Pulpit

A Sinceridade Sozinha Não É Suficiente—A Congregação Predita—Os Escritos Inspirados Não Estão Todos Contidos na Bíblia—A Província do Espírito Santo—Os Reformadores—Confusão das Seitas—Condição Apóstata do Mundo Predita—Como os Apóstolos Foram Enviados—Autoridade Requerida—O Que os Santos Devem Fazer—Oposição ao Evangelho, Antiga e Moderna—Testemunho

Charles W. Penrose

1883-05-20

Sou chamado esta tarde, de forma bastante inesperada para mim, a me dirigir a esta congregação, e oro fervorosamente para que o espírito do Deus vivo repouse sobre mim e sobre todos os que estão reunidos neste Tabernáculo, para que eu seja inspirado a dizer algo que seja proveitoso ouvir, e para que todos os que escutam minhas palavras sejam capazes de compreendê-las no espírito em que são proferidas.

Reunimo-nos aqui hoje para adorar a Deus, nosso Pai Celestial, em nome de Jesus Cristo, Seu Filho, sob a influência e o poder do Espírito Santo. Para que nossa adoração seja aceitável a Deus, ela deve ser feita em nome de Jesus, e deve ser feita sob a influência de Seu Espírito; pois "Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade." Devemos ser sinceros em nossa adoração; devemos ser sinceros em tudo o que fazemos, para que seja aceitável a Deus. Mas a sinceridade sozinha não é suficiente. Temos de adorá-Lo em verdade, assim como em espírito, e devemos adorá-Lo também da maneira que Ele designou, não à nossa própria maneira. Deus não aceita os caminhos do homem, a menos que esses caminhos estejam de acordo com Seus caminhos. E viemos aqui para que possamos aprender os caminhos de Deus, e então andar em Seu caminho. Isto está de acordo com os antigos profetas. Eles declararam que, nos últimos dias, o povo viria de todas as nações "ao cume dos montes" exatamente para este propósito, para que aprendessem Seus caminhos e andassem em Suas veredas. A razão pela qual tivemos de fazer isso é que os caminhos de nossos pais, em sua adoração e em seu serviço a Deus, foram apenas de acordo com suas noções particulares, com suas ideias do que é certo.

Não houve voz alguma do céu ouvida entre os filhos dos homens sobre esta terra por muitos séculos. O povo não tem sido guiado pelas revelações do Todo-Poderoso, mas pela sabedoria do homem, ou, como pensamos, pela loucura do homem. É verdade que o povo chamado "cristão" tem tido o livro chamado a Bíblia. O Antigo Testamento e o Novo Testamento contêm livros que foram escritos por homens que viveram em tempos antigos, e que foram inspirados por Deus. Esses livros não contêm tudo o que foi escrito pelos servos de Deus em tempos antigos, mas apenas alguns dos escritos dados aos filhos dos homens por inspiração. Este livro contém muita verdade e alguns poucos erros, mas os erros são as interpolações ou as más traduções dos homens. As doutrinas que a Bíblia contém são verdadeiras, e estão com suficiente clareza para serem corretamente compreendidas, se o povo que lê o que ela contém for influenciado pelo mesmo espírito, ou inspirado pelo mesmo espírito, que os homens que escreveram aquelas coisas. Mas, sem esse espírito, o povo da terra não é capaz de compreender plenamente aquilo que está escrito. Lemos naquele livro que "a letra mata." É o espírito que dá vida, e é também o espírito que dá luz. Sem o Espírito de Deus como a influência reveladora do alto, a humanidade é incapaz de compreender as coisas de Deus. Assim como somos incapazes, esta tarde, de ver qualquer coisa de natureza física sem aquela luz natural que vem do sol, também sem a luz que vem do Sol da Justiça, somos incapazes de ver as coisas de Deus. Os profetas que escreveram as coisas contidas no Antigo Testamento, e os Apóstolos de Jesus Cristo, que escreveram as epístolas e outros escritos contidos no Novo Testamento, foram abençoados com o dom que é chamado nas Escrituras o dom do Espírito Santo. Isto não era meramente uma influência que os fazia sentir-se bem; que exaltava sua natureza espiritual de modo a torná-los felizes, contentes e pacíficos; mas era uma manifestação do poder que vem de Deus. Assim como a luz que vem do sol revela, por meio de nossos olhos naturais, aqueles objetos que vemos ao nosso redor, assim o Espírito Santo, vindo de Deus, abre e torna claras e patentes as coisas da eternidade, aquelas coisas que são chamadas espirituais, embora todas elas sejam espirituais para nosso Pai Celestial. As coisas que chamamos naturais e temporais são espirituais para Ele, porque Ele vê a essência das coisas, Ele as compreende em sua natureza interna. Todos os elementos de todas as coisas que existem são eternos, e "as coisas que são espirituais são eternas," e, portanto, tudo é espiritual para Deus. Nós, no presente, somos criaturas do tempo, e vemos coisas que mudam. Não compreendemos sua natureza eterna. Não compreendemos sua essência. Vemos apenas aquilo que está na superfície, no exterior. Mas Deus olha para a natureza interna das coisas, assim como dos homens, e as compreende. E os elementos, tanto daquilo que é chamado natural quanto daquilo que é espiritual, são todos eternos, sem princípio e sem fim. São manipulados, mudados e retrabalhados, mas não têm princípio em sua essência, e não podem tê-lo. Nenhum átomo, na natureza, pode ser destruído. Nunca começou a existir; nunca deixará de existir. Deus olha para as coisas tal como são, em sua natureza eterna, e, portanto, são todas eternas ou espirituais para Ele. Mas, falando à maneira dos homens, chamamos as coisas de temporais e espirituais, naturais e sobrenaturais; contudo, no fim das contas, quando chegamos a compreendê-las tal como são, todas são materiais e todas são espirituais.

