O Espírito de Revelação e Suas Operações
Charles W. Penrose
Escutei atentamente as observações que nos foram feitas pelo Irmão Bywater, nesta tarde. Ele nos apresentou muitas coisas verdadeiras e proveitosas para refletirmos. Sempre tenho prazer em ouvir meus irmãos quando dizem algo. Tenho prazer em refletir sobre as ideias que apresentam e em levá-las à sua conclusão legítima. Quando ouvimos uma verdade apresentada a nós pelo Espírito do Senhor, ela é desta natureza: que não somos apenas instruídos naquela verdade particular por ora; mas ela nos leva a refletir sobre verdades que dela decorrem ou a ela se ligam. Uma verdade parece conduzir à contemplação de outros princípios, e estes a outros, até que o grande campo da verdade se abra à nossa vista, e vejamos que sabemos muito pouco, mas que nos será dada a oportunidade de avançar e aprender aquilo de que agora ignoramos. ¶
O Irmão Bywater, em certa medida, traçou nesta tarde a linha de distinção entre a fé dos Santos dos Últimos Dias e os credos das várias denominações, manifestando-se no sentido de que, ao passo que cada uma delas abarca apenas uma parte do Evangelho de Jesus Cristo tal como declarado nas Escrituras, em seus credos, os Santos dos Últimos Dias incorporam em sua fé a totalidade dele; que, ao passo que as diferentes denominações cristãs se fundam sobre umas poucas ideias e princípios peculiares, a fé dos Santos dos Últimos Dias se baseia sobre um fundamento mais amplo — que abarcamos a totalidade do Evangelho, a totalidade da vontade revelada de Deus ao homem. Isto está correto até certo ponto. Mas a fé dos Santos dos Últimos Dias não se compreende apenas naquilo que Deus revelou e está registrado. O credo dos Santos dos Últimos Dias não se compõe de certo número de princípios; não estamos limitados a certo número de artigos de fé; não estamos confinados às coisas estabelecidas no livro chamado Bíblia, que todos os cristãos professos do tempo declaram crer. Não estamos vinculados ao Antigo Testamento, nem ao Novo Testamento, nem a ambos combinados. Recebemos certos princípios que podem ser encontrados dentro das capas da Bíblia. Muitos de nossos princípios podem ser encontrados existentes entre as várias denominações cristãs. Uma seita crê em algumas coisas em que cremos; outras seitas creem em outras coisas em que cremos. Mas há princípios ligados à nossa fé que vão além, e acima, de tudo o que se compreende no mundo cristão, e tudo o que está contido dentro das capas da Bíblia. E, contudo, ao mesmo tempo, não há nada em nossa fé, não há nada em nosso credo, que contradiga o que está na Bíblia. Não há princípio em nossa fé que contradiga qualquer coisa que possa ser demonstrada pela verdade conhecida. A verdade sempre harmoniza consigo mesma. E, quando uma pessoa cresce no conhecimento da verdade e avança a princípios mais elevados, ela não recebe nada que contradiga qualquer verdade que aprendera anteriormente, pois a verdade jamais é discordante consigo mesma. A verdade é eterna; a verdade, como nos foi dito nesta tarde, é indestrutível e jamais se contradiz. ¶
A grande distinção, como a vejo, reduzida a um único ponto, existente entre o povo chamado Santos dos Últimos Dias e todos os outros corpos de cristãos professos é esta: que nosso credo se funda sobre doutrinas, princípios e um espírito que vieram do céu em nossa própria época. As doutrinas de nossa fé, a maioria delas, podem ser encontradas expostas com grande clareza nos livros da Bíblia e foram reveladas outrora. Contudo, não recebemos nosso preparo, nossas ideias a respeito delas, da Bíblia. Elas nos vieram diretamente do céu. Toda doutrina e princípio de nossa fé nos foi enviado em nossa própria época. Estas doutrinas nos vieram por revelação presente. Ora, nisto há uma diferença marcante entre nós e o restante das pessoas que professam crer na religião cristã. As várias