Pulpit

O Ódio do Mundo Para com o Povo de Deus — Suas Acusações Contra os Santos dos Últimos Dias — A Veracidade das Acusações Refutada — Os Santos dos Últimos Dias se Comparam Favoravelmente com Qualquer Outro Povo na Face da Terra — Por Que, Então, São Proscritos? — Porque o Mundo os Odeia — A Perseguição, a Sina dos Santos — Perseguições Passadas e Seu Resultado — O "Problema Mórmon" Ainda Não Resolvido, e Mais Difícil de Resolver do que Nunca — Que os Santos Vivam Sua Religião, e o Senhor os Fará Sair Triunfantes

Joseph F. Smith

1883-08-19

Tenho estado extremamente interessado, nesta manhã, ao ouvir as excelentes observações do irmão Cannon. Sinto que, em resposta aos desejos e orações da congregação, o Senhor abençoou o irmão Cannon em suas observações, e que, por meio dele, tornou claras muitas verdades e princípios muito importantes, sobre os quais será bom que a congregação reflita e os entesoure em seu coração.

Minha mente foi levada a refletir, enquanto o irmão Cannon falava, sobre a inconsistência, a aspereza e a irracionalidade do mundo em sua atitude para conosco, como povo, e sobre a maneira pela qual têm procurado lidar com o que chamam de "a questão mórmon." As palavras do Salvador a respeito do ódio do mundo para com o povo de Deus passaram-me pela mente: "Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; mas, porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso o mundo vos odeia." Jesus e Seus discípulos eram, por toda parte, alvo de acusações. Quase todos os difamavam. Quando Jesus expulsava demônios, dizia-se que o fazia pelo poder de Belzebu, o príncipe dos demônios; que curava os enfermos pelo mesmo poder; que restaurava a vista aos cegos pelo mesmo poder; e todas as obras de misericórdia e caridade que realizava eram atribuídas ao poder de Satanás. É bem semelhante nesta dispensação. Não importa quão bons sejais — vós que professais ser Santos dos Últimos Dias —, não importa quão virtuosos sejais, sois tidos pelo mundo como adúlteros. Não importa quão honestos sejais, sois chamados desonestos. Não importa quão inocentes sejais de todos os crimes conhecidos, o mundo sectário declara que não sois dignos de viver, por causa de vossas corrupções e abominações. Não importa quão caridosos sejais, alegam que vos falta os elementos da caridade e da misericórdia. Consequentemente, pensam que lhes incumbe, a eles e "aos poderes constituídos," agir contra vós para vossa destruição. Foi por esta razão que o Congresso dos Estados Unidos, há pouco tempo, foi obrigado, por uma influência e um poder aos quais não pôde, ou não ousou, resistir, a aprovar um ato dos mais inconstitucionais, dos mais injustos e iníquos, com o propósito de privar um povo inocente e inofensivo de seus direitos legítimos — direitos que lhe pertencem sob a constituição do nosso país.

Temos procurado prejudicar alguém? Temos procurado privar algum povo de seus direitos? Temos procurado destruir ou arruinar qualquer parte da terra? São verdadeiras as vis acusações que se fazem contra nós? Não, não são. Sabeis que não são. Não há homem ou mulher sob o som de minha voz nesta manhã que não saiba, tão certamente como sabe que vive, que as acusações feitas contra os Santos dos Últimos Dias são falsas. Dizem que temos tido, em anos passados, o hábito de cometer assassinatos! Somos acusados de ter assassinado estranhos que vieram entre nós! Somos acusados de ter assassinado mórmons apóstatas, porque apostataram de nós! Somos acusados de oprimir o povo, e de mantê-lo sob tirania! E aqueles que fazem estas acusações alegam que é por causa de sua influência em Utah — a influência do mundo — da imprensa pública — a presença em nosso meio de oficiais da lei, enviados pelo Presidente dos Estados Unidos para nos governar — que esta propensão assassina, e este poder para o mal, que os Santos dos Últimos Dias teriam anteriormente exibido, foram contidos!

