Abertura da Última Dispensação—Desenvolvimento da Obra de Deus—Envio de Missionários—Utilidade das Irmãs—Associações de Melhoramentos—Educação—Cooperação
John Taylor
Direi que me sinto muito grato a meus irmãos pelo sentimento generoso manifestado para comigo. Permiti-me, contudo, dizer, a respeito de algumas destas ideias apresentadas à Conferência pelo Irmão George Q., e que ele disse ter frequentemente apresentado a mim e a outros dos Doze, que, embora aprecie devidamente os sentimentos e opiniões de meus irmãos, e não seja ignorante das conveniências da vida, individualmente não desejaria mudar minha posição. Pessoalmente, não me importo com a aparência exterior, o brilho e a exibição dos homens; mas me importo com os grandes princípios eternos associados à Igreja e ao Reino de Deus sobre a terra. E, como já se disse, levou algum tempo até que pudesse decidir-me a aceitar uma proposta deste tipo. E aceito-a agora simplesmente na condição de vosso servo, por amor de Cristo, para o benefício do Reino de Deus, e para que todas as coisas sejam conduzidas de maneira apropriada. ¶
Ora, deixemos isto passar, e falemos de outra coisa. ¶
Tenho estado muito interessado nas observações feitas nesta Conferência. Já se passaram quarenta e nove anos desde que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias foi organizada. Havia então, como ouvistes declarado, e como bem sabemos, seis membros organizados. Havia, contudo, mais de seis pessoas na Igreja, como observou o Irmão Snow, sendo a organização efetuada com o propósito de reconhecimento legal; ainda assim, eram muito poucos, e, à medida que o espírito de revelação repousava sobre o servo de Deus, Joseph, nestes primeiros dias, que, como Adão, Moisés, Abraão, Jesus, Jarede, Néfi, Morôni e outros, teve os céus desdobrados diante de sua vista, e, embora a Igreja fosse tão pequena em número, os princípios e propósitos de Deus se desenvolveram plenamente à visão de sua mente, e ele contemplou as coisas que hão de suceder nos últimos dias, associadas à dispensação que fora chamado pelo Todo-Poderoso a introduzir. Aprendeu, por comunicação dos céus, de tempos em tempos, os grandes acontecimentos que haveriam de suceder nos últimos dias. Compreendeu coisas passadas, e compreendeu as várias dispensações e os desígnios daquelas dispensações. Não apenas teve os princípios desenvolvidos, mas estava familiarizado com aqueles que oficiaram como os homens principais daquelas dispensações, e de vários deles recebeu autoridade, chaves, sacerdócio e poder para levar a efeito os grandes propósitos do Senhor nos últimos dias—os quais foram enviados e especialmente comissionados pelo Todo-Poderoso para lhe conferir aquelas chaves e aquela autoridade; e, assim, introduziu o que fora falado por todos os profetas desde que o mundo existe: a dispensação em que vivemos, que difere de todas as outras dispensações por ser a dispensação da plenitude dos tempos, abrangendo todas as outras dispensações, todos os outros poderes, todas as outras chaves, e todos os outros privilégios e imunidades que jamais existiram sobre a face da terra. Naquele tempo, era um jovem débil, inexperiente, sem conhecimento da erudição de seu dia. Mas Deus o pôs de posse daquele tipo de inteligência, e do que se pode chamar um conhecimento científico de todas as coisas relativas a esta terra, e aos céus, se assim se pode dizer, o qual estava totalmente acima de toda a inteligência que existia no mundo. Ele começou, à medida que a oportunidade se apresentava, seguindo a educação que recebera do Todo-Poderoso, ensinando os princípios da vida e da salvação, os princípios do evangelho eterno, conferindo a outros aquele sacerdócio que lhe fora conferido, e organizando um estado de coisas segundo o padrão dos céus, calculado para viver, crescer e aumentar, que tinha em si mesmo o princípio da vida e da vitalidade, e que estava calculado para reunir os retos de coração e assimilá-los em suas ideias, opiniões, sentimentos e fé, e capacitá-los a operar com ele, e