Pulpit

Os Frutos do Mormonismo e as Obrigações dos Pais

George Albert Smith

Conferência Geral de Outubro de 1906·Sessão da Tarde do Segundo Dia·1906-10-06

Os frutos do mormonismo. — Homens maus, os maiores opositores da Igreja. — Obrigações dos pais. — A fé dos filhos dos Santos dos Últimos Dias.

Sinto-me levado a louvar meu Criador neste dia pela bênção de poder reunir-me convosco nesta conferência da Igreja. Fui edificado e me regozijei com os comentários feitos por nossos irmãos, e anseio pelo mesmo Espírito que os dirigiu, para dirigir minhas palavras, para que o que eu diga seja inspirado por nosso Pai e para que sejamos beneficiados. Sou lembrado de que somos um povo que recebe muita instrução, e regozijo-me, ao visitar as Estacas de Sião, em ver o progresso feito em muitas frentes. Deste púlpito ouvi os servos do Senhor aconselhar-nos a apoiar as indústrias locais, e sinto-me levado a perguntar a mim mesmo: Quantos Santos dos Últimos Dias se lembraram desse sábio conselho? Fomos ensinados a guardar a Palavra de Sabedoria. Quantos de nós aqui presentes hoje estão cumprindo essa lei de nosso Pai Celestial? Tenho o prazer de mencionar uma coisa. Faz apenas alguns anos que as irmãs foram convidadas a descobrir a cabeça na adoração pública, e vejo que hoje há apenas poucas que se esqueceram disso. Assim, penso que estamos progredindo um pouco nesse sentido, e desejo elogiar nossas irmãs que se lembram desta admoestação, muito para o conforto daqueles ao seu redor e para sua própria bênção por causa de sua obediência.

Nosso Pai Celestial tem-nos abençoado, como povo, de maneira notável. Fomos reunidos das nações da terra, e trazidos a habitar nesta seção de Sua vinha. Como um daqueles que nasceram de pais Santos dos Últimos Dias, regozijo-me por poder olhar todos os homens de frente e dizer que os ensinamentos do mormonismo me trouxeram bênção nesta vida, e me deram a promessa de vida eterna. Há muitos no mundo que compreendem mal a missão da Igreja de Cristo. A estes desejo dizer que, no que me diz respeito, se há algo de bom em minha vida, alguma virtude, honestidade, integridade, destemor em fazer o certo; se há em mim uma disposição de honrar meu pai e minha mãe, e um desejo de sustentar o Sacerdócio do Deus vivo; se estou disposto a sustentar a constituição deste grande país em que vivemos; se há em meu coração o desejo de apoiar o grande homem a quem Deus honrou por presidir sobre os destinos desta nação; se há dentro de mim amor por meus semelhantes, e um desejo de servir a Deus e guardar Seus mandamentos, estas características vieram a mim, meus amigos, por causa do "mormonismo." Desde a infância, jamais fui ensinado a fazer coisa alguma imprópria, ou que fizesse mal a algum dos filhos de meu Pai Celestial; mas, desde a infância, fui ensinado a adquirir diligência, sobriedade, honestidade, integridade, e todas as virtudes possuídas pelos homens e mulheres que Deus se compraz em honrar e abençoar. Agradeço a meu Pai Celestial, neste dia, por estes ensinamentos terem vindo a mim dEle, por meio de Seus fiéis servos.

Ouvimos instruções de nossos irmãos, e me pergunto quantos de nós se lembrarão de colocá-las em prática. Referindo-me ao capítulo 7 de Mateus, versículo 24, encontro o seguinte:

"Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha:

"E desceu a chuva, e correram os rios, e sopraram os ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.

"E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as pratica, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia:

"E desceu a chuva, e correram os rios, e sopraram os ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda."