Ora, quem há que esteja familiarizado com a história de Utah, ou com a história deste povo, que não saiba que todas estas coisas maldosamente imputadas a este povo são caluniosas e tão falsas quanto o inferno? Quem não sabe que jamais existiu tal reinado de terror em Utah, ou em lugar algum entre este povo? Vim para Utah em 1848; tenho sido residente entre este povo desde a minha infância; tenho conhecido quase tudo o que tem sucedido de caráter público entre os Santos dos Últimos Dias nos últimos 30 anos, e sou testemunha, e posso, e dou o meu testemunho de que todas estas acusações são falsas, e de que o povo hoje é um justo exemplo do que sempre foi, desde o princípio. Quem de vós é assassino? Quem de vós, professando ser Santo dos Últimos Dias, é ladrão e assaltante? Quem de vós, professando o mesmo, é adúltero e libertino? Quem de vós, professando ser Santo dos Últimos Dias, amaldiçoa, jura e blasfema o nome de Deus? Quem de vós oprimiria o seu próximo, ou o roubaria de seus direitos? Quem de vós, professando ser Santo dos Últimos Dias, não estaria pronto a proteger os direitos e a manter as liberdades do estranho que está entre nós, tanto quanto protegeria os seus próprios direitos, ou os de seu próximo? Não é este o caso hoje? Sim. Foi alguma vez diferente disso? Existiu alguma vez uma condição diferente das coisas, no meio deste povo? Sabeis muito bem que nunca existiu. Homens que fizeram o mal, em tempos passados, foram responsabilizados por seus atos perante a lei, pelos oficiais da lei. Homens que hoje são ingovernáveis e cometem crimes são responsáveis perante a lei, e devem responder por seus crimes. Sempre foi assim. A rede do Evangelho tem recolhido de toda espécie. Mas deve uma comunidade inteira ser responsabilizada por indivíduos cujas propensões os levam a cometer crimes? Se formos julgados sobre esse princípio, quem estará isento do mesmo julgamento? Se Deus julgasse o mundo desta maneira, executaria o mundo inteiro — ninguém estaria isento. Creio que, como comunidade, ou como comunidades, compararemos favoravelmente com qualquer outra sobre a face da terra. Creio que se encontrará muito menos crime entre os Santos dos Últimos Dias do que se pode encontrar em outras comunidades de igual número, em qualquer outro lugar. Creio que há menos crime, menos maldade, menos embriaguez, e menos ofensas de qualquer espécie entre os Santos dos Últimos Dias do que se pode encontrar entre qualquer outro povo de igual número no mundo. E, ao dizer isto, não estou me vangloriando dos Santos dos Últimos Dias; pois, certamente, se somos Santos dos Últimos Dias, o crime e a maldade não deveriam ter parte alguma em nós. Nenhum homem que professe ser membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias deveria ser culpado de algo que fizesse ruborizar de vergonha o seu rosto. Pelo contrário, deveríamos viver acima de qualquer suspeita; deveríamos viver livres de crime, livres de maldade e de pecado de toda espécie. Portanto, dizer que os Santos dos Últimos Dias são o melhor povo que conheço no mundo não é dizer mais do que deveria ser dito, e pode ser dito honesta e verdadeiramente. Não deveríamos ser culpados de pecado. Os ensinamentos dos servos de Deus têm sido em direção à retidão, à honestidade e à virtude, e a tudo o que é calculado para elevar e enobrecer a humanidade. Este tem sido o teor dos ensinamentos dos servos de Deus, desde o dia em que a Igreja foi organizada até o presente; e, se os Santos dos Últimos Dias não são o melhor povo sobre a terra, é porque não têm dado ouvidos ao conselho que lhes foi dado.