com o Senhor, e com o santo sacerdócio que existira em eras anteriores. E assim começou a organizar a Igreja, com todos os seus vários ofícios, sob a inspiração, orientação e revelação diretas do Senhor. A Primeira Presidência foi indicada, os Doze também foram indicados e designados, e estes quóruns foram ordenados. O sumo sacerdócio, contudo, foi organizado antes que estes outros quóruns tomassem forma. Depois vieram os quóruns dos Setenta, depois os quóruns dos élderes, depois os bispos, depois os quóruns de sacerdotes, mestres e diáconos, juntamente com os sumos conselhos, e tudo o que sabemos a respeito destas coisas. Ele nos ensinou tudo o que sabemos a respeito delas; Deus o ensinou a ele. Por isso, nas várias organizações dos diversos quóruns do sacerdócio, seja no que se refere ao sacerdócio de Melquisedeque, ao aarônico, ou ao levítico, todos estes, juntamente com os deveres que cabem a cada um, foram dados pelo Senhor. E, por isso, a igreja com que estamos associados se chama A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Por isso, Jesus Cristo é o meio pelo qual devemos aproximar-nos do Pai, invocando-o em nome de Jesus; pois "não há salvação em nenhum outro, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos", senão o nome de Jesus Cristo. E, embora não o façam agora, contudo se aproxima o tempo em que a ele "se dobrará todo joelho, e toda língua confessará que ele é o Cristo, para a glória de Deus Pai." E, por isso, a religião que professamos é uma que nos foi dada dos céus. Não podemos dispensá-la; não podemos dispensar parte alguma dela. Não é do homem, mas do Senhor Deus, nosso Pai Celestial, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, valendo-se de seu servo Joseph, e daqueles a quem chamasse por revelação, como instrumentos para levar a efeito os propósitos de Deus sobre a terra. O sacerdócio que recebemos não o recebemos do homem, nem por meio do homem, mas por revelação. E o Presidente Young dos Últimos Dias, pouco antes de sua morte, organizou todos os vários ramos da Igreja em estacas, com seus respectivos oficiais, levando a efeito o desígnio de Deus e suas revelações a Joseph Smith; e os colocou sobre o fundamento primeiramente lançado por Joseph Smith, sob as revelações imediatas do Senhor. E Deus espera de nós que magnifiquemos nosso chamado, e que nos apeguemos a ele como seus servos, sobre quem conferiu este sacerdócio. Espera de nós que o magnifiquemos, e que não operemos segundo nossas noções peculiares, mas segundo a vontade, a lei, a orientação e as revelações de Deus, em todas as coisas e sob todas as circunstâncias; pois estamos aqui como Jesus esteve aqui—não para fazer nossa própria vontade, mas a vontade de nosso Pai Celestial, que nos enviou, e que nos chamou a este alto chamado, e nos fez assentar juntos em lugares celestiais em Cristo Jesus. ¶
Segundo a ordem de Deus, os Doze, os Setenta, os sumos sacerdotes e os élderes têm estado no estrangeiro, entre as nações da terra, entregando o testemunho que Deus lhes deu, e o Espírito e o poder de Deus têm operado conosco em nossas ministrações; e os resultados destas operações e destes labores, e a fé, a abnegação, a renúncia, e o desejo de fazer a vontade de Deus, e os testemunhos que foram dados, se manifestam nos Santos hoje reunidos, tal como estamos, nos vales destas montanhas. Estas coisas foram trazidas pela interposição do Todo-Poderoso; dependemos dele hoje, como sempre dependemos, em todos os dias de nossas vidas, para orientação, para sustento, para revelação, para que o Espírito de Deus nos guie, a fim de que não demos passos em falso; mas, como povo, devemos magnificar o Senhor nosso Deus em nossos corações, e honrá-lo, e observar suas leis, e guardar seus mandamentos. Grande mudança se operou desde que este evangelho foi introduzido, como bastante atestam os milhares que habitam estes vales. E, se continuarmos a progredir em fé, em união, em inteligência, em virtude, em pureza, em conhecimento, e especialmente no conhecimento de Deus e na observância de suas ordenanças, a obra do Senhor continuará avançando com dez vezes mais rapidez. Estamos apenas começando nossos trabalhos, e apenas nos preparando para realizar a obra que Deus colocou sobre nossos ombros, e apenas começando a realizar a obra que Deus pretende que cumpramos; tudo o que foi profetizado por todos os antigos profetas, tal como contido na Bíblia e no Livro de Mórmon, e as coisas preditas por Joseph Smith, e todo outro profeta de Deus, hão de cumprir-se tão certamente quanto estamos aqui hoje, sem vacilação, sem enfraquecimento, sem hesitação. ¶
