O Evangelho, Boas Novas para Todos os que o Receberem--O Arbítrio do Homem--A Verdade Nem Sempre Popular--Deus Tem a Sua Própria Maneira de Introduzir a Verdade
George Q. Cannon
O evangelho é declarado ser boas novas de salvação; e os princípios sobre os quais se discorreu em nossa audiência esta tarde pelo Irmão Naisbitt são feitos boas novas de salvação para toda alma, especialmente para toda alma que os receber, e para os que os têm recebido, que se curvaram em simplicidade diante de Deus, invocando-o em nome de Jesus Cristo, para que lhes desse um testemunho e um conhecimento a respeito da verdade destas coisas. A declaração dos princípios, como a ouvimos esta tarde, acende em seus corações o fogo antigo e vivifica o seu espírito, e faz com que sentimentos de alegria e satisfação preencham todo o seu ser. Ao ouvir as observações do Irmão Naisbitt, pensei comigo mesmo que não há ser humano sobre a face da terra que, podendo estar seguro da verdade do que foi declarado -- que há de fato uma igreja organizada segundo o padrão primitivo, que o antigo evangelho foi, em verdade, restaurado, que as antigas ordenanças foram novamente estabelecidas na Igreja, acompanhadas do antigo poder -- se uma pessoa pudesse ser convencida disso e soubesse por si mesma que é verdade, haveria alguma alma que não estivesse disposta a suportar todas as coisas, a ter o seu nome lançado fora como mau, a ser mal representada, a ser perseguida, sim, e até mesmo morta, se isso fosse necessário na providência de Deus, a fim de alcançar todas estas bênçãos aqui e no porvir? Não creio que, tomando a família humana em geral, se pudessem encontrar muitos que hesitassem a este respeito, se pudessem ser convencidos da sua verdade. Mas a dificuldade está em fazer com que os homens e as mulheres compreendam a verdade, a reconheçam, a entendam quando a ouvem, sejam capazes de separar a verdade do erro, pela razão de que, na mente humana, existem certas concepções de verdade. Alimentamos certas ideias quanto ao que a verdade deveria ser, como deveria chegar até nós, e também quanto a quem deveriam ser os seus mestres, o tipo de homens que deveriam ser. E esta é a dificuldade que sempre está no caminho da pregação do evangelho. Há um arquiinimigo da humanidade que labuta constantemente para cegar os olhos, escurecer o entendimento e endurecer o coração dos filhos dos homens, e para impedi-los de receber a verdade quando a ouvem. Têm sido comparativamente poucos os que conseguiram elevar-se acima das suas circunstâncias, e só têm sido bem-sucedidos com o auxílio do Todo-Poderoso. Mas, em toda época, desde o princípio, tem havido aqueles que buscaram a verdade e estiveram dispostos a fazer todo sacrifício por ela. Assim foi com os apóstolos. Assim foi com os que criam na sua doutrina. Assim foi com os profetas que os precederam. Assim tem sido com os que sucederam os apóstolos; pois, em toda época, e entre todos os povos, como nos foi dito, tem havido os que buscaram a verdade no paganismo, na cristandade, entre todos os povos, como buscariam um tesouro precioso de valor inestimável, e que se esforçaram por compreendê-la, por valorizá-la, e estiveram dispostos a dar a vida por ela. Tais pessoas têm sido encontradas em todas as épocas e entre todos os povos, mas isto tem sido especialmente o caso com os que receberam o evangelho tal como o ouvimos descrito em nossa audiência esta tarde. ¶