Por que, então, deveríamos ser proscritos? Por que, então, deveria o povo do mundo caluniar-nos, e procurar denegrir nossos nomes e nosso caráter? Por que haveriam de procurar trazer perseguição e mal sobre nós? A resposta se encontra nas palavras do Salvador. "Eu vos escolhi do mundo, e por isso o mundo vos odeia." Enquanto mantiverdes os princípios do Evangelho; enquanto defenderdes e praticardes os princípios da virtude, da verdade e da retidão; enquanto permanecerdes fiéis às doutrinas de Cristo, que foram reveladas por meio de Joseph, o Profeta, por meio de Brigham Young, o Profeta, e por meio do Presidente Taylor e dos oráculos de Deus; enquanto isso for assim, o mundo se levantará contra vós, enquanto isso for assim vos odiarão e procurarão trazer o mal sobre vós, a menos que se arrependam. Não há dúvida quanto a isto. Muitas pessoas não se deixarão convencer. O irmão Cannon aludiu às pessoas que nos visitam. Podem ficar favoravelmente impressionadas em alguns pontos; mas ainda retêm em seus corações um preconceito que receberam a nosso respeito, e o levam consigo, apesar do que veem. Isto está de acordo com o que Jesus disse. Têm olhos, mas não veem; têm ouvidos, mas não ouvem; têm coração, mas não entendem. Diz-se também que "não há ninguém tão surdo quanto aquele que não quer ouvir, nem ninguém tão cego quanto aquele que não quer ver." Muitos dos que visitam Utah vêm cheios de tal quantidade de preconceito, que não permitem que os seus sentidos se convençam da verdade. Por isso, partem tão preconceituosos quanto vieram. Não obstante, quando os homens vêm com a mente despida de preconceito, que podem ver e estão dispostos a ver, e são suficientemente liberais de espírito para olhar as coisas à sua verdadeira luz, obtêm, em certa medida, opiniões e ideias corretas a nosso respeito. Alguns poucos homens assim têm vindo a Utah, e partido esclarecidos, e têm dito a verdade ao mundo. Mas, apesar de dizerem a verdade, geralmente não são cridos, assim como nós não o somos quando a dizemos. Naturalmente suporíamos que um homem como o juiz Black, que em assuntos jurídicos era uma autoridade no mundo, seria crido; mas, no momento em que esse homem, com todo o seu talento e prestígio, se levantou nos salões do Congresso e se propôs a discorrer sobre os direitos constitucionais do povo chamado Santos dos Últimos Dias, foi denunciado, e a solidez de suas conclusões foi posta em dúvida por juízes, advogados e homens de estado. Foi exposto ao ridículo, porque ousou discorrer sobre os direitos constitucionais do povo chamado Santos dos Últimos Dias. E assim tem sido com todos os demais que ousaram dizer uma palavra em favor de que o povo de Deus tivesse os seus direitos. Assim foi com aqueles que ousaram falar em favor do Filho de Deus e de Seus discípulos. Aqueles que ousaram fazê-lo foram considerados indignos de crédito, mesmo sob juramento; o seu testemunho não podia ser aceito; eram parciais. E assim tem se tornado em relação a este povo. Que qualquer homem levante a voz em defesa do povo de Deus, e será imediatamente denunciado por certa classe influente, e a sua influência entre essa classe de pessoas, que parece decidida a perseguir os Santos dos Últimos Dias, minguará, não importa quanto tenham honrado os seus conselhos antes disso.