Prosseguimos e atendemos a muitas coisas. Nossas organizações são muito boas; mas precisamos, penso às vezes, do fôlego de vida de Deus, soprando através delas por completo, para que o Espírito e o poder do Altíssimo estejam em nosso meio, e para que o poder e as bênçãos de Deus, que vêm por meio das ordenanças, nos sejam concedidos; e assim será, se formos fiéis no desempenho dos deveres que nos cabem. Não é para nós questão do que comeremos, ou do que beberemos, ou de que tipo de casas habitaremos; não é assunto de tanta importância quanto fazer a vontade de Deus, ter nossos corações empenhados em seu serviço, sentir que estamos edificando a Sião do Senhor dos Exércitos, sentir que somos reconhecidos pelos céus, sentir que estamos associados ao sacerdócio além do véu, que viveu e operou no tempo, e que agora opera na eternidade; pois eles, sem nós, não podem ser aperfeiçoados, nem nós, sem eles, podemos ser aperfeiçoados. Precisamos de sua assistência dos céus, e devemos buscá-la o tempo todo. ¶
Deixai-me falar disto não apenas aos Doze, mas aos presidentes de estaca e seus conselheiros, e a todos os homens que detêm autoridade, para que busquem a Deus, busquem sabedoria, busquem fé, e aprendam a aproximar-se de Deus, para que possamos trazer bênçãos do céu, e participar daquela fé que uma vez foi entregue aos Santos. Estamos procurando fazer algumas coisas, e as estamos fazendo bastante bem. Desejo encontrar defeitos? Não. Ou censurar alguém? Não. Mas desejo que todos vivam e ajam de tal modo que não se censurem a si mesmos, que suas mentes não os condenem; pois, se vosso próprio coração vos condena, Deus é maior que vosso coração. ¶
Estamos indo bastante bem. Estamos construindo nossos templos, e há um espírito louvável manifestado em relação a estas coisas, em geral. Fazem-no todos? Não. Têm todos este espírito? Não. Gostaria que o tivessem; mas então talvez estivéssemos esperando demais. Mas há um interesse crescente nestas coisas, pelo que me alegro em dar crédito aos Santos. E, falando de nossos templos, suponho que não haja menos de 500 homens hoje empenhados na construção de templos neste Território. Algumas pessoas considerariam isto bastante ônus para elas, e, devo dizer, temos alguns que se dizem Santos dos Últimos Dias e que têm um pouco deste sentimento, não muito, mas um pouco. Mas os homens que sentem corretamente sentem que eles e tudo o que têm pertencem ao Senhor; sentem que estão à disposição para realizar a obra de Deus, edificar seu reino, operar com ele e com o santo sacerdócio, e preparar templos para ministrar pelos vivos e pelos mortos; para que, de fato, não sejamos pobres e desamparados tolos, mas sintamos que somos salvadores no monte Sião, e que o reino é do Senhor. ¶
Há um bom sentimento manifestado entre os irmãos, e também entre as irmãs, que são tão zelosas quanto os irmãos na maioria dos interesses. Não obstante os imensos trabalhos que estamos realizando em nossas construções, pois estamos fazendo bastante, não nos esquecemos de outros assuntos. Há trabalho constante em curso no Templo de St. George, com muito pouca interrupção, e um corpo de pessoas continuamente empenhadas em ministrar as ordenanças da Casa do Senhor ali; enquanto nestes outros lugares, como já ouvistes lido, segundo as contas financeiras relativas ao Templo que se constrói em Manti e Logan—gastaram-se, em pouco tempo, nestes dois templos, quase duzentos e cinquenta mil dólares. Os irmãos têm-se dedicado a isto com boa vontade, e parece haver entre muitos deles um sentimento de ver quem fará mais, em vez de quem poderá fazer menos. E, não obstante isso, há cerca de cinquenta mil, penso, em números redondos, a mais em dízimo pago no último ano do que havia antes de estas coisas começarem. Digo isto para o crédito dos Santos dos Últimos Dias. Honra, como dizem as escrituras, a quem honra é devida. E tenho a satisfação de ver um espírito deste tipo crescer e aumentar entre os irmãos. ¶