O mundo, em geral, tem a ideia de que, quando a verdade vem de Deus, ela vem com tal poder avassalador que a humanidade é obrigada a aceitá-la, queira ou não. Mas não é este o caso; nunca foi o caso. Se assim fosse, o homem seria privado daquele grande privilégio que recebeu de Deus -- isto é, o seu arbítrio, sem o qual o homem deixaria de ser o ser que é, o filho de Deus. O Todo-Poderoso deu a todos os habitantes da terra o seu arbítrio. Um homem pode escolher ser um homem ímpio; pode escolher ser, por assim dizer, um demônio, se assim o quiser. Interporá Deus? Sim; mas não para lhe tirar o arbítrio. Pode voltar-se para a iniquidade, ser corrupto e fazer tudo o que é mau e abominável aos olhos de Deus, enquanto lhe for dada vida, e Deus lhe permitir que o faça. Ele não lhe tirará o arbítrio. Se o fizesse, deixaríamos de ser criaturas independentes com o direito de escolher. Por outro lado, um homem pode voltar-se para aquilo que é bom, santo e puro. Pode acalentá-lo, pode buscá-lo, pode amá-lo. Tem esse direito, pode escolher entre esses dois princípios. Foram colocados diante de nós para que pudéssemos escolher o bem e rejeitar o mal, ou escolher o mal e rejeitar o bem. Esse é o privilégio que nos é dado. ¶
Nem sempre -- e tampouco tem sido o caso para a maioria da humanidade que compreendeu a verdade -- é a voz popular que expressa a verdade. Pelo contrário, desde o princípio, através de todas as gerações, até os nossos dias, tem sido o caso de que a verdade tem sido impopular. Daí o dito do apóstolo Paulo: "E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições." Ele não disse que poderiam padecer, ou que talvez padecessem, mas que padeceriam. Isto deveria ser uma das consequências de viver piamente em Cristo Jesus. O Salvador disse o mesmo aos seus discípulos. Levou-os a esperar que seriam perseguidos, que seriam odiados por todos os homens por causa do seu nome. Chamou a atenção de seus discípulos para os profetas que os haviam precedido; estes haviam sido perseguidos, haviam sido mortos, e, do mesmo modo, poderiam esperar destino semelhante; e sabemos muito bem que tudo isso se cumpriu, que enfrentaram esse destino; assim como ele próprio morreu mártir da verdade, assim também os seus apóstolos morreram do mesmo modo, e a grande maioria de seus seguidores sofreu perseguição até a morte, mas foram sustentados pelo conhecimento que haviam recebido de Deus, não olhando para o mundo e para as coisas perecíveis da terra, sabendo que havia uma vida além. Estavam dispostos a suportar todas as coisas; a ter o seu nome lançado fora como mau; a serem perseguidos; a serem despojados de tudo o que possuíam. Diz Paulo: "Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, etc." Sofreram toda sorte de aflições por causa do seu amor ao evangelho. Mas viviam em paz consigo mesmos e com o seu Deus. Havia uma alegria e uma felicidade que vinham de Deus, que os sustentavam em meio a seus sofrimentos, provações e dificuldades. Sabiam que, se permanecessem fiéis, receberiam uma recompensa à destra de Deus, e o próprio pensamento daquela eternidade para a qual se apressavam era suficiente para estimulá-los a olhar além das provações e perseguições desta vida, e caminhavam para a fogueira com alegria, tendo esse conhecimento. ¶
Ora, o próprio fato de que a verdade não tem sido popular mostra muito claramente que a humanidade não espera recebê-la da fonte por meio da qual ela vem, ou por meio dos instrumentos que se lhe apresentaram. Buscavam-na sob alguma outra forma. Mas Deus escolhe os seus próprios métodos, seleciona os seus próprios instrumentos, dissemina a sua verdade à sua própria maneira; sempre o fez assim, e assim o fará até o fim. ¶
