Condição Próspera dos Santos dos Últimos Dias nos Vales das Montanhas O Reino de Deus É um Reino de Paz, Enquanto os do Mundo São Reinos de Guerra e Opressão Exortações à Fidelidade Devemos Confiar em Deus e Ele Nos Preservará Os Santos Não Usam Armas Carnais para se Defenderem Contra os Índios, Nem Contra Seus Inimigos Se Necessário, Devemos Estar Dispostos a Dar Nossas Vidas pela Causa da Verdade As Bênçãos de Deus Invocadas Sobre os Santos
Franklin D. Richards
Os Santos dos Últimos Dias têm motivo muito grande para se regozijarem e se alegrarem sobremaneira diante de nosso Pai que está nos céus e diante do povo aqui na terra. Se examinarmos nossa condição, e a considerarmos com cuidado -- seja em assuntos temporais, seja em questões espirituais -- estamos, hoje, melhor e mais confortavelmente situados do que qualquer outro povo do mesmo número em qualquer lugar do estrado de Deus. Se levarmos em conta nossa condição presente quanto às comodidades da vida, estamos hoje melhor situados, com grãos em nossos celeiros e alimento em nossas casas, do que qualquer outro povo do mesmo número sobre a face da terra, ou que se possa encontrar reunido sobre a mesma extensão de território em qualquer lugar. Se levarmos em conta nossa condição quanto aos lares, há hoje, entre este povo, uma proporção maior de pessoas com lares confortáveis próprios do que se pode encontrar em qualquer outro lugar; mais deles não precisam lutar pelo privilégio de ganhar a vida, como muitos de nosso povo tiveram de fazer antes de serem reunidos, quando muitas vezes achavam difícil obter emprego, e, mesmo quando bem-sucedidos, eram obrigados a trabalhar por peça ou por dia, recebendo seu pagamento regularmente no fim da semana, e, dessa maneira, medindo as condições de sua vida pela quantidade de meios que lhes era permitido ganhar. Dessa forma, a vida ou a existência e seus confortos lhes eram distribuídos. Havia comparativamente pouco espaço para o exercício de empreendimento, de habilidade, de engenho nativo, e daquelas qualidades que Deus colocou em sua natureza, e que Ele designou que praticassem, tornando-se assim sábios e hábeis por sua própria engenhosidade. ¶
Às vezes sentimos que somos oprimidos, que somos apertados e perseguidos por pessoas que invadem nossos direitos e pisoteiam nossas liberdades, mas, até agora, sabemos comparativamente pouco sobre opressão. Os povos dos países da Ásia e da Europa, com toda a liberdade de que desfrutam, estão sob a mais severa opressão diária, dependência contínua e subordinação àqueles que estão acima deles. Naqueles países há um sentimento de medo -- medo de seus governantes, terror em suas mentes, causado pelo receio da guerra ameaçadora que a qualquer momento pode vir sobre eles com todos os seus horrores. Em toda disputa nacional que surge, eles veem e sentem de imediato a possibilidade de que seus filhos, pais, vizinhos e parentes sejam convocados e enviados à guerra, talvez para nunca mais voltar. E seus corações se enchem de medo e ansiedade por causa disso e de outras coisas semelhantes. ¶
Vemos nos jornais que, no Egito, na China, na América Central, e quase em todo lugar, o ar está carregado das brumas e nuvens da guerra. Onde está a mãe ou a irmã, o pai ou o filho, entre nós, que hoje esteja afastado de um de seus parentes por causa da guerra? O pior que vocês têm a temer é uma breve prisão e uma multa de algumas centenas de dólares; essa é a pior coisa que vocês podem encontrar para lamentar e se preocupar. Ora, bendigam suas queridas almas, não há outra comunidade do mesmo número em toda a terra na qual se encontre uma paz tão assentada quanto bem aqui, entre este mesmo povo que está diante de mim, e o povo que preenche este território ao nosso redor. E, ainda assim, vocês pensam que os tempos são terrivelmente difíceis, com seus celeiros cheios de trigo que não conseguem vender, com grandes quantidades de batatas e vegetais de que não conseguem se desfazer, com rebanhos e gado ao seu redor; porque não conseguem vender seus produtos e obter preços tão bons quanto gostariam, alguns de vocês pensam que estão numa condição terrivelmente angustiante (Risos). ¶