Quantos de nós, conhecendo a vontade do Pai, a estão fazendo? Quantos de nós, dia após dia, estão lançando um fundamento e edificando uma estrutura que se conforme à dignidade da estatura de nosso Mestre? "Sim, o homem é o tabernáculo de Deus, ou melhor, templos; e qualquer templo que for profanado, Deus destruirá esse templo." Ele nos deu inteligência e sabedoria acima de nossos semelhantes. Um conhecimento da pré-existência foi dado aos Santos dos Últimos Dias; um conhecimento de que estamos aqui porque guardamos nosso primeiro estado, e de que nos foi dada a oportunidade de obter a vida eterna na presença de nosso Pai Celestial, guardando nosso segundo estado. Não seremos julgados como são julgados nossos irmãos e irmãs do mundo, mas de acordo com as maiores oportunidades postas sob nossa guarda. Estaremos entre aqueles que receberam a palavra do Senhor, que ouviram Suas palavras, e, se as praticarmos, isso será para nós vida eterna, mas, se falharmos, disso resultará condenação.

Falando das virtudes que a Igreja de Jesus Cristo se esforça por incutir em seus devotos, sou lembrado de que, até este momento, jamais conheci, em meus dias, homem ou mulher realmente bom liderando uma cruzada viciosa contra os seguidores de nosso Senhor e Mestre. A Igreja de Cristo não é usualmente atacada de fora por aqueles que são morais em suas vidas. Uma das melhores evidências, para mim, da falta de moralidade em homens e mulheres é que o adversário consegue colocar em seus corações a disposição de derrubar a obra de nosso Pai Celestial. Digo aos rapazes e moças de Israel: mantende-vos puros e sem mácula dos pecados do mundo. Sede um exemplo do que o Mestre desejou que fôssemos em meio aos filhos dos homens. Magnificai as oportunidades que nosso Pai colocou sob vossa guarda. Se homens entre nós tentarem afastar-vos da fé de vossos pais, examinai suas vidas, e encontrareis os erros que cometeram, pelos quais foram levados cativos pelo maligno. A meu ver, este é um dos mais fortes testemunhos da divindade desta obra: que homens maus constantemente se opõem a ela. Homens bons, e verdadeiramente grandes homens, possuem o Espírito de nosso Pai onde quer que estejam no mundo. Desejam edificar, e não derrubar, e essa deveria ser nossa missão e nosso trabalho enquanto permanecermos sobre a terra. Conduzamo-nos de tal maneira que os homens, vendo nossas boas obras, sintam-se levados a glorificar nosso Pai que está nos céus. Nossos missionários trabalham dia após dia entre o povo do mundo. Recebem o desprezo e o ódio daqueles que compreendem mal sua missão, e muitas pessoas boas, por engano, os expulsam de suas portas; mas, quando se trata de opressão externa, vingança e malícia, e de perseguição perversa e implacável dos Santos dos Últimos Dias, desde o princípio isso tem vindo daqueles que servem ao diabo, e não daqueles que buscam servir ao Senhor. Assim, levanto minha voz de advertência hoje à juventude de Sião. Não vos deixeis enganar quando tempestades de perseguição desabarem sobre vossas cabeças. Coisas indelicadas serão ditas no futuro, como foram no passado. Vede que vossos pés estejam firmados sobre a rocha. Vede que aprendais os desejos do Mestre para convosco e, conhecendo esses desejos, vede que guardeis Suas leis e mandamentos. Vede que a pureza de vossas vidas vos dê direito à companhia do Espírito Santo, porque, se fordes puros, virtuosos e retos, o maligno não terá poder para vos destruir. Lembrai-vos, meus jovens amigos, de que este é um assunto sério. Esta vida não nos foi dada como passatempo. Houve um propósito solene em nossa criação, na vida que Deus nos deu. Estudemos qual é esse propósito, para que possamos progredir e obter a vida eterna.

Encontro muito na seção 93 da Doutrina e Convênios que me traz alegria, e creio que lerei uma parte dela. Mostra quão generoso é nosso Pai Celestial para com os filhos dos homens, que não há favoritismo. Indica que todo homem e mulher que se esforçar por fazer a vontade do Senhor pode receber Sua bênção, esteja ele em uma ou outra porção da vinha de nosso Pai. Leio o seguinte:

"Em verdade, assim diz o Senhor: Acontecerá que toda alma que abandonar os seus pecados e vier a mim, e invocar o meu nome, e obedecer à minha voz, e guardar os meus mandamentos, verá a minha face e saberá que eu sou."

