Pulpit

Templos—Exigências Feitas a Quem Busca Entrar nos Templos—Uma Mulher Expõe Seu Caso ao Presidente Taylor, do Qual Surgem Algumas Questões Singulares e Sérias—Os Santos Deveriam Estar Progredindo—Deveriam Buscar Fazer a Vontade de Deus—Deveres dos Oficiais Presidentes—Os Malfeitores Deveriam Ser Chamados a Prestar Contas e Ser Tratados—Deus É Misericordioso—o Reino Celestial

John Taylor

1884-06-15

Tenho me interessado muito ao ouvir as observações feitas pelos irmãos que nos dirigiram a palavra, e certos pensamentos passaram por minha mente relacionados a elas, os quais talvez não seja impróprio, ao menos em parte, dar a conhecer.

Há certas circunstâncias que ocorrem em nossas associações com as coisas de Deus que tendem a levar nossas mentes à reflexão e ao pensamento. Temos construído um templo aqui. Temos nos esforçado por vários anos para a realização desse objetivo. Concluímo-lo, ele foi aceito pelo Senhor, e agora estamos administrando nele. Nessas administrações há muitas coisas que tendem a levar os homens à reflexão e ao pensamento. Reunimo-nos em nossas congregações como estamos fazendo aqui hoje, e, ao nos reunirmos assim, passamos pela rotina comum dos deveres religiosos que recaem sobre nós; mas, quando entramos naqueles lugares sagrados, há certas exigências feitas a nós que, tenhamos pensado a respeito delas antes ou não, então nos são trazidas à lembrança. Em primeiro lugar, as pessoas desejosas de ir e cuidar das ordenanças nessas casas devem ter uma recomendação de seu Bispo. Este é um daqueles — eu ia dizer — fatos incômodos. Isto é, incômodo para aqueles que não estão preparados para passar por essa provação, cujas vidas têm sido descuidadas, cujas ações têm sido impróprias, e cuja posição talvez seja precária — este é um daqueles fatos que devem ser enfrentados. Então, quando obtiverem esta recomendação do Bispo, ela deve ser endossada pelo Presidente da Estaca, e, depois disso, ter a aprovação do Presidente da Igreja. Isto é uma verdadeira provação para muitos homens passarem. Para homens e mulheres que são retos, virtuosos e honrados, é um assunto muito simples; não há dificuldade alguma em seu caminho, em momento algum; mas para aqueles que têm sido descuidados de seus deveres, que se têm desviado das leis de Deus, e que têm mexido com as ordenanças do Evangelho, ou as têm violado — para tais pessoas é um tempo crítico. Contudo, há algo muito mais difícil ainda por vir. Isso é apenas um ponto de partida nesses assuntos. As coisas que estão à frente são muito mais difíceis de realizar. Quais são elas? Chegará o tempo em que não apenas teremos de passar por aqueles oficiais a quem me referi — digamos, ter a sanção e aprovação de nosso Bispo, do Presidente da Estaca e do Presidente da Igreja — mas nos é dito neste livro [o Livro de Doutrina e Convênios] que teremos de passar pelos anjos e pelos Deuses. Podemos ter passado a duras penas pelos outros; podemos ter nos saído razoavelmente bem, e sido aprovados e admitidos, e, às vezes, um "aperto apertado" nisso; mas como será quando chegarmos do outro lado, e tivermos os anjos e os Deuses para passar antes de podermos entrar em nossa exaltação? Se não pudermos passar, então o quê? Bem, não podemos, é só isso. E, se não podemos, seremos capazes de entrar em nossa exaltação? Penso que não. Que pensais vós a respeito disso?