Os habitantes da terra, como já observei, têm estado sem qualquer comunicação direta com Deus, e, portanto, têm permanecido, em certa medida, nas trevas. Têm sido capazes de ler alguns dos livros que foram escritos pelos servos de Deus, que foram por Ele inspirados em tempos antigos; mas não têm tido revelação alguma para si mesmos. Podem ler o que disse Isaías, ou Jeremias, ou Pedro, ou Paulo, ou Lucas, ou outros escritores do Antigo ou do Novo Testamento; mas não tiveram revelação pessoal. A luz que obtiveram é uma luz emprestada, como a luz da lua. Estiveram numa espécie de luar, ou de cintilante luz das estrelas. Tem havido muitos pregadores que alegaram ser servos de Deus, ministrando entre o povo na cristandade; alguns na antiga igreja chamada a Igreja de Roma, alguns na Igreja Episcopal, alguns na Igreja Metodista, outros na Igreja Batista, e assim por diante, por todas as várias denominações que compõem a cristandade moderna. Sem dúvida, muitos deles eram homens bons, homens que se esforçaram, na medida de sua capacidade e de seu conhecimento, para iluminar as mentes de seus semelhantes. Alguns deles, talvez, fossem meros mercenários, "pregando por interesse e adivinhando por dinheiro"; mas outros eram sinceros em seus corações, sinceros em sua adoração, sinceros na religião que ensinavam a outros. Mas não tinham conhecimento da verdade. Tinham uma fé de certo tipo. Criam em certos princípios. Criam nas coisas que liam na Bíblia, na medida em que conseguiam compreendê-las, mas não tinham conhecimento positivo a respeito das coisas em que criam e que ensinavam. Os homens que foram chamados os Reformadores, que saíram da Igreja de Roma e introduziram um pouco mais de verdade do que o povo tinha anteriormente, e reformaram vários erros que existiam—eram, alguns deles, homens muito excelentes, e realizaram uma grande e boa obra na terra. Mas não foram chamados por Deus da maneira que Seus servos foram chamados em tempos antigos, aqueles que escreveram as coisas contidas na Bíblia, nem foram dotados do Espírito Santo, que aqueles homens desfrutavam. No entanto, realizaram uma grande obra na terra, e por isso receberão, sem dúvida, sua recompensa; pois nenhum homem que já viveu na terra, seja numa nação cristã, seja entre os pagãos ou o mundo gentio, jamais fez algo bom sem que fosse por isso melhor, e receberá por isso sua recompensa, e nenhum homem jamais fez voluntariamente uma coisa perversa, aquilo que sabia e sentia ser errado, sem que por isso fosse pior, e por isso terá de prestar contas no grande dia em que os segredos dos corações de toda a humanidade forem manifestados, cristãos e pagãos, os dos tempos antigos e os dos tempos modernos. Todos os que já habitaram na terra, na carne, devem comparecer perante o tribunal de Deus, e ser julgados pelos atos praticados no corpo, sejam bons ou maus, e receberão uma recompensa pelo bem que fizeram, e um castigo pelo mal que fizeram, especialmente e particularmente se fizeram o mal conscientemente, se pecaram voluntariamente, se pecaram contra a luz e o conhecimento.