Esta é a palavra de nosso Pai Celestial a Seus filhos no mundo. Vossa missão e a minha, meus irmãos e irmãs, é ensinar tal doutrina de maneira que nossos irmãos e irmãs do mundo possam ser levados a afastar-se dos erros que cometem, e a aceitar o puro Evangelho de nosso Senhor e Mestre. Encontramos na mesma seção a informação de que o Salvador não recebeu de imediato uma plenitude, mas graça Lhe foi dada por graça. Ao vencer, Ele se desenvolveu e progrediu. Verificamos que não apenas o Salvador estava, no princípio, com o Pai, mas também vós e eu estávamos lá. Habitávamos ali, e, por causa de nossa fidelidade, tendo guardado nosso primeiro estado, nos foi permitido vir a este mundo e receber tabernáculos de carne. O fato de estarmos vivendo na carne é evidência de que guardamos nosso primeiro estado. Ora, percebendo que há um grande propósito na vida, aprendamos nosso dever e o façamos. Nossos rapazes e moças saem entre o povo do mundo, e trabalham com bondade e amor para ensinar o Evangelho de Jesus Cristo. Não temos nos esforçado por impô-lo à família humana, mas nos é imposta a obrigação de ensiná-lo com sinceridade e devoção.

Pais e mães, estais ensinando a vossos filhos este Evangelho? Ou esperais até que cresçam e se tornem homens e mulheres, apenas para descobrir que não o compreendem? Estais preparando os filhos e filhas com que Deus vos abençoou para se tornarem mensageiros de vida e salvação entre os filhos dos homens? Ou estais negligenciando essa sagrada oportunidade, e permitindo que cresçam desatentos e indiferentes a estas coisas? Estou persuadido de que, se há filhos de pais Santos dos Últimos Dias que se afastam da fé, são aqueles que não compreenderam o significado das doutrinas de Cristo, que não tiveram incutida em seus corações a fé em nosso Pai Celestial, e que não compreendem que guardar Seus mandamentos significa para eles vida eterna. Assim, digo que deveríamos estar imbuídos do desejo de trabalhar e ensinar a nossos filhos e filhas aquelas coisas que os salvarão na presença de nosso Pai. Não precisamos sentir ansiedade quanto ao progresso de Sião, pois o bom e velho navio navegará orgulhosamente adiante, e aqueles que forem fiéis e verdadeiros desembarcarão em segurança com ele no porto de Deus, coroados de glória, imortalidade e vida eterna. Não temo por estes homens e mulheres idosos que guardaram a fé. Não temo pelos rapazes e moças que caminham em obediência aos mandamentos do Senhor. Não temo por aqueles que não são de nossa fé, mas que vivem à altura da luz com que Deus os abençoou, porque, de acordo com a lei recebida, assim seremos julgados e responsabilizados; mas os Santos dos Últimos Dias que, conhecendo a vontade de nosso Pai, não a fizeram, aqueles que ouvem os ensinamentos do Senhor de tempos em tempos e lhes voltam as costas, temo que não alcancem o objetivo, a menos que se voltem e se arrependam de todo o coração.