Muitas coisas dessa natureza continuamente se apresentam diante de mim. Toda sorte de casos me é trazida à atenção, e alguns deles são de natureza muito séria. Tive um caso justamente esta manhã. Não vou mencionar nomes, nem expor pessoas; mas era o caso de uma irmã que havia se casado com um homem, na verdade selada a ele, na Casa da Investidura. O homem, pelo que me foi dado a entender — claro que não sei todos os detalhes do caso, terá de ser investigado por mim e por outros em autoridade — o homem tinha frequentemente uma perna na Igreja e outra fora; às vezes se saindo bem, e às vezes não se saindo bem; às vezes em boa comunhão, fazendo reconhecimentos etc., e às vezes fora de boa comunhão. A mulher teve uma família bastante numerosa com esse homem, e, finalmente, pouco antes de sua morte, o homem se tornou muito descuidado, muito indiferente e muito negligente quanto a seus deveres, e ele morreu nessa condição. Ora, esta mulher se apresenta e diz: "Que devo fazer? Dei à luz uma família bastante grande a este homem. Ele era, em alguns aspectos, um homem razoavelmente bom, mas não magnificou seu chamado nem honrou seu Deus. Agora, que devo fazer?" Aqui estão algumas questões muito singulares, e elas chegarão a todos nós de alguma forma ou outra, e bem poderíamos começar a examiná-las agora tanto quanto em qualquer outro momento, pois está escrito: "Os pecados de alguns homens são manifestos antes, e se adiantam para a sua condenação; e em alguns, manifestam-se ainda depois;" daí a razão pela qual menciono este assunto. É uma amostra de muitos outros, às vezes com o homem e às vezes com a mulher, e a questão é: até que ponto estamos preparados para dizer a tal mulher: "Não estás segura para a eternidade com o marido a quem estiveste associada no tempo." Estas são questões sérias. Aquele homem estava sonhando, talvez, por muito tempo, que estava a caminho do céu e que tudo estava certo; que tinha sido batizado e recebido na Igreja, e cuidado de algumas de suas ordenanças, mas era negligente, descuidado e indiferente quanto ao cumprimento de seus deveres, negligenciou seus filhos, não agiu corretamente para com sua esposa, e fez muitas coisas que eram erradas e impróprias. Ora, que se há de fazer? A mulher se sentia insegura com tal homem. Mas não está dito, diz alguém, que toda sorte de pecados e blasfêmia serão perdoados (exceto o pecado contra o Espírito Santo, que é o derramamento de sangue inocente) e que eles ressurgirão, se tiverem tido certas bênçãos seladas sobre eles, "na primeira ressurreição, e, se for depois da primeira ressurreição, na próxima ressurreição"? Mas a questão é: se uma mulher espera que um homem a exalte, e a conduza a tronos e principados, poderes e domínios, ela está segura nessa expectativa? Ela pode ter sido selada a ele, e essas coisas pronunciadas sobre ele, mas ele pode ter sido destruído na carne, por causa de suas iniquidades, o que muito tem acontecido, embora nem sempre pudéssemos dizer a razão. Há certas coisas que os homens podem cometer, segundo as Escrituras, e segundo o que foi revelado em nossos dias, que os tornam sujeitos a serem entregues às bofetadas de Satanás, "para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus." (Ver 1ª aos Coríntios, versículo 5; também Doutrina e Convênios, Seção cxxxii, 26.) Há outros pecados que podem cometer, sobre os quais se diz que serão destruídos, sejam homens ou mulheres, que façam essas coisas. Ora, pode ser conveniente arrumarmos nossos próprios assuntos como pensamos que devam ser arrumados, fazer nossos próprios cálculos, e ajustar nossas próprias contas; mas essas contas ainda têm de ser supervisionadas e resolvidas por aqueles que têm o direito de fazê-lo antes que terminemos, e não devemos apenas passar, como disse, por nossos Bispos, e nossos Presidentes de Estacas, e o Presidente da Igreja, mas devemos passar também pelos anjos e pelos Deuses.