Muito cuidado se tem dispensado ao envio de missionários, que temos enviado entre as diferentes nações no estrangeiro e a esta nação. Cabe aos Doze e aos Setenta, especialmente, o dever de zelar por que esta obra se realize; e temos estado atentos a este assunto, e temos procurado chamar homens que não se sintam embaraçados ou perplexos em suas mentes, mas tais que saiam como servos do Deus vivo, que não comecem, ao chegarem a umas duzentas milhas de casa, a pensar em quando será hora de voltar; e os frutos já começam rapidamente a aparecer nas missões europeias, escandinavas e outras, e também nos Estados Unidos. E desejamos que se compreenda, entre os élderes e os Setenta, que não queremos que vão em missão homens que a considerem um dever penoso a cumprir; preferiríamos que tais homens ficassem em casa. Mas aquele que tem desejo de pregar o evangelho ao mundo, cuja vida é reta, pura e virtuosa, e que é capaz de apresentar os princípios do evangelho ao mundo—este é o tipo de homem que desejamos enviar. Não queremos que ninguém vá simplesmente porque se possa pensar que uma missão lhe faria bem, ou que poderia salvá-lo de algum mal em que pudesse cair. Não queremos que homens vão ao estrangeiro, representando o Capitão de nossa salvação, para se emendarem; que a obra de emenda se faça em casa. Queremos homens que preguem o evangelho, que sejam homens honrados e retos, e cheios do Espírito Santo; e, quando tais homens vão, vão com nossa fé, levando consigo nossa estima, amor e afeto; e, se precisam de algo, lho daremos. Se suas famílias precisam de algo, faremos com que sejam cuidadas, as alimentaremos e vestiremos e cuidaremos delas, e consideraremos que são nossos irmãos, e não que são pobres, míseros indigentes, ou que suas esposas e famílias são um transtorno para nós; queremos afastar todos estes sentimentos. Cultivemos o espírito de magnanimidade e bondade, e, à medida que o Senhor nos abençoa, abençoemos os outros; e é só isto que valem as coisas da terra. Fazei o bem a todos os homens, especialmente aos da família da fé. E, com o tempo, como sucedia antigamente, os que saem chorando, levando a preciosa semente, voltarão com alegria, trazendo consigo seus feixes. ¶
Além disso, temos aqui um auxílio entre nossas irmãs. O Irmão Geo. Q. Cannon representou como eram exploradas em muitas terras, e como o têm sido. Por que haveriam de ser? Não são nossas mães? Não são nossas esposas? Não são nossas irmãs? Não são nossas filhas? Não deveríamos protegê-las? Professamos estar à imagem de Deus, detendo o santo sacerdócio de Deus, e trataríamos, então, as belas filhas de Sião com desprezo, ou permitiríamos que fossem prejudicadas ou exploradas de qualquer modo? Deus nos livre. São carne de nossa carne, osso de nossos ossos; são nossas auxiliadoras, e nossas associações e relações com elas deveriam ser agradáveis e amistosas, com toda a longanimidade e fidelidade. E então as irmãs deveriam, por sua vez, ajudar-se a abençoar umas às outras, e agir como nossos mestres fazem em outros aspectos—ensinando suas irmãs, cuidando dos pobres, e auxiliando os bispos no desempenho de seus trabalhos. E as Sociedades de Socorro que foram organizadas têm sido de grandíssimo benefício aos Santos de Deus. E digo: Deus abençoe as irmãs, e as inspire com mais daquele espírito celestial, para que possam auxiliar seus maridos, seus irmãos e seus filhos—seus filhos e filhas—a promover princípios corretos, a deter a maré da iniquidade, e a promulgar a virtude, a verdade e a pureza entre os Santos de Deus. E diria que é dever dos bispos e presidentes de estaca auxiliá-las tanto quanto possam, o que creio geralmente fazerem, para levar a efeito tudo o que é bom e louvável. ¶