Sinto, nesta tarde, que olho para os rostos de um grupo de homens e mulheres devotados à causa do Mestre. A pergunta tem sido feita: É possível que os rapazes e moças criados nestes vales das montanhas estejam dispostos a sofrer as dificuldades, privações e provações que seus pais e mães suportaram por causa do Evangelho? Deixariam eles seus lares confortáveis para povoar uma nova terra no interesse de sua fé? Digo-vos que, se nosso Pai plantou em seus corações um conhecimento da divindade desta obra, como vós o conheceis; se a fé lhes foi dada por causa da paciência e devoção ao guardar os mandamentos do Senhor; se foram educados a saber que Jesus é o Cristo e que Joseph Smith foi um profeta do Senhor, então vos digo: Sim! fariam o que seus pais e mães fizeram, ocupariam seu lugar nas fileiras de Israel dos últimos dias, e, se isso significar privação, se significar doença e angústia, ou mesmo o exílio de casa, há centenas e milhares de vossos filhos e filhas que, sabendo que este é o Evangelho de Cristo, se necessário, selariam seu testemunho com seu sangue. Sou grato por ter esta crença e este sentimento a respeito dos filhos e filhas dos Santos dos Últimos Dias. O Presidente Smith, que está à nossa frente, é um exemplo para nós. Por todos os dias de sua vida, ele foi fiel e verdadeiro. Ninguém pode apontar um caso em que tenha prejudicado algum homem. O Senhor o abençoou, e ele foi exaltado entre os homens. Faríamos bem em observar sua vida, e emular as esplêndidas qualidades de caráter manifestas nele em tão grande medida. Ele não precisa sentir que a juventude é infiel; pois digo, como um dos filhos de Sião, um dos mais fracos entre vós, creio que estamos prontos, a qualquer momento, com nossa fé, nossa devoção, e tudo com que Deus nos abençoou, para fazer Sua vontade e guardar Seus mandamentos, e para sustentar aqueles que Ele chama para presidir Sua Igreja. Minha crença se fortalece nisso pelo fato de que, via de regra, os rapazes e moças dos Santos dos Últimos Dias vão de boa vontade ao campo missionário. Deixam lares confortáveis, pai e mãe, e tudo o que lhes é próximo e querido; voltam as costas às comodidades materiais, e saem pelo mundo a pregar a Cristo, e a Ele crucificado. Estão prontos sempre que o chamado vem, se lhes foram ensinados os princípios do Evangelho. Vossos filhos e filhas estão entre os que assim estão prontos? Se não estão, então cabe a vós começar imediatamente a ensinar vossos filhos, para que estejam dispostos a magnificar este chamado quando ele lhes chegar.

O Senhor tem-nos abençoado abundantemente nestas fortalezas montanhosas. Nosso gado e nossas ovelhas estão sobre mil colinas. A colheita de grãos este ano tem sido farta. Nossos filhos e filhas vivem em lares mais confortáveis do que seus pais. Por toda esta terra corre a boa notícia de que Sião prospera, tudo vai bem! Mas não nos deixemos embalar no sono, não nos deixemos enganar pela abundância das boas coisas deste mundo; pois de que aproveitaria a um homem ganhar o mundo inteiro e perder a própria alma? Não se perca de vista o objetivo de nossa criação; mas trabalhemos pela salvação de nossas almas enquanto formos abençoados com conforto material. Empreguemos nossa energia para salvar aqueles que não compreendem a verdade. Vivamos juntos num vínculo indiviso de amor e união, para que aqueles que vivem no mundo possam olhar para Sião e ver ali homens e mulheres que servem ao Senhor e guardam Seus mandamentos. Embora tenhamos fraquezas, e cometamos erros, embora alguns transgridam as leis do Senhor de tempos em tempos, jamais vi um povo (e tenho viajado consideravelmente pelo mundo) que, a meu ver, vivesse tão próximo de nosso Pai Celestial quanto os Santos dos Últimos Dias. Jamais vi um povo disposto a fazer tantos sacrifícios por causa do Evangelho. Assim, sou grato a meu Pai Celestial por ter nascido de pais Santos dos Últimos Dias. Sou grato por meus antepassados terem sido honrados pelo Senhor ao serem inspirados a aceitar o Evangelho de Jesus Cristo. Sou grato por vossos antepassados também terem recebido luz e bênçãos de nosso Pai; pois é, de fato, uma bênção receber essa inspiração.