seitas dos tempos modernos extraem seu credo — ou professam fazê-lo — da Bíblia; tiram-no dos livros escritos; não professam ter recebido nenhuma comunicação direta dos céus. Tomai todas estas várias seitas dos tempos modernos e examinai seus diferentes credos e o fundamento de sua crença neles, e descobrireis que ele repousa sobre a hipótese da divindade do Antigo e do Novo Testamento. Traçam suas doutrinas — ou professam fazê-lo — a estes livros, e creem nas várias doutrinas existentes entre eles porque consideram que podem encontrá-las nestes livros. O livro é o fundamento. A Bíblia, a palavra escrita, a letra morta, é o fundamento de todos os seus credos. Talvez a Igreja Católica Romana, como é comumente chamada, seja a única exceção nesse aspecto. Mas mesmo a Igreja Católica Romana, que considera o Papa a grande cabeça terrena da Igreja, não crê na revelação presente. Não obteve seus credos por meio de comunicação direta com os céus. Embora o Papa professe ser descendente direto de São Pedro, ele nem mesmo professa ter aquele grande dom que fez de Pedro um verdadeiro Apóstolo — a saber, o dom de revelação. Pedro recebeu comunicação do alto; assim também seus irmãos no Apostolado. Esta era a verdadeira fonte de sua luz; este era o verdadeiro poder pelo qual instruíam o povo. Estavam cheios do Espírito Santo, o espírito de revelação; estavam em comunicação com a grande Cabeça invisível da Igreja, Jesus, que fora crucificado, e se apartara do meio deles. ¶
Mas todas as várias seitas que compõem a cristandade moderna, em maior ou menor grau, repudiam a ideia de revelação presente. Não creem que, em nossos tempos, o homem possa se comunicar com seu Criador. Creem, para usar uma de suas expressões favoritas, que a temível voz da profecia está fechada para sempre; que o cânon das escrituras está completo; e creem que, quando o Apóstolo João escreveu o livro do Apocalipse, aquele foi o último registro sagrado confiado ao homem. ¶
Ora, vede que há uma grande diferença entre todo o mundo cristão e os Santos dos Últimos Dias. Ao passo que também cremos na Bíblia; ao passo que também cremos que Deus inspirou os santos homens de outrora, e que eles escreveram, assim como falaram, pelo Espírito Santo; embora creiamos nos méritos de Jesus, o mediador do Novo Convênio, creiamos em sua expiação, creiamos na obra que realizou para a salvação da humanidade; e creiamos nos ensinamentos de seus Apóstolos inspirados, contudo não fundamos nossa fé sobre aquilo que está registrado no livro sagrado chamado Bíblia. Mas nossa fé se funda sobre comunicações recebidas em nossa própria época, no século dezenove, por Profetas vivos e Apóstolos vivos — por homens que hoje possuem a mesma autoridade que possuíam os homens que escreveram as coisas contidas naquele livro. Nisto, então, está uma grande distinção entre nós e todo o restante do mundo cristão. ¶
E há outra distinção, como observei há pouco: que, ao passo que estas várias seitas cristãs estão confinadas dentro de certos limites estreitos de fé, atadas a certo número de artigos ou princípios, nossa fé não está atada a nenhum número de princípios. As revelações que nos foram dadas até o presente não constituem a totalidade de nosso credo. É verdade que constituem nosso credo até onde avançamos hoje, mas estamos prontos para receber ainda mais comunicação da mesma fonte; o caminho ainda está aberto para recebermos ainda mais luz, mais princípios, mais admoestações, mais conselhos, e mais planos para o avanço da grande obra de Deus sobre a face da terra. De modo que nosso credo — embora seja verdade que pode ser comparado ao florescimento daquela flor que o Irmão Bywater tão lindamente nos descreveu, mas que há de murchar e cair — é para mim mais como a árvore da vida, que jamais perecerá, cujas folhas são para a cura das nações, cujo fruto traz os sabores e os sucos da