Muitas dessas pessoas a quem me referi, entre aqueles reformadores e outros que trabalharam na terra, como pensavam, pela retidão e pelo Senhor, trabalharam com sinceridade, mas nem sempre com verdade. Muitos erros têm prevalecido no mundo desde o tempo em que os Apóstolos foram mortos, quando as luzes que Deus colocou no mundo foram apagadas pela mão da maldade; desde que os servos de Deus foram destruídos na carne, muitos erros se infiltraram no mundo, e as trevas se espalharam sobre a mente dos filhos dos homens. Embora muitos tenham adorado com sinceridade, não adoraram em verdade, porque não compreenderam plenamente o caminho da verdade. Quando liam as Escrituras, só as compreendiam parcialmente, e discordavam entre si quanto ao significado das coisas que liam. Assim, seita se multiplicou sobre seita, denominação sobre denominação. E naquilo que se chama cristandade, o povo está em confusão, não compreendendo do mesmo modo, não vendo a verdade tal como é; pois, se todos pudessem ver a verdade corretamente, veriam do mesmo modo; se todos compreendessem a verdade corretamente, seriam de um só coração e uma só mente, na medida em que a compreendessem. Mas o próprio fato de que essas divisões existem prova que há trevas no mundo. Se a luz de Deus fosse revelada a seis homens no mesmo grau, eles compreenderiam os princípios que lhes fossem apresentados, os princípios do Evangelho, exatamente da mesma maneira; e se seis homens podem estar unidos na compreensão da verdade exatamente do mesmo modo, seis milhões, ou qualquer número de homens, podem estar unidos de modo a ver e compreender a verdade exatamente do mesmo modo, e este era o efeito do Espírito de Deus, o Espírito Santo, o Consolador, o Revelador, o espírito de vida e luz, que Deus deu a Seu povo na antiga Igreja cristã, quando o Evangelho lhes chegou. Estavam todos divididos quando Jesus Cristo veio ao mundo. Havia diversidade semelhante de opiniões e de fé a respeito de Deus e de Seus caminhos, à que há agora, apenas não em tão grande extensão. Jesus veio e mostrou o caminho certo. Ele era "o caminho, e a verdade, e a vida." Veio revelar a vontade de Seu Pai. Tornou claro o caminho da vida e da verdade, para que todos os que desejassem pudessem andar nele—no mesmo caminho e sob a mesma luz, para que se vissem face a face e não mais estivessem divididos. Assim era com o povo chamado fariseus ou saduceus, ou com aqueles que pertenciam a qualquer seita existente entre os judeus, ou com aqueles que viviam entre os gregos, e que haviam adotado o sistema grego de filosofia, ou com pessoas que viviam em qualquer outra parte do mundo, e que criam em qualquer outro tipo de religião—quando entravam na igreja cristã, já não estavam divididos em suas opiniões e em sua fé, mas eram todos trazidos a ver do mesmo modo; eram "todos batizados por um espírito em um corpo, quer judeus, quer gentios, quer escravos, quer livres." Já não adoravam deuses diferentes, ou o mesmo Deus de maneiras diferentes, mas adoravam do mesmo modo. Tinham "um só Senhor, uma só fé, um só batismo, e uma só esperança de sua vocação." Mas quando as trevas voltaram a entrar no mundo; quando os guias que Deus havia colocado entre a humanidade foram rejeitados e expulsos, e o Espírito Santo foi retirado, e os homens foram deixados a si mesmos, então começaram a se dividir, cada homem seguindo seu próprio caminho, de acordo com sua própria noção. Os pregadores se multiplicaram, as seitas se multiplicaram, e as doutrinas se multiplicaram. E aqui estamos nos últimos tempos, no décimo nono século, quando o povo se orgulha tanto da luz do Evangelho, bem como da luz científica, aqui estamos no décimo nono século, e o povo está tateando como cegos pela parede. Não conhecem a Deus, e alguns nem se importam com Ele. Alguns negam Sua existência, e muitos mais permanecem numa posição de dúvida e incerteza. Muito poucos negam categoricamente a existência de um Deus; mas há muitas pessoas que não sabem se há um Deus ou não; não estão satisfeitas em suas mentes. "Não sei," parece ser o sentimento da grande maioria das pessoas inteligentes hoje em dia a respeito das coisas divinas.

