Pulpit

Conhecimento — Objetivo da Existência do Homem na Terra, Etc

Brigham Young

1860-06-07

Palavras do Presidente Brigham Young, proferidas em Box Elder, 7 de junho de 1860. Relatado por G. D. Watt.

Estou feliz, irmãos e irmãs, pelo privilégio de me reunir de novo aqui convosco, e de vos falar. Espero que o Espírito da verdade habite em vós, e que tenhais recebido um aumento desse Espírito desde a última vez que vos vi.

A mente que se estende na busca das coisas de Deus — que busca a sabedoria — é rápida e ativa, e um grande número de reflexões passa e repassa; e indaga como são as coisas, e gostaria de saber muito do que ainda não sabe. Provavelmente já sabemos tanto quanto deveríamos por agora. Se eu fizesse a pergunta — "Vive cada um de vós à altura de tudo o que sabe? — magnificais todo princípio de Deus e de piedade — todo princípio do santo Sacerdócio, tão bem quanto sabeis, dia após dia, hora após hora, e de momento a momento?" — qual seria a vossa resposta? Pensais que aproveitais cada momento do vosso tempo da melhor forma possível? Ou preferiríeis reconhecer que, em muitos casos, ficais aquém das bênçãos do conhecimento que possuímos? Creio que diríeis de imediato — "Até que possamos viver mais perto da luz, e aproveitar melhor as bênçãos do conhecimento que Deus nos concedeu, provavelmente seria melhor para nós não conhecermos mais das coisas celestiais do que já nos foi ensinado."

Sabeis que esta obra que abraçastes, comummente chamada "mormonismo", é o Evangelho da vida e da salvação? Se o sabeis, sabeis muito do que pertence aos princípios da vida eterna. Se não sabeis que esta obra é verdadeira, é vosso privilégio sabê-lo; e em todo tempo tendes o privilégio de fazer todo o bem que os vossos corações puderem desejar. Se estais satisfeitos de que existe um lugar como a Irlanda ou a Inglaterra, sem lá irdes, isso é todo o conhecimento que por agora desejais sobre esse assunto. Se estais satisfeitos, nas vossas faculdades e sensibilidades, de que Deus revelou o santo Sacerdócio, estabeleceu o seu reino sobre a terra, restaurou a plenitude do Evangelho, e pôs a sua mão para reunir a casa de Israel, isso servirá ao vosso propósito tão bem como se fôsseis ao céu ver por vós mesmos. Se credes de todo o coração, tendes direito às bênçãos das coisas do reino.

Cabe a vós mesmos saber e julgar quanto a desfrutar dos frutos do Espírito. Estais bastante familiarizados com eles; sabeis bastante bem quando os vedes. Estão enumerados na Escritura, e mais tem sido revelado pela manifestação do Espírito do que aquilo que já foi escrito. Se estais satisfeitos de que o "mormonismo" é verdadeiro, e de que desfrutais do Espírito que acompanha o Sacerdócio, podeis regozijar-vos sempre, orar sem cessar, e em tudo dar graças. Vencereis toda paixão má que tende a trazer trevas em vez de luz, ódio em vez de amor, que deveria reinar predominante nos vossos peitos. Em vez de andardes nas trevas, sem saber para onde ides, ou para que servem as vossas vidas, andareis na luz e vos regozijareis na vossa presente existência; e em vez de espalhar o pecado e a iniquidade, fareis o bem e espalhareis inteligência entre as vossas famílias e vizinhos e por todas as vossas cidades, e continuareis a crescer na sabedoria que promove a felicidade dos filhos dos homens e os faz regozijar-se e beneficiar da sua presente existência.

Não nos basta ter o bom Espírito o suficiente para nos satisfazer de que estamos preparados para entrar no reino dos céus, embora isso seja tudo o que algumas pessoas desejam; mas isso não responderá ao propósito de um Santo dos Últimos Dias. Tendes o privilégio de receber o Espírito do reino, e de vos regozijar nesse Espírito. Depois tendes o privilégio de exercer a vossa fé para viver. O primeiro princípio que pertence à inteligência que Deus nos concedeu é saber como preservar a presente organização de que estamos dotados. É o primeiro dever do homem para com a sua existência, um conhecimento que o faria empregar todos os esforços prudentes para a preservação da sua vida sobre a terra até que a sua obra aqui esteja completa. Costumávamos antigamente ouvir expressões como estas — "Sinto grande preocupação quanto à minha salvação eterna. Sinto-me hoje muito perturbado — muito solitário, sombrio e taciturno. Tenho sonhos assustadores. Quero ouvir algo sobre a minha salvação." "Vinde ao banco dos ansiosos. Vinde e dai tudo a Cristo; dai a vossa alma a Cristo." "Que farei para ser salvo?" "Avançai, e oraremos por vós. Dai-vos a Cristo. Vinde e sede orados por, e dai-vos inteira e irrestritamente ao Ser Supremo" — quando nem sabem onde ele está, o que ele é, nem o que está a fazer, nem se nos criou, ou não. Ainda assim, por vezes, sob esse sistema, a nuvem de tristeza, de trevas e de terror que tem pesado sobre os seus entendimentos é removida, em maior ou menor grau, e ficam cheios de alegria e paz, e exclamam: "Sei que o meu Redentor vive." Não sabem de onde vieram, nem para que vieram a este mundo, senão o que lhes foi ensinado pelos seus pais. "A minha alma se regozija, e estou pronto para morrer," parece ser o ultimato da sua religião.