imortalidade, cujas folhas jamais se esfarelam ou apodrecem, cujas raízes estão fincadas em solo eterno, e que jamais murchará nem morrerá. Este Evangelho eterno que recebemos é a árvore da vida que florescerá para sempre. E o mesmo poder que revelou a fé, o arrependimento, o batismo, e a imposição de mãos, e o santo Sacerdócio, e nos deu a conhecer o plano de redenção dos vivos e dos mortos, e nos inspirou em nossas obras até o presente, ainda está pronto para comunicar linha sobre linha, preceito sobre preceito, aqui um pouco e ali um pouco, para que estejamos prontos para toda emergência, preparados para todo acontecimento na obra de nosso Deus conforme avança sobre a terra. E quando nós, individualmente, partirmos para além do véu, encontraremos ali as mesmas oportunidades. Não perderemos o poder de receber revelação. Nosso Sacerdócio irá conosco. Continuaremos a crescer no conhecimento dos princípios corretos. Aquele mesmo Espírito Santo que nos revelou algumas coisas sobre a terra, e gravou a verdade delas em nossos corações, continuará a nos abrir as grandes coisas do universo sem limites; pois ele é o espírito da verdade, e guiará a toda a verdade. ¶
Esta é a condição em que se encontra A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, e nesse aspecto ela se distingue de todos os outros corpos de assim chamados cristãos hoje existentes sobre a face da terra. Mas, nesse aspecto, ela é exatamente igual à antiga Igreja de que lemos na Bíblia. ¶
O início desta grande obra dos últimos dias se deu quando o Pai e o Filho se revelaram ao Profeta Joseph Smith. Deus falou do céu. Deus reabriu a comunicação que estivera perdida por séculos. Eras se haviam passado, e não havia voz do alto. Mas o Senhor falou a Joseph, dizendo: "Este é Meu Filho Amado. Ouve-O!" O Senhor, o Grande Deus, o Pai Eterno, que falou em tempos antigos pelos Profetas, e no meridiano do tempo por Seu Filho Unigênito, falou nesta era do mundo e apontou para Seu Filho como Seu porta-voz, colocado entre ele e os habitantes da terra, e esta obra em que vós e eu estamos empenhados está sob a direção imediata daquele ser santo, nosso Irmão Mais Velho Jesus Cristo, a quem nos é ordenado ouvir. Não devemos seguir as vãs tradições das seitas, nem os devaneios dos homens; devemos "Ouvi-lo!" Deus assim o disse. Toda doutrina e todo princípio que foram revelados à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias vieram do Pai por meio do Filho, e por mensageiros que foram enviados a este mundo pelo Filho, e pelo poder do Espírito Santo, que testifica do Pai e do Filho. É como foi naquela revelação dada a São João em Patmos. Lede os dois primeiros versículos do primeiro capítulo do livro do Apocalipse: "Revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou, e as notificou a João, seu servo." Esta é a ordem. Deus, nosso Pai, é o autor de todas as coisas aqui sobre esta terra. Ele é quem desenvolve, ou revela, a verdade a nós. Ele é o autor de nossa existência e de nossa fé; tudo vem dele; mas vem por meio de Jesus Cristo; ele está entre nós e o Pai, e, embora todas as coisas sejam do Pai, elas vêm por meio de Jesus Cristo, o mediador. Ele envia outros, assim como o Pai o enviou a ele. Estes vêm e ministram aos que estão na terra. E o Espírito Santo que procede do Pai, que enche toda a imensidade do espaço, que está em todas as coisas, e através de todas as coisas, e ao redor de todas as coisas, e é "a lei pela qual todas as coisas são governadas"; que testifica da verdade a todo o povo que se apega à verdade, os vivificará e os trará à comunhão com o Pai e o Filho. E nisto reside a beleza de nossa fé. ¶