Continuará este a ser o caso? Sim, cada vez mais; pois, à medida que aumentarmos em união, em fé, em inteligência, e em influência política e religiosa, o ódio dos ímpios aumentará contra nós. Então os povos se amotinarão, e os ímpios imaginarão coisas vãs; e os seus esforços para nos destruir aumentarão proporcionalmente. Mas terão êxito? Realizarão os seus desejos? Exatamente na proporção em que já o fizeram até agora, e não mais. Quando expulsaram os Santos dos Últimos Dias do Missouri, e tiveram o Profeta e seus companheiros confinados na prisão de Liberty, o mundo se regozijou, na crença de que a espinha dorsal do "mormonismo" estava quebrada. Mas fizeram as contas sem o dono da casa. Não basearam os seus cálculos nos fatos. O desfecho provou que haviam cometido um grande erro. Não obstante o General Clark, na praça de Far West, ter dito a Joseph e seus companheiros que a sua sorte estava selada e a sua sina lançada, fizeram as contas sem o dono da casa. Não haviam calculado com o poder de Deus nestes assuntos. Simplesmente pensaram que tinham Joseph Smith em seu poder, e que, ao destruí-lo, destruiriam o "mormonismo." Mas o Senhor o libertou de seus inimigos. E, do Missouri, ele veio para Illinois. O "mormonismo" — como é chamado no mundo — de uma vila cresceu para uma cidade — a Cidade de Nauvoo, uma das mais belas cidades do oeste da América. Passamos a possuir direitos por lei, e exercemos uma influência que controlava o condado de Hancock, no estado de Illinois, e que afetava substancialmente a situação política de outros condados vizinhos. Crescemos de um punhado para uma multidão, e então a fúria do inimigo se agitou novamente, até que finalmente conseguiram tirar a vida dos servos de Deus, Joseph Smith e seu irmão Hyrum. Com isto se regozijaram e se felicitaram uns aos outros, e concluíram que haviam feito uma boa obra. O "mormonismo" agora cessaria de perturbar o mundo? Mas, novamente, fizeram as contas sem o dono da casa. Novamente basearam os seus cálculos em premissas falsas. Não haviam considerado o poder ligado a esta obra. Não haviam contemplado a natureza do poder de Deus. De Nauvoo fomos lançados ao deserto, mas buscamos e nos estabelecemos em Utah, sob a orientação do Todo-Poderoso. Como o irmão George A. Smith costumava dizer: "Viemos de boa vontade, porque fomos obrigados." Não tínhamos outro lugar para onde ir. Mas, no que diz respeito a realizar o objetivo que tinham em vista — a destruição do "mormonismo" — sabemos que fracassaram. De uma cidade, crescemos até nos tornarmos um Território dos Estados Unidos, e temos sido capazes de controlar honestamente o governo territorial, apesar dos desejos, da astúcia, da manha, e de todos os esforços fraudulentos de nossos inimigos.

Ora, se foi difícil para o mundo lidar com a questão do "mormonismo" em 1838, foi ainda mais difícil lidar com ela em 1844. Se lhes foi difícil lidar e enfrentar esta "questão mórmon," como a chamam, em 1846, quando o povo foi feito de proscritos errantes no deserto; digo, se foi coisa difícil para o Governo dos Estados Unidos, e para os inimigos deste povo, lidar com a "questão mórmon" então, não será hoje uma questão muito mais difícil de lidar? Ao virarem o muro, eis que ele se torna mais alto e mais largo do que era antes. Ao pisarem a planta de mostarda? Eis que a semente se espalha, e cria raiz, e brota, e se multiplica por toda parte. Todo esforço de nossos inimigos tem fracassado completamente. Que continuem os seus esforços. Que façam o seu pior. O Deus Todo-Poderoso está ao leme, e, se conseguirem virar o muro novamente, hão de achá-lo maior do que quando o viraram pela última vez. Mas não querem que cresçamos em poder político. Não querem que sejamos, religiosa ou de outra forma, um povo separado e distinto do resto do mundo. Querem que nos identifiquemos e nos misturemos com o resto do mundo, que nos tornemos como eles, frustrando assim os propósitos de Deus. Odeiam a nossa união; mas, ao que parece, não percebem que a perseguição só tem a tendência de nos tornar mais unidos.