Ora, enquanto vivemos e trabalhamos, magnifiquemos nosso chamado. Que nenhum homem se mostre infiel a suas oportunidades. Não voltemos as costas às bênçãos do Senhor, mas, dia após dia, sigamos fielmente adiante, abençoando os filhos de nosso Pai. Não temos ressentimento algum para com qualquer de nossos semelhantes; não temos motivo para tal. Se eles nos compreendem mal, nos citam erroneamente, e nos perseguem, deveríamos lembrar que estão nas mãos do Senhor, que disse: "Minha é a vingança, eu recompensarei", e que ainda disse: "Perdoarei a quem desejo perdoar, mas de vós é exigido que perdoeis a todos os homens." Assim, quando participarmos do sacramento da Ceia do Senhor, como fazemos de tempos em tempos, purguemos de nossos corações todo sentimento de indelicadeza uns para com os outros e para com nossos irmãos e irmãs que não são de nossa fé. Trabalhemos dia após dia para que nosso Pai nos abençoe. Se tivermos Seu Santo Espírito, o povo com quem entrarmos em contato o sentirá, porque ele permeará a atmosfera em que vivemos, e eles dele participarão e o absorverão, ainda que não desejem fazê-lo. Magnifiquemos o Senhor guardando Seus mandamentos. Popularizemos Sua obra, trabalhando para edificá-la e estendê-la entre os filhos dos homens. Magnifiquemo-nos uns aos outros, falando apenas o bem, e fortalecendo as mãos daqueles que são fracos, e ajudando aqueles que são menos pacientes do que nós mesmos.

Regozijo-me neste dia por haver tantas das autoridades gerais aqui, e por nosso Pai ter derramado Suas bênçãos sobre nós tão abundantemente nesta conferência. Oro para que a influência e o espírito desta reunião cheguem às mais distantes estacas de Sião, que se estenda de uma ponta à outra desta terra, para que haja um despertar entre os Santos dos Últimos Dias; para que não presumamos que aqueles que vivem entre nós compreendem o Evangelho de Jesus Cristo, mas que o ensinemos a eles, e, ao ensiná-lo, que nós mesmos recebamos um fortalecimento de nosso testemunho.

Sei que esta é a obra do Senhor, que Jesus foi de fato nosso Salvador, e que Joseph Smith foi um Profeta do Senhor. Sei que aqueles que o sucederam têm sido homens de Deus, que honraram o chamado colocado sobre eles. Sei que nosso Pai está abençoando Sião neste momento, e que o homem que hoje detém as chaves é honrado por todos os homens e mulheres de bem, onde quer que estejam no vasto mundo, que o compreendem. Sinto-me levado, neste dia, a dizer-vos, meus irmãos e irmãs, que faremos bem em viver de tal maneira que outros homens e mulheres, ao nos verem, sintam-se levados a elogiar a obra de nosso Pai, percebendo, por nossa conduta, que somos membros da Igreja de Cristo, sintam-se levados a dizer: eis um bom povo. Se vivermos à altura dos ensinamentos da Igreja, se guardarmos todos os mandamentos de nosso Pai, os homens e mulheres não poderão dizer outra coisa a nosso respeito, porque seremos o melhor povo que vive sobre a terra. Creio que já o somos, mas há espaço para melhorar. Façamos essa melhoria; honremos o Senhor, honremos os princípios e as oportunidades que Ele nos concedeu, e sejamos uma bênção para Seus filhos onde quer que estejam. Oro para que Sua bênção esteja em vossos corações e em vossos lares, para que vossos filhos e filhas sejam adoradores do Deus vivo, para que guardem Seus mandamentos, e cresçam para carregar os nomes que lhes destes com honra entre os filhos dos homens; para que, onde quer que vão, a luz do Espírito do Senhor brilhe de seus rostos, dando testemunho de sua integridade, de sua virtude e de seu valor. Que isto seja vosso privilégio e o meu, que possamos trabalhar aqui para nos preparar para aquela grande vida futura, e receber, ao final, de nosso Pai Celestial aquele bem-vindo elogio: "Muito bem, servo bom e fiel", é a oração de vosso cooperador, em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoGeorge Albert Smith, “Os Frutos do Mormonismo e as Obrigações dos Pais”, Conferência Geral de Outubro de 1906, Sessão da Tarde do Segundo Dia (1906-10-06). Pulpit Vault, 1906-10-smith-fruits-and-parental-obligations. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).