Deus Preserva Seu Povo Os Inimigos Internos São Mais Perigosos A Redenção dos Mortos O Sacerdócio
Joseph F. Smith
É sempre motivo de alegria para mim reunir-me com meus irmãos e irmãs no convênio do Evangelho. Regozijo-me sobremaneira no Evangelho de Jesus Cristo, e por ter o privilégio de ser contado entre os Santos dos últimos dias. Sou grato pelas bênçãos que desfrutamos como povo nestes vales. Sinto-me grato pelas muitas evidências que temos experimentado da misericórdia e proteção de Deus. Sou grato por ter podido ver Sua mão em nossa libertação dos poderes e maquinações de nossos inimigos, desde o período mais remoto de nossa existência como povo; e sou grato por poder ver a mão do Senhor sobre nós no presente tão conspícua e claramente quanto em qualquer período anterior de nossa história. ¶
Lemos nas revelações que nos vieram por meio dos Profetas, tanto antigos como modernos, a respeito dos propósitos do Senhor nos últimos dias, e da restauração do Evangelho à terra por um anjo santo, que este deve ser pregado a toda nação, tribo, língua e povo debaixo de todo o céu, para que cada filho e filha de Adão tenha o privilégio de ouvi-lo, abraçá-lo, participar de suas bênçãos, e ser salvo por seu poder. Lemos que o Senhor vai realizar esta obra, e que Ele vai abreviá-la em retidão; que é Seu desígnio ajuntar os retos de coração--aqueles que estão dispostos a atender a Seus conselhos e obedecer a Suas leis. É Seu desígnio ajuntar todos esses dentre as nações da terra, para que Ele possa fazer deles um povo digno de Seu nome e de Suas bênçãos, e prepará-los para encontrá-lO quando Ele vier para reunir Suas joias; quando Ele vier para tomar vingança sobre os iníquos e ímpios, que não conhecem a Deus, e que não guardam Seus mandamentos sobre a terra. ¶
A mão do Senhor tem sido visível no ajuntamento deste povo nos últimos vinte e oito anos; sim, nos últimos quarenta e cinco anos, e não menos nisso do que em tudo o que está ligado aos labores de Seus servos, em seus conselhos ao povo, e em sua orientação dele, pela inspiração do Todo-Poderoso que neles estava desde o princípio. Em nenhum momento na história desta Igreja a mão do Senhor foi retirada deste povo, Seu poder encurtado, ou Seu olho adormecido, mas Seu olho tem estado sobre nós, Sua mão tem estado sobre nós, e Suas providências têm estado a nosso favor. As circunstâncias têm sido dirigidas para o bem, a mão do inimigo tem sido desviada, paralisada, os esforços dos ímpios para nos destruir têm resultado em nosso bem e em sua própria derrota. Quanto maiores os esforços de nossos inimigos para nos destruir, maior o crescimento da Igreja e reino de Deus, e mais estreita tem sido nossa união, melhor temos podido ver a mão do Senhor sobre nós, e a inspiração do Todo-Poderoso nos conselhos de Seus servos, e mais temos nos inclinado a respeitar e a seguir os conselhos dados. O próprio fato de que o espírito de amargura no coração dos ímpios contra nós no presente é tão virulento quanto sempre foi, e é em tudo semelhante ao manifestado contra os Santos de épocas anteriores, contra o Salvador quando esteve sobre a terra, e contra Seus discípulos, ou o povo de Deus em qualquer época anterior do mundo, é uma evidência inequívoca de que o Senhor Deus Todo-Poderoso está conosco hoje tanto quanto sempre esteve desde a organização da Igreja, ou tanto quanto sempre esteve com qualquer povo que Ele já reconheceu como Seu desde o princípio do mundo. Não creio que jamais tenha havido um povo guiado por revelação, ou reconhecido pelo Senhor como Seu povo, que não fosse odiado e perseguido pelos ímpios e corruptos, e talvez nenhum povo jamais tenha sido mais perseguido do que este povo seria, se estivesse hoje ao alcance do inimigo nos perseguir, como estava ao alcance de Nero e dos romanos perseguir os santos em