Pois bem, cabe a nós vivermos a nossa religião. Cuidemos dos nossos deveres como Santos dos Últimos Dias. Continuemos a ser humildes e fiéis diante de Deus. E, se algum dia chegar o tempo em que o Senhor julgue conveniente permitir que nossos inimigos nos expulsem de nossos lares atuais, o resultado será semelhante ao que foi quando nos expulsaram de Nauvoo. Expulsar-nos-ão do Território de Utah para meia dúzia de estados, e possivelmente tomaremos posse de todos eles. Não crerão em mim, e não crerão nos élderes da Igreja quando lhes disserem estas coisas claramente. Não crerão em nós, mais do que teriam crido em Joseph Smith em seus dias, ou em Brigham Young em seus dias. Mas o que estes homens inspirados disseram está se cumprindo. Toda palavra que proferiram a respeito da edificação de Sião, e do progresso do reino de Deus sobre a terra, se cumprirá, e nem um jota, nem um til, deixará de se cumprir. Vós e eu, como indivíduos, podemos falhar, mas a obra de Deus não pode falhar. É a Sua obra. Ele decretou a sua consumação, e nenhum poder na terra, ou no inferno, pode alterar o decreto. A obra avança, e, se não acompanharmos o seu passo, havemos de ficar, por fim, para trás. Muito melhor para nós é acompanhar o grosso das fileiras, e caminhar ombro a ombro com as autoridades da Igreja; com aqueles que têm o espírito do Evangelho em seu coração; com aqueles em cujos ossos arde o fogo da verdade e o testemunho de Jesus Cristo, que continuamente exortam o povo a ser diligente em guardar os mandamentos de Deus. Deveríamos fazer o que é certo. Deveríamos ser virtuosos, honrados e caridosos, e deveríamos ser generosos de coração para com toda a humanidade. Podemos nos permitir ser generosos. Temos recebido aquilo que pertence ao crescimento eterno, ao aumento eterno, à felicidade eterna; temos recebido aquilo que pertence ao domínio, e ao poder, e à glória, e a tronos e principados. Livremente temos recebido, e livremente podemos nos permitir dar; pois, ao dar, não diminuímos o nosso próprio tesouro. Podemos, portanto, nos permitir exclamar (a respeito de nossos inimigos): "Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem." Podemos nos permitir ter simpatia por eles, suplicar a Deus, em nome de Jesus, que tenha misericórdia deles, pois não conhecem as consequências de seus atos. Cabe a nós praticar a retidão; pois, como o Presidente Young observou no Templo de St. George, em 1877, quanto mais retos formos, mais unidos seremos; quanto mais diligentes formos em guardar os mandamentos de Deus, menor será o poder de nossos inimigos; o seu poder diminuirá na proporção de nossa fidelidade. Contudo, nossos inimigos hão de enfurecer-se, e a sua ira há de aumentar contra a obra do Senhor; e presumo que seja um ditado verdadeiro que "a quem os deuses querem destruir, primeiro enlouquecem." Os gentios — as chamadas nações cristãs — hão de enfurecer-se contra os Santos dos Últimos Dias; e assim o mundo prosseguirá, até que estejam maduros para a destruição. Podemos nos permitir ser calmos e pacientes, e aguardar a libertação de Deus; pois sabemos que Ele é nosso amigo; que Ele está do lado dos justos; e que Ele os fará sair triunfantes, se permanecerem fiéis, o que rogo ao Senhor que conceda, em nome de Jesus. Amém.

Como citar este discursoJoseph F. Smith, “O Ódio do Mundo Para com o Povo de Deus — Suas Acusações Contra os Santos dos Últimos Dias — A Veracidade das Acusações Refutada — Os Santos dos Últimos Dias se Comparam Favoravelmente com Qualquer Outro Povo na Face da Terra — Por Que, Então, São Proscritos? — Porque o Mundo os Odeia — A Perseguição, a Sina dos Santos — Perseguições Passadas e Seu Resultado — O "Problema Mórmon" Ainda Não Resolvido, e Mais Difícil de Resolver do que Nunca — Que os Santos Vivam Sua Religião, e o Senhor os Fará Sair Triunfantes”, (1883-08-19). Pulpit Vault, 1883-08-smith-jf-the-hatred-of-the-world-towards-the-people-of-god. Tradução desta edição, por método de glossário, contentdm.lib.byu.edu.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).