Bem, como disse no início de minhas observações, reunimo-nos aqui hoje para adorar a Deus à Sua maneira—não à nossa, isto é, não à maneira que fizemos, não à maneira que qualquer homem fez, mas de acordo com o plano e o modelo revelados do céu por Deus Todo-Poderoso, em nosso dia e tempo. Se Deus Se manifestou em tempos antigos, por que não Se manifestaria em tempos modernos? Se Deus falou ao mundo pelo poder do Espírito Santo, por meio de homens escolhidos em eras passadas do mundo, por que não nesta era? Se anjos desceram do céu e ministraram a pessoas sobre a terra em qualquer período da história deste mundo, por que não nos últimos tempos? Estão fechados os lábios de Deus, de modo que Ele não possa falar? Estão selados os céus, tornados como bronze, de modo que nenhum homem possa atravessá-los, e nenhum ser celestial possa vir a este pequeno mundo e manifestar as coisas da eternidade? O Espírito Santo mudou em seu poder, sua influência e suas qualidades reveladoras? Ou estão os filhos dos homens em tal condição que não estão dispostos a receber o Senhor e Seus caminhos e Suas obras e Sua luz? Terá Deus deliberadamente Se afastado da terra, ou terá o povo da terra se afastado de Deus? Lemos aqui no livro de Isaías a respeito de um tempo que haveria de vir, quando "as trevas cobririam a terra, e a escuridão, os povos." Lemos de um tempo em que Deus sairia de Seu esconderijo em juízo sobre os habitantes da terra nos últimos dias, e seria "assim como for o povo, assim será o sacerdote; como o servo, assim o seu senhor; como a serva, assim a sua senhora; como o comprador, assim o vendedor; como o que empresta, assim o que toma emprestado; como o que dá usura, assim o que toma usura. A terra será de todo esvaziada, e de todo saqueada, porque o Senhor pronunciou esta palavra." Por quê? "Porque transgrediram as leis, mudaram a ordenança, quebraram o convênio eterno. Portanto, a maldição devorou a terra, e os que nela habitam são desolados." Ora, parece-me muito mais razoável pensar que o povo da terra se afastou de Deus, e saiu de Seu caminho, e fez caminhos para si mesmo; que "amontoou para si mestres, tendo comichão nos ouvidos, e desviou os ouvidos da verdade, e se tornou às fábulas"; que se tornou "mais amante dos deleites do que amante de Deus"; e que tem aparência de piedade, mas carece do poder dela, do que que Deus os tenha abandonado, sem nenhum ato de sua parte. Ora, sei que isto soa muito duro aos ouvidos cristãos. Soa muito desagradável ao povo que compõe a cristandade dizer que se afastaram do caminho—essas boas pessoas, de aparência piedosa, que expressam sentimentos tão belos, e têm emoções religiosas tão intensas, e sentimentos tão elevados, e muitas das quais são sinceras em seus corações—dizer que se afastaram do caminho e que estão nas trevas. Está tudo bem em dizer que milhões e milhões das nações pagãs, por centenas e centenas de anos, estiveram nas trevas, e que estão nas trevas hoje, que estão longe de Deus, que a luz do glorioso Evangelho de Jesus Cristo não brilha em suas almas, que seus filósofos e sábios e poetas e pregadores e homens de grande intelecto estão todos errados; isso é aceitável; podem dizer isso. Muitas pessoas cristãs de fato dizem isso, e não ficam nem um pouco chocadas em seus sentimentos; mas dizer que os cristãos desta geração estão fora do caminho soa terrível a seus ouvidos. Não obstante, ousarei dizer que este é o fato; que toda a terra se desviou. Não irei além do que eles mesmos dizem: "Deixamos por fazer aquilo que devíamos ter feito, e fizemos aquilo que não devíamos ter feito, e não há saúde em nós. Ó Senhor, tem misericórdia de nós, miseráveis pecadores." Bem, é exatamente isso que são. Ora, não me gabo de que sejamos melhores do que eles. Estou apenas os tomando como o Senhor tomará a muitos deles: "Pela tua boca te julgarei." Dizem ao Senhor: "Todos nós, como ovelhas, andávamos desgarrados; cada um se desviava pelo seu caminho." É isso que há de errado com o mundo cristão. Não estão andando no caminho do Senhor. Estão andando nos caminhos que os homens inventaram.

Qualquer estudioso das Escrituras que esteja disposto a receber a verdade quando lhe é apresentada pode ver, examinando os livros sagrados do Antigo e do Novo Testamento, que a condição do mundo no tempo presente foi antecipada pelos antigos profetas e apóstolos. Todos viram que chegaria o tempo em que o povo se afastaria da verdade; quando andaria em seus próprios caminhos; quando edificaria igrejas para si mesmo; quando contrataria homens para lhes pregar coisas que fossem sábias e boas a seus próprios olhos; não estariam muito ansiosos por descobrir a vontade de Deus, ou que Ele lhes declarasse, mas teriam pregadores para lhes ensinar doutrinas que parecessem boas a seus "ouvidos comichentos."