Gostaria que os Santos afastassem essas ideias tolas. Quero que vocês percebam que estão numa condição de paz e fartura, com liberdade também, pois Deus os fez livres. Deus libertou Seu povo da escravidão do pecado e da morte; somos livres, e não há poder na terra capaz de prender sobre nós as algemas do pecado e de Satanás. Tudo depende de nossa própria conduta, quanto a sermos e continuarmos livres. ¶
Em quase todos os países de onde vocês vieram, e nas nações que os cercavam em seus antigos lares, o povo é tributado com uma tributação opressiva. Na verde Ilha da Irlanda, onde os pobres e aflitos são numerosos, há pessoas que precisam pagar um aluguel de cinco libras por acre de terra, e devem produzir dela o suficiente para sustentar suas famílias e levantar o dinheiro para pagar o aluguel. Mas aqui podemos comprar ou tomar posse de terra, e tê-la, mesmo de graça, embora alguns de nós considerem um trabalho terrível cercá-la (Risos). Não, não sabemos nada sobre opressão, em comparação com os judeus, os poloneses e os irlandeses. Nas regiões mais antigas dos Estados Unidos, jamais poderíamos ter desfrutado das bênçãos que desfrutamos aqui; jamais poderíamos ter nos estabelecido e edificado nossas cidades e vilas; foi assim que as turbas nos saquearam de nossos lares e nos expulsaram para esta parte da terra. Era como um mundo novo; parecia tão inteiramente novo que se diria que a obra da criação mal havia terminado. Pela bênção de Deus, trouxemos vida conosco, e a vida veio do céu; vida que animava o solo sob nossos pés; que temperava e controlava os elementos sobre nossas cabeças; de modo que, nestes vales e cânions elevados, onde se pensava que nenhum grão ou fruto poderia ser cultivado, com neve e geada todos os meses do ano -- agora colhemos boas safras e variedades de frutas. Poucos anos atrás, era um problema saber se uma maçã ou um pêssego poderiam ser cultivados aqui no vale de Cache; mas não faz muito tempo que seus empreendedores fruticultores levaram o prêmio na Feira Territorial pela melhor coleção de maçãs encontrada no Território. ¶
Quem fez isto por nós? Foi o Senhor nosso Deus. Ele nos trouxe a esta terra, como trouxe os filhos de Israel à terra de Judeia, que Ele lhes deu, e a seus filhos depois deles, para ser sua herança para sempre. ¶
Quero que consideremos essas coisas; e, em vez de estarmos ansiosos e preocupados, perturbados e cheios de medo, aprendamos a confiar no braço do Senhor e a confiar nEle por Sua bondade; cultivemos a paz do céu, e deixemos que o amor de Deus habite em nossos corações. Embora nossos inimigos possam nos importunar, nos afligir e nos perturbar, o problema que trarão sobre nós será apenas como uma gota no balde, em comparação com o que virá sobre eles com o tempo. Eles não podem impedir a obra de Deus. Seu decreto a estabeleceu. Temos a promessa de que ela jamais será derrubada ou entregue a outro povo. Compreendam isto. Esta forma de governo que o Senhor nos deu é a forma mais forte de governo que jamais foi revelada ao homem. Os governos do mundo têm poder para oprimir, incomodar, guerrear e destruir homens da face da terra. Mas este Reino que Deus deu a Seu povo há de ser um reino de paz, um reino de retidão, e sua retidão exaltará Seu povo, fazendo-o tornar-se o maior povo sobre a face da terra, cheio de poder, sabedoria e inteligência, a quem todas as nações vizinhas hão de admirar. ¶