Há outra classe de pessoas entre nós que fazem grande bem; são nossas Associações de Melhoramentos Mútuos, tanto dos Rapazes quanto das Moças. Quão mais agradável é ver nossa juventude crescer no temor de Deus, procurando instruir-se mutuamente nos princípios da vida e da salvação, do que vê-la ignorar as leis de Deus! Quão agradável para nós! Quão agradável para Deus e para os santos anjos! Encorajemos estas coisas, e instruamos nossos filhos e filhas, para que cresçam em inteligência, virtude, pureza e santidade diante do Senhor. ¶
E então queremos também estudar os princípios da educação, e obter os melhores mestres que pudermos para ensinar nossos filhos; ver que sejam homens e mulheres que temem a Deus e guardam seus mandamentos. Não queremos que homens ou mulheres que não sejam eles mesmos Santos dos Últimos Dias ensinem os filhos dos Santos dos Últimos Dias. Ouvi isto, ó élderes de Israel, e vós, curadores de escolas! Não queremos nada disso. Que outros, que não temem a Deus, sigam seu próprio rumo; mas cabe a nós educar nossos filhos no temor de Deus. Deus nos responsabilizará por esta confiança. Ouvi isto, ó élderes de Israel, e vós, pais, e vós, mães! Falando de educação, como já disse antes, Joseph Smith sabia mais a respeito da educação do que todos os filósofos e cientistas da terra; e o sabia pelas revelações de Deus. Queremos reunir-nos para educar nossos filhos no temor de Deus, ensinar-lhes nós mesmos princípios corretos, e colocá-los de posse de tais coisas que os guiarão nos caminhos da vida. ¶
Vejo que é hora de terminar. Sinto-me levado a agradecer-vos por vossa presença nesta Conferência, e pelo tipo de espírito que aqui se manifestou. E a agradecer aos membros de nosso coro, que nos fizeram doce música; e diria que nosso coro é um crédito para nosso Território e para nosso povo. E, além disso, eles se reúnem com o propósito de cultivar a arte da música, e para que sejamos organizados e mais aperfeiçoados a respeito destas coisas. ¶
Gostaria de ter dito algo sobre nossas Escolas Dominicais. Não creio que estejamos atrás de povo algum sobre a face da terra a este respeito. Fui informado pelo Superintendente geral de que temos 29.000 crianças frequentando as Escolas Dominicais; e não temeria dizer que isto é mais do que frequentam as Escolas Dominicais em todos os Territórios juntos, fora de Utah. (Uma voz da tribuna—"E em metade dos Estados.") Alguém observa: e em metade dos Estados. Não sei como é isso. Mas dizem que nossos filhos são a colheita mais certa e melhor de Utah. Procuremos educá-los no temor de Deus, para que tenhamos sua bênção conosco. ¶
Gostaria também de ter dito algo sobre nossas associações cooperativas. Tenho a satisfação de informar-vos que a Instituição Cooperativa desta cidade está indo notavelmente bem; está sobre fundamento sólido, e tudo caminha de modo agradável e conveniente. Organizamos, há algum tempo, uma União Comercial, por meio da qual todo o povo de Utah pode ser representado. E, embora a Cooperativa nos chame a sustentá-la, o que é justo e apropriado, queremos que a Cooperativa nos sustente. Há dois lados nesta questão; por isso, temos uma organização chamada Conselho de Comércio num número de estacas, e esperamos aperfeiçoá-las em todas as estacas, para que todo o povo possa ser representado em nosso conselho geral. Então esperamos espalhar-nos e crescer em manufaturas de toda espécie, para que nos tornemos um povo autossuficiente, um povo que seja independente, sob Deus, de todos os outros poderes. ¶
Não vos deterei mais. Deus abençoe Israel, e todos os que abençoam Israel, e que nossos inimigos sejam confundidos. E que Deus nos conceda poder para servi-lo e observar suas leis, para que tenhamos direito às suas bênçãos, e por fim obtenhamos a vida eterna em seu reino, em nome de Jesus. Amém. ¶