Um estudioso das Escrituras também descobrirá que, em cada época do mundo, quando havia um povo habitando na terra que Deus reconhecia como Seu povo, Ele exigia que fizessem todas as coisas tal como Ele lhes ordenava; não como pudessem escolher, mas como Ele ordenava. Quando Jesus Cristo veio, Ele não veio para fazer Sua própria vontade, ou pregar Sua própria doutrina. Disse Ele: "A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus, ou se eu falo de mim mesmo." Jesus não fez nem disse nada senão aquilo que lhe fora ordenado fazer e dizer. Não ensinou doutrina alguma de Si mesmo. E declarou que, quando fosse embora, o Consolador viria em Seu lugar. O que Ele faria? "Ele vos guiará a toda a verdade: porque não falará de si mesmo, mas falará tudo o que tiver ouvido; e vos anunciará as coisas que hão de vir." Quando os Apóstolos, que foram chamados por Jesus Cristo, saíram a pregar o Evangelho em Seu nome, não saíram a pregar suas próprias opiniões e ideias e noções, nem a administrar ordenanças que consideravam próprias e adaptadas ao povo de diferentes nações, mas saíram com a palavra do Senhor; saíram a ensinar aquilo que lhes fora ordenado. Disse Jesus Cristo: "Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado." Não deviam pregar com as palavras persuasivas da sabedoria humana, nem proclamar suas noções sobre as coisas, mas deviam sair com a palavra viva de Deus; deviam ir e ensinar aquilo que Cristo lhes havia ensinado, e que Ele não ensinara de Si mesmo. E, mesmo então, Ele lhes disse que permanecessem em Jerusalém até que fossem dotados de poder do alto. Esperaram. E, no dia de Pentecostes, lemos, "estavam todos concordemente reunidos." Eram de um só coração, de uma só mente, e de um só espírito, e então o Espírito Santo se manifestou a eles, de forma visível, em línguas repartidas como que de fogo. Foram todos cheios daquele espírito, e falaram em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem, e, desde aquele tempo, tendo sido ordenados por Jesus Cristo quando esteve sobre a terra, foram capazes de sair e pregar o Evangelho às nações da terra. Naquele dia (Pentecostes), Pedro pregou aquele grande sermão evangélico que lemos no segundo capítulo dos Atos dos Apóstolos. Não ensinou ao povo nada a respeito de sua opinião. Disse ao povo aquilo que sabia, aquilo que lhe fora manifestado, aquilo que compreendia, e o fez sob a influência e o poder do Espírito Santo, o mesmo espírito que repousava sobre os antigos profetas, o mesmo espírito pelo qual Jesus falava, o qual lhe foi dado não por medida, mas em plenitude.

Nenhum homem tem o direito de pregar em nome do Senhor, a menos que seja dotado como o foram aqueles Apóstolos, a menos que o Senhor lhe tenha confiado uma dispensação do Evangelho; e se algum homem o fizer, o faz sob sua própria responsabilidade. A menos que seja assim chamado e dotado, todas as suas administrações, seja o batismo, a confirmação, ou qualquer outro rito que possa administrar em nome da divindade, são nulas e sem efeito nos céus. Quando Deus chama homens a oficiar, aquilo que fazem na terra em Seu nome, na maneira que Ele designou, por Sua autoridade, é tão válido quanto se Ele mesmo o realizasse pessoalmente; o que "selarem na terra é selado nos céus," e o que "desligarem na terra é desligado nos céus." Mas quando os homens administram as ordenanças sem autoridade, sem inspiração, sem terem sido chamados, designados e ordenados especialmente para essa obra, todas as suas ministrações são vãs e sem valor. Se batizarem uma pessoa, esse batismo é nulo. O batismo de crianças é nulo. Nunca foi ordenado por Deus, nunca foi por Ele autorizado, mas é uma das fantasias dos homens, uma das invenções do homem. Mas mesmo o batismo administrado como os antigos Apóstolos o administravam, e como Jesus Cristo o ensinou, e de acordo com o modelo que Ele mesmo estabeleceu em Seu próprio batismo, se administrado por homens que não foram chamados, ordenados e dotados do poder e do direito de fazê-lo, é totalmente nulo, e não vale mais do que um banho. E é a ausência desta autoridade, e a ausência desta dotação, a ausência deste espírito divino que revela as coisas de Deus e as torna claras aos filhos dos homens, que tem causado toda esta confusão que existe no mundo cristão, bem como no mundo pagão.