O povo que está ao nosso redor, em nosso meio, e que deseja nos ditar; aqueles que se sentam nas câmaras do conselho para fazer leis contra nós e nossa santa fé, e assim nos tornar transgressores -- eles mesmos estão cheios de medo e ansiedade com o que está acontecendo nesta e em outras nações. Esse espírito de medo há de crescer sobre eles. Vejam o pavor que sentiram com a atuação dos dinamitistas no velho país, e isso é apenas o começo do que está por vir. Essas sociedades secretas causarão grande dano e morte, com assassinatos frequentes, e, com o tempo, essas coisas virão tão rápida e abundantemente que o povo não saberá para onde fugir. O Senhor está reunindo Seu povo para que possa tratar com eles à parte. O grande problema é que temos entre nós muitos que são descuidados e indiferentes; que são ímpios e pecaminosos; que deveriam ser disciplinados e excluídos da Igreja. Há muitos prontos a vender seus irmãos nas mãos de seus inimigos, mas há de vir o dia em que perceberão a terrível consequência de seus atos. Não temos muito a temer, a menos que ofendamos o Deus a quem concordamos servir. ¶
Irmãos e irmãs, não se turbe o seu coração. Obedeçam aos mandamentos de Deus, guardem seus convênios invioláveis e aprendam a viver por cada palavra que procede dEle e das autoridades constituídas de Sua Igreja -- e, se encontrarem provações em seu caminho, encontrarão ajuda para suportá-las. Pais, cultivem afeição uns pelos outros, por seus filhos e por todos os que compõem seus lares; ajam bem para com suas esposas, seu marido, seus filhos e seu Deus. Vocês verão que todo o resto se ajeitará a seu devido tempo. O Senhor fará com que isso aconteça de maneira tão estranha e simples que nos surpreenderemos quando descobrirmos como Ele o fez. Não podemos recorrer à Bíblia, ao Livro de Mórmon ou ao Livro de Doutrina e Convênios para saber como isto, aquilo ou outra coisa será resolvida e organizada. Podemos ler como Ele agiu antigamente, segundo as circunstâncias que rodeavam Seu povo então; mas não podemos descobrir Seus métodos e planos de hoje, senão quando Ele os manifesta a nós pelo espírito de revelação. Seus caminhos são insondáveis. Ele nos diz que Sião será redimida com juízo, e seus convertidos com retidão. Devemos lembrar-nos disso. Se quisermos ter poder junto a Deus e junto aos anjos, deve ser por causa de nossa atenção diligente a Deus, à obra que Ele nos chamou a realizar, e devemos zelar por estabelecê-la na terra. Todo homem deve advertir seu próximo; deve ensinar seus filhos e sua família, e estabelecer a retidão em seu lar. Presidentes e Bispos devem tratar com os transgressores na Igreja, para que se arrependam, ou sejam excluídos. É para que a retidão seja estabelecida na terra que o Senhor recomeçou Sua obra, para que seja estabelecida não em um pequeno lugar, mas em toda a terra, e ela se espalhará até que Sua palavra e obra justas encham toda a terra, como as águas cobrem o mar poderoso. ¶
Não deixem que nada os desvie do caminho do dever; não deixem que nada os leve a cometer um ato ostensivo. Honrem e respeitem as leis da terra tanto quanto possível, de modo consistente com as leis e os mandamentos de Deus. Observem e obedeçam a toda lei constitucional. Quando nossos inimigos nos colocam em violação de uma lei da terra, isso nos é doloroso, e é nossa provação, mas a responsabilidade por isso recai sobre eles. Que decidamos suportar esta cruzada de perseguição legal com fortaleza, como os Santos tiveram de fazer em todas as eras da reforma do Evangelho, porque criam nas revelações de Jesus Cristo. Não nos revoltamos contra lei alguma da terra; não contendemos contra princípio, lei ou doutrina constitucional algum que pudesse beneficiar, melhorar ou exaltar a família humana, nem nada que pudesse promover a busca da felicidade -- buscamos todas essas coisas. Mas nossos congressistas, governadores e juízes, na suprema sabedoria de que imaginam estar dotados, impõem penalidades ao povo de Deus por guardar Seus mandamentos. Assim vemos que, quando os ímpios governam, o povo se aflige. ¶