Não há quase dia, posso dizer quase hora, em que eu não reflita sobre a nossa condição como Santos dos Últimos Dias, em contraste com as circunstâncias que rodearam os nossos predecessores. Quando penso na perseguição que suportaram; quando penso que Deus revelou aos seus apóstolos que haveria uma apostasia, que a Igreja seria dominada e a verdade destruída -- isto é, em sua pureza original -- não posso deixar de contrastar a nossa posição hoje com a posição dos cristãos primitivos. É claro que muito da verdade foi preservado. Alguns creem em uma parte do evangelho, outros em outra. Cada igreja possui algum fragmento do evangelho; mas a verdade em sua totalidade, a autoridade para administrar as ordenanças, havia sido tirada. É claro que, sendo este o caso, não poderia haver igreja organizada sobre a terra. Mas, nos primeiros dias da Igreja, como já vos citei, sofreram toda sorte de aflição. Nós, em nossos dias, temos circunstâncias diferentes que nos rodeiam. Deus, em sua misericórdia, fez certas promessas. Prometeu a Paulo, prometeu por meio do próprio Salvador que este evangelho do reino seria pregado a todas as nações antes que viesse o fim. Daniel falou do reino que seria estabelecido nos últimos dias, e que não seria entregue nas mãos de outro povo, mas subsistiria para sempre. Isto é diferente das outras dispensações que o precederam. Os apóstolos previram que haveria uma apostasia; viram que a perseguição destruiria a Igreja. Mas olharam além disso, e, como já foi citado em nossa audiência, João, o Revelador, predisse o tempo em que o evangelho eterno seria novamente restaurado à terra, para nunca mais ser tirado. Poderia ser perseguido, os seus seguidores poderiam ser odiados, poderiam ser expulsos, como de fato o foram. Em verdade, não há perseguição que os cristãos primitivos tenham recebido, não há provação ou aflição pela qual tenham tido de passar, considerando o tempo em que a Igreja havia sido organizada, que a Igreja do Salvador, que ele fez organizar em nossos dias, não tenha suportado. Foram os antigos santos expulsos? Também os modernos o foram. Foram os santos de antigamente perseguidos? Também os Santos dos Últimos Dias o foram. Foram mortos em dias antigos? Também o foram nos últimos dias. Foi o seu nome lançado fora como mau? Também o nome deles tem sido lançado fora no tempo presente. Foram acusados de crimes abomináveis nos dias antigos, como justificativa para matá-los? Também o foram nestes dias. É verdade que uma perseguição tão generalizada como a que acompanhou a pregação do cristianismo nos dias primitivos não se seguiu à sua pregação em nossos dias, pois as dispensações são diferentes. A Igreja foi então expulsa da terra, mas, como já disse, Deus fez uma promessa nestes dias de que ela não será novamente destruída, e isso deveria sustentar-vos. Isto, eu sei, tem sustentado e confortado a vós nos dias já passados. Muitas vezes me tenho perguntado, olhando para os dias de perseguição, como os santos foram animados e sustentados sob tais circunstâncias. Quando reflito sobre a nossa jornada desde Illinois, através do deserto, destituídos de tudo, mulheres carregando criancinhas com mal alimento suficiente para manter a alma e o corpo unidos -- quando penso nestas coisas agora, quando os anos trouxeram responsabilidade e cuidado, é para mim motivo de constante admiração como os Santos dos Últimos Dias, naqueles dias, se sustentaram, como puderam ser tão alegres e demonstrar tal paciência e fortaleza sob tais circunstâncias, reunindo-se em torno de suas fogueiras, cantando e regozijando-se juntos como se estivessem em circunstâncias felizes; e, mesmo depois de alcançarem este vale, quando a fome os encarava, sua esperança e coragem não eram menores. Qual foi a causa disto? Foi o consolo que Deus lhes havia dado, de que esta obra triunfaria, que se espalharia e cresceria, e que reuniria em seu seio toda alma honesta, mais cedo ou mais tarde. Foi este consolo que jamais abandonou o povo. ¶
Ora, segue-se disso, meus irmãos e irmãs, que, porque este evangelho não será dado a outro povo, permaneceremos em ligação com esta Igreja independentemente de nossas ações? Certamente não. A religião que professamos não deveria ser apenas uma religião de domingo, mas uma religião que devemos levar conosco em nossa vida diária, em nosso relacionamento uns com os outros, em tudo, na verdade, que nos diz respeito, e não como uma veste dominical que se veste hoje e se deixa de lado amanhã. Em todos os nossos negócios, em toda a nossa conversação, em todas as nossas associações, devemos esforçar-nos por pôr em prática os princípios da nossa religião. ¶