Ora, esta comunicação de que falo não se limita apenas àqueles que são chamados ao Sacerdócio nesta Igreja; não se limita a três, ou a doze, ou a setenta, ou a qualquer número determinado de homens, nem a todos os homens; pertence a toda a Igreja, homens e mulheres. É o espírito de revelação, o espírito de Jesus, que é o espírito de profecia. Este espírito vivifica todo o corpo. E aqui, novamente, há uma distinção entre nós e o restante do mundo. Podemos não apenas receber o Espírito Santo para alegrar nossos corações, para animar nossas almas, para nos confortar, para esclarecer o que está escrito nos livros, mas também como um revelador presente. Assim como a luz que vem do sol se derrama para alegrar nossos olhos e tornar claros os objetos físicos da criação, também a luz que desce do sol da retidão é universalmente difundida na Igreja, para que todo homem, e toda mulher, e toda criança de idade apropriada que tenha obedecido às ordenanças do Evangelho, possa receber dessa luz espiritual e revelação, cada um em seu próprio lugar e para seus próprios propósitos, conforme a necessidade. ¶
Quando falo deste espírito de revelação, desejo ser claramente compreendido. Como disse, cada um, em seu próprio lugar, tem direito às manifestações do espírito. Mas o Presidente da Igreja, que é sustentado pela voz da Igreja e por indicação Divina, permanece como o revelador para a Igreja. Se há algo a revelar para a orientação da Igreja como corpo organizado, ou para o conforto e edificação da Igreja, isso virá por meio do cabeça. Isto está claramente estabelecido nas revelações que Deus nos deu, para que jamais sejamos enganados pelas revelações desta ou daquela pessoa que possa alegar ter recebido uma mensagem Divina. No surgimento da Igreja, o Senhor disse que, se tivesse algo a comunicar à Igreja como corpo, revelá-lo-ia por meio de seu servo Joseph. "Nenhum outro", disse o Senhor, "será designado para receber esse dom, a menos que seja por meio dele; pois, se esse dom for dele tirado, ele não terá poder, a não ser para designar outro em seu lugar. E isto vos será por lei: não recebereis a revelação de qualquer pessoa que se apresentar entre vós; e isto vos dou para que não sejais enganados, para que saibais que não vêm de mim." Mas, dirá alguém, suponhamos que o cabeça não obedeça às ordenanças; suponhamos que transgrida; suponhamos que se desvie e se torne inapto para receber as revelações de Deus para a Igreja — pois bem, então, o Senhor diz que outro será designado em seu lugar. Assim temos uma ordem pela qual não podemos ser enganados. Quando recebermos qualquer revelação de Deus para esta Igreja, ela virá por meio do cabeça da Igreja. Contudo, quando um homem é chamado a presidir sobre uma parte da Igreja de Deus, ele pode obter, pelo poder do Espírito Santo, o conhecimento de seus deveres, o conhecimento das necessidades do povo sob seus cuidados, e assim poder aconselhá-los nas circunstâncias daquela esfera particular. Assim também numa família. Um homem que tem família, e que foi ordenado ao Sacerdócio, pode ter a luz de Deus para guiá-lo nos interesses de sua família, para que saiba como governar e conduzir devidamente todas as coisas naquele lar; mas não é dever seu ditar à Ala ou à Estaca em que reside; isso pertence às autoridades constituídas; mas em seus próprios assuntos ele pode obter a revelação de que precisa, e assim também quanto a princípio e doutrina para seu próprio benefício. Um homem ou uma mulher nesta Igreja não está atado a princípios de fé escritos, mas não tem direito de ensinar ou tentar expor aquilo que o Deus Todo-Poderoso não deu por meio do cabeça, embora todos tenham o direito de receber luz e conhecimento para si mesmos. E sei que o caminho está aberto. Sei que o Senhor está pronto para ouvir a oração de todo membro da Igreja. Sei que ele há de atender, e ouvir, e falar às suas almas o que precisarem, no tempo devido. ¶