seus dias. Nunca houve tempo em que estivesse mais firmemente decidido e determinado no coração dos ímpios lutar contra o reino e destruí-lo da terra do que agora, e seu fracasso se deverá unicamente à impossibilidade da tarefa que empreenderam. E isto é uma evidência para todo aquele que possui a menor centelha da luz do Espírito Santo--e deveria sê-lo para toda a humanidade--de que o reino de Deus está estabelecido, que Seu Sacerdócio está aqui, que os Santos, ou muitos deles, estão magnificando seu chamado e honrando o Sacerdócio, e também o Senhor, tanto com suas vidas como com seus bens, os quais são Dele. ¶
Quanto a mim, não temo a influência de nossos inimigos de fora tanto quanto temo a dos de dentro. Um inimigo aberto e declarado, que podemos ver e enfrentar em campo aberto, é muito menos temível do que um inimigo oculto, enganoso e traiçoeiro escondido dentro de nós mesmos, tais como são muitas das fraquezas de nossa natureza humana decaída, as quais com demasiada frequência são deixadas sem controle, obscurecendo nossa mente, afastando nossos afetos de Deus e de Sua verdade, até que solapam os próprios fundamentos de nossa fé, e nos degradam além da possibilidade ou esperança de redenção, seja neste mundo, seja no vindouro. Estes são os inimigos com os quais todos nós temos de lutar; são os maiores com que temos de contender no mundo, e os mais difíceis de vencer. São fruto da ignorância, geralmente surgindo do pecado e do mal não repreendidos em nosso próprio coração. A tarefa que nos cabe é subjugar nossas paixões, vencer nossos inimigos internos, e zelar para que nosso coração esteja reto diante do Senhor, para que não haja nada capaz de entristecer Seu Espírito e nos desviar do caminho do dever. ¶
Somente aqueles que possuem a luz do Espírito de Deus e a fé do Evangelho, a qual só pode ser possuída por meio da fidelidade e obediência aos requisitos do céu, podem discernir e conhecer a voz do verdadeiro Pastor quando a ouvem. Não devemos esperar poder discernir o certo do errado, a verdade do erro, e a luz das trevas, a menos que nosso olho seja único, e nos tenhamos declarado por Deus e Sua obra. Se estivermos divididos em nossos pensamentos, afetos e interesses, como o resto do mundo, não devemos esperar compreender a vontade do Senhor quando nos for dada a conhecer, por mais poderosa ou diretamente que venha. Será o mesmo para nós, a menos que estejamos em posição de receber a luz e a verdade quando nos forem oferecidas. ¶
Que faremos, se temos negligenciado nossas orações? Comecemos a orar. Se temos negligenciado qualquer outro dever, busquemos ao Senhor por Seu Espírito, para que saibamos em que erramos e perdemos nossas oportunidades, ou as deixamos passar sem aproveitá-las. Busquemos ao Senhor em humildade, determinados a abandonar tudo o que fosse um obstáculo para recebermos a inteligência e a luz de que precisamos, e uma resposta às nossas orações, para que possamos nos aproximar dEle confiantes de que Seus ouvidos estarão abertos às nossas petições, de que Seu coração se voltará para nós em misericórdia, de que nossos pecados serão perdoados, nossa mente iluminada pela influência e pelo poder de Deus, para que possamos compreender nosso dever e ter a disposição de cumpri-lo, sem adiá-lo, sem pô-lo de lado, nem dizer em nosso coração: "Precisamos servir ao mundo ou ao diabo mais um pouco; ainda não estamos preparados para servir plenamente ao Senhor, para abandonar nossos maus hábitos, para deixar de lado esta ou aquela loucura, e caminhar retamente no caminho do dever; precisamos ainda semear mais algumas loucuras da juventude antes de podermos decidir-nos plenamente e determinar servir ao Senhor e fazer a Sua vontade na terra como deveria ser feita, e como sabemos fazê-lo, se apenas obedecermos à luz que veio ao mundo." Mas quando vemos o que é necessário fazer, isso se torna nosso dever, e devemos empenhar-nos com todas as nossas forças para fazê-lo, não importa quais sejam nossos desejos em contrário. Tudo o que vem do Sacerdócio por inspiração devemos estar dispostos a receber como o conselho do Todo-Poderoso, ao qual devemos necessariamente obedecer e executar, a fim de sermos aceitos por Ele. ¶