Devemos ganhar, com toda essa experiência, um conhecimento valioso. Queremos tirar proveito dela. Que cada homem se pergunte: "Posso suportar isto ou aquilo sem me irritar?" Ou podemos ficar justamente irados sem pecar? Se não, devemos ir a nossos aposentos e pedir a Deus aquela medida de Seu Espírito que é necessária para nos sustentar num estado de espírito adequado. Este é o tipo de experiência, o próprio tipo de disciplina, que é necessário para nós, para nos fazer descobrir se nos aproximaremos dEle e teremos comunhão com Ele. Todas essas coisas são para nossa experiência, para nosso proveito. O Senhor nos revelou que os dias em que vivemos são sombrios, com ameaças de guerra. A hora de Seu juízo está próxima. Já vimos uma terrível guerra em nossa terra -- e é bom que atentemos para Seus conselhos. Guerras e rumores de guerras se espalham pela face da terra, e há de acontecer, antes de muito tempo, que o povo estará tão longe de ter paz que terá de pegar em armas contra seu próximo, ou fugir para Sião e reunir-se com o povo de Deus. Vocês verão isso se cumprir. Marquem minhas palavras. Toda sorte e condição de pessoas desejará vir para cá e fazer lares conosco. Vocês verão o dia em que será tão difícil manter os ímpios afastados de nós quanto sempre foi conseguir que as pessoas se juntassem a nós. Marquem isso também. Digo-lhes que um povo com celeiros cheios, um povo de paz e prosperidade, é um povo que será procurado pelos povos das nações da terra, e as coisas não podem continuar sempre do jeito que estão indo conosco, sem trazer sobre nossos opressores a retribuição de um Deus ofendido. Devemos confiar em Suas promessas. Essas experiências são bem calculadas para nos fazer bem, e nos ensinam a confiar no Senhor. ¶
Nem devemos esquecer que, quando um governador de memória pouco saudável proibiu o uso da milícia, tanto para a defesa contra depredações indígenas quanto para as celebrações do Quatro de Julho, desde aquela data nenhum de nossos povoados sofreu uma única incursão predatória do homem vermelho. Ao contrário, parece que todo uso de armas de fogo para qualquer tipo de defesa militar caiu em completo desuso -- tornou-se totalmente obsoleto -- e os lamanitas se tornaram tão inteiramente pacíficos que, em vez de ruído de guerra, ou mesmo do receio dele, Deus nos concedeu desfrutar a mais assentada paz da parte do homem vermelho em todas as nossas fronteiras; e agora, tendo ajudado a edificar nossos templos, eles desfrutam conosco da bênção celestial ali concedida. Em vez de vaguear selvagem e desordenadamente pelas planícies, muitos renunciaram às suas relações tribais, juraram lealdade ao governo, adquiriram ou colonizaram terras do domínio público, estão cultivando safras, criando seus rebanhos e gado, estão construindo e ocupando moradias confortáveis, como bons vizinhos entre seus irmãos brancos, como se evidencia em Washakie, na Estaca Oneida, e em Indianola, na Estaca San Pete. Suas escolas estão formando alunos nos ramos elementares de uma boa educação escolar comum. ¶
Não apenas deixou de existir a necessidade de armas de fogo entre nós e os nativos, mas temos motivo muito grande para agradecer que, na presente cruzada ímpia contra a Igreja, o ataque não tem sido com fogo e espada, como em tempos passados, mas com mente e persuasão moral, na aplicação da lei por meio de uma perversão de muitos de seus métodos bem estabelecidos de interpretação, construção e aplicação. Essas conclusões têm sido os instrumentos e as táticas da guerra atual. ¶