Alguns dos irmãos mencionaram que agora estamos num plano mais elevado do que estávamos há pouco. Deveríamos estar. Não esperamos permanecer na posição em que estávamos. Deveríamos estar aumentando em inteligência e em conhecimento, e nos preparando para as coisas que estão por vir. No entanto encontramos homens que são descuidados, como a pessoa a quem me referi. Com o tempo a morte chega, eles saem da existência; e, embora seja o sentimento e o desejo fazer justiça ao homem morto, e a todos os homens, e agir segundo princípios corretos em relação a todos, dificilmente pareceria justo, sob algumas dessas circunstâncias, levar nossa caridade a tal ponto que uníssemos uma mulher a um homem que, quando ele se apresentasse e quisesse passar pelos anjos e pelos Deuses, lhe dissessem: "Para! e toma outro caminho. Ainda não pagaste a pena de tua maldade, e do desprezo pelas leis de Deus e por Sua bondade. Não podes vir a este primeiro milênio; deves esperar pelo segundo." Então, e quanto aos filhos, e quanto à esposa, que talvez tenha sido fiel, e poderia ter estado em circunstâncias muito diferentes, se não se tivesse apegado a um homem dessa descrição?

Estas são coisas para refletirmos. Não teremos tudo do nosso jeito nesses assuntos. Quando saímos deste mundo, ficamos à mercê de outrem. Se formos ressuscitados, será porque Jesus é a ressurreição, e há leis e princípios eternos que terão de ser atendidos por todos nós, e que não podem ser evitados. Jesus diz: "Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá." Certos indivíduos ressurgirão na primeira ressurreição, e outros não ressurgirão até a segunda. Pois o caminho do justo é para cima e para diante todo o tempo, enquanto o caminho do injusto é para baixo.

Estas são questões, digo, para refletirmos. Se somos os Santos de Deus, é necessário que comecemos a aprender a fazer a vontade de Deus na terra como é feita nos céus: pois não é todo aquele que diz: Senhor, Senhor, que entrará no reino de Cristo, mas aquele que faz a vontade do Pai que está nos céus. Às vezes pensamos que podemos fazer como bem nos apraz. Podemos fazer como bem nos apraz, e então Deus fará como Lhe apraz; e por cada palavra e por cada pensamento secreto seremos trazidos a julgamento, nos é dito.

Algumas destas coisas, quando refletimos sobre elas, são assuntos de muito grande importância. Não estamos aqui para fazer nossa própria vontade, mas a vontade de nosso Pai celestial. Alguns homens que pensam estar se saindo muito bem, e fazendo, segundo sua própria expressão, "como bem lhes apraz", despertarão para descobrir que não têm feito a vontade de Deus. Podem ter pensado que tinham esposas e filhos, mas despertarão para descobrir que não os têm, e que estão privados de muitas daquelas grandes bênçãos que anteciparam desfrutar. Com toda a nossa misericórdia, bondade e sentimento terno para com nossos irmãos e irmãs, e para com todo o povo, não podemos violar a lei de Deus, nem transgredir aqueles princípios que Ele estabeleceu, impunemente. Ele espera que façamos o que é aceitável perante Ele, e, se não o fizermos, devemos pagar a pena de nosso afastamento do princípio correto.

Estas são coisas de muito grande importância, e este edifício na colina [o Templo] é uma daquelas coisas que nos põe face a face com muitos fatos muito importantes associados ao presente, ao passado e ao futuro. Seja o que for que pensemos a respeito disso, todas as coisas estão abertas e nuas diante Daquele com quem temos de tratar. Como está escrito: "O inferno está nu perante ele, e não há coberta para a perdição," e quanto mais os corações dos filhos dos homens?