E há uma coisa, penso, acima de tudo, que devemos observar, que é sermos cuidadosos com os sentimentos e a reputação uns dos outros. Já é bastante ruim ser perseguido por estranhos; já é bastante ruim ouvir coisas duras ditas por quem não nos conhece; mas é coisa cruel que homens e mulheres que professam ser irmãos e irmãs no Senhor falem mal uns dos outros. Parece-me que posso suportar tudo e qualquer coisa, vindo de fora, contanto que não seja verdade. Sou de tal maneira constituído que não me importo com essas coisas, elas não me afetam, e me regozijo quando penso que estou fazendo o melhor que posso; mas, se eu soubesse que os meus irmãos e irmãs falavam mal de mim, isso, penso, me feriria, e tenho certeza de que fere os outros. Devemos ser especialmente cuidadosos em como falamos uns dos outros. Se não podemos dizer nada de bom, guardemos a nossa língua. Se soubermos da fraqueza de um irmão ou de uma irmã, vamos até ele ou até ela, se formos falar dessa fraqueza. Se alguém vos fez mal, ide até essa pessoa a sós e dizei-lhe a vossa queixa, em vez de irdes ao vosso vizinho falar sobre a pessoa que imaginais vos ter feito mal. Acima de tudo, nós, como povo, devemos habitar juntos em amor. O espírito de amor deve iluminar os nossos semblantes e alegrar os nossos corações, pois Deus se compraz em um coração alegre. Devemos, portanto, levar paz e alegria aos nossos lares. Em vez de entrarmos rabugentos, descontentes, irados, devemos deixar de lado todos esses sentimentos no limiar e entrar em nossos lares levando conosco o espírito de paz. E quando existem sentimentos de mágoa, um sentimento de que alguém nos feriu, deve-se tomar algum rumo para removê-lo. Não devemos reunir-nos, como fizemos esta tarde, e participar do pão e da água em memória do corpo partido e do sangue derramado de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, guardando mágoa uns contra os outros. Se eu sei ou sinto que um homem me fez mal, deveria eu vir aqui e participar do sacramento sem ir até ele e procurar resolver o assunto? Não, não deveria. Deveria ir até esse homem e dizer-lhe os meus sentimentos. Se ele me fez mal, deveria dizer-lhe: "Vamos resolver isto"; se eu fiz mal a outrem, essa pessoa deveria vir até mim da mesma maneira. Todos esses sentimentos deveriam ser removidos do meio dos Santos dos Últimos Dias. Devemos habitar em amor, em união e em paz; e, se não pudermos resolver as nossas diferenças entre nós mesmos, então devemos pedir o auxílio de alguns de nossos irmãos para nos ajudar, e, com o seu auxílio, talvez, o mal, se existir, possa ser desarraigado e a iniquidade removida do nosso meio. Esta é a religião que devemos ter. Podemos ouvir os élderes falarem sobre os princípios do evangelho, como fizemos esta tarde, e os nossos corações se alegrarem com essa narração -- podemos ouvir estas coisas, mas, se não pusermos em prática os princípios assim ensinados, a nossa religião de nada vale, não equivale a nada, é como o metal que soa ou como o sino que tine; não é uma religião prática e verdadeira; mas, se pusermos em prática estes princípios, então bem-aventurados somos; e, tão certo quanto os pusermos em prática, assim será conosco, enquanto Satanás tiver poder, que seremos perseguidos. Eu não gostaria que nenhum de vós imaginasse que haverá uma cessação desta perseguição. Já ouvi alguns dizerem que em breve chegará o tempo em que cessará este ódio contra os Santos dos Últimos Dias. Não vos enganeis com semelhante ideia. Milhares de vezes as pessoas me disseram: "Oh, gostaria que vós, os