Esta é uma lição que nós, como povo de Deus, devemos aprender de bom grado. Pensais, meus irmãos e irmãs, que podemos subir por algum outro caminho, ou entrar por alguma outra porta? Pensais que podemos tomar as coisas de Deus e trazê-las ao nosso padrão, ou ajustar os princípios do Evangelho de Jesus Cristo à nossa régua? Pensais que algum dia teríamos êxito num esforço de ditar ao Todo-Poderoso os termos de nossa salvação? Se pensamos assim, estamos enganados, iludidos; não podemos fazê-lo. Os propósitos do Todo-Poderoso são imutáveis e inalteráveis, Suas leis permanecem, e Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Seus propósitos amadurecerão e serão consumados, e Seus desígnios serão completados. Portanto, se não nos conformarmos com Sua vontade, obedecermos a Suas leis e cedermos a Suas exigências neste mundo, seremos consignados à "casa de prisão", onde permaneceremos até pagarmos a dívida até o último ceitil. Esta é uma doutrina escriturística, razoável e verdadeira; pois é uma doutrina do Evangelho de Jesus Cristo, e os Santos a compreendem, mas pode haver alguns aqui que não a compreendam, e para benefício deles, bem como para refrescar a memória daqueles que talvez não tenham refletido por algum tempo sobre este princípio, referir-me-ei a ela, tal como brevemente expressa no terceiro e quarto capítulos da primeira Epístola de Pedro. Ali vereis que o próprio Jesus pregou o evangelho aos espíritos em prisão, "os quais antigamente foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é oito) almas se salvaram pela água." Isso pode parecer estranho a alguns, que Jesus fosse pregar o evangelho aos ímpios e rebeldes antediluvianos; cujos corpos haviam sido destruídos no dilúvio por terem rejeitado o testemunho de Noé, que fora enviado para repreender suas iniquidades e adverti-los da destruição decretada contra eles se não se arrependessem; não obstante, é verdade. Desta Escritura aprendemos não apenas a condição daqueles que são cortados em seus pecados por causa de sua iniquidade em rebelar-se contra as leis de Deus e rejeitar Seus servos, mas que aqueles dentre eles que não pecaram contra o Espírito Santo, por mais ímpios que tenham sido neste mundo--exceto por cometerem aquele pecado imperdoável--terão o privilégio de ouvir o evangelho no mundo espiritual; "pois," como diz o Apóstolo, "para isso foi o evangelho pregado também aos mortos." "Sim," diz alguém, "mortos em pecado, mas não mortos quanto à carne." Mas o Apóstolo não diz isso; pelo contrário, pois os mortos aqui referidos haviam perecido na carne, e o Apóstolo prossegue: "para que fossem julgados segundo os homens na carne, porém vivessem segundo Deus em espírito;" isto é, fora do corpo, até a ressurreição dos mortos. Mas primeiro devem permanecer no inferno--a "casa de prisão"--até que tenham pago a pena de seus pecados na carne, até o "último ceitil." "Mas," diz alguém, "será isso possível?" O povo na Europa, onde temos pregado, ficou tomado de espanto e admiração quando mencionamos esta doutrina, e dizem eles: "Supúnhamos que, assim como a árvore cai, assim ela fica," e que "não há salvação na sepultura." Tampouco há salvação na sepultura, e "assim como a árvore cai, assim ela fica," mas isso diz respeito à carne. Fica o espírito com o corpo? Está o espírito confinado na sepultura? Não. Assim como o corpo cai, assim ficará até a ressurreição; não há salvação na sepultura, mas em Cristo, que é a "luz da vida," e o espírito voa para além da sepultura; ele não dorme no pó, mas é levado ao lugar preparado para ele no mundo espiritual, para receber sua recompensa ou punição, tendo passado pelo primeiro juízo de Deus, ali para aguardar Sua misericórdia, e a ressurreição dos mortos e o juízo final do grande último dia. ¶