Estamos aqui para realizar os propósitos de Deus, para edificar Seu Sião, e para estabelecer Seu Reino sobre a terra, e Ele espera que o façamos. Ele espera que comecemos a fazer Sua vontade sobre a terra como é feita nos céus — aqui nesta terra de Sião entre os Santos dos Últimos Dias. Se não o fizermos, desonraremos a nós mesmos, como foi observado pelo Irmão Cannon. É próprio, portanto, que consideremos bem e pesemos o caminho de nossos pés. É bom para nós descobrir a posição que ocupamos na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. É bom para nós perceber como estamos, primeiro, com nosso Deus, segundo, com o Santo Sacerdócio, terceiro, com nossas famílias, com nossas esposas e filhos, ou com nossos maridos e filhos, conforme o caso, e ainda que lidemos com justiça e retidão para com todos os homens. Não podemos seguir nosso próprio caminho e ter a bênção de Deus. Todo aquele que tentar isso descobrirá que está enganado. Deus retirará Seu Espírito de tais pessoas, e elas serão deixadas a si mesmas, para vagar na escuridão, e descer à perdição. Espera-se de nós que nos movamos num plano mais elevado, que sintamos que somos filhos de Deus, que Deus é nosso Pai, e que Ele não será desonrado por filhos desobedientes, ou por aqueles que lutam contra Suas leis e Seu Sacerdócio. Ele espera que vivamos nossa religião, obedeçamos Suas leis e guardemos Seus mandamentos.

Este Templo, como já disse, é um lugar onde, entre outras coisas, se firmam convênios e obrigações eternas, e a questão é: como e de que modo serão cumpridos, e quem é digno e quem não é digno. Há algumas coisas que consideramos extremamente difíceis de decidir. Por quê? Porque as partes que estão mortas não estão aqui para falar por si mesmas, e não podemos permitir que sejam mal representadas ou despojadas de seus direitos de nenhuma forma. Mas, se elas violaram as leis de Deus, então o quê? Ora, aqui surge uma questão para a qual desejo chamar a atenção das autoridades desta Estaca. Há muitos daqueles homens (se o que ouvimos a respeito deles é correto) que deveriam ter sido desligados da Igreja. Mas não foram; os Bispos têm sido negligentes, os Mestres têm sido negligentes, e talvez o Presidente da Estaca tenha sido negligente. Não estou falando particularmente desta Estaca; estou falando em termos gerais. Falo disso para chamar a atenção dos Presidentes de Estacas, dos Bispos, Élderes, Sacerdotes, Mestres e Diáconos, e daqueles que oficiam na Igreja de Deus, e de todos os homens que estão designados a vigiar o rebanho de Cristo. Se alguns desses homens, a quem me referi, tivessem sido chamados a prestar contas em certas ocasiões, poderiam ter se arrependido de seus pecados e se colocado em ordem; mas, porque esses oficiais não cumpriram seu próprio dever, e não zelaram para que outros homens cumprissem o deles, as coisas passaram fora de ordem, e as partes em questão foram para trás do véu. Que conta poderemos dar de nós mesmos se formos considerados assim negligentes? Se as pessoas fazem o errado, que sejam chamadas a prestar contas, e que os Mestres, os Sacerdotes, e os Bispos limpem suas vestes delas, e sintam que cumpriram seu dever e purificaram a Igreja tanto quanto puderam. Os Presidentes de Estacas deveriam zelar para que estas coisas fossem cumpridas de acordo com as leis de Deus. Este é um padrão que devemos alcançar, de modo que, quando as pessoas disserem: "Podemos entrar no Templo do Senhor?", possamos saber exatamente sua condição, que posição ocupam, e o que fazer com elas, sem termos de consultar os registros dos mortos. Estas são responsabilidades que recaem sobre nós. Nossos Élderes vão ao estrangeiro para pregar o Evangelho e reunir o povo. Quando assim são reunidos, espera-se que os Presidentes de Estacas, os Bispos, Sacerdotes, Mestres e Diáconos vigiem sobre eles, e vejam se estão cumprindo suas obrigações, ou se não as estão cumprindo. Se falharem em cumprir seu dever, que sejam chamados a prestar contas; que sejam tratados de acordo com as leis de Deus. Se se arrependerem, perdoai-os; mas espera-se que todos os que tomaram sobre si o nome de Cristo obedeçam às leis de Deus, e andem em obediência a Seus mandamentos. Estas são algumas coisas pelas quais todos nós devemos ser responsáveis, e, portanto, eu, ocupando a posição que ocupo, sinto que é meu dever apresentar-vos estas coisas e exigi-las de vossas mãos — isto é, das mãos do Presidente da Estaca e seus Conselheiros, das mãos dos Bispos e seus Conselheiros, das mãos do Sumo Conselho, e das mãos dos Sacerdotes, Mestres e Diáconos; pois não quero carregar eu mesmo os pecados do povo. Deus espera que nos purifiquemos da iniquidade, para que nos tornemos os escolhidos do Senhor, e nossa posteridade conosco, não em nome ou em teoria, mas em ato e em verdade, e de acordo com as leis da vida, e o espírito que habita em Jesus Cristo, nosso Salvador, o qual cada um de nós deveria ter habitando em nós e permanecendo em nossas habitações, para que sintamos que estamos devotados a nosso Deus, inculpáveis diante do Senhor, e guardando Seus mandamentos.