Estamos aqui para viver, para espalhar inteligência e conhecimento entre o povo. Estou aqui para instruir os meus irmãos, para ensinar à minha família o caminho da vida, para propagar a minha espécie, e para viver, se estiver ao meu alcance, até que o pecado, a iniquidade, a corrupção, o inferno, o Diabo, e todas as classes e graus de abominações sejam expulsos da terra. Essa é a minha religião e o objetivo da minha existência. Não estamos aqui apenas para nos preparar para morrer, e depois morrer; mas estamos aqui para viver e edificar o reino de Deus sobre a terra — para promover o Sacerdócio, vencer os poderes de Satanás, e ensinar aos filhos dos homens para que foram criados — que neles está oculto o germe de toda inteligência. Aqui está o ponto de partida — o fundamento que foi lançado na organização do homem para receber uma plenitude de conhecimento e glória eternos. Devemos ir para lá obtê-la? Não; devemos promovê-la nesta terra.

Os nossos vizinhos, que nos expulsaram de entre eles, desejam civilizar-nos. Já tivestes uma pequena experiência nas lições da sua civilização — na embriaguez, nas contendas, na devassidão, nas brigas, e no cair em valas. Desejam civilizar-nos! Mas não quero falar sobre isso. Devem ser lamentados, pois estão a amadurecer para a destruição.

Os Santos dos Últimos Dias, por todos os vales destas montanhas e por todo o mundo, deveriam estar a aprender para que estão nesta terra. Estão aqui para crescer e multiplicar-se, para se expandir, para reunir a casa de Israel, redimir Sião, edificar a Sião do nosso Deus, e para promover aquela inteligência eterna que habita com os Deuses, e começar a plantá-la nesta terra, e fazê-la lançar raízes para baixo e dar fruto para cima, para a glória de Deus, até que todo princípio odioso no coração dos homens seja destruído, e a terra volte ao seu estado paradisíaco, e o Senhor venha habitar com este povo, e ande e fale com eles como fez com o Pai Adão. Esse é o nosso negócio, e não deixar que todas as nossas energias se gastem apenas em nos prepararmos para morrer. Jesus diz: "Todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá." O seu corpo pode ser posto a descansar por um curto período, mas ele não provará a morte. Quando o seu espírito é libertado deste tabernáculo mortal, o corpo volta à terra-mãe; mas o espírito parte com a garantia de que o corpo não permanecerá sempre no pó. O corpo apenas adormeceu por algum tempo, para ser de novo vivificado e reunido ao espírito, para viver para sempre.

Está registado, como sabeis, que em tempos antigos a humanidade vivia até uma grande idade — mais de novecentos anos. Está escrito que Matusalém viveu até à maior idade — 969 anos; e talvez muitos outros tenham vivido até idade semelhante. E não gostaríeis de viver muito tempo sobre a terra, com poder para vencer as doenças, para vencer os vossos inimigos, para desfrutar da vida, para plantar jardins, construir cidades, e adorná-las e embelezá-las, plantar árvores de sombra, pomares e vinhas, fazer caminhos, parques e terrenos ornamentais, e ter escolas, academias e universidades, vivendo seiscentos, setecentos, ou oitocentos anos e mais, para desfrutar destas bênçãos?

Há alguns milhares de anos, a humanidade sobrevivia a muitas das gerações atuais. Se pudésseis viver para ver vinte, trinta, ou mais gerações irem e virem, ver reis subirem e caírem ou desaparecerem, observar durante muitas centenas de anos a ascensão e a queda de governos, e desfrutar de todo o prazer e conforto de fazer florescer uma parte desta terra como o jardim do Éden, não gostaríeis disso? Gostaríeis; pois mesmo agora vos apegais à terra, a tal ponto que, se pensásseis que ireis morrer antes de amanhã de manhã, seria: "Mandai chamar os Élderes! — correi por um médico e algum remédio!"