Pois bem, reunimo-nos aqui esta tarde, e nos congregamos aqui, nestes vales montanhosos, para que pudéssemos aprender os caminhos de Deus, e então levá-los a cabo em nossa vida, pois a nossa é uma religião prática. Não apenas aprendemos, mas praticamos. Se somos Santos dos Últimos Dias, viemos aprender o que é certo e então fazê-lo com todas as nossas forças, destemidos e sem levar em conta as opiniões de outros, ou o que outras pessoas possam fazer ou tentar fazer. O negócio de nossa vida é procurar descobrir a vontade de nosso Pai Celestial e cumpri-la. Podemos fazer isto. Não há necessidade de haver dúvida quanto ao que ela é. Não há necessidade de depender de nenhum homem—Joseph Smith, Brigham Young, John Taylor, Pedro, Paulo, Isaías, ou qualquer outra pessoa. Todo homem que vive, e toda mulher que respira o fôlego de vida, tem o direito de saber, em seu próprio coração, se uma coisa é certa e verdadeira ou não, e aqueles que não se esforçam por obter este conhecimento são negligentes. "Aquele que fizer a vontade do Pai conhecerá a respeito da doutrina." Nosso negócio, então, é descobrir qual é a vontade do Senhor, para nos guiar em nossa vida diária, não apenas para nos fazer sentir bem, para exaltar nossa natureza espiritual, nossas emoções, nossos sentimentos, nossos pensamentos, não apenas isso, mas para nos guiar em nossa vida diária, de modo que todos os nossos atos possam ser conformados à regra do certo, para que possamos fazer aquilo que é agradável a nosso Pai Celestial, para que aprendamos a viver de modo a não meramente fazer nossa própria vontade, mas fazer a vontade Daquele que nos enviou a esta terra, e que iluminou nossa mente a respeito da verdade. Não precisamos andar nas trevas. É nosso privilégio andar na luz. Saímos das trevas, saímos da confusão, saímos da Babilônia para a luz, a liberdade e a certeza do evangelho eterno. Saímos dos credos dos homens; saímos dos caminhos dos homens; saímos das nações e reinos da terra; subimos a estes vales montanhosos, para que possamos descobrir a verdade dia a dia e ano a ano, para que possamos nos aproximar cada vez mais de nosso Deus, para que possamos aprender os caminhos da verdade e andar neles mais perfeitamente, até que o véu seja inteiramente removido, e vejamos e compreendamos as coisas da eternidade tão claramente quanto, com nossos olhos naturais, podemos ver uns aos outros e as coisas do tempo. É nosso privilégio nos aproximarmos de nosso Pai, beber daquelas correntes que fluem da fonte eterna, ter o Espírito Santo em nossos corações todos os dias, brotando "como um poço de água para a vida eterna." É nosso privilégio andar na luz continuamente, e ter o Espírito Santo como nosso companheiro constante, dirigindo nossos caminhos, não apenas nossas ações e nossos feitos, mas nossos sentimentos e nossos pensamentos e nossas emoções, para que nos tornemos mais puros e mais santos, dia a dia, até que sejamos santificados e feitos limpos e brancos, e aptos a voltar à presença de nosso Pai Celestial.

Este é o nosso negócio aqui em Utah—aprender os caminhos do Senhor, andar nas veredas do Senhor, ser devotados a Ele; não apenas ser batizados pela água em Sua Igreja, mas batizados pelo Espírito Santo, para que sejamos trazidos à unidade com nosso Pai, trazidos à comunhão com Ele, para que a voz do Espírito eterno sussurre paz às nossas almas, e aponte o caminho que devemos seguir, e nos capacite a testificar das verdades manifestadas pelo Senhor, por meio de Seus servos inspirados, à medida que Ele revela Sua vontade. Algumas pessoas pensam que viemos aqui para satisfazer todo desejo carnal, toda paixão e todo desejo vil comum à pobre humanidade caída. Nunca se cometeu maior engano. Não é assim que aprendi o que é comumente chamado de "mormonismo." Aprendi que é uma coisa santa, uma coisa sagrada; que requer autonegação, não aos homens, mas à verdade, à retidão, àquilo que Deus revela. A própria essência do "mormonismo" é descobrir o que o Senhor quer, e então fazê-lo, e fazê-lo independentemente de qualquer pessoa viva sobre a face da terra, independentemente do que o mundo possa fazer para tentar nos impedir. E o povo aqui, em sua maioria, tem a mesma mente. Saíram das várias seitas e foram todos batizados em um só espírito, em um só corpo. O mesmo Espírito Santo repousou sobre eles como repousou sobre os Santos em tempos antigos, e produziu exatamente os mesmos resultados. Pois o Espírito Santo não mudou, Deus não mudou, a verdade não mudou, e o Senhor está tão disposto hoje quanto estava nos primeiros anos da era cristã a Se revelar àqueles que desejam aprender d'Ele, e o Espírito Santo é hoje tanto um revelador quanto era nos tempos antigos, quando os Profetas escreveram e falaram sob sua influência. A verdade é exatamente a mesma, mas o povo se desviou dos caminhos do Senhor, se corrompeu diante d'Ele, encheu a terra de abominações e iniquidade, e seus olhos estão de tal modo fechados àquilo que é verdadeiro e puro que, quando a verdade é revelada dos céus, é considerada coisa estranha, e não apenas se afastam dela, mas ficam cheios de ódio para com aqueles que receberam a verdade e desejam andar nela.

