Cabe a vós, não apenas preservar-vos, mas salvar vossos irmãos. Se os jovens desta Igreja não se mantiverem limpos, ai, ai das filhas de Israel! A vós, jovens, cabe preservar nossos padrões; preservar a integridade moral das filhas de Israel; e lembrai-vos de que, depois do próprio assassinato, o crime maior é o da impureza sexual. Que isso fique gravado em nossos corações e em nossas almas, e resistiremos às tempestades que se abaterem sobre nós. ¶
Os Pais Devem Assumir Maior Responsabilidade
Então, pais, assumamos um pouco mais de responsabilidade; não deis demasiado por certo. Disse a meus próprios filhos e filhas: "Não é que eu não confie em vós, mas conheço as tentações da hora; não vou deixar-vos sozinhos; vou manter-me um pouco mais próximo de vós do que jamais fiz antes." Muitos namoros estão acontecendo dentro de automóveis, em vez de na porta ao lado, onde pai e mãe estão dentro de casa. Apelo a vós, meus irmãos e irmãs, para que não sigamos essas coisas sedutoras, porque são enganosas. ¶
Um Apelo ao Arrependimento
Digo-vos que a civilização deste mundo alcançou seu ápice. A menos que se arrependa e sirva a Deus, jamais haverá civilização maior neste mundo do que há hoje. Não podem ir mais alto, porque seu fundamento não é sólido. Não aprenderam o autocontrole. Nós, que empreendemos uma grande tarefa de fazer coisas que jamais foram feitas, lembremo-nos das lições que devemos aprender; e, se nos apegarmos a essas coisas, "avançaremos até o fim;" alcançaremos as alturas. Que Deus nos ajude a ter claramente em mente a visão daquilo que somos chamados a fazer e a ambição de fazê-lo, mantendo individualmente o controle, enquanto o caos reinar lá fora. Sabeis o que está por vir? Ah, meu coração se entristece quando vejo o que está por vir no mundo. Quereis saber o que é? Lede o que aconteceu quando Roma se tornou imoral e degenerada; lede o que aconteceu nesta terra da América quando os lamanitas e os nefitas se tornaram degenerados. Reis serão assassinados em seus tronos, bandos de homens com interesses comuns tomarão o governo por um momento, para serem derrubados por outras combinações de interesses; a propriedade estará insegura; a lei será escarnecida, e o domínio que prevalecerá será o do interesse próprio e do egoísmo, a menos que os homens se arrependam. ¶
Uma Visão para Sião
Mas vejo algo diferente para Sião. Vejo-a erguer-se e resplandecer em glória, poder e força, porque tem a verdade, se ela apenas a estimar e viver de acordo com ela. Virá o dia em que o povo virá do leste e do oeste, do norte e do sul, e dirá: "Vinde, subamos ao monte da casa do Deus de Jacó, para que ali aprendamos a andar em seus caminhos," e assim atrairemos não apenas a eles, mas atrairemos os anjos de Deus e traremos para viver sobre a terra novamente, entre os homens, o Senhor Jesus Cristo. Podemos apressar esse dia, pois Ele nos espera. Levantemo-nos e saiamos desta conferência com a determinação de que, melhor do que nunca, nos apegaremos aos padrões de Sião, oro em nome de Jesus Cristo. Amém. ¶