Santos dos Últimos Dias, abolísseis essa instituição odiosa. É a única coisa que vos torna censuráveis." Este é um grande engano. Se pudéssemos fazer tal coisa, isso não traria o resultado que o mundo imagina. Se esta é a Igreja de Cristo -- como declaramos que é -- por mais verdadeira que seja, seremos perseguidos. Não podemos escapar disso; é um resultado inevitável do evangelho. Poderíamos isolar-nos nos desertos do Saara, como nos isolamos nestas montanhas há cerca de trinta e três anos, e a perseguição nos alcançaria. O adversário não nos deixará em paz. As mais duras perseguições que já tivemos de sofrer ocorreram antes de a doutrina da poligamia ser ensinada ou nela se crer. Nada menos do que uma apostasia completa, uma negação completa de todos os princípios que recebemos, um lançar fora do Santo Sacerdócio, poderia salvar-nos da perseguição. Quando isto acontecer, quando todas as características principais do evangelho forem apagadas, quando pudermos deixar-nos levar pela corrente e fazer como o mundo faz, então, e só então, cessará a perseguição, ou até que o adversário seja atado, pois virá o dia em que Satanás será atado, e então a perseguição cessará; mas, até lá, não haverá cessação; até lá, a perseguição sempre existirá de uma forma ou de outra, e teremos de enfrentá-la, de modo que bem podemos resolver-nos quanto a este assunto. Na minha infância, fiz os meus cálculos de que o evangelho poderia me custar a vida. Senti o que o Irmão Naisbitt descreveu. Na minha infância, tinha um anseio de conhecer a verdade e de conhecer a Igreja de Deus. Teria dado a volta ao mundo, se tivesse tido forças suficientes, para encontrar um servo de Deus que tivesse o antigo poder. Pensei que estaria disposto a fazer tudo o que qualquer outra pessoa já fez, tendo Deus por meu auxílio, ainda que me custasse o meu bom nome. Poderia custar-me a vida; mas o que é isso comparado com a vida eterna na presença de Deus? O que são as casas, o que são as terras, o que são as posses de qualquer espécie, comparadas com a vida eterna na presença de Deus, para ali habitarmos eternamente na companhia de Jesus, e dos apóstolos e profetas de antigamente? Esta vida não é senão um breve espaço. Uns poucos e curtos anos, e passaremos. Mesmo que os nossos inimigos nos permitissem viver, é inevitável que morramos. Esse decreto já foi proferido. A morte está no mundo. Mas recebemos um conhecimento da verdade, e podemos selar o nosso testemunho com o nosso sangue a esse respeito; mas não creio que isso seja necessário nesta era, além do que já ocorreu. Confio em que não o será. Ninguém precisa buscar tal coisa. Se ela vier, enquanto estivermos na senda do dever, tendo abraçado a verdade, deveremos estar dispostos a suportar todas as consequências envolvidas em abraçá-la, e deveremos seguir a senda que Deus apontou, deixando-o a ele governar e controlar todas as coisas. Mas é importante, meus irmãos e irmãs, que saibamos que é a verdade. Esse é o ponto importante, que o saibamos por nós mesmos -- não porque eu o diga, não porque outrem o diga, mas porque o sabemos por nós mesmos, tendo Deus no-lo revelado. E esse é o privilégio de todo ser humano que Deus criou, que cada um saiba por si mesmo a respeito da verdade. É meu privilégio e vosso privilégio pedir a Deus e descobrir a verdade por nós mesmos, e então, quando a tivermos encontrado, poderemos suportar a perseguição. Isto é o que o mundo chama de fanatismo, mas é um fanatismo que os santos de Deus sempre tiveram. É diferente de qualquer outro fanatismo; baseia-se na verdade, e é isto que deveria reunir-nos; é isto que deveria reunir-nos e fazer de nós um só povo. ¶
Que Deus nos conceda a continuação destas bênçãos, e um aumento delas e de seu poder e de seu cuidado preservador, é a minha oração, em nome de Jesus Cristo. Amém. ¶