Sempre foi assim, desde o princípio. Quando Abel quis adorar a Deus da maneira designada, Caim, que queria seguir seu próprio caminho, ofereceu o que lhe agradou, o que pensou que serviria, e ficou cheio de ira para com Abel, porque sua oferta foi aceita. Abel ofereceu o que Deus ordenara, os primogênitos do rebanho. Caim ofereceu os frutos da terra. Deus havia ordenado que um cordeiro sem mácula e sem defeito fosse oferecido como emblema do Redentor que viria, o qual, no meridiano do tempo, viria como "o cordeiro morto desde a fundação do mundo," e ofereceria sua vida e derramaria seu sangue para a remissão dos pecados. Caim ofereceu o que lhe agradou, e, quando a oferta de Abel foi aceita, Caim ficou cheio de ira. O espírito de Satanás entrou nele—que é o espírito de destruição, o espírito de assassinato—e ele se levantou e matou seu irmão. Ora, embora os perseguidores destes tempos não o percebam eles mesmos, estão cheios do mesmo espírito para com os servos de Deus. Quando Joseph Smith, chamado por Deus para ser um profeta neste último tempo, para introduzir a grande última dispensação da misericórdia de Deus para com o homem, para trazer de volta o antigo Evangelho tal como ensinado por Jesus e Seus Apóstolos, para revelar novamente o antigo Sacerdócio e sua autoridade, para lançar o fundamento do reino dos últimos dias, para preparar o caminho para a vinda do Filho do Homem; quando veio como menino, jovem sem instrução, trazendo as boas novas de grande alegria de que a comunicação entre os céus e a terra, há tanto tempo perdida, havia sido restaurada, de que a luz do eterno Sol da Justiça havia novamente jorrado para iluminar e dissipar as trevas do mundo—como foi ele recebido? Ora, os homens não quiseram ouvir seu ensino. Não quiseram comparar as doutrinas que ele ensinava com as escrituras que professavam crer. Escarneceram da própria ideia de revelação presente de Deus. Disseram: "Ainda que fosse possível, nesta era esclarecida, receber revelação, iria Deus falar a um jovem iletrado? Não escolheria Ele algum dos grandes e sábios homens desta geração, algum dos doutos teólogos? Mas a ideia de Deus falar a este jovem!" E ficaram cheios de ira. Os pregadores e ministros da época se encheram de ódio e ira para com ele, e para com todos aqueles que receberam seu testemunho, e os Santos foram expulsos de lugar em lugar, de cidade em cidade, de Estado em Estado, até que, finalmente, seu sangue foi derramado. Por quê? Porque cometeu algum crime? Não; sua própria confissão provou o contrário, pois disseram: "a lei não pode tocá-lo, mas a pólvora e a bala poderão." O mesmo espírito que matou Jesus Cristo; o mesmo espírito que matou aqueles homens santos de que falei, que tinham "o fardo da palavra do Senhor," e que não vieram declarar suas próprias opiniões, mas a palavra de Deus Todo-Poderoso aos habitantes da terra; o espírito que os matou, matou Joseph Smith, e este é o espírito que arde nos corações dos assim chamados piedosos ministros "cristãos" contra os Santos dos Últimos Dias. Reúnem-se em suas convocações e conferências e assembleias, e aprovam resoluções a respeito de um povo cujas doutrinas, práticas e vida ignoram por completo. Não conhecem os motivos que nos impelem. Não conhecem os princípios que nos movem. Nada sabem a respeito da obra que Deus Todo-Poderoso nos chamou a realizar, pela qual deixamos nossos lares em terras distantes e viemos a estes vales. Mas são inspirados pelo mesmo espírito de maldade e destruição que encheu os corações dos homens que mataram os servos de Deus em tempos antigos. Não desejam converter estes Santos dos Últimos Dias. Oh, não. O que desejam fazer? Certo ministro esclarecido do Evangelho, que veio até aqui e permaneceu cerca de vinte e quatro horas, e, como muitas outras pessoas, voltou professando saber tudo a respeito do "mormonismo"; embora talvez nunca tenha falado com um "mórmon" enquanto esteve aqui—subiu ao púlpito e pregou o evangelho da baioneta e do canhão como meio de resolver o "problema mórmon"! Disse que resolveria o problema em pouco tempo. Congregaria todos os Santos dos Últimos Dias neste grande Tabernáculo, e então voltaria a artilharia dos Estados Unidos contra eles! Este era um ministro do evangelho ortodoxo. Não digo que sejam todos como ele; Deus me livre de dizer isso. Mas o mesmo espírito está atuando em seus corações, e nos corações de muitos homens, e eles não o sabem.