Está escrito que nos últimos dias a idade do homem será como a idade de uma árvore, quando o Senhor restaurar Sião. O Profeta compreendeu que o que tinha sido voltaria a ser; também que a humanidade se tornaria mais cega de entendimento, e encurtaria cada vez mais os seus dias, até quase se extinguir; e que então o Senhor começaria a reavivar o seu Espírito, poder e Sacerdócio entre os seus filhos; e quando pudesse obter um povo que desse ouvidos à sua voz, começaria a acrescentar aos seus dias, ao seu intelecto, à sua estatura, e a todo poder e virtude de vida, tal como foi concedido no princípio à família humana. Como havemos de magnificar o Sacerdócio, a menos que comecemos a desempenhar a nossa parte para fazer avançar esta restauração? Esta é uma obra em que a parte feminina dos Santos dos Últimos Dias pode ser eficaz colaboradora. As irmãs podem perguntar: "Que podemos fazer?" Dominai as vossas próprias paixões, e exercei fé até poderdes governar e controlar os vossos apetites, em vez de beberdes chá, café, e bebidas quentes. Esse é um dos menores deveres que me ocorre. Permiti que os vossos corpos tenham formas naturais; tende também o cuidado de que os corpos das vossas filhas cresçam naturalmente, e ensinai-lhes para que foram feitas, e que elas, por meio da fé, devem vencer todo pecado que as assedeia e toda paixão e apetite ímpios.

Irmãs, tende fé, e começai, na medida em que estiver ao vosso alcance, a ajudar a criar uma posteridade que o Senhor se deleitará em reconhecer e abençoar, para que os seus dias comecem a ser prolongados; e ensinai-lhes princípios bons, sãos e santos. Muito se poderia dizer a respeito dos deveres dos pais para com a sua posteridade. É nosso dever aproximar-nos em todas as coisas do dia da perfeição, e refletir e agir constantemente sobre o melhor rumo a seguir para a obtenção dessa bênção.

Provavelmente desejais saber o que penso dos Santos dos Últimos Dias neste território do norte. Penso tão bem de vós como sempre, e até um pouco melhor. Preocupo-me pouco com a aparência exterior, se puder saber que há no coração um verdadeiro sentimento de fazer a vontade de Deus — de ser honesto diante de Deus e uns com os outros. E ao dirigir-se a uma congregação, ainda que o orador não consiga dizer mais do que meia dúzia de frases, e essas mal construídas, se o seu coração é puro diante de Deus, essas poucas frases quebradas valem mais do que a maior eloquência sem o Espírito do Senhor, e têm mais valor real aos olhos de Deus, dos anjos, e de todos os homens bons. Na oração, ainda que as palavras de uma pessoa sejam poucas e mal expressas, se o coração é puro diante de Deus, essa oração valerá mais do que a eloquência de um Cícero. Que se importa o Senhor, o Pai de todos nós, com o nosso modo de expressão? A humanidade caiu no profundo vórtice das trevas. Não sabe donde veio. Provieram do seu Pai, Deus e Salvador, e todos se desviaram do caminho. O coração simples e honesto vale mais para o Senhor do que toda a pompa, orgulho, esplendor, e eloquência produzidos pelo homem. Quando ele olha para um coração cheio de sinceridade, integridade, e simplicidade infantil, vê um princípio que perdurará para sempre — "Esse é o espírito do meu próprio reino — o espírito que dei aos meus filhos."

Sede honestos. Amo os Santos dos Últimos Dias, e penso tanto deles como sempre pensei. Já passaram três anos desde que estive aqui, e dir-vos-ei o que penso de algumas coisas que sucederam nesse tempo. Penso que aqueles que se propuseram civilizar-nos aprenderam que o empreendimento não correspondeu às suas expectativas. Penso também que alguns dos irmãos têm estado descontrolados, loucos, desorientados, aparentemente sem distinguir a mão direita da esquerda. Carroças passaram por Great Salt Lake City com a inscrição: "Para o Vale de Cache, ou Carson, não nos importa qual." Que prova isso? Que alguns são imprudentes, e iriam tão facilmente para o inferno como para o céu. Que sabem eles? Viram eles a Jesus? Sabem que este é o Evangelho da salvação, e conhecem o seu Pai e Deus que habita na eternidade? Sabem eles que são a sua descendência? Não, não mais do que Israel sabia, quando o Profeta disse que o boi conhece o seu dono, e o jumento a manjedoura do seu senhor, mas Israel não conhece o seu Deus. Assim é o caso de alguns que se chamam Santos dos Últimos Dias. Os seus sentimentos são: "Não sei se o Vale de Cache ou Carson é o melhor lugar — se devo ir à Califórnia ou aos Estados negociar;" e são tão ignorantes das coisas celestiais como as nossas mulas que atrelamos às nossas carroças. Este é o caso de apenas muito poucos dos Santos; mas há alguns que se afundaram nas trevas.