Estas são coisas apropriadas para refletirmos. Entramos em obrigações aqui como jovens homens ou jovens mulheres, ou como homens idosos ou mulheres idosas, conforme o caso, não importa o quê ou como entremos em convênios diante de Deus, santos anjos e testemunhas, e nos comprometamos da maneira mais solene a sermos fiéis a esses convênios, e, se violarmos esses convênios, e pisarmos aos pés as ordenanças de Deus, deveríamos ser tratados pela Igreja, e ou nos arrependermos de nossos pecados, ou sermos desligados da Igreja, de modo que, purificando a Igreja da iniquidade, possamos ser aceitáveis diante de Deus. Pois os Deuses de que se fala não vão se associar com todo malandro que exista; malandros não vão para onde eles estão; e se os homens não vivem de acordo com as leis de um reino Celestial, eles não vão para uma glória Celestial; não podem passar pelos anjos e pelos Deuses, que são designados a guardar o caminho da vida. Estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que o encontrem.

Deus é misericordioso? Sim. Ele tratará bem Seus filhos? Sim. Ele fará o melhor que puder por todos. Mas há certas leis eternas pelas quais os Deuses nos mundos eternos são governados e que não podem violar, e não querem violar. Estes princípios eternos devem ser guardados, e um princípio é que nenhuma coisa impura pode entrar no Reino de Deus. Que será, então, o resultado? Ora, as pessoas a quem me referi — pessoas que não guardam a lei Celestial — terão de ir para um reino inferior, para um reino Terrestrial, ou talvez um Telestial, conforme o caso. Isto está de acordo com a lei de Deus? Sim. Pois, se não estiverem preparadas para o reino Celestial, terão de ir para um tal que estejam preparadas para suportar. Certos princípios têm sido desenvolvidos, e muitos não. Mas estamos aqui numa escola para aprender, e cabe aos Élderes de Israel que desejam fazer a vontade de Deus, e guardar Seus mandamentos, se colocarem no caminho de fazê-lo, buscar ao Senhor por Sua orientação e direção, arrepender-se de suas loucuras, de seus disparates e de sua maldade de toda espécie, e sair em favor de Deus e de Seu reino, e buscar edificar o Sião de Deus e o reino de Deus sobre a terra, e, se fizermos isso, Deus nos abençoará e nos exaltará no tempo e por todas as eternidades que hão de vir. Amém.

Como citar este discursoJohn Taylor, “Templos—Exigências Feitas a Quem Busca Entrar nos Templos—Uma Mulher Expõe Seu Caso ao Presidente Taylor, do Qual Surgem Algumas Questões Singulares e Sérias—Os Santos Deveriam Estar Progredindo—Deveriam Buscar Fazer a Vontade de Deus—Deveres dos Oficiais Presidentes—Os Malfeitores Deveriam Ser Chamados a Prestar Contas e Ser Tratados—Deus É Misericordioso—o Reino Celestial”, (1884-06-15). Pulpit Vault, 1884-06-taylor-temples-requirements-made-of-those-who-seek. Tradução desta edição, por método de glossário, contentdm.lib.byu.edu.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).