Pode-se dizer deles o que Jesus disse a respeito de Seus discípulos, em certa ocasião. Porque algumas pessoas não fizeram exatamente como queriam, perguntaram: "Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma, como Elias também fez?" O Salvador, nos é dito, os repreendeu, e disse: "Vós não sabeis de que espírito sois. Porque o Filho do Homem não veio para destruir a alma dos homens, mas para salvá-la." Este é o espírito do Evangelho, o espírito da salvação. Pois bem, aquelas pessoas que buscam a destruição dos Santos dos Últimos Dias não sabem de que espírito são. Estão nas trevas a respeito das coisas de Deus. Não têm sido guiadas pelo dom e poder do Espírito Santo. Muitos deles têm administrado em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, sem o menor vestígio de autoridade. Fizeram-no por sua própria autoridade; e estão cheios do espírito do maligno, e desejam a destruição, não a conversão, dos Santos dos Últimos Dias.

Pois bem, meus irmãos e irmãs e amigos, tenho grande prazer em testificar esta tarde, nesta congregação pública, perante os céus, perante o Deus Todo-Poderoso, que há de julgar o mundo, perante Jesus Cristo, o Mediador do novo convênio, perante os anjos do céu que podem ouvir e testemunhar minhas palavras, que, nestes últimos dias, nosso Pai Celestial revelou de novo o antigo Evangelho, por Sua própria voz do céu e por mensageiros celestiais enviados do alto; que a autoridade que os antigos profetas e apóstolos possuíam em tempos antigos foi restaurada, e que homens a possuem agora; que o mesmo Espírito Santo pelo qual os antigos profetas falaram e escreveram a palavra do Senhor é dado ao povo chamado Santos dos Últimos Dias—não apenas aos líderes da Igreja que são colocados em autoridade para dirigir, administrar e governar os assuntos da Igreja de Cristo sobre a terra, mas ao corpo do povo. O espírito que está na cabeça da Igreja está no corpo, e corre até cada extremidade, iluminando-o, enchendo-o de vida e vigor. E produz os mesmos frutos, que são amor, alegria, paz, paciência, longanimidade, benignidade fraternal e caridade, e a luz de Deus testifica destas coisas. E não apenas temos estes dons, mas há outros dons em nosso meio, os mesmos que se manifestavam em tempos antigos, tais como o dom de línguas, a interpretação de línguas, visões e sonhos, o dom de profecia, o discernimento de espíritos, a cura dos enfermos—aqueles que têm fé para serem curados—e todo dom, todo poder e toda bênção que resultaram da recepção do Espírito Santo em tempos antigos são desfrutados na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Presto este testemunho com palavras de verdade e sobriedade, perante Deus e todos os homens. Sei que esta é a obra de Deus, e sei que ela há de prevalecer. Sei que não será deixada a outro povo. Sei que permanecerá, e todo poder e toda influência que se levantar contra ela, para destruí-la, ela própria perecerá e será destruída, e todo braço que se levantar contra esta obra será, no devido tempo do Senhor, paralisado e ressequido, pois é a obra do grande Deus, e há de permanecer para sempre. Os servos do Senhor, nesta Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, apesar de todos os ataques, esquemas e esforços para detê-los, irão a toda nação, tribo, língua e povo, e pregarão o Evangelho do reino como testemunho antes que venha o fim, e congregarão os eleitos de Deus dos quatro ventos, e os trarão a Sião. E estes Templos em que trabalhamos serão erguidos, e o povo de Deus entrará neles e administrará em favor dos vivos e dos mortos, e Deus comungará com Seus servos ali. Aprenderão mais de Seus caminhos e andarão em Suas veredas; expurgarão toda iniquidade em seu meio; cortarão o malfeitor, separando-o ou separando-a da Igreja; o espírito do juízo virá a Sião, e o ímpio, o iníquo e o hipócrita fugirão; e Deus quebrará todo jugo, e removerá toda cadeia, e Israel será livre. E Sião de nosso Deus se levantará e resplandecerá, e sua glória jorrará até as partes mais remotas da terra, e Deus derrubará toda nação, reino e governo da terra que se recusar a ouvir Sua voz, até que os reinos deste mundo se tornem o reino de nosso Deus e de Seu Cristo, e Ele reine de polo a polo e de mar a mar.

Que Deus acrescente Sua bênção a este testemunho, por meio de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoCharles W. Penrose, “A Sinceridade Sozinha Não É Suficiente—A Congregação Predita—Os Escritos Inspirados Não Estão Todos Contidos na Bíblia—A Província do Espírito Santo—Os Reformadores—Confusão das Seitas—Condição Apóstata do Mundo Predita—Como os Apóstolos Foram Enviados—Autoridade Requerida—O Que os Santos Devem Fazer—Oposição ao Evangelho, Antiga e Moderna—Testemunho”, (1883-05-20). Pulpit Vault, 1883-05-penrose-sincerity-alone-not-sufficientthe-gathering-foretold. Tradução desta edição, por método de glossário, contentdm.lib.byu.edu.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).