"Que pensais, irmão Brigham, da nossa conduta durante a mudança, e nas circunstâncias desde então?" Penso que a grande maioria de vós se portou extremamente bem. E não penso que muitos se tenham mudado daqui sem estarem perfeitamente dispostos a fazê-lo. Muito poucos dizem que ficaram arruinados, e não sabem o que hão de fazer. A grande maioria diz: "Tudo está bem." Esses poucos não compreendem o verdadeiro princípio do aumento. Podeis lavrar, semear, plantar, irrigar, etc., e não tendes poder, nem o tereis por muito tempo, para produzir um único grão de trigo. Alguns não parecem perceber que o Senhor dá ou tira, aumenta ou diminui ao seu bel-prazer. Depois que o Diabo, com permissão, despojou Jó das suas posses, em pouco tempo o Senhor o abençoou com uma abundância muito aumentada. O Senhor permitiu que o Diabo o despojasse daquilo com que o tinha abençoado, e depois aumentou essas bênçãos. Assim é com o seu povo em todas as eras.

O povo aqui é rico. Olhai para aqueles que estiveram no Missouri, em Nauvoo, e em Winter Quarters, e há apenas muito poucos que não valham agora mais do que jamais esperaram valer. O Senhor aumentou os nossos rebanhos e manadas até que alguns lamentam ter tantos, para que os índios e os ladrões os levem. Olhai para os campos, os povoados, as boas casas, e as numerosas comodidades e conveniências destinadas a tornar o lar feliz. Por todo o Território vedes um povo mais industrioso do que qualquer outro povo no mundo, e um que produz mais do que qualquer outro que conheçamos.

Costumava ser um pouco cético quanto aos nefitas realizarem tanto em tão pouco tempo, como se declara no Livro de Mórmon. Depois de serem saqueados e expulsos pelos seus inimigos, em breve voltavam a crescer e a tornar-se ricos. Isto intrigava-me um pouco, embora não me sentisse levado a dizer que não era verdade; mas agora abriu-se ao meu entendimento segundo princípios naturais. Podeis procurar na história do mundo, e ver se conseguis encontrar o igual do progresso deste povo; excede tudo o que está escrito no Livro de Mórmon acerca da prosperidade dos nefitas em circunstâncias semelhantes. Os factos estão agora diante de nós, mas por algum tempo foi difícil para mim compreender o relato de uma prosperidade tão grande seguindo-se tão rapidamente à adversidade.

Podeis perguntar — "Pensais que estamos a agir corretamente?" Sim, tão bem quanto sabeis fazê-lo. Se não vivestes plenamente à altura do conhecimento que tendes, posso dizer que fizestes tão bem quanto pudestes. Temos uma guerra em mãos. O mal está aqui; o Diabo reina sobre a terra, e tem detido domínio sobre ela por milhares de anos. Esse domínio temos de o quebrar e expulsá-lo, com a ajuda de Deus; mas não o podemos fazer de uma só vez. Milhares de tentações assaltam, e falhais aqui e escorregais ali, e dizeis que não vivestes à altura de todo o conhecimento que tendes. Verdade; mas muitas vezes é para mim uma maravilha que tenhais vivido à altura de tanto quanto vivestes, considerando o poder do inimigo sobre a terra. Poucos, dos que já viveram, compreenderam plenamente esse poder. Não compreendo plenamente o terrível poder e influência que Satanás tem sobre a terra, mas compreendo o suficiente para saber que é uma maravilha que os Santos dos Últimos Dias sejam tão bons quanto são. Estão a melhorar nos povoados do sul, entre aqui e lá, e noutros lugares.

Aqueles que vivem a sua religião desfrutarão do Espírito, e esse desfrute aumentará; e se formos fiéis, o Senhor firmará os nossos pés nestes vales tão firmemente como são as riquezas eternas nestas montanhas, e nenhum poder nos poderá remover. Ele nos dará um lugar seguro nestas montanhas até sairmos e redimirmos Sião. Fazei o que é certo, sede fiéis, e não façais cálculos sobre mudar-vos antes que chegue o tempo.

Pelos jornais dos Estados, poder-se-ia imaginar que "o inferno saiu para o almoço" por lá — que o inferno está a transbordar. Estão próximos da destruição, e cabe-nos viver de tal modo que possamos obter a bondade, a glória, e a misericórdia do nosso Deus. É nosso direito reclamar a sua misericórdia, e nosso dever trabalhar para reunir todos os honestos de volta a Sião.

Abençoo-vos com tudo o que é bom, em nome do Senhor Jesus Cristo, se viverdes para isso. Amém.

Como citar este discursoBrigham Young, “Conhecimento — Objetivo da Existência do Homem na Terra, Etc”, (1860-06-07). Pulpit Vault, 1860-06-07-young-knowledge-object-of-mans-existence. Tradução desta edição, por método de glossário, contentdm.lib.byu.edu.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).