Há, porém, esta dificuldade, às vezes, nesta Igreja, e a mesma dificuldade existiu em tempos passados. Se uma pessoa vier a crescer um pouco no conhecimento da verdade, e obtiver algo que outros talvez não tenham recebido, pode ela se ensoberbecer na vaidade de seu coração, e pensar que deveria ser exaltada a uma posição elevada. Por exemplo, o Senhor concede dons à Igreja — o dom de línguas, o dom de profecia, o dom de curar, o dom de ser curado, o dom de discernimento de espíritos, e muitos outros dons, conforme a fé, os desejos e as capacidades dos Santos. Uma pessoa pode obter um dom e nele se regozijar grandemente, mas, tão logo deseje exibi-lo, e queira ser considerada grande entre os homens por causa dele, naquele mesmo instante corre o risco de ser guiada por um espírito falso e enganoso, desviada do caminho estreito e apertado que conduz às vidas eternas. Todos estes dons, devidamente usados, são para o benefício da Igreja. Acima de tudo, todo membro deveria desfrutar do espírito de revelação. Não fosse por este espírito de revelação, não seríamos diferentes de nenhuma outra igreja; esta Igreja estaria morta sem esta luz divina, que é, na verdade, a sua vida. ¶
Ora, meus irmãos e irmãs, visto que este é um dia de revelação, visto que estamos nesta posição diante do Senhor, visto que o Senhor está próximo de nós, que pode ouvir nossas orações, e que as responderá, que tipo de povo devemos ser? Ora, devemos ser um povo pronto e ansioso para receber toda palavra que ele possa revelar por meio das autoridades de Sua Igreja, que ele designou para nos liderar, guiar e instruir. As pessoas fazem grande alarde a respeito dos "mórmons". Dizem que somos liderados por homens. Pensam que estamos presos em correntes de escravidão, obrigados a fazer isto, aquilo ou aquilo outro. Ora, somos, de todos os povos do mundo, os mais livres! Às vezes penso que temos quase liberdade demais. Abraçamos o evangelho da liberdade, e, vendo que Deus colocou à sua frente homens para dar a conhecer como devemos agir, deveríamos estar prontos e ansiosos para receber a palavra de vida; e, quando oramos para que Deus sustente as autoridades da Igreja em suas respectivas posições, deveríamos estar prontos e dispostos a sustentá-las nós mesmos, e a receber a palavra de Deus revelada por meio delas para nossa orientação. E, se estivéssemos dispostos a colocar em prática efetiva as coisas que Deus revelou no Livro de Doutrina e Convênios — livro que contém algumas das revelações dadas em nossa época — sei que o Senhor revelaria mais. Assim que estivermos prontos para cumprir o que já foi revelado, os céus estarão prontos para revelar mais. Recebemos apenas um pouco daquilo que se destina a ser dado a conhecer nos últimos dias. Deus está pronto para revelar, nesta grande dispensação, todas as coisas que foram reveladas em tempos passados, e muitas coisas que estiveram ocultas desde a fundação do mundo. Pois bem, vivamos à altura do que recebemos, reduzamos isso à prática diária, e, se temos feito coisas erradas e contrárias à vontade de Deus, decidamos que não mais o faremos, que viveremos como convém a Santos dos Últimos Dias, cumprindo nosso dever, ocupando a esfera a que fomos chamados, e teremos alegria em nossos trabalhos, Deus estará próximo de nós, ele nos será um Pai e um Amigo, e teremos sempre um testemunho desta obra. ¶
Presto meu testemunho nesta tarde perante esta congregação — e estou disposto a fazê-lo perante todo o mundo, se minha voz pudesse alcançar os confins da terra — de que sei que Deus vive, que Jesus de Nazaré, que morreu no Monte Calvário, é Seu filho; que ele se revelou em nossa época; que o Espírito Santo, o espírito de revelação, falou à minha alma, testificando-me da verdade desta obra, e me regozijo por ser um Santo dos Últimos Dias. ¶
Rogo a Deus que nos abençoe como congregação adoradora neste dia; que ele sele em nossos corações o espírito que nos ajudará a ser verdadeiros, e justos, e puros, e que sejamos sempre movidos pelo espírito de revelação, por meio de Jesus Cristo. Amém. ¶