É devotamente de se esperar que ninguém, com um zelo que não é segundo o conhecimento, cometa um ato ostensivo que precipite um conflito com armas carnais e dê ao inimigo ocasião ou oportunidade de derramar o sangue dos Santos, ou de aumentar suas ímpias opressões sobre nós. ¶
Visto, então, que as armas de nossa guerra não são pólvora, chumbo e aço fino; vistamos toda a armadura de Deus; baniamos a iniquidade do nosso meio, e nós, ou nossos filhos, veremos os governos deste mundo se tornarem o Reino de nosso Deus e de Seu Cristo, em Seu próprio e devido tempo, pelo qual todos os Santos devem sempre trabalhar e orar. ¶
Recebemos muita boa instrução durante esta conferência. Eu mesmo fui muito edificado ao ouvir meus irmãos falarem, e tenho certeza de que todos vocês também foram. Os ensinamentos que foram dados são de um caráter que promove bons sentimentos entre irmãos e irmãs, pais e mães, pais e filhos, e é agradável ouvir sobre o bem-estar uns dos outros. ¶
Quando formos para nossos respectivos lares, vamos com a determinação de permanecer firmes na fé. Tenho certeza de que, depois de uma conferência como esta, toda alma honesta que se reuniu conosco, se desejava uma porção do pão da vida, recebeu essa porção, recebeu algo que pode levar para casa para seu próprio uso -- algumas palavras de encorajamento, alguma exortação fortalecedora, algumas boas palavras que ajudarão a afastar a fraqueza e permitirão que o débil diga: sou forte no Senhor. ¶
Oro para que Deus os abençoe, console seus corações; aumente a fé de vocês nEle; fortaleça-os para que não sejam vencidos pelo pecado, e para que busquem, em todas as coisas, vencer o mal com o bem. Lembrem-se e orem pelos irmãos -- nossos líderes. Não sabemos o que nos espera; pouco nos importa. A principal coisa que nos cabe é cumprir nosso dever aceitavelmente, dia após dia. Confiaremos em Deus e seguiremos adiante. E se fosse necessário que algumas de nossas vidas fossem tomadas? Não há necessidade de medo ou preocupação quanto a isso. Sempre foi assim quando Deus teve um povo na terra. Algumas das melhores vidas foram tomadas -- tomadas como testemunhas naqueles céus, para testificar dos fatos como existem aqui. Vocês compreendem isso? Está de acordo com os grandes princípios da justiça eterna, que regem e regulam no céu com muito mais precisão e certeza do que aqui na terra. O Senhor nos disse como Ele conduz os negócios em algumas dessas questões perante os conselhos da Igreja, a saber, pela voz de duas ou três testemunhas toda palavra deve ser estabelecida, e assim há de ser lá em cima também. Talvez seja necessário, de vez em quando, que alguns partam dessa maneira. Bem, não se assustem com isso. Todos nós temos de morrer algum dia. Estará tudo bem, seja amanhã ou na próxima semana, se guardarmos os mandamentos de Deus em todos os assuntos. Escolham o caminho sábio e perfeito, e, se estivermos certos, estaremos dispostos a dizer: "Ó Senhor, seja feita a Tua vontade." Se, quando abraçamos o Evangelho, colocamos tudo o que tínhamos sobre o altar, é de muito pouca importância tudo isso. Pois, se buscarmos salvar nossas vidas, poderemos perdê-las, mas, se as perdermos a serviço de Deus, encontraremos a vida eterna. ¶
Oro para que Deus nos abençoe a todos; vocês que são pais, devem abençoar seus filhos -- para que rendam a vocês uma obediência mais amorosa, para que vocês sejam mais afetuosos com eles, lembrando-se da união em que foram unidos e na qual foram selados; para que sejam fortalecidos pelo Espírito Santo, e capacitados a entrar nos santos templos e se colocarem em ordem perante o Senhor; para que obtenham aqueles dons eternos que trarão um peso eterno de glória a seu lar, famílias, amigos e parentes; para que tenham a plena certeza das promessas de Deus, e tenham alegria para animar, estimular e sustentá-los em toda circunstância difícil da vida, e para que os tragam de volta em segurança à presença de nosso Pai Celestial. Amém. ¶