Assim vemos que aqueles ímpios e impenitentes antediluvianos, que tiveram até o privilégio de ouvir o evangelho na carne, pregado por Noé, e que rejeitaram a mensagem daquele servo de Deus, foram de fato visitados na "casa de prisão" pelo próprio Salvador, e ouviram o evangelho de Sua própria boca depois de Ele ter sido "mortificado na carne." Sua prisão foi aberta, e liberdade foi proclamada a eles em seu cativeiro, em cumprimento da predição do Profeta Isaías, como podeis ler em seu capítulo 61, para que pudessem sair, quando tivessem cumprido a sentença do juízo sobre eles na prisão, ou inferno, para realizar as primeiras obras necessárias à salvação, que se recusaram a fazer no princípio. ¶
Aqui entram os princípios do batismo pelos mortos, e de procuração e herança, conforme revelados por meio do Profeta Joseph Smith, para que possam receber uma salvação e uma exaltação--não direi uma plenitude de bênção e glória, mas uma recompensa segundo seus méritos e a justiça e misericórdia de Deus, assim como será convosco e comigo. Mas há esta diferença entre nós e os antediluvianos--eles rejeitaram o evangelho e, por conseguinte, não receberam a verdade nem o testemunho de Jesus Cristo; portanto, não pecaram contra uma plenitude de luz, ao passo que nós recebemos a plenitude do evangelho; somos admitidos ao testemunho de Jesus Cristo, e ao conhecimento do Deus vivo e verdadeiro, cuja vontade também é nosso privilégio conhecer, para que a cumpramos. Agora, se pecarmos, pecamos contra a luz e o conhecimento, e porventura poderemos tornar-nos culpados do sangue de Jesus Cristo, pecado para o qual não há perdão, nem neste mundo, nem no mundo vindouro. O próprio Jesus declara (Mateus 12:31) que "todo pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; porém a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens, nem neste mundo, nem no futuro." Esta não é uma doutrina nova, recém-revelada por meio do Profeta Joseph Smith, ou do Presidente Brigham Young, mas é a doutrina de Jesus, parte integrante daquele evangelho que é o poder de Deus para a salvação ou para a condenação. Pois todo aquele que crer, se arrepender, e for batizado para a remissão dos pecados, será salvo, e aquele que não crer e não for batizado será condenado. E aquele que crê, é batizado e recebe a luz e o testemunho de Jesus Cristo, e caminha bem por algum tempo, recebendo a plenitude das bênçãos do evangelho neste mundo, e depois se volta inteiramente para o pecado, violando seus convênios, estará entre aqueles que o evangelho jamais poderá alcançar no mundo espiritual; todos esses vão além de seu poder salvador, provarão a segunda morte, e serão banidos da presença de Deus eternamente. ¶
Sinto-me bem no Evangelho de Jesus Cristo. Sei que é verdadeiro, e nunca gosto de deixar passar uma oportunidade sem dar meu testemunho dele. Portanto, dou-vos meu testemunho de que Deus restaurou o evangelho, de que Joseph Smith foi e é um verdadeiro Profeta, e de que o Presidente Young é seu legítimo sucessor. ¶
Já antes me surpreendi ao ouvir observações dos descontentes e apóstatas contra o Sacerdócio, como se houvesse algo terrível oculto sob esse termo. O que constitui o Sacerdócio? Uma comissão legal e direta de Deus ao homem. E quem está revestido de sua autoridade e poder? O Presidente Young? Sim. Mas é ele o único homem que possui o Sacerdócio? Não. Nem seus conselheiros e os Doze são os únicos que o possuem, mas os Sumos Sacerdotes, os Setenta, os Élderes, Sacerdotes, Mestres e Diáconos, todos possuem uma porção do Santo Sacerdócio. Dificilmente há um membro da Igreja que não esteja contado entre as fileiras dos que estão revestidos deste poder; certamente assim é com todo homem que recebeu bênçãos na casa do Senhor, na medida em que tem permanecido fiel, e é disso que a Igreja se compõe, pois os infiéis se separam, em certa medida, tanto da Igreja quanto do poder e privilégios do Sacerdócio, e não se pode confiar neles. Portanto, quando o Sacerdócio--ou os que o possuem--são ridicularizados, ultrajados ou perseguidos, o golpe é dirigido, e o mal é planejado, contra toda a Igreja, e não contra indivíduos, embora nossos inimigos escolham indivíduos como alvos sobre os quais desafogar sua ira e rancor. Um golpe abertamente dirigido contra o Presidente Young é secretamente destinado contra todo o povo que constitui a Igreja sobre a qual ele preside; qualquer tentativa de proscrever ou destruir a ele ou a seus irmãos como indivíduos, por causa de sua influência ou posição entre o povo, é, até certo ponto, indiretamente uma tentativa de proscrever e destruir toda a comunidade da qual eles são apenas membros, e cada membro da comunidade deveria, e, na medida em que guiado por um justo senso de justiça e retidão, certamente considera, a si mesmo pessoalmente atacado e agravado por tais tentativas. Quão desprezíveis, portanto, devem ser aos olhos de todo este povo aqueles que se voltam contra o Sacerdócio, e ao mesmo tempo se tornam tão conspicuamente estridentes em suas professadas amizades para com as massas. Deixam o véu de suas intenções fino demais para ocultar sua hipocrisia e sua determinada amargura e inimizade contra o povo e a obra de Deus. ¶
Um diácono na Igreja deve exercer a autoridade desse chamado no Sacerdócio, e honrar essa posição tão sincera e fielmente quanto um Sumo Sacerdote ou um Apóstolo deve honrar o seu, sentindo que carrega uma porção da responsabilidade do reino de Deus no mundo, em comum com todos os seus irmãos. Todo homem deveria sentir em seu coração a necessidade de fazer sua parte na grande obra dos últimos dias. Todos deveriam buscar ser instrumentos para fazê-la avançar. É dever, mais especialmente, de todo aquele que possui qualquer porção da autoridade do Santo Sacerdócio, magnificar e honrar esse chamado, e em lugar nenhum podemos começar a fazê-lo com melhor proveito do que bem aqui, dentro de nós mesmos, e quando tivermos limpo o interior do prato, purificado nosso próprio coração, corrigindo nossa própria vida, e fixado nossa mente em cumprir todo o nosso dever para com Deus e para com o homem, estaremos preparados para exercer uma influência para o bem no círculo familiar, na sociedade, e em todos os caminhos da vida. ¶
Devemos procurar fazer o bem, e ser bons. É verdade que Jesus diz que não há bom senão um, que é Deus; devemos aceitar isso em todo o sentido da palavra, mas há outros graus de bondade, de modo que podemos ser bons, justos, e até mesmo perfeitos em nossas esferas, assim como Deus é bom, justo, ou perfeito em Sua esfera exaltada e gloriosa. Estas excelentes qualidades de mente e alma devem governar nossa vida no meio de nossas famílias e vizinhos, entre nossos irmãos da família da fé, e em todo o nosso convívio com a humanidade, para que possamos conquistar almas do erro, da ignorância, da loucura e do crime, para Deus e Seu Cristo, e ajudá-las a permanecer firmes até que se tornem fortes na fé, e assim se tornem salvadores dos homens no Monte Sião, dignos do nome de nosso Deus. ¶
Que o Senhor vos abençoe, e a todo Israel, e especialmente Seu idoso servo que está à nossa frente, e seus associados em conselho, cujo rosto amado de um deles, ao olhar ao redor, encontro ausente do nosso meio, mas cujo exemplo de toda uma vida ainda vive conosco, e viverá